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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Mala, cinto, sapatos e… verniz!

Em face de uma festa ou evento especial surgem as eternas questões relacionadas com a indumentária a levar, algo que, nos dias que correm, não é apenas do foro feminino já que a facção masculina tende a também ter preocupações crescentes com o visual. Do mais simples “O que é que vou vestir?”, ao “Humm… será que isto dá bem com aquilo?!” ou até mesmo ao eterno triângulo mala/cinto/sapatos, para que a bota bata com a perdigota, tudo serve para algumas horas de luta com o guarda-roupa e com @ outr@ que surge nos espelhos estrategicamente espalhados pela casa.

Como se tal já não fosse suficiente, há outros factores a baralhar a coisa, como é o caso do verniz, foro ainda (quase) exclusivo do elemento feminino, integrado no vasto mundo da maquilhagem. Mas… e se juntarmos ainda mais um?
Pois é, a ideia não é efectivamente nova, pois há vários exemplos no passado, mas elas gostariam, de certezinha absoluta, que o seu automóvel entrasse na equação, nomeadamente pela cor do modelo que está parado à porta de casa.

E aqui é a Renault quem parece ter novidades, através de 4 vernizes – nas cores Azul Dragée, Amarelo Eclair, Preto Etoilé e Vermelho Flamme – produzidos pela De Blangy, especialista em cosméticos, associando-os ao seu pequeno Twingo que, dependendo dos mercados, está à venda com pelo menos um desses mesmíssimos tons. A dita vantagem é tal que o produto pode ser usado quer nas unhas, no tal pendant com a restante indumentária, como também para disfarçar os pequenos riscos que surgem na carroçaria no dia-a-dia! A sério!!!
Quem o diz são os marketeers da própria marca francesa, ainda que não considere ser a solução ideal, já que os actuais processos de pintura dos automóveis não são assim tão simplistas quanto isso mas, à boa maneira portuguesa, dará para desenrascar e esconder aquele pequeno toque no poste ou no vizinho. Custam € 8,90 cada e pode adquiri-los aqui, mas alerto-o que em Portugal só há dois tons – o azul e o preto, que por cá se chamam Verde Pistaccio e Preto Estrela – entre a palete de cores do modelo.

Uns stiletto com assinatura
Fruto do seu posicionamento assumidamente fashion e apontando ao sector feminino, não é inédita esta associação deste pequeno citadino da Renault à moda, pois já aquando do seu lançamento, em 2014, a marca francesa promoveu-o recorrendo a Luis Onofre, estilista luso que criou os “Twingo Stiletto”, sapatos de saltos agulha que foram apresentados no evento “Vogue Fashion's Night Out” daquele ano.

Imagens: Renault

Detalhe diferenciador
Como disse acima, não é nova a ideia de transportar as cores dos automóveis para o mundo da moda, nomeadamente neste patamar dos vernizes. A Ford tem-no feito algumas vezes, aqui recordando-me da campanha de lançamento da então 6ª geração do Fiesta (o da imagem, em 2008) no tom Hot Magenta, associando-lhe por cá, bem como noutros países, um verniz nessa mesma cor de carroçaria.
Imagens: Ford/models own

Em Inglaterra, o leque viu-se, depois, alargado a um pack de 3 cores – Hot Magenta, Fashionista e Candy Blue, com assinatura da marca models own – para que mais a clientela feminina sentisse uma ainda maior proximidade com o seu citadino, permitindo-lhe expressar a sua personalidade.
Já nos EUA, o eleito para uma idêntica acção de conquista foi o ultra-popular Mustang, quando em 2015 esta marca do universo Ford se associou à OPI Products, produzindo um verniz no incisivo tom Race Red.
Imagens: Ford/OPI Products

Ou seja, quando sair à rua garantindo estar totally fashion, assegure-se que tudo bate certo. A única surpresa que pode ter é se alguém também leu este texto e escolher as mesmas cores e indumentárias! Não seria inédito…
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A lotaria da velocidade

Fizessem isso por cá e era ver o Estado a fazer contas de como rentabilizar o investimento feito nos novos radares SYNCRO, que regularmente nos aliviam a carteira de umas quantas notinhas e a carta de condução de uns equivalentes pontos, dependendo da gravidade da infracção. Falo de um projecto apresentado há uns bons anos pelo norte-americano Kevin Richardson, então vencedor de uma iniciativa de avaliação de ideias da Volkswagen, que decorreu sob o nome de “The Fun Theory”.
O conceito passa pela montagem, nos centros das cidades, nomeadamente em zonas mais delicadas, de radares de controlo de velocidade que penalizam os prevaricadores. Nada de novo até aqui, sendo a novidade o facto dos montantes inerentes a essas penalizações servirem para a constituição de um fundo que serviria de prémio a quem cumprisse os limites, numa espécie de Lotaria do Km"! Ou seja, assim como lhe apareceria em casa a carta da multinha, na infelicidade de ultrapassar os limites estabelecidos, outros poderiam receber um talão numerado que os candidatava à conquista do tão apetecido bolo acumulado desta “Speed Camera Lottery”!
A ideia até foi depois testada na Suécia, numa artéria de Estocolmo, contando o apoio da NTF (Autoridade Sueca do Transporte Rodoviário) local, provando ser um sucesso, pois a média de velocidades caiu dos 32 km/h registados antes da montagem da câmara para os 25 km/h após a sua entrada em funcionamento. Só que...

Este produtor de jogos do canal infantil Nickelodeon Kids conquistou, assim, o 1º lugar entre as 699 candidaturas, oriundas de 35 países, apresentadas no âmbito deste “The Fun Theory” da Volkswagen, projecto agenciado à DDB Stockholm… em 2010! Mas, apesar da aparente validade da ideia, a sua implementação a uma mais larga escala não se fez, sendo uma das razões apresentadas o facto dos montantes das multas ficarem normalmente para as autoridades nacionais, impedindo a constituição do tal fundo. Um caso a (re)pensar?
Imagens: Volkswagen


Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Uma viagem inevitável

Se há algo absolutamente garantido é o facto de que todos iremos morrer, só não se sabe quando. É indesmentível e apesar de alguns apregoarem terem ido e regressado ao mundo dos vivos, eventualmente assumindo forma diversa de um seu antepassado, mesmo esses ter-nos-ão deixado por uma temporada.

É, também, a única situação que implica um emprego com futuro (praticamente) assegurado, pois enquanto o Homem não estraçalhar o planeta de uma vez por todas, clientes nunca irão faltar às funerárias. Mas há que inovar para cativar novos clientes, numa altura em que cada vez mais entidades exploram esse autêntico filão, de custos elevadíssimos, excepto para @ falecid@ que, por essa altura, é para o lado que dorme melhor.
Uma das tendências em crescimento é a cremação, preferido ao mais doloroso ritual do enterro tradicional, domínio em que um portal londrino de comparação de preços - uma espécie de Booking mas em vez de serem hotéis é para agências funerárias - parece ter encontrado uma proposta que são os familiares a fazerem as suas próprias cremações… em casa! Isso mesmo, ali, no quintal, envolvendo essências agradáveis, cores alegres e… uma estrutura com rodas!
Seguindo a máxima de que “a nossa casa é onde está o nosso coração”, a Funeralbooker sugere o pacote “Domicineration” (qualquer coisa como “Incineração no Domicílio”), sendo esta feita num veículo apropriadamente denominado de CremMate (outro trocadilho que dá algo como “O Amigo Cremador”). Tem um painel digital fácil de operar, definindo-se o género, idade, peso e altura d@ falecid@, até dando para animais de companhia. Para apressar a coisa tem uma função “Turbo”!

Para que o processo se torne menos pesado, permite dar-se cores aos fumos que saem da estrutura – que mais se assemelha a um grelhador de formato cilíndrico – possam ser, por exemplo, da bandeira do país ou até do clube de futebol, e podem ser associadas 4 essências: maresia, lavanda, bolo quente e caramelos. Já o sistema de áudio incorporado permite gravar as habituais palavras de apreço pel@ defunt@ ou mesmo os hits musicais que aquele ouvia em vida.
O sucesso parece enorme por aquelas paragens, satisfazendo os familiares que, assim, não têm de se deslocar, mas ainda mais apreciada é a questão do custo, na ordem das 300 libras, face às mais de 3000 de um funeral tradicional. As reacções, publicadas no portal da funerária, são elucidativas: “Como fã dos Stokes, o meu pai iria gostar de ver os fumos vermelho e branco do seu clube”, ou um “com esta solução conseguimos poupar dinheiro suficiente para fazer um cruzeiro, como a mãezinha queria”, ou ainda um carinhoso “até os meus netos me ajudaram a mexer no painel digital”!
Estranho? Sim, bastante mesmo, quanto mais não seja porque este foi o modo alternativo como a Funeralbooker decidiu assinalar o 1º de Abril, pretendendo com isto “aproveitar a oportunidade de usar o Dia das Mentiras para chamar a atenção para a subida em espiral dos custos associados à despedida de um ente querido”, referem os responsáveis do portal. “Foi fantástico ver a reacção que provocou na discussão do tema sobre os custos associados à morte, pelo que esperamos que dê azo a discussões sobre o que as pessoas verdadeiramente querem em termos de funerais”.
Apesar do cariz algo tétrico da cena, houve muita gente convencida e mesmo conquistada pelo CremMate, “pois passámos a semana a receber chamadas para a disponibilidade deste sistema caseiro, o que demonstra as proporções que os custos destes processos assumiram para as famílias”.
Imagens: Funeralbooker


É caso para dizer que ainda não chegámos a tanto!!! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 29 de março de 2017

A Doutora Vespa

Esta é a nova (VESPA 946) RED, proposta da icónica marca italiana desenvolvida em parceria com a (RED), entidade fundada em 2008 por Bono e Bobby Shriver para a criação de uma futura geração livre do vírus do HIV/SIDA, doença que já ceifou mais de 35 milhões de vidas desde que foi descoberta em 1981 e que se tornou acompanhante de muitos mais milhões de pessoas em todo o planeta.

Mas não é só para esta doença que esta médica sobre rodas contribui, pois no seu papel benemérito também consta o acompanhamento de pessoas com tuberculose ou malária, sendo que parte das suas vendas – € 150 por cada unidade vendida – reverte para um fundo global destinado ao combate destas graves doenças.
Dotada de características próprias, nomeadamente o tom integralmente vermelho com que se apresenta, esta (VESPA 946) RED não tem preço anunciado no portal da Vespa Portugal, mas fonte oficial da marca disse ao Trendy Wheels que é de € 10.690. Assumindo toda a elegância das linhas do modelo que lhe serve de base, esta exclusiva e valiosa peça de colecção é, até à data, o único produto motorizado sobre rodas escolhido pela (RED), entidade que num passado recente tem estabelecido outras parcerias com entidades como a Apple, Nike, American Express, Starbucks e Coca-Cola.


Imagens: Vespa

De acordo com a mais recente contabilidade, a (RED) já terá angariado cerca de 465.000.000 dólares para esse Fundo Global para o Combate da SIDA, Tuberculose e Malária, verba que é canalizada para países como o Ghana, Quénia, Lesoto, Ruanda, África do Sul, Suazilândia, Tanzânia e Zâmbia, hoje abrangendo mais de 90 milhões de pessoas, beneficiando-as com medidas preventivas, tratamentos, aconselhamento, testes de HIV e demais serviços de assistência.
Caso tenha curiosidade de conhecer os produtos com assinatura (RED), clique aqui. Para além desta (VESPA 946) RED, nele pode encontrar os mais variados conteúdos – de roupa a gadgets, peças de decoração e os mais simples brindes. O objectivo de todos eles é contribuir para que um dia haja um mundo em que toda uma geração nasça sem o espectro do HIV/SIDA.

Acrescente-se que este ícone do mundo das duas rodas é também parceira privilegiada do programa “Vespa for Children”, destinado a crianças com doenças raras, que está em implementação no Hospital Pediático de Hanoi, no Vietname. Uma verdadeira médica sobre rodas!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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quarta-feira, 1 de março de 2017

Bebeu? Teste-se no Sopra Mobile

Festas, saídas à noite e uma refeição mais esmerada, num restaurante ou em casa, são situações em que se bebe um copito ou outro, muitas vezes incluindo “o último pró caminho”  como dizia o povo – o que leva a que na maioria das vezes não se esteja em condições de ir para a estrada, atrás de um volante.
Imagem: PSP/Nylon


Mas a Polícia de Segurança Pública (PSP) acaba de contribuir para resolver essa dúvida com o lançamento de uma nova plataforma, o Sopra Mobile. Trata-se de uma espécie de balão que está disponível quando liga para o número 800 200 074. Funciona 24 horas por dia, permitindo, por isso e a qualquer altura, verificar se se está em condições de se sentar ao volante.
Caso tenha dúvidas sobre os seus limites de alcoolemia, ligue para o número acima, siga as instruções da operadora: sopre para o balão, aguarde o resultado que é dado na hora e, em função do mesmo, verifique se deve conduzir ou não.
Eu aconselho-@ desde já a não o fazer, a não conduzir, bem entendido, devendo regressar a casa com alguém que não tenha ingerido álcool. Coma qualquer coisa, beba um copo de leite, um café ou um outro desintoxicante químico e durma umas horinhas.
Isto porque esta app é a mais recente e imaginativa campanha de sensibilização rodoviária da autoria da agência Nylon para a PSP. Ao fazer-se a chamada é-se, de facto, convidado a soprar para o microfone do telemóvel, mas o resultado do seu nível de alcoolemia nunca é revelado, pois se se pensar com clareza – algo que na maioria das vezes não acontece quando se bebe mais do que a conta – se chegámos ao ponto de tentar confirmar essa capacidade para conduzir, é porque não estamos definitivamente em condições para tal. O Trendy Wheels experimentou e a resposta não se fez esperar. Para não estragar a surpresa, convido-@ a experimentar. Ligue!
Lembre-se: se conduzir não beba e se estiver a pensar em beber, arranje uma alternativa de regresso com alguém que não o tenha feito, seja com um “Condutor 100% Cool” (outra das campanhas memoráveis) ou através de alguma plataforma online de boleias ou de transporte pessoal.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Improváveis cupidos

No passado dia 14 de Fevereiro o mundo voltou a ser levado em braços pelo cupido, renovando-se as juras de amor, deixando-se os olhos a brilhar de emoção, seja pelas milhares de prendinhas, flores e cartões trocadas, ou pelos mais ou menos elaborados jantares com o par, mais caseiros ou num dos restaurantes mais in do momento. É assim todos os anos, para gáudio do comércio e de quem inventou estas infindáveis datas comemorativas!
Imagem: Ford

Por falar em jantar fora, já pensou n@s pobres coitad@s que, para que @ leitor@ possa ter tido esse seu tal jantar romântico, se viram privad@s de poder fazer o mesmo com a sua cara-metade? Pois é…! De acordo com um estudo europeu, 1 em cada 4 profissionais da restauração (empregados de mesa, de bar e recepcionistas) vê-se obrigado a faltar aos seus próprios encontros do dia de São Valentim para fazer o papel de cupido, proporcionando-lhe esse elaborado menu e até ajudando alguns clientes nos pedidos de casamento!
Apesar de dois terços dos entrevistados terem dito que, neste dia, os clientes são mais simpáticos e que também as gorjetas são mais generosas, tal não deixa de ser motivo de discussão no local de trabalho, quando estes profissionais tentam convencer @s colegas a fazer umas quantas horas extras, para que se possa ir ter com o seu amor! Encomendado pela Ford, o estudo refere que alguns deixaram os seus empregos para não perderem essa noite romântica com o seu par, que 1 em cada 3 tenta não trabalhar nesse dia, 1 em cada 10 finge estar doente e muitos outros inventam uma emergência de última hora, como uma avaria no carro.
Com isso em mente, a marca decidiu, ela própria, fazer de cupido para alguns deles, surpreendendo uns quantos felizardos com uma refeição romântica muito especial. “No dia de São Valentim, os casais só têm olhos um para o outro, mas a sua noite depende, em grande parte, daqueles que sacrificam a sua própria noite para fazerem um grande trabalho. Eles são os verdadeiros heróis do Dia dos Namorados e que melhor maneira de reconhecer os seus esforços do que torná-los o centro das atenções” disse uma fonte da Ford.


Mas no mundo das rodas não foi só a marca americana que se multiplicou em esforços para tornar este dia ainda melhor, ao mesmo tempo que piscava o olhos a potenciais novos clientes com este gesto. Também outras o fizeram, criando campanhas específicas para a ocasião.
A italiana Fiat celebrou este “Dia dos Namorados” com uma campanha – chamada “Kiss Car” – que levou vários os casais a reviverem esse momento especial, em que deram o seu primeiro beijo, tendo muitos deles feito isso (e, eventualmente, algo mais) no interior de um automóvel. Para o efeito, levou um 500 para a Piazza del Carmine, em Milão (Itália) e convidou diferenegts casais a reviver esse momento único.


Já a nipo-americana Lexus, recorrendo ao seu IS 300h, conta uma história com que muit@s se poderão identificar, pois apesar dos milhares de alertas para a chegada deste dia, há sempre quem, à boa maneira portuguesa, deixe tudo para a última hora. Como este casal de apaixonados...



Como se vê, exemplos não faltam! Já agora, não se lembre da sua paixão só neste dia, pois há outros 364 (mais 1 nos anos bissextos) em que também se pode dizer “AMO-TE”!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Um urso em apuros

“Silêncio no set… luzes, câmara… ACÇÃO!!!” Toda a gente sabe que raras são as filmagens em que tudo corre bem logo à primeira tentativa, mesmo para os pequenos filmes publicitários, pois os enganos dos actores acontecem, tal como diferentes outros imprevistos. Mas se há situações em que, finalmente, se cumpre com as linhas do guião, dando o dia por terminado, outras há que o aproveitamento dessas falhas resulta bem melhor do que plano o inicial, já que garantem um retorno substancialmente maior ao produto ou serviço em causa.

Foi o que aconteceu nos EUA, quando um concessionário Mitsubishi – no caso a White Bear Autos – estava a filmar o seu novo spot, recorrendo à habitual mascote – naturalmente um urso polar – mas em que o convidado demonstrou uma certa dificuldade em igualar a habilidade desses bichos de se manterem nas suas patas traseiras.

O sucesso dos desaires do pobre bicho foi tal, nomeadamente nas redes sociais, que levou mesmo os responsáveis daquele representante a criar um passatempo em que se atribuíam falas aos protagonistas, premiando os mais originais com bilhetes para um jogo de hóquei sobre o gelo na Mariucci Arena, casa do team Minnesota Golden Gophers.
Caso para dizer, que saiu melhor do que a encomenda!
Imagens: White Bear Autos

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Se fumar, não conduza!

São bem mais comuns as campanhas rodoviárias em redor do álcool, mas é também sabido que as denominadas substâncias psicotrópicas também influem nas nossas capacidades de reacção ao volante. Como por exemplo a canábis (ou marijuana), droga leve que mereceu a devida atenção por parte da Asociacion de Estudios del Cannabis del Uruguay através de uma campanha dedicada! 

A iniciativa compõe-se de um conjunto de 3 pósteres, com outras tantas mensagens de alerta, cujas cópias foram estrategicamente colocadas na região de Montevideo, capital deste país sul-americano  que, em 2013, legalizou a sua produção e comercialização. Integrados em muppies, têm a particularidade de serem feitos… da própria erva! Isso mesmo! Com 1,70 m de altura por 90 cm de largura, cada painel idealizado pela agência The Electric Factory é composto por folhas da dita erva que foram desfiadas, prensadas e secas, num trabalho 100% artesanal. O texto foi depois impresso através de um processo semelhante ao usado na produção de serigrafias.
Abordando uma temática com importante impacto social, as mensagens inerentes pretenderam servir de alerta para a responsabilidade de cada um enquanto condutor, nomeadamente para a diminuição das suas capacidades depois de fumar a dita cuja. 
Imagens: AECU
Por falar em fumar, aos eventuais larápios que pudessem ter ideias de roubar estes potsters – trocadilho entre as palavras “pot” (designação em inglês para “erva”) e “poster” –, feitos com recurso a uma quantidade não desvendada de folhas, deixou-se o reparo de que não valeria de nada o esforço, pois no processo de produção foram retiradas as substâncias psicoactivas, ou seja, se usadas seria como estar-se a fumar papel!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Qual minutinho, qual quê… haja respeito!!!

Quantas vezes não ouviu já as expressões “vou só ali já venho” ou “é só um minutinho”? Estas ou outras quaisquer, quando, por alguma razão, tentou sair de um estacionamento, aceder à sua garagem ou estacionar num local que até lhe está reservado, mas onde está lá um qualquer estorva que, para facilitar a própria vida, decidiu complicar a dos restantes mortais? Tal torna-se ainda mais preocupante com os abusos que influem directamente com pessoas, condutores ou peões, que por qualquer vicissitude da vida têm o seu modo de vida e de deslocação condicionado.

São inúmeros os exemplos nas nossas cidades, desde veículos parados ou estacionados em cima de passadeiras e passeios, em acessos de garagem e até em locais reservados a pessoas com algum grau de deficiência, por vezes perto de escolas e de centros de saúde e hospitais. Não é o banga-banga, mas estamos lá quase, tal o número de exemplos que todos os dias nos deparamos nas nossas deslocações!
Há dias tropecei num artigo - que tem mesmo de ler - de uma Mãe, de seu nome Ana Rebelo, que inconformada com uma situação recente que viveu com a sua filha Maria, dá uma autêntica chapada de luva branca a uma indivídua que em pleno Século XXI ainda acha que o mundo é só dela! Leia esta peça, sob o título “Estimada mãe que nos maltratou esta manhã, por estacionarmos no lugar para deficientes”.
Elucidativo não é? O estado a que chegámos, de total desrespeito pelo próximo, ao ponto de apenas olharmos para o nosso umbigo, achando-o mais importante do que o do vizinho, levando as nossas vidas normais sem olhar para o lado e vermos que há muito mais para além desse nosso ego! São inúmeros os exemplos de mobilidade condicionada por quem já originalmente a tem no seu dia-a-dia, tendo que lidar com um sem número de obstáculos que lhes barram ou limitam o caminho.
Recordo a campanha “Bati no seu carro” que há cerca de um ano a Associação Salvador levou a cabo em Lisboa, através da qual se pretendeu sensibilizar a população para a questão do estacionamento abusivo.

O sucesso desta espécie de apanhados foi imenso, o filme tornou-se viral com milhares de partilhas nas mais diversas plataformas e redes sociais, até merecendo cobertura na Comunicação Social, mesmo fora de Portugal, para além de lhes valerem reconhecimentos vários, nomeadamente com um Grand Prix dos “Prémios Lusos”, galardões em que se distingue a criatividade lusófona.
Aliás, já em 2013 esta mesma associação levara a cabo outra acção cívica de protesto – sob o título de “Ocupe o seu lugar” – realizada a meias com o Grupo Lisboa (In)acessível. Ocuparam todos os lugares de estacionamento que então existiam na Praça do Duque de Saldanha (Lisboa) com 50 cadeiras de rodas, tendo estas os mais variados dizeres, do estafado “volto já”, aos “só vou ali buscar uma coisa” ou “vou só beber um café rápido”, afinal as habituais justificações de quem, sem qualquer tipo de limitação física, complica a vida das pessoas com deficiência, estacionando o seu veículo em lugares que não lhes pertencem!
Imagens: Associação Salvador e Grupo Lisboa (In)acessível

Impressionante, de facto, este constante alerta às populações, mas o que mudou efectivamente na consciência das pessoas? Pelo exemplo dado pela mãe da Maria parece que infelizmente pouco, muito pouco...
É… o texto de hoje é algo pesado pelo que para descontrair um bocadinho convido-@ a ver uma situação levada ao exagero, num conjunto de apanhados do programa de TV “Just For Laughs Gags”, que retrata um grupo de seniores a atravessar uma passadeira, provocando o caos no trânsito, levando muitos condutores ao desespero.

Difícil, não é? Ver a nossa pacata vida condicionada por terceiros é obra! Agora imagine uma troca de papéis, vivendo-se, por momentos, a vida de alguém que tem uma deficiência motora, de alguém com um crescendo da degradação das suas capacidades e da qualidade de vida, etc! Ah pois é bebé!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Mudem-se as regras!

A miúda passou-se!!! Cansou-se do coche engalanado e dos cavalos bonitinhos, do príncipe drop dead gorgeous e do pessoal cheio de nove horas, de ter que sair do baile às 12 badaladas e desatou a acelerar no seu novo bólide! O único senão é o de que também nesta história teve que regressar ao seu papel de boneca quando o dia nasce e a loja de brinquedos abre ao público.
É notório o paralelismo a algumas histórias de animação de estúdios como a Disney e Pixar, de bonec@s que ganham vida quando os humanos não @s estão a ver! Mas a Audi Espanha quis ir muito mais além no pretérito Natal, quando lançou a campanha #CambiemosElJuego, sublinhando que o rosa e as bonecas não são algo só para meninas e que o azul e os carros não servem só os interesses dos meninos!

A mensagem inerente é, como se pode ver, muito abrangente, abarcando a temática da igualdade de género e, consequentemente, a educação dada às próximas gerações no sentido de sabermos olhar uns para os outros e para as opções e/ou escolhas de cada um(a), respeitando-as e vivendo com elas, sem o habitual cunho marcadamente crítico.
Para o efeito a representante espanhola da marca alemã colocou uma supersexy boneca, com sangue na guelra, ao volante do seu R8 Coupé, acelerando pela loja como se não houvesse amanhã! “Adoro quando me dizem que algo é impossível. Adoro demonstrar o quanto estão enganados, Como se vê, sou muito teimosa e adoro desafios!”, refere, sublinhando que o estereótipo do género não deve fazer parte dos jogos e brincadeiras, como também em termos de condução, que tantas vezes separando ambos os lados da barricada.
Segundo José Iglesias, catedrático espanhol em Psicologia Evolutiva da Educação da Universidade Autónoma de Madrid, são 5 as razões principais para a necessária mudança das regras deste jogo:
1) Porque os brinquedos têm um papel principal no desenvolvimento das capacidades e estas deveriam desenvolver-se por igual entre meninos e meninas;
2) Porque os brinquedos que escolhemos podem influenciar os interesses e vocações futuras que se desenvolvem desde pequenos;
3) Porque na primeira infância meninos e meninas estão livres de estereótipos de género e o brinquedo não deve propiciar a criação dos mesmos;
4) Porque brinquedos como carrinhos ajudam no desenvolvimento da coordenação visual-motor, antecipação de problemas e a originalidade de respostas, enquanto as bonecas contribuem para o desenvolvimento das capacidades empáticas, relações sociais e linguagem;
5) Porque mudar as regras do jogo fará com que, um dia, mais mulheres se interessem pelas ciências, matemáticas e engenharias, enquanto os homens se sentirão mais competentes na realização de tarefas domésticas e de cuidados. 


Claro que para @s mais estereotipados este texto não fará qualquer sentido, pois sempre viveram com uma separação de conteúdos mais ou menos definida e não se permitem sequer pensar out of the box, ou – pior que isso – poderão ser por demais intolerantes. Mas se com o mesmo conseguir mudar uma mentalidade que seja já me sinto realizado!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

O mistério do pára-arranca

Apesar do paralelismo que se possa fazer e por mais fã que seja das obras de suspense da britânica Agatha Christie, este não seria em absoluto um título que viesse a entrar numa lista das suas potenciais obras. Isto porque os argumentos escolhidos por uma das mais brilhantes autoras de romances policiais (entre outras obras) eram bem mais elaborados do que a simples pesquisa por parte dos míticos personagens que criou – destacando-se a simpática Miss Marple ou o peculiar Monsieur Hercule Poirot – sobre a razão desta realidade das nossas auto-estradas.



Decerto que nas suas deslocações em vias rápidas já se deparou com a (quase) insuportável situação do pára-arranca, em que as filas parecem andar bem num momento para, de repente e sem razão aparente, o obrigar a travar. Logo a seguir começa-se a andar outra vez até que, por vezes, quase voltamos a estar em cima do veículo da frente, obrigando a novo recurso do pedal do travão, operações consecutivas que, de acordo com a atenção de cada um, podem resultar em situações mais catastróficas. 
De quem é a culpa? A resposta é: sua, exclusivamente sua! Quem o afirma é a Auckland Transport, autora do vídeo SpreadTheJam, em que se explica, por A + B, as razões dessa situação de mola e o que os condutores devem fazer para minimizar o seu impacto. Trata-se de uma questão de simples consciencialização, ou de educação rodoviária, em que todos poderemos sair a ganhar!



Pense um pouco nisto e faça boas viagens!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.