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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Segurança Volvo: Objectivo “Zero”

Se há marca automóvel que associamos de imediato à palavra "segurança", essa referência é a Volvo. É uma aposta indissociável da sua vida de nove décadas, seguindo duas máximas, hoje complementares: a original, dos seus fundadores Assar Gabrielsson e Gustav Larson, quando afirmavam que “Os automóveis são conduzidos por pessoas. Por isso, tudo o que fizermos na Volvo deve contribuir, antes de mais, para a sua segurança”, e outra mais recente, sublinhando a sua visão Safety Vision 2020 de que “Em 2020 ninguém deverá morrer ou ficar ferido com gravidade num novo Volvo”.

Foi com esta proposta de criação de um mundo ideal que o Trendy Wheels esteve presente numa Conferência de Imprensa realizada no Centro de Formação da Volvo Car Portugal, em Porto Salvo (Oeiras), para uma acção complementar a dezenas de outras que, no âmbito do 90º aniversário da marca sueca, se têm realizado em todo o mundo, encabeçadas por quem vive e percebe a temática da segurança, e que todos os dias é transposta para os seus automóveis, como Lotta Jakobsson, Responsável Técnica de Prevenção de Ferimentos em Acidentes, do Centro de Segurança da Volvo em Gotemburgo, que esteve em Portugal para uma série de eventos.
Das pesquisas iniciadas em 1970 neste domínio até ao presente, muito há a contar, pois há elementos que hoje temos nos nossos automóveis – mesmo que não sejam da Volvo e que, por vezes, nem nos demos conta que estão lá – e que foram criações originais da marca, ao longo dos tempos. Falo do cinto de segurança de 3 pontos, invenção de 1959 de Nils Bohlin, com a particularidade dos direitos de utilização terem sido cedidos a outras marcas, dos bancos de criança virados para trás (1972), inspirados no posicionamento dos astronautas dentro das cápsulas espaciais, ou a sonda lambda (1976) num primeiro e enorme contributo para o ambiente com a redução de emissões de gases poluentes.



Mas também dos sistemas de protecção aos impactos laterais (1991) e do pescoço (1998), mitigando o denominado “efeito chicote” nas batidas de frente ou traseiras, os airbags de cortina (1998), sistemas de protecção em caso de capotamento (2002) e de informação do ângulo morto (2003), passando pelo City Safety (2008), de mitigação das pequenas colisões em cidade e de protecção de peões (2010), mais a protecção de ocupantes em caso de despiste (2014), entre dezenas de outros mais recentes conteúdos do pacote Connected Safety (2016) ou mesmo o sistema Pilot Assist, embrião dos passos da Volvo com vista à condução autónoma.

Do ovo aos mais recentes dummies
Muitos dos conteúdos acima resultam de enormes investimentos feitos nas instalações onde se realizam e analisam os resultados dos testes de impacto, processos cada vez mais complexos que permitem, a cada dia, aproximarem-se desses ambiciosos objectivos de zero mortes e zero ferimentos graves a bordo de um Volvo. Se inicialmente até se recorria a um simples ovo, hoje são usados avançados dummies, recriações do ser humano que se aproximam, em muito, de parte significativa da sua estrutura, usados nas centenas de crash-tests, de todo o tipo, aplicando-se os resultados obtidos no desenvolvimento de todo um conjunto de novas soluções, depois integradas nos modelos que vão sendo lançados no mercado.

Com quase 3 décadas de experiência acumulada na investigação e desenvolvimento em segurança automóvel, Lotta Jakobbson explicou em detalhe o significado e as várias fases do denominado “Circle of Life” que a Volvo Cars utiliza nessa análise e desenvolvimento de soluções. “Com uma base de dados estatística de acidentes recolhidos pela Equipa de Pesquisa de Acidentes Rodoviários da Volvo, abrangendo mais de 39.000 veículos e 65.000 passageiros, o ‘Circle of Life’ começa pela fase de análise de dados reais”, explica. “Em seguida, os requerimentos de segurança e desenvolvimento de produto incorporam os dados provenientes desta análise prévia, com vista à sua inclusão na fase de produção dos protótipos, a que se seguem as fases de verificação constante e, no final, a entrada em produção dos veículos que comercializamos”.
Para Lotta Jakobsson, “o compromisso da marca sueca com a segurança está bem vivo e os novos modelos são disso exemplo, mantendo-se inalterada a filosofia dos nossos fundadores, o foco nas pessoas e em como tornar as suas vidas mais fáceis e mais seguras. Pretendemos, pelo ano de 2020 atingir a nossa Safety Vision, para que ninguém perca a vida ou fique gravemente ferido num novo Volvo”.

Um exemplo de como a Volvo quer que todos olhemos para a vida, com as alegrias que ela nos pode proporcionar e o brilhante futuro que poderemos ter pela frente, é ilustrado no vídeo “Moments”, no qual se sublinha a enorme importância daquele momento que nunca acontece! Mais do que as palavras, as imagens falam por si.

Imagens: Volvo Cars

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.



sexta-feira, 11 de março de 2016

Altura Em Vez de Peso

Como referi nos dois últimos textos sobre Segurança Infantil nas estradas, publicados esta semana, nomeadamente sobre os Sistemas de Retenção de Crianças (SRC), uma das normas presentemente em vigor é a  i-Size (ou UN R129) e que vigora desde 2013, assente na altura da criança como o factor primordial, face ao factor peso da sua "concorrente" ECE-R44/04.

Veja aqui um pequeno vídeo da Kiddicare que explica a norma i-Size:

 


Chamo, também, a atenção para um completo conjunto de informações reunidas pela Fundación Mapfre na sua página institucional, abrangendo as regulamentações acima, a legislação na EU, em Portugal, Espanha e noutros países. Algo importante se saltar fronteiras com crianças a bordo.

Volto a chamar a atenção que, neste domínio, há que contar com os técnicos especialistas da APSI - na sua plataforma online ou através da página de Facebook - para o esclarecimento de quaisquer dúvidas! 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Uma Mensagem Única, Precisa-se!

Anteontem, abordei, com a ajuda da APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, a temática da Segurança Infantil e da actual realidade das estatísticas, decorrentes das situações testemunhadas no âmbito das acções que esta associação realiza amiúde, in loco nas estradas ou em eventos dedicados aos profissionais ou abertas à população em geral. Ficaram, então, prometidas algumas respostas adicionais, nomeadamente no futuro que esta realidade pode ter em Portugal.

Infografia: APSI
Uma delas remete-se ao título da 2ª parte deste artigo, reforçando Sandra Nascimento, Presidente da APSI, que um dos aspectos que contribui, na perspectiva da APSI, para a má utilização dos SRCs é “a inexistência de uma mensagem coerente e homogénea entre as várias entidades que divulgam informação e aconselham ou influenciam as escolhas das famílias nesta área, desde as forças de autoridade, aos profissionais de saúde, vendedores de artigos de puericultura, formadores, passando pelos organismos do estado e pelas organizações que apoiam as famílias/consumidores”.

A falta de formação adequada destes profissionais “é, de uma maneira geral e também, um factor muito crítico,” acrescentando ainda que “as campanhas que são promovidas junto da população por vezes também não veiculam as mesmas mensagens ou as mensagens mais relevantes”.
Infografia: Dorel/Bebé Confort

Um passo importante em Inglaterra
Em Inglaterra houve, recentemente, um avanço significativo entre os principais construtores de dispositivos, num evento organizado pela Good Egg Safety, em que se abordou, naturalmente, a incorrecta fixação das cadeirinhas e uso de dispositivos não adequados, definindo-se um conjunto de acções a implementar a curto prazo, com destaque para as seguintes:
  • a necessidade de uma mesma terminologia em toda a indústria, para passagem de uma mensagem mais consistente;
  • a importância do treino e certificação do pessoal das diferentes entidades que trabalham neste campo;
  • a importância na informação que é passada aos futuros pais, antes mesmo do nascimento dos rebentos, e na posterior evolução do SCR ideal, à medida que a criança cresce;
  • potencial erradicação dos assentos elevatórios, que dão pouca protecção à cabeça, pescoço e quadris, nomeadamente nas colisões laterais.
  • simplificação da legislação i-Size, considerando-se que pode causar alguma confusão entre pais, educadores e profissionais de segurança das estradas.
Presentes neste encontro estiveram marcas como a Besafe, Britax, Cosatto, Cybex, Dorel, Halfords, John Lewis, Mamas & Papas, Mothercare e RoadSafe, para além de diversas e entidades do Reino Unido relacionadas com a temática da segurança nas estradas como sejam a EuroNCAP, esta com uma abrangência pan-europeia, ou entidades locais de segurança infantil.
Fotos: EuroNCAP

Mas, e por cá?
A responsável da APSI referiu que “seria muito interessante criar em Portugal uma rede ou plataforma de trabalho que permitisse, não só garantir uma maior coerência na informação disponibilizada pelos diferentes organismos e profissionais que intervêm nesta área, mas também, articular iniciativas, desenvolver campanhas conjuntas e gerar recursos financeiros para a execução de ações e atividades a desenvolver pelas organizações que, como a APSI, tem um conhecimento muito especializado e relevante neste domínio, mas escassos apoios financeiros.”

À semelhança do exemplo britânico, alcançar em Portugal algo de contornos semelhantes “parece-nos uma grande mais-valia”, envolvendo-se os fabricantes e vendedores de SRCs, organizações da sociedade civil, organismos do Estado, laboratórios, etc. Apesar de ainda não existir um Fórum desta natureza, existem no entanto, diversas iniciativas que têm sido/estão a ser desenvolvidas em conjunto por diversas entidades e que são de realçar, como por exemplo, o programa “ALTA SEGURA da APSI”, bem como o projecto “Bebés, Crianças e Jovens em Segurança do Ministério da Saúde”, uma parceria com diferentes interlocutores.” Acrescente-se que a mesmo envolve a Direcção Geral de Saúde, a Dorel/Bebé Confort, a Fundação MAPFRE e, naturalmente, a APSI.
Banner: APSI

“Adicionalmente, a APSI tem estado a desenvolver formação para profissionais e acções para famílias com o apoio/para algumas empresas fabricantes e/ou que vendem SRCs. Já há também um grupo de saúde privado a trabalhar com a APSI de forma regular esta área,” acrescentou Sandra Nascimento. Os próximos workshops direccionados às famílias, decorrem já nos dias 15 de Março (Lisboa) e 2 de Abril (Porto)! Saiba mais aqui.

Há agora que passar das intenções à prática. Por cá e como se comprova pelo acima exposto, a APSI faz os possíveis e, por vezes, os impossíveis no sentido de alertar recorrentemente todos os envolvidos para a importante questão da segurança e integridade dos mais novos a bordo dos automóveis. “Há muitas entidades a fazer ‘coisas’, mas nem sempre de uma forma integrada. Seria, por isso, interessante criar em Portugal essa plataforma com todos os interlocutores que disseminam informação para as famílias”. Fica lançado o repto!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

Sugestão adicional: agora que nos aproximamos dos períodos de entrega do IRS, caso assim o entenda, convido-o a incluir o NIPC 502 886 412 no Quadro 9 do Anexo H, ajudando, assim, a APSI a contar com um reforço financeiro ao seu orçamento. Poderá ainda, se assim o entender, ajudar esta entidade sem fins lucrativos com um donativo para o IBAN PT50 0036 0012 99100072219 84. Sem a sua ajuda fica mais complicado alcançar os objectivos bem definidos, visando a redução do número de acidentes, a sua gravidade e as consequências nas diferentes faixas etárias! Saiba mais no Portal da APSI e acompanhe as acções no seu Facebook. Obrigado!


segunda-feira, 7 de março de 2016

Já Olhou Bem Para a Cadeirinha?

Esta é uma pergunta que se impõe sempre que se transportam crianças no interior de viaturas. Diferentes associações e autoridades não se cansam de chamar a atenção para esta recorrente preocupação das nossas estradas, através da apresentação de estudos ou acções direccionadas.

Imagens: APSI

Foi em 1995 que se tornou obrigatório o uso de Sistemas de Retenção de Crianças (SRC, ou vulgo “cadeirinhas”) nos automóveis para crianças até aos 3 anos, alargando-se o leque a miúd@s até aos 12 anos em 2005. Em qualquer dos casos, depois de anos em que se permitiram as mais diversas e absurdas situações no seu interior, de miúdos soltos no banco de trás – e às vezes no da frente – ou nas bagageiras das carrinhas, e milhentas vezes ao colo de adultos sem que qualquer sistema os segurasse na eventualidade de um acidente, algo que todos sabemos como acabava se tal acontecesse! Passados 20 anos os números de sinistrados (crianças passageiras) desceu significativamente – mal seria se assim não fosse!!! – não só pela obrigatoriedade desse dispositivo, como pelo exponencial crescimento da segurança das viaturas, mas… ainda há muito disparate por aí.

Há cadeirinhas e cadeirinhas
A começar pela cadeirinha usada! Há ainda muita gente a não olhar com a devida atenção para as referências das ditas, bastando-lhe o popular “E” para ficarem pseudo-descansadas, podendo até cair no logro de comprar SRCs com homologações que já não são válidas, descobrindo, tarde demais, que as mesmas não devem mais ser usadas. Não podem mais ser fabricadas e vendidas, algo que acontecerá se o fizer em locais menos recomendáveis, em alguns portais de compras online ou ainda na eventualidade de uma herança – bem-intencionada mas muitas vezes indesejável – de um primo ou amigo, por vezes nem se conhecendo o seu histórico ou estado de conservação! 



Outra situação tem a ver com o modo como a cadeira é colocada na viatura, ao lado do condutor ou atrás, no modo como é fixa aos bancos, na adequação da mesma à idade e estatura da criança e como está é colocada e fixa ao SRC, com os cintos, da própria ou do carro, muitas vezes mal colocados em seu redor.

“De facto é preocupante o número de famílias que ainda não transporta corretamente as suas crianças no automóvel. Não é, no entanto, um problema exclusivamente português e não é um problema novo. quer por cá, quer na Europa”, disse ao blog Trendy Wheels, Sandra Nascimento, Presidente da Direcção da APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, uma das entidades que mais luta por esta causa, integrada nas suas valências aos mais diversos níveis da segurança infantil (em casa, nas escolas, parques infantis ou no automóvel).

Imagens: Britax, Römer, Dorel, Fundación Mapfre

A acrescer a tudo o acima, há ainda a dificuldade em saber ler as etiquetas dos SRCs, quanto mais saber quais as várias normas presentemente em vigor! Presentemente valem as normas ECE-R44/04 (desde Junho de 2005), baseada no “PESO” da criança, nas variantes com e sem sistema ISOFIX, e a evolução UN R129 ou i-Size (desde Julho de 2013), em que a “ALTURA” passou a ser o factor primordial. Estima-se que em 2018 – ou seja, dentro de dois anos – apenas deva valer esta última, nas evoluções que entretanto vier a ter. Sandra Nascimento acrescenta que "ainda é possível as famílias usarem cadeiras R44703, embora estas sejam, necessariamente, cadeiras muito antigas e, por essa razão, não aconselhadas!"

As vivências da APSI
Realizando muitas acções de sensibilização pública, teóricas ou práticas, envolvendo os principais fornecedores de SRCs, ou workshops e formações a profissionais do transporte colectivo de crianças, a APSI tem assistido a experiências por vezes aterradoras, sendo “os erros mais graves os de crianças muito pequenas transportadas viradas para a frente, cintos internos das cadeiras muito largos e cintos de segurança do automóvel (no caso das mais velhas) debaixo do braço ou atrás das costas,” acrescentou aquela responsável. “Aproximadamente em metade dos casos analisados, as crianças não são transportadas correctamente,” uma tendência que infelizmente se mantém, como se conclui dos estudos de observação que a APSI realiza anualmente, nomeadamente nos últimos três.

Gráfico: APSI

Os estudos demonstram, de facto, uma evolução significativa no uso desses dispositivos nos carros, evoluindo de uns assustadores menos de 20% em 1996, a uns bem mais expressivos 85% em 2013, de crianças entre os 0 e os 12 anos seguras por um sistema de retenção! Naturalmente que desceu o respectivo índice de mortalidade, naquilo que é uma das conquistas mais significativas, mas naturalmente que não chega, pois ainda há:
  • 15% de crianças sem SRC, soltos no carro, presos só com os cintos ou transportadas ao colo de adultos; 
  • 85% que efectivamente estavam nas suas cadeirinhas, só que metade delas eram transportadas incorrectamente, pois:
    • alguns SRCs analisados não eram os indicados para a idade/peso/estatura;
    • ou porque não estavam bem montados no carro;
    • ou porque os cintos do SRC têm folgas indevidas;
    • ou porque os cintos dos carros passam debaixo dos braços ou até mesmo atrás das crianças;
    • ou porque o prazo de utilização já há algum tempo se esgotara, pois a sucessiva herança de umas crianças para as outras é algo que às vezes se paga caro, já que até os materiais empregues nas ditas e nos forros têm a sua duração e, em caso de um acidente, esses SRCs não desempenham mais o seu papel protector!

São ainda demasiados “ous”, sublinhando que apenas uma cadeira bem instalada protege adequadamente uma criança em caso de acidente,” acrescenta. Um problema que está há muito diagnosticado pela APSI e para o qual têm alertado nos últimos anos. Isto apesar de todas as recomendações e chamadas de atenção das entidades competentes, nomeadamente das autoridades de tráfego, para com o uso de um sistema SRC adequado (cadeira completa ou banco elevatório). Só a Polícia de Segurança Pública autua centenas de condutores que transportam crianças sem recurso ao dito equipamento, variando a multa dos 120 e os 600 euros (artigo 55º do Código da Estrada).

Então e o que fazer? Que futuro se pode antecipar no domínio da Segurança Infantil e dos Sistemas de Retenção de Crianças? Será que se consegue falar uma mesma linguagem, de modo a diminuir, verdadeira e significativamente as estatísticas a um muito desejável “Zero Mortes”? Estas e outras respostas estão na próxima edição do Trendy Wheels, a publicar já depois de amanhã!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.