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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Adrenalina no Grande Ecrã

Hoje vamos ao cinema, ou melhor dizendo, o Trendy Wheels traz-lhe 5 sugestões sobre rodas para ver no Grande Ecrã. São propostas para diferentes gostos, de desenhos animados a ficção mais ou menos científica, mas com muita acção, muitos cavalos e velocidades estonteantes à mistura, num pacote de distracção para diferentes idades.


Baby Driver - Alta Velocidade
Comecemos por Baby, um jovem com fantásticos dotes para a condução e inseparável da batida da sua música no seu peculiar emprego: condutor de serviço em fugas de assaltos. Uma história que envolve – claro – uma paixão por uma miúda, a qual leva o personagem interpretado por Ansel Elgort a equacionar o seu futuro, mesmo que os chefes da coisa não queiram prescindir deste precioso aliado. 

Se o Subaru Impreza WRX e outras máquinas lhe alimentam a adrenalina ao longo do filme, é a personagem interpretada por Lily James quem lhe faz acelerar o coração, mesmo contra a vontade o Chefão (Kevin Spacey), num filme em que também entram Jamie Foxx e John Hamm. Estreou ontem, dia 3 de Agosto.

Valerian e a Cidade dos 1000 Planetas
Passando-se num futuro algo distante – lá para o Século XXVIII – o conceito automóvel com rodas que conhecemos é coisa esquecida, mas pelo facto de a Lexus patrocinar este título, contribuindo com a nave SKYJET SJ 1800 (ver mais pormenores em “Um veículo para o ano2740”) pode incluir-se nestas sugestões.
Imagem: Lexus 

Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne) são o casalinho maravilha, agentes que viajam até Alpha, metrópole de múltiplas espécies que em tempos orbitou a Terra mas que, dado o seu crescendo, teve de ser largada a vaguear pelo espaço. Há algo de anormal por lá e eles têm de descobrir o quê e resolver a coisa, num mundo virtual/real em que até Rihanna – no papel da sensualíssima Bubble - tem (mais) uma fantástica performance.

Já o vi em 2D, a 27 Julho (dia da estreia e a convite da marca - obrigado Lexus)  mas dado o grafismo visualmente espectacular desta proposta de Luc Besson, baseada na banda desenhada com o mesmo nome, aconselho que se assista nas variantes 3D ou mesmo na mais recente tecnologia 4DX, decerto merecendo os euros extra que nos cobram.

Carros 3
Foi já há 11 anos – impressionante!!! – que se viu, pela primeira vez, este pequeno no Grande Ecrã. Herói dos peculiares habitantes com rodas de Radiator Springs e multi-campeão da Taça Pistão, Faísca McQueen vê-se neste terceiro filme da saga surpreendido por uma nova geração de adversários, extremamente rápidos, espelhados no arrogante Jackson Storm. 

Um grave acidente e a consequente depressão quase o afastam das pistas, mas inspirado pelo fabuloso Hudson Hornet e com o treino da sensual Cruz Ramirez, o Nº 95 mostra que não está acabado, testando a sua coragem na maior corrida da Taça Pistão. Estreou a 20 de Julho na versão original, com Owen Wilson a dar voz ao protagonista, ou na dobrada, com Pedro Granger, Ana Catarina Afonso e José Raposo à cabeça de um elenco que conta com outras vozes de conceituados pilotos nacionais, como Joana Lemos, Tiago Monteiro e Elisabete Jacinto. Pode também vê-lo em 3D.

Overdrive – Os Profissionais
É deveras educacional esta edição Trendy Wheels, hoje só com boas ideias de potenciais profissões neste Portugal à beira-mar plantado. Se o Baby ensina como fugir de assaltos, na vertente de roubo de carros de colecção são Andrew e Garrett os heróis a seguir! Dois irmãos, com uma inteligência e destreza fora do comum, contribuem para uma maior rotação de automóveis de sonho, limpando os seus anteriores donos de tão pesado fardo, ganhando uns cobres pelo caminho.

Filme ideal para petrolheads e amantes de superdesportivos, pois de um Bugatti de 1937 a um Ferrari 250 GTO de 1962 há um pouco de tudo. Scott Eastwood, que até é filho do monstro do cinema Clint Eastwood, e Freddie Thorp são os manos, Gaia Weiss e Ana de Armas as miúdas de serviço, e Simon Abkarian e Clemens Schick os mauzões da fita. Estreou no final de Junho, pelo que despache-se a ir buscar pipocas e demais coisas que fazem bué barulho quando estamos no escurinho no cinema. Com tanta aceleração dificilmente se ouve o crunch crunch constante.

Transformers – O Último Cavaleiro
Se o filme acima já é antigo qb, este tem uma semana extra, pelo que despache-se! É o 5º episódio da saga de acção e efeitos especiais Transformers – viaturas mais ou menos reais com avançados dotes de máquinas bélicas, que tão depressa estão no grupo dos bons como no dos maus - colocando os humanos quase subjugados pelas máquinasOptimus Prime é o líder dos pacíficos Autobots, que até são nossos amigos, tendo neste filme duas missões: saber de onde vem e, uma vez envenenado pela sua criadora, decidido a acabar com a Terra, aqui com a ajuda dos Decepticons

Anthony Hopkins e Mark Wahlberg são dois nomes fortes no elenco humano, enquanto as máquinas, alguns deles do gigante industrial norte-americano General Motors, contam com as vozes de Peter Cullen (Optimus Prime), Frank Welker (Megatron) e Erik Aadahl (Bumblebee), entre muitos outros. Aliás, máquinas de sonho é algo que (também) não falta neste Episódio V. Senão vejamos: Aston Martin DB11, Chevrolet Camaro e Corvette, Ford Mustang, Lamborghini Centenario LP770-4, Lexus RX 450h, McLaren 570S, Mercedes-AMG GT-R, etc, etc etc e até um pacato Citroën DS 21 de 1963 que depois... 

Pronto! Penso que seja suficiente para os gastos dos próximos dias, entre uma ida à praia, um piquenique ou uma visita a qualquer uma das maravilhas – naturais ou históricas – de que o nosso Portugal é tão rico. Bons filmes!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Descubra as diferenças

Quer viajar de França para Inglaterra sem ser pelos meios convencionais? Esta edição Trendy Wheels traz-lhe duas alternativas para se atravessar o Canal da Mancha. Aliás, poder-se-ia mesmo fazer a viagem para lá num meio e o regresso noutro, tudo, claro, sobre rodas... ou quase! Como?!?!
Imagens: Wikipedia


Comecemos pelo “Pegasus”, um pequeno buggy associado a um parapente com motor, que honra o equivalente cavalo alado da mitologia grega. Coube ao piloto francês Bruno Vezzoli fazer, há dias, essa travessia, viagem de 59 km que se iniciou em Ambleteuse, localidade francesa nos arredores de Callais, e terminou em East Studdal, perto de Dover, Inglaterra. Necessitando de 100 metros para levantar voo e 30 para aterrar, podendo atingir uma velocidade de 80 km/h, o “Pegasus” é um projecto de um ex-jornalista gaulês, de seu nome Jerome Dauffy, apaixonado pelo visionário Júlio Verne e que sonha, um dia, construir ele próprio um máquina que permita realizar uma Volta ao Mundo em 80 dias…!

Outra hipótese é fazer como Georges Monneret fez em 1952, ele que atravessou o Canal da Mancha, ligando Calais a Dover, recorrendo a uma Vespa montada sobre uma estrutura com dois flutuadores, do tipo mini-catamaran. O projecto deste então concessionário da marca italiana de motos foi concebido no âmbito de uma corrida entre Paris e Londres, tendo tido, muito naturalmente, uma imensa cobertura mediática.

Posto isto e independentemente da sua escolha – uma destas ou outras soluções – deixo-lhe os votos de boas viagens.
Imagens: FlyingMag e Reuters
Imagens: Artblart, Vespa/Giorgio Sarti, British Pathé

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Viagens muito zen

Aqui não há pressas, nem velocidades, não há o stress das grandes cidades ou sequer as horas a que se chega a determinado sítio. Não, nada disso! Aqui o tempo e tudo o mais se passa devagar, muito devagar, primeiro porque é uma viagem feita em Tuk Tuks – semelhantes aos dos enxames que invadiram as nossas urbes – depois porque se desenrolou num dos países mais pobres de África, a Etiópia.

Ao longo do sul daquele país circularam 3 Tuk Tuk, conduzidos alternadamente por 11 viajantes que, ao longo de 18 dias, percorreram mais de 2.500 km, tornando-se nos primeiros a alcançar o Rio Omo em 3 rodas. Trata-se da acção “Ethiopia on Tuk Tuk“ que se integra numa outra de maior abrangência, denominada de “World in Slow Motion” (ou “O Mundo em Câmara Lenta”), da responsabilidade da agência de comunicação italiana Studio Taurinorum.
“É algo que nos permite ter tempo para observar, participar no que estávamos a documentar, divertirmo-nos imenso, tentando não nos perdermos no meio de nenhures, descobrindo os grupos étnicos do vale de Omo, promovendo a segurança rodoviária e visitando projectos de caridade ao longo do caminho” refere fonte oficial da agência.

Como se nota, é o absoluto oposto do nosso quotidiano, em que nem temos tempo de olhar para o lado, ou então andamos mergulhados nos smartphones e tablets, num documentário que se baseou na espontaneidade e autenticidade dos participantes, todos com um papel na produção, dizendo o que pensavam, contando as suas experiências, sem quaisquer regras, num argumento construído passo a passo pelos viajantes ao longo do trajecto.

Peculiares travessias
Ludovico de Maistre, Paolo Rignon e Carlo Alberto Biscaretti são a alma do Taurinorum Team, grupo criado em 2009, quando decidiram fazer uma viagem pela África Ocidental ao volante de um velhinho - e aparentemente frágil - Fiat Panda 4x4 Sisley de 1987. Ao longo de 40 dias andaram pelos desertos, florestas e montanhas do Senegal, Mali, Burkina Faso, Benin, Nigéria e Camarões, numa aventura que está resumida neste vídeo.

Seguiram-se dois anos de busca de apoios para novas travessias, como a que em 2011 os levou aos Andes do Equador e Perù, festejando o centenário da descoberta de Machu Picchu. Dividiram, então, uma Ape Piaggio, tal como no ano seguinte, quando replicaram a aventura por terras do México, Guatemala e Belize. No final destas viagens ofereceram os veículos a organizações sem fins lucrativos locais (a CISV na Guatemala e a OTONGA no Equador). Saiba mais aqui.
Em 2013 regressaram a África associando-se à IVECO no âmbito da acção “Daily4Africa”, um roadshow de dois anos que cobriu mais de 25.000 km, atravessando 14 países, ao mesmo tempo que promoviam a campanha “Action for Road Safety” da FIA (Federação Internacional do Automóvel,) de segurança rodoviária. Veja aqui.

Seguiu-se, em 2015 a organização da primeira viagem do programa “O Mundo em Câmara Lenta”, com a viagem pela Etiópia a bordo dos três Ape Piaggio. Informações adicionais sobre esta aventura aqui e sobre o projecto no Facebook. Em alternativa pesquise pelos tags #ETHIOPIABYTUKTUK e #THEWORLDINSLOWMOTION.

Imagens: Taurinorum Team


Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Em nome do bisavô

Shackleton é um nome indissociável da exploração da longínqua Antártida, sendo Sir Ernest Henry um dos maiores expoentes da exploração polar sul, segundo a máxima de que “a exploração está na nossa natureza, procurar alcançar o desconhecido, sendo que a única e verdadeira falha seria não o fazer de todo”. Liderou três expedições britânicas àquele continente – Discovery (1901-03), Nimrod (1907-09) e Transantartica Imperial (1914-17) – tendo como objectivo maior atravessá-lo de mar a mar, passando pelo Polo Sul, algo que, mercê de várias vicissitudes, associadas à dureza desse local único no nosso planeta, nunca conseguiu na totalidade.

E eis que, 100 anos depois, o seu bisneto Patrick Bergel associou-se à Hyundai e cumpriu essa mesma ligação, dedicando-lhe o feito. Foi em Dezembro do ano passado, em comemoração do centenário da heróica expedição do seu bisavô que, apesar do desaire, lhe valeu então o título de Sir (Cavaleiro do Reino), que esta operação se fez, recorrendo a um modelo Santa Fe, devidamente adaptado para conseguir atravessar 5.800 km sobre gelo em condições difíceis, sob temperaturas negativas de 28ºC e por caminhos nunca antes percorridos por um veículo com rodas.

“Cresci a aprender todo o legado Shackleton, mas nunca na minha vida pensei que iria, eu próprio, explorar a Antártida,” referiu Patrick Bergel, numa aventura “que me permitiu viver algumas experiências por que o meu bisavô passou, ir ao seu encontro, por assim dizer. Cem anos depois dessa tentativa falhada, eu, seu descendente, fui bem sucedido onde ele não o conseguiu, embora o quisesse muito fazer. Foi, por isso, uma experiência muito especial.”
Preparado por Gisli Jónsson, um dos mais experientes exploradores da Antártida, da Artic Trucks que assumiu, também, o papel de líder da expedição, o Hyundai Santa Fe conduzido pelo bisneto de Sir Ernest Henry Shackleton montava pneus gigantes de baixa pressão, para permitir que o carro andasse por cima da neve. Com cerca de um décimo da pressão normal de um pneu, “tão macio que era possível passar por cima da mão de alguém sem a magoar,” referiu.

Quanto à dureza local, acrescentou que "qualquer pessoa com bastante experiência na Antártida sabe o que esta faz às máquinas. Basicamente, tudo se desintegra. Até as maiores máquinas racham e partem. Esta foi a primeira vez que a travessia integral foi alguma vez tentada, muito menos com ida e volta. Muita gente pensou que nunca seríamos capazes, mas quando regressamos não queriam acreditar que tínhamos de facto conseguido!"
Caso tenha curiosidade sobre muito mais do que aconteceu nesta expedição, que se prolongou por um mês, depois de um ano de preparativos, clique aqui.
Imagens: Hyundai 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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sexta-feira, 10 de março de 2017

O regresso à Lua

Vai para 50 anos – foi a 20 de Julho de 1969 – a primeira vez que o Homem colocou o pé na Lua, satélite natural da Terra e nosso vizinho mais próximo no âmbito do Sistema Solar. Estávamos no auge da denominada corrida espacial entre a então União Soviética e os EUA e se os soviéticos terão sido os primeiros a fazer chegar à sua superfície várias sondas não tripuladas (em 1959), foram os americanos quem se estreou na pegada lunar humana, pelo pé de Neil Armstrong, uma década depois, ali se eternizando a expressão “um pequeno passo para o Homem, um grande passo para a Humanidade”.
Imagem: PTScientists

A partir de então foram vários os veículos rolantes – denominados rovers – que se passearam pela Lua, dos soviéticos Lunokhod aos norte-americanos Lunar Roving Vehicles das missões Apollo 15, 16 e 17, todos eles do início dos anos ’70. Depois disso, pouco ou quase nada voltou a acontecer na Lua (ou pelo menos que tenha vindo a publico), deixando-se ao abandono aquele corpo celeste que inspira corações, define marés e nos maravilha com os seus eclipses, ao mesmo tempo que nos deixa em suspense sobre o que haverá no seu lado obscuro. Em parte porque a atenção da exploração espacial apontou para bem mais longe, para Marte, onde outros rovers já disputam distâncias no sucesso da exploração do denominado planeta vermelho.
Mas – e voltando à nossa vizinha – há novidades para muito breve, pois está na sua fase final o Google Lunar XPRIZE, competição destinada a entidades de capitais privados, que prevê a colocação, já este ano, de novos rovers a circular na superfície lunar. São 5 os projectos finalistas, de um total de 33 inicialmente inscritos, podendo conhecê-los mais em pormenor nos seguintes links:
- SpaceIL (Israel),
- Moon Express (EUA),
- Synergy Moon (equipa Internacional),
- Team Indus (Índia) e
- Hakuto (Japão).
Há um deles de que se ouvirá falar ainda este ano, logo que se confirmar o lançamento para o espaço, numa acção que, decerto, terá uma ampla cobertura mediática.
Imagens: Google Lunar XPRIZE

A Audi na exploração espacial
Um dos projectos que entretanto ficou pelo caminho – pelo menos no âmbito deste concurso, não invalidando que as pesquisas e desenvolvimentos levem, num futuro próximo, a equivalente resultado final – é da autoria dos alemães da PTScientists, entidade que conta com a colaboração da Audi nesta sua aventura espacial.

Denomina-se Mission to the Moon e inclui dois Audi lunar quattro, veículos que seriam transportados até à Lua a bordo do ALINA (Autonomous Landing and Navigation Module). Tripulados a partir da Terra, aqueles dois exemplares contam com tracção eléctrica às quatro rodas, painéis solares oscilantes, baterias recarregáveis e câmaras de ultra alta definição. O envolvimento da marca dos quatro anéis pretendia, assim, sublinhar o seu espírito de pioneirismo, num constante desafio ao impossível, contribuindo para a continuidade da história.
Conheça mais em pormenor o projecto da Audi para a exploração da superfície da Lua aqui; se quiser saber mais, veja os diferentes episódios dos preparativos para esta aventura aqui.
Imagens: PTScientists

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José Pinheiro
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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Uma 'roadtrip' do outro mundo

Tem assim como que umas meras 100.000 libras (cerca de 110.000 euros) que, de repente, possa dispensar da sua carteira? Sim, sei que infelizmente não é algo acessível a todos, mas lembrei-me que alguns dos seguidores do Trendy Wheels possam até estar neste patamar financeiro ou que, eventualmente, tenham ganho recentemente algum premiozinho mais chorudo dos Jogos da Santa Casa, ou mesmo à bisca ou no póquer, podendo empregar essa verba numa roadtrip memorável.


É,  de facto, esta a louca sugestão de Prenda de Natal Trendy Wheels de hoje, uma aventura de 21 dias – sim, para além do pilim também tem de ter uns quantos diazinhos de férias seguidos – que foi lançada pela Land Rover e pelos especialistas em viagens da Abercrombie & Kent, propondo-se a denominada “A Mais Luxuosa Viagem Pela Terra”.

Agora tenho que referir que o valor acima é por pessoa, ou seja, se a viagem for feita a dois há, naturalmente, que duplicar o dispêndio para esta viagem que está a ser proposta nas boutiques da Abercrombie & Kent em Londres (no Harrods ou na City), Abu Dhabi e Mónaco, bem como online.


Mas até que, se por breves momentos esquecermos o preço, a coisa apresenta-se bastante atractiva, já que o itinerário inicia-se no sul da Europa, passa para o Norte de África, cruzando depois o Atlântico para a América, primeiro do Norte e depois do Sul, até chegar à Austrália. 

Tirando essas deslocações intercontinentais, a grande maioria do percurso é feito em terra firme, atravessando-se oito países, diversas cidades e pontos turísticos, de Nice ao Lago Como e a Veneza, até se opondo o gelo dos Alpes com o calor de Marraquexe e dos desertos circundantes. Dali ruma-se a Las Vegas e ao Grand Canyon, seguindo-se um saltinho ao Chile e ao Deserto de Atacama, após o qual se ruma à Austrália, nomeadamente à Baía de Wineglass (Tasmânia). Coisa pouca!

Pernoita-se em nove dos melhores hotéis do mundo e desfrutam-se as refeições em restaurantes de renome, transitando-se de um lado para o outro ao volante do Range Rover SVAutobiography, o modelo mais luxuoso da história da marca britânica. A título de detalhe, por cá pode ser encomendado por valores entre os 221.925 e os 199.425 euros… sim, quanto mais potente for o motor mais caro fica!


Afinal, até como a própria viagem, que sendo totalmente personalizável pode fazer com que a conta suba de tom, de acordo com os extras que se escolham para a tornar ainda mais inesquecível. Afinal, não é todos os dias que se apresenta pela frente um conjunto actividades como a criação de fragrâncias personalizadas, piqueniques com rappel nas montanhas de neve, passeios de helicóptero, escalada de pontes, acesso ao behind the scenes de espectáculos musicais, passeios de barco, etc, etc, etc!

Posto isto, basta fazer contas… ou então sonhar com o EuroMilhões!



Imagens: Land Rover e Abercrombie & Kent

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José Pinheiro

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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Um Aeroporto? Onde?!

Se acha que aterrar em determinados aeroportos é problemático, dadas as suas características, é porque nunca foi ao Nepal, nomeadamente a Lukla, localidade encastrada na cadeia montanhosa onde se integra o Monte Everest. Ali foi construído o Aeroporto de Tenzing-Hillary, se é que se pode chamar assim a uma tal língua de alcatrão com uns meros… 480 metros! Situa-se a 2.800 metros de altitude e tem uma inclinação de 12º, sendo precisos nervos de aço para ali aterrar e levantar, mesmo com bom tempo e céu limpo.

É o ponto de chegada para muitos alpinistas que sonham escalar o Everest, sendo amiúde visitado por pequenos aviões e helicópteros. Conheça aquele que é considerado como o “Aeroporto Mais Perigoso do Mundo” neste Vídeo Trendy Wheels da Semana, um pequeno documentário do entretanto extinto canal norte-americano H2.

  
Mas há muitos mais aeroportos igualmente assustadores. Veja este top-10 da TopMedia e, se ficou com vontade, então consulte os portais de viagens e arrisque-se a um conjunto de aventuras que, decerto, não irá esquecer!

Imagens: AirlineRatings

Imagem: Wikipedia

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

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1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Deliciosos Enlatados

Lembra-se, certamente, de fazer uma visita a um jardim zoológico, eventualmente pela mão dos seus pais ou mesmo já acompanhado com a sua própria descendência, ou outros petizes de familiares ou amigos. Para além do fantástico incremento na qualidade destes espaços, o que é que salta imediatamente à vista? Um conjunto de animais fora do seu habitat natural, se bem que – e felizmente – com um nível de tratamento muito superior ao que se registava há umas décadas, colocados em recintos à imagem daqueles onde estariam se estiverem em modo selvagem.
 
Foto: Orana Wildlife Park
Mas… e se os papéis de invertessem e fosse o visitante o convidado a entrar para uma espécie de gaiola com rodas, enquanto os donos da casa se passeiam livremente, rondando o delicioso petisco que se lhes apresenta? Claro que já existem parques naturais em que a vida selvagem é vista a partir do interior de viaturas, mais ou menos adaptadas a essa, por vezes, perigosa travessia, mas estes exemplos são substancialmente mais hot & spicy!

Tive recentemente conhecimento de dois, mas acredito que haja mais: o Lehe Ledu Wildlife Zoo em Chongquing (China) e o Orana Wildlife Park na Nova Zelândia. Têm a particularidade de meter os visitantes no interior de veículos gradeados e de os levar através de reservas em que os animais selvagens – leões, tigres brancos e de bengala, leopardos com número variável de pintas e ursos de tamanhos e cores diversas, entre outros bichinhos pequeninos e amorosos – por ali cirandam livremente, tentando perceber como se abrirão tão deliciosas latas de petiscos! Para tornar a experiência ainda mais quente são dependurados nacos de carne do lado de fora dos mesmos, aproximando ainda mais os bichinhos que, em pequenos, se haviam visto como doces e suaves peluches de companhia, muitas vezes como companhia nas suas camas. Também é possível dar-lhes comida directamente mas, se não se tiver cuidado, lá sairá do recinto com um dedinho a menos! Senão, veja:

 

É assim como um Jurassic Park mas com uma categoria tecnológica – pelo menos à imagem dos veículos das fotos – uns níveis milhares de vezes abaixo daquele conceito futurista. E claro que no mar também já se fazem experiências de mergulho junto a tubarões ou em lagos de crocodilos, aqui também aliciados com pedaços de carne. Como as imagens valem mais do que qualquer descritivo, deixo à sua imaginação o resto, até mesmo considerar uma visita aos ditos, isto se gostar da proximidade do hálito decerto quente de qualquer dos peluches… perdão… bichos acima!
 
Fotos: Crocosaurus Cove/Park Darwin (Austrália) e Gansbaai and False Bay (África do Sul)

Por cá e a título de sugestão para as férias da pequenada que se avizinham são exemplos de referência – sem quaisquer tipo de constrangimentos semelhantes ao acima exposto – os seguintes espaços:
·         Jardim Zoológico de Lisboa (Sete Rios, Lisboa)
·         Oceanário de Lisboa (Parque das Nações)
·         ZooMarine (Albufeira)
·         Aquário Vasco da Gama (Algés/Dafundo)
·         Badoca Safari Parque (Vila Nova de Santo André)
·         Monte Selvagem (Montemor-o-Novo)
·         EuroParadise (Montemor-o-Velho)
·         Zoo de Santo Inácio (Avintes), Zoo da Maia (Maia) e Zoo de Lagos (Lagos)
·         Mais as quintas pedagógicas, parques e centros de educação ambiental que têm aberto em vários pontos do nosso país, com maior ou menor diversidade, são também interessantes de conhecer.

Caso lhe interesse, comece a planear as suas férias e da pequenada, sua ou emprestada! Depende só do grau de loucura que queira juntar!
 
Fotos: Lehe Ledu Wildlife Zoo (China) e Orana Wildlife Park (Nova Zelândia)
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

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