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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Natal 2017: Sonhos acelerados

Já anda tudo louco com o Natal: shoppings e demais superfícies comerciais a abarrotar de gente aos fins-de-semana, mesmo na altura em que o sol ainda convidava a passeios nos jardins ou à beira mar, uma Black Friday que extravasou qualquer conceito de 6ª Feira que se pudesse ter, alargando-se a semanas inteiras de consumismo puro, árvores do dito em tudo o que é montra e enfeites mais ou menos elaborados pelas nossas vilas e cidades. E o Trendy Wheels o que é que fez sobre o tema? Pois, ainda nada… até hoje! Está, por isso, na altura de começar a dar umas dicas do que poderá (ou não) comprar, para oferecer a si própri@ ou a quem mais gostar!
Imagem: Conforama

Não acelera na realidade, mas esta recriação do BMW i8 decerto permitirá aos mais petizes os mais diversos sonhos ao volante, para mais porque até tem luzes e som ambiente. Mais em conta e com muito menos detalhe é a cama do Faisca McQueen, do filme “Cars”, mas ainda assim suficiente para algumas corridas nocturnas. Fazem ambas parte do catálogo da Conforama e as suas características podem ser consultadas clicando no link.
Imagem: Fun Furniture Collection

Se preferir outros conceitos mais elaborados, a britânica Fun Furniture Collection tem uma série de propostas. Segundo a máxima do “é pró menino e prá menina”, elas vão desde os icónicos Mini e VW ‘Pão de Forma’ ou até mesmo um autocarro londrino de dois pisos! A escolha é ampla, até estando em desenvolvimento um projecto com o beneplácito da própria Rolls Royce.

Dormir com os heróis da animação
Em complemento ou se o orçamento não permitir a compra dos exemplares acima, há sempre a hipótese de comprar roupa de cama sobre a temática. Neste domínio destaco as propostas da KIABI, da La Redoute e da Loja da Criança, na sua grande maioria ligadas aos personagens de animação de sucesso entre a pequenada, heróis do cinema ou da televisão aí de casa.
Imagens: KIABI


Imagens: La Redoute (1 e 2) e Loja da Criança (3 e 4)

Posto isto, fica a promessa de que a próxima edição já será um pouco mais adulta em termos de sugestão de Prenda de Natal 2017!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

CineRAIL: O comboio no grande ecrã

Do revolucionário filme “Arrivée d’un train en gare à La Ciotat” (“Chegada de Um Comboio à Estação de La Ciotat”), dos Irmãos Lumière, no longínquo ano de 1895, até ao actual sucesso de bilheteira “Um Crime no Expresso do Oriente”, a mais recente recriação para o cinema feita a partir da obra icónica de Agatha Christie, o comboio tem sido protagonista de um sem número de películas, ora assumindo um papel mais preponderante, ora apenas de suporte, mas deixando sempre a sua marca bem vincada.
Imagem: CP - Comboios de Portugal

Apesar de outros exemplos da autoria dos irmãos Louis e Auguste, filhos do fabricante de películas Antoine Lumière, seria esta película que viria a imortalizar a denominada 7ª Arte, fruto da sua exibição pública a 28 de dezembro de 1895, dentro da primeira sala de cinema do mundo. A sua estreia demonstrou a validade do conceito, pelo simples facto de muitos espectadores, assustados com o realismo das imagens, terem saltado dos seus lugares da plateia para o fundo da sala, com medo de serem atropelados pela locomotiva que se aproximava dos seus olhos a grande velocidade.
Estes cerca de 60 segundos de emoção mudaram o mundo, numa arte que, até ao presente e em já mais de um século, trouxe ao grande ecrã (e, depois, à televisão, o pequeno) inúmeros de filmes sobre e com comboios. Os exemplos são muitos, entre os títulos acima, de “O Grande Assalto ao Comboio”, icónico filme mudo de 1903, ao desconcertante “A Rapariga no Comboio” (2016), película que vi há dias, mais as inúmeras cowboiadas, onde havia quase sempre um ou pouca-terra, pouca-terra na paisagem, seguindo-se diversos filmes dramáticos, de acção, catástrofe, aventura, comédia, terror, animação, etc, num actor sobre rodas que, como se pode ver, adapta-se a qualquer género.
“Desde esse primeiro encontro com o icónico filme dos Irmãos Lumière que o cinema tem desfrutado de um companheirismo inigualável com comboios, estações e metropolitanos, cada um deles transmitindo, de um modo especial, a imagem da nossa sociedade e das nossas fantasias. Podem representar o nosso quotidiano nos transportes, a nossa fuga para férias, a dor da despedida, a alegria do reencontro, etc, numa aventura de vida, com doses diferentes de drama e felicidade, misturando a vida, o amor e a morte, como convém a qualquer bom argumento”, refere a organização.
Imagem: Wikipedia/Frères Lumière

Há mais de 20 anos que o CineRail apresenta uma selecção de filmes sobre o tema, propostas na sua grande maioria originais e oriundas de todo o planeta, sendo que muitas delas de produção independente que integram os concursos de curtas-metragens, avaliadas por um júri internacional composto por artistas e profissionais. “Ao todo, já foram exibidos mais de dois milhares de curtas-metragens, entre criações inéditas, filmes clássicos ou novidades, demonstrando a perfeita conjugação do mundo ferroviário com o do cinema”.

Depois de Paris... Lisboa!
Pois se é fã desta conjugação temática cinema/comboios e vive na capital ou está por essas paragens no final do mês tenho uma sugestão: o “CineRAIL - Festival Internacional de Cinema Ferroviário 2017”, evento que, pela primeira vez na sua história realiza uma edição fora de território francês, exibindo por cá filmes de todo o mundo subordinados à temática ferroviária.
Imagens: CineRail e oficiais (filmes)

Decorre de 27 a 29 de Novembro no Cinema São Jorge (Av. Liberdade, Lisboa) esta iniciativa, naturalmente apoiada pela CP - Comboios de Portugal e pela UIC – União Internacional dos Caminhos-de-Ferro, dividindo-se por 3 sessões por dia (10h00, 14h00 e 17h00), exibindo-se mais de meia centena de películas. A lista oficial só será apresentada no primeiro dia, mas sabem-se já o nome de duas películas a exibir: “A Carruagem”, filme do fotógrafo/cineasta português João Vasco e da compositora Anne Victorino d'Almeida, vencedor da anterior edição (2015) do CineRAIL, integrando a sessão de abertura (às 18h00 do dia 27), para à noite se exibir “O Comboio de Sal e Açúcar” (21h15), uma colaboração luso moçambicana do ano passado, com realização de Licínio Azevedo, duas propostas de âmbito diametralmente oposto.
No filme luso vários passageiros partilham o espaço e a privacidade de uma carruagem de metropolitano. Para além deles, ali se transportam sonhos e desejos, a possibilidade de encontros imprevistos e de conflitos indesejados, num refúgio que se pode mostrar, por vezes, como uma simples ilusão. Já a segunda película retrata uma perigosa viagem de comboio, entre Nampula e o Malawi, em plena guerra civil moçambicana. Única esperança para centenas de pessoas que arriscam a própria vida para garantir a subsistência das suas famílias, a viagem faz-se a 5 km/h por troços de linha sabotados, deixando completamente vulneráveis todos os que nele viajam e que procuram esperança em tempo de guerra.
Em termos de competição oficial, este CineRAIL 2017 divide-se por várias categorias – comunicação corporativa, sustentabilidade ambiental, segurança, publicidade, comunicação interna e património histórico – sendo o ponto alto o “Grande Prémio CP” e, também o “Prémio do Público” atribuído pela UIC. Os competidores serão anunciados oportunamente no site oficial e os vencedores serão anunciados aquando da entrega de prémios (a partir das 18h45 do dia 29), que antecipa a cerimónia de encerramento. A entrada no Festival é livre.
Imagens: Oficiais
Caso tenha conseguido prender a sua atenção até aqui convido-@, agora, a assistir aos trailers de alguns dos filmes referidos: o icónico Chegada de Um Comboio à Estação de La Ciotat, Um Crime no Expresso do Oriente, o vencedor luso A Carruagem e o emocionalmente violento O Comboio de Sal e Açúcar.
Adicionalmente, deixo-lhe duas outras referências: porque já estamos em plena época natalícia, o Polar Express, animação de 2014 para os mais pequenos – e não só – que retrata uma mágica viagem de um jovem em modo de auto-descoberta e o filme/documentário Lumière – L’Aventure Commence dedicado a esses dois irmãos franceses que, a partir da invenção do cinematógrafo, nos permitem, desde então, desfrutar das maravilhas do cinema e alhearmo-nos, por momentos - e dependendo do número de baldes de pipocas à volta - do mundo lá fora!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Adrenalina no Grande Ecrã

Hoje vamos ao cinema, ou melhor dizendo, o Trendy Wheels traz-lhe 5 sugestões sobre rodas para ver no Grande Ecrã. São propostas para diferentes gostos, de desenhos animados a ficção mais ou menos científica, mas com muita acção, muitos cavalos e velocidades estonteantes à mistura, num pacote de distracção para diferentes idades.


Baby Driver - Alta Velocidade
Comecemos por Baby, um jovem com fantásticos dotes para a condução e inseparável da batida da sua música no seu peculiar emprego: condutor de serviço em fugas de assaltos. Uma história que envolve – claro – uma paixão por uma miúda, a qual leva o personagem interpretado por Ansel Elgort a equacionar o seu futuro, mesmo que os chefes da coisa não queiram prescindir deste precioso aliado. 

Se o Subaru Impreza WRX e outras máquinas lhe alimentam a adrenalina ao longo do filme, é a personagem interpretada por Lily James quem lhe faz acelerar o coração, mesmo contra a vontade o Chefão (Kevin Spacey), num filme em que também entram Jamie Foxx e John Hamm. Estreou ontem, dia 3 de Agosto.

Valerian e a Cidade dos 1000 Planetas
Passando-se num futuro algo distante – lá para o Século XXVIII – o conceito automóvel com rodas que conhecemos é coisa esquecida, mas pelo facto de a Lexus patrocinar este título, contribuindo com a nave SKYJET SJ 1800 (ver mais pormenores em “Um veículo para o ano2740”) pode incluir-se nestas sugestões.
Imagem: Lexus 

Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne) são o casalinho maravilha, agentes que viajam até Alpha, metrópole de múltiplas espécies que em tempos orbitou a Terra mas que, dado o seu crescendo, teve de ser largada a vaguear pelo espaço. Há algo de anormal por lá e eles têm de descobrir o quê e resolver a coisa, num mundo virtual/real em que até Rihanna – no papel da sensualíssima Bubble - tem (mais) uma fantástica performance.

Já o vi em 2D, a 27 Julho (dia da estreia e a convite da marca - obrigado Lexus)  mas dado o grafismo visualmente espectacular desta proposta de Luc Besson, baseada na banda desenhada com o mesmo nome, aconselho que se assista nas variantes 3D ou mesmo na mais recente tecnologia 4DX, decerto merecendo os euros extra que nos cobram.

Carros 3
Foi já há 11 anos – impressionante!!! – que se viu, pela primeira vez, este pequeno no Grande Ecrã. Herói dos peculiares habitantes com rodas de Radiator Springs e multi-campeão da Taça Pistão, Faísca McQueen vê-se neste terceiro filme da saga surpreendido por uma nova geração de adversários, extremamente rápidos, espelhados no arrogante Jackson Storm. 

Um grave acidente e a consequente depressão quase o afastam das pistas, mas inspirado pelo fabuloso Hudson Hornet e com o treino da sensual Cruz Ramirez, o Nº 95 mostra que não está acabado, testando a sua coragem na maior corrida da Taça Pistão. Estreou a 20 de Julho na versão original, com Owen Wilson a dar voz ao protagonista, ou na dobrada, com Pedro Granger, Ana Catarina Afonso e José Raposo à cabeça de um elenco que conta com outras vozes de conceituados pilotos nacionais, como Joana Lemos, Tiago Monteiro e Elisabete Jacinto. Pode também vê-lo em 3D.

Overdrive – Os Profissionais
É deveras educacional esta edição Trendy Wheels, hoje só com boas ideias de potenciais profissões neste Portugal à beira-mar plantado. Se o Baby ensina como fugir de assaltos, na vertente de roubo de carros de colecção são Andrew e Garrett os heróis a seguir! Dois irmãos, com uma inteligência e destreza fora do comum, contribuem para uma maior rotação de automóveis de sonho, limpando os seus anteriores donos de tão pesado fardo, ganhando uns cobres pelo caminho.

Filme ideal para petrolheads e amantes de superdesportivos, pois de um Bugatti de 1937 a um Ferrari 250 GTO de 1962 há um pouco de tudo. Scott Eastwood, que até é filho do monstro do cinema Clint Eastwood, e Freddie Thorp são os manos, Gaia Weiss e Ana de Armas as miúdas de serviço, e Simon Abkarian e Clemens Schick os mauzões da fita. Estreou no final de Junho, pelo que despache-se a ir buscar pipocas e demais coisas que fazem bué barulho quando estamos no escurinho no cinema. Com tanta aceleração dificilmente se ouve o crunch crunch constante.

Transformers – O Último Cavaleiro
Se o filme acima já é antigo qb, este tem uma semana extra, pelo que despache-se! É o 5º episódio da saga de acção e efeitos especiais Transformers – viaturas mais ou menos reais com avançados dotes de máquinas bélicas, que tão depressa estão no grupo dos bons como no dos maus - colocando os humanos quase subjugados pelas máquinasOptimus Prime é o líder dos pacíficos Autobots, que até são nossos amigos, tendo neste filme duas missões: saber de onde vem e, uma vez envenenado pela sua criadora, decidido a acabar com a Terra, aqui com a ajuda dos Decepticons

Anthony Hopkins e Mark Wahlberg são dois nomes fortes no elenco humano, enquanto as máquinas, alguns deles do gigante industrial norte-americano General Motors, contam com as vozes de Peter Cullen (Optimus Prime), Frank Welker (Megatron) e Erik Aadahl (Bumblebee), entre muitos outros. Aliás, máquinas de sonho é algo que (também) não falta neste Episódio V. Senão vejamos: Aston Martin DB11, Chevrolet Camaro e Corvette, Ford Mustang, Lamborghini Centenario LP770-4, Lexus RX 450h, McLaren 570S, Mercedes-AMG GT-R, etc, etc etc e até um pacato Citroën DS 21 de 1963 que depois... 

Pronto! Penso que seja suficiente para os gastos dos próximos dias, entre uma ida à praia, um piquenique ou uma visita a qualquer uma das maravilhas – naturais ou históricas – de que o nosso Portugal é tão rico. Bons filmes!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Emojis: Amigos & inimigos

Emojis! Quem nunca ouviu falar destes pequenos seres virtuais que passaram a ser a nossa maneira algo preguiçosa – e, por vezes, até perigosa – de dizer “gosto de ti”, “fixe!”, “estou triste”, “na praia”, etc etc etc? Retratando, com cliques únicos, as mais diversas expressões faciais, estados de espírito, objectos do quotidiano, comida & bebida, locais, condições atmosféricas, pessoas e/ou animais, entre muitos outros contextos, a loucura é tal que – tcharaaaaaaaaaaaaaaaaam!!!! – o bichinho já tem direito a estatuto de “Dia Mundial” e tudo!
Imagem: Apple

A sério!!! Celebrou-se na passada 2ª Feira, em (quase) todo o planeta, o dia dedicado ao emoji, uma criação japonesa – ahhhhhhhhhhhhhhhhhh… que surpresa!!!! – do início dos anos ’90, que se propaga a passos de gigante pelo planeta, via apps para telemóveis ou pelas redes sociais e outras plataformas. Não surpreende, pois, que muitas marcas aproveitem a deixa para conquistar mais uns quantos fãs da temática. Vejamos dois exemplos, naturalmente sobre rodas!

Hot Wheels: Descubra os 7 emojis
Apresento-lhe o “Emoji Car” da Hot Wheels! Se é colecionador de miniaturas, então não pode perder esta peça de colecção da conceituada marca norte-americana, que está à venda em 2017.
Criada há um ano por Kevin Cao, designer de produto da marca, este pequeno carrinho é muito mais do que aparenta, pois não é apenas uma carinha laroca. É que para além das duas caras – sorridente e triste – que a roldana amarela permite desvendar, há outros símbolos escondidos ao longo desta pequenina estrutura. Descubra onde estão neste vídeo:

Ford: Emojis ao volante
Uma abordagem diferente teve a Ford, aproveitando o “Dia do Emoji” para lançar mais um alerta sobre os perigos da condução e do uso do telemóvel ao volante, neste caso em particular com o envio de mensagens e dos ditos ideogramas, algo tão do agrado das camadas mais jovens!
Segundo a marca, há um percurso que nenhum emoji deveria fazer, aquele que começa num telemóvel de um condutor quando este está ao volante. Um inquérito realizado há um ano concluiu que 22% dos jovens europeus enviam emojis enquanto conduzem, distracção que contribui para a estatística de condutores dos 18 e os 24 anos representarem 15% de todos os acidentes rodoviários fatais na Europa, isto apesar de serem apenas 8% da população com carta de condução. Elucidativo!


“Emoji: O Filme”: A 10 de Agosto nos cinemas
Estreia já no próximo mês “Emoji: O Filme”, uma das mais recentes produções da Sony Pictures para o cinema, nele contando-se a história de um emoji multi-expressional chamado “Gene” que inicia uma jornada para se tornar mais normal. A acção passa-se dentro dos nossos telemóveis, numa cidade chamada “Textopolis”.
Se a versão original desta comédia de animação conta com TJ Miller no papel de “Gene” e James Corden como “Hi-5”, a que se juntam as vozes de Anna Faris, Christina Aguilera, Patrick Stewart, Sofia Vergara ou Steven Wright, entre outros, por cá e segundo informações recentes, aqueles papéis estão a cargo da dupla Vasco Palmeirim/César Mourão. Das restantes vozes da nossa praça para estes pequeninos personagens virtuais ainda não há grandes referências – devem estar a guardar-se para as ante-estreias – pelo que desafio-@ a identificar o elenco nacional através do trailer oficial:

Bons filmes & bons passeios, de preferência sem emojis ao volante!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Um veículo para o ano 2740

Faltam bem mais de 700 anos para chegar ao mercado, mas a Lexus não faz a coisa por menos e está já a promover, na internet e nas suas redes sociais, um veículo que pretende vir a comercializar… no ano 2740! Chama-se SKYJET SJ 1800 e é uma pequena nave espacial, que promete deslumbrar quem a vier a conduzir.

Não acredita? É que já há vídeo de promoção e tudo, apresentando-se nesta edição Trendy Wheels. A esta distância temporal os detalhes ainda não são, naturalmente, muitos, mas ainda assim…:

De facto trata-se de uma acção inserida num patrocínio de maior dimensão da marca japonesa à mais recente obra de ficção científica de Luc Besson, o filme “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” que irá estrear entre nós no final do próximo mês. Inspirado na icónica banda desenhada “Valérian e Laureline”, de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières, nele aborda-se de um modo absolutamente absorvente – aconselha-se mesmo a sua visualização em 3D – a reiteradamente difícil coexistência entre as espécies e a questão de quem domina o quê, numa (re)nova(da) interpretação da estafada luta do Bem contra o Mal. Tem como palco a cidade intergaláctica de Alpha, metrópole em constante expansão e cuja população é formada por milhares de diferentes espécies dos quatro cantos do universo, num total de 17 milhões de habitantes.
A Lexus considerou este projecto como o espelho da sua própria visão de futuro, onde a Inteligência Artificial (AI) e o Interface Homem-Máquina (HMI) se conjugam na perfeição, permitindo que pessoas e veículos se tornem num só elemento. Para Takeaki Kato, Engenheiro Chefe da Lexus, “a tecnologia está em constante desenvolvimento. O futuro distante ainda é imprevisível, mas uma coisa é certa, na Lexus, continuaremos a desafiar-nos e a imaginá-la. Os carros do futuro podem até voar, mas, como marca de luxo, consideramos essencial que permaneçam emocionais”.

Tendo como objetivo envolver ainda mais os fãs de automóveis e do cinema, aproximando as duas realidades, ao mesmo tempo que promove a temática das energias do futuro – o SKYJET recorre a cápsulas de combustível de hidrogénio – a Lexus acaba de disponibilizar alguns momentos inéditos dos bastidores do filme, dando especial atenção à filosofia de design e das tecnologias presentes nesta sua (futura) nave espacial. Assista aqui.
Imagens: Lexus, Valerian e Meribérica

Se é fã da temática não pode perder, de maneira nenhuma, aquela que é vista como uma das mais fantásticas obras com assinatura do realizador, que no seu curriculum conta com outras pérolas como sejam “O Profissional”, “O Quinto Elemento” e “Lucy”. Veja aqui o trailer e depois o filme que estará nas nossas salas de cinema a partir do próximo dia 27.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Os santos também morrem...

Nada tendo de religioso, esta edição versa outro tipo de santos, no caso o único – leia-se “verdadeiro” – santo da televisão. Chamava-se Simon Templar e era a personagem principal da série de espionagem “O Santo” que foi exibida de 1962 a 1969. Foi Roger Moore quem deu vida a este herói que roubava aos bandidos para ficar com grande parte dos despojos, actor que também encarnaria por 7 vezes outro ícone do cinema, o igualmente espião James Bond. Pode-se, assim, dizer que o santo original morreu, tal como parte se desvaneceu parte da genética 007.
Imagens: IMDB, ITV

Se a série britânica terminou no final dos anos 60 do século passado, o nome deste galã do grande ecrã irá perdurar pelos tempos, pois por mais recriações, sequelas e transposições para o pequeno e grande ecrãs que se façam, ninguém nunca lhe chegará aos calcanhares.
Para além da altivez tipicamente britânica que transpirava da sua interpretação nos 118 episódios da série, divididos por 6 temporadas, houve um automóvel que se lhe ficou associado, o Volvo P1800, seu companheiro de inúmeras aventuras. Conheça-o aqui:

A título de curiosidade, este coupé de matrícula “ST 1” esteve desaparecido durante mais de duas décadas depois da sua última utilização na série, tendo sido encontrado numa quinta de North Wales em 1991, pintado de vermelho e muito danificado. Recuperado a 100% por Kevin Price, fã da marca sueca, ressurgiu aos olhos do público em 2013, numa exposição britânica de veículos clássicos. Hoje estará na posse de um americano, de seu nome Bill Krzastek, que até já o levou ao famoso programa de TV Jay Leno’s Garage.

Os outros companheiros de Moore
Naturalmente que muitos outros carros passaram pelas mãos de Roger Moore ao longo da sua filmografia, nomeadamente as rodas integradas nos filmes da saga James Bond, alguns deles icónicas e/ou exóticas, criações do personagem Q, responsável pela divisão de gadgets dos Serviços Secretos Britânicos.


Imagens: James Bond/007
Os exemplos vão do Lotus Esprit que Moore mergulha nas águas da Sardenha no filme “007 Agente Irresistível” (em 1977), ao ultra-resistente Citroën 2CV amarelo de “007 Missão Ultra Secreta” (1981), até a um improvável Renault 11 que se parte ao meio numa louca perseguição pela cidade de Paris, em “007 Alvo em Movimento” (1985), entre outras viaturas utilizadas nos filmes em que participou.
Alguns constam desta curiosa sequência que resume as viaturas que Moore & companhia, na pele do cobiçado agente secreto, têm conduzido ao longo da saga.

Quanto a Sir Roger Moore - foi-lhe dado o grau de Cavaleiro do Reino em 2003 e nos últimos anos defendia, como Embaixador Honorário, os objectivos da UNICEF - fica para a história a sua recheada filmografia, parte de uma vida mais abrangente que será, decerto, retratada no cinema num dos próximos anos. Vejamos se lhe farão a devida justiça!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Um usado muito especial

Ao longo das nossas vidas temos sempre qualquer coisa que queremos vender, de mobília a aparelhos eléctricos e electrónicos, livros, brinquedos e até roupa que já não serve ou passou de moda. Ah sim… e carros ou motos também, pois é sabido que nos stands estes são, na maioria das vezes, subvalorizados e saímos sempre de lá com a sensação de que nos enfiaram o barrete!

Nos dias que correm, normal é usar as redes sociais ou colocar as ditas peças numa plataforma de venda de veículos usados, na maioria das vezes acabando no OLX e Custo Justo, ou em plataformas dedicadas como o Stand Virtual ou Auto Sapo. Há ainda que haver inspiração para se criar aquele texto que faça com que quem está do outro lado fique encantado com a sua proposta. Se há quem faça a coisa a eito, limitando-se a uma pequena descrição, até aos que acrescentam aquela máxima já careca de gasta de que “teve apenas 1 dono, que até era uma velhinha que só o tirava da garagem aos Domingos”, outros até conseguem demonstrar tudo o que a viatura (não) faz e até onde (não) esteve!
Como o dono deste Suzuki Vitara de 1996 (um carro com 20 anos, portanto) que, só pelo vídeo de promoção para a sua venda, deveria receber vários Óscares da Academia, da realização ao argumento, até mesmo, claro está, aos efeitos especiais!

Viu um pequenino pormenor? Em pouco mais de mês e meio tem cerca de 5,4 milhões de visualizações! Isso mesmo, entre os potenciais interessados e os muitos curiosos, este vídeo de Eugene Romanovsky tornou-se num dos virais mais populares de sempre neste domínio! Até mesmo alguns importadores oficiais da marca japonesa, como a Suzuki Austrália ou a Suzuki Rússia, o têm aplaudido e partilhado nas suas redes sociais, numa ajudinha sempre importante!
Assim sendo, se estiver eventualmente a considerar que a sua relação com as suas rodas actuais está a chegar ao fim, inspire-se no exemplo acima e, quem sabe, não fechará um óptimo negócio!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Cinema, música & 2 rodas

Eu sei que raramente escrevo sobre motos, eventualmente afastando alguns potenciais leitores mas não é de propósito. Com o (devido) pedido de desculpas aos eventuais ofendidos, é a eles que dedico por completo esta edição Trendy Wheels, linkando as duas rodas com motor a um evento cinematográfico que decorre entre os próximos dias 2 e 4 de Junho, em Lisboa.

Chama-se “Lisbon Motorcycle Film Fest” e inspira-se noutra conceituada iniciativa que, há 5 anos, tem lugar em Nova Iorque (EUA). Assumindo-se como um evento cultural de dimensão internacional, apontando aos amantes destes dois mundos, a idealização desta sua equivalente nacional deu-se em 2015, passando à realidade no ano passado, tornando-se no primeiro festival do género no continente europeu.
A apresentação oficial desta 2ª edição foi feita pela MOTO GUZZI, um dos patrocinadores do certame, nas suas instalações Officina Moto em Marvila (Lisboa), a 18 de Maio último, numa Warm-Up Party que foi exactamente isso, um pequeno aquecimento para o que está para vir daqui a uma semana. 
“Vão ser três dias a celebrar o cinema de motos produzido por esse mundo fora nos últimos anos,” referiu a Organização do LxMFF. “Diz a experiência dos mais velhos que o primeiro filho é que é difícil. Ou estamos com azar ou somos daqueles pais modernos, demasiado preocupados com a evolução da nossa cria, que nunca baixa a guarda, estando sempre de olho nele. A verdade é que este segundo filho, está a dar tanto ou mais trabalho que o primeiro. Entre pedidos de autorizações, trocas de e-mails, envio de filmes, convites e outras acções, os quatro - perdoe-se a imodéstia - ‘magníficos’ por trás deste evento não têm parado um pouco. E as razões para isso são as melhores: a ressaca do primeiro evento trouxe-nos, para além das coisas que as ressacas normalmente trazem, uma maior visibilidade no panorama cultural motociclístico, nacional e internacional, e uma mão cheia de contactos e novos amigos”. 

“Este ano o cartaz conta com 21 filmes entre curtas e longas, estreias, apresentações de livros, música ao vivo, debates e convidados. Há uma presença de filmes nacionais que nos enche de felicidade estando, até ao momento, confirmadas quatro curtas feitas em Portugal.” São elas “2 Wheels Vietnam”, “6 Hundred Red”, “Enjoy Racing” e “Escape”. São, depois, cabeça de cartaz os títulos “21 Days Under the Sky” (EUA, 2016), “Today is a Good Day” (França, 2016), “Somewhere Else Tomorrow” (Alemanha, 2013), “Dreamracer” (Austrália, 2012) ou ainda o clássico italiano de 1957 “I Fidanzati Della Morte”, que ali até poderá ser exibido numa versão restaurada, o que a acontecer fará com que Lisboa seja a primeira cidade a apresentá-la publicamente.
Imagens: Moto Guzzi, Lisbon Motorcycle Film Fest e IMDB

Do programa constam os tais encontros com especialistas na temática, entre realizadores, autores e actores dos filmes acima, bem como a transmissão em directo das corridas do Circuito de Mugello (Itália), palco nesse fim-de-semana de uma prova do Campeonato do Mundo de MotoGP. Um circo de que, acrescento, faz parte o português Miguel Oliveira, este ano a discutir o título na categoria 'Moto2', o segundo escalão do campeonato, como piloto oficial da marca KTM.
Em resumo, amigos, música, motos e cinema serão as palavras-chave de um ambiente que se prevê fantástico, encontro de amantes e muitos convidados especiais vindos de todo o mundo, a ter lugar no Cinema São Jorge (Av Liberdade, Lisboa) já no próximo fim-de-semana. Veja aqui o trailer de apresentação:


“Apesar do nervoso miudinho, já não há nada a fazer, a data e o local para o nascimento da segunda geração está marcada. Talvez seja um parto mais fácil, os pais estão mais experientes, a equipa envolvida no processo já sabe com o que pode contar, mas o respeito e a grandeza que o acontecimento merece, não nos deixa encarar este momento com leveza. Serão três dias de festa a devolver ao motociclismo a cultura e a dignidade que ele merece”.
Acrescente-se que dadas as condicionantes das capacidades das salas, a organização aconselha uma aquisição prévia de bilhetes para determinados eventos. Para mais informações visite a Página Oficial ou siga as actualizações ao evento no Facebook e boa festa em 2 rodas!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Gigantes Em Alcatrão

Depois de há dias lhe ter mostrado três estradas que se viram reconhecidas internacionalmente, após fórmulas de cálculo específicas as terem colocado no topo de listas de “As Melhores”, desta feita apresento-lhe outros tantos exemplares de cortar a respiração. Uma é um ícone bem lusitano, a longa N2 que liga Chaves a Faro; as duas outras são a bem conhecida Route 66 (EUA) e a menos badalada – mas nem por isso menos interessante – Route 1 (Islândia).

Iniciando esta nossa viagem em Chaves, apresento-lhe a Estrada Nacional 2o longo e velho percurso que, durante décadas, foi a mais popular ligação entre Trás-os-Montes e o Algarve! Sem fórmulas matemáticas associadas, encerra, ainda assim, outros números interessantes, com especial destaque para os nada menos do que os seus 738,5 km de extensão, cruzando 9 províncias, passando por 11 distritos, atravessando 29 concelhos, 11 rios e 4 serras! Ah sim, e dizem ter mais de três centenas e meia de curvas!!! Uffffffff…!

É tão impressionante que tem sido cada vez mais usada por diferentes entidades para as suas acções. Como o Club MX-5 Portugal, grupo de amantes do "descapotável de dois lugares mais vendido do mundo" - a certificação não é minha, é da Guinness World Records - que em Abril último ali realizou um dos seus múltiplos passeios anuais. Foram mais de duas dezenas de Mazda MX-5 e seus condutores e acompanhantes, fora o pessoal da organização, que percorreram de norte a sul esta faixa interior do nosso país.

Imagens: Club MX-5 Portugal


Houve quem recentemente a comparasse à norte-americana e mítica Route 66, pretendendo transformar a nossa N2 num projecto turístico à semelhança do que aconteceu do outro lado do Atlântico. Parte significativa dos 3.940 km originais da estrada americana que, desde os seus tempos áureos, atravessa 8 Estados dos EUA, mantêm-se, mas fruto das evoluções rodoviárias, algumas secções perderam-se, ou viram-se alteradas no seu trajecto original. Mas a sua essência continua a conquistar aventureiros de todo o mundo, em duas, quatro ou mais rodas, atravessando-a e fotografando os seus pontos mais representativos.

Imagem: Wikipedia


Dizem que o primeiro Motel do mundo nasceu lá, tal como o primeiro McDonalds, numa gigantesca estrada que foi cenário da série de TV “Route 66” (1960-64) e de diversos filmes, como “Easy Rider” (1969), “Thelma & Louise” (1991) e “Café Bagdad” (1987). Até a cidade de “Radiator Springs”, palco virtual da saga infantil “Cars” (2006) da Disney/Pixar, ficará alegadamente na berma desse ícone rodoviário, que também inspirou para músicas dos Depeche Mode, The Rolling Stones, Nat King Cole, Natalie Cole e Al Jarreau, entre outros. Livros também há um pouco de tudo, dos tradicionais guias até propostas de culinária, álbuns fotográficos e histórias infantis!

Bem mais a norte, na Islândia, fica outro ícone rodoviário, a Route 1 ou Ring Road ou ainda Þjóðvegur 1 em dialeto local. É uma longa estrada de circunvalação com 1.332 km, ligando as principais cidades, monumentos e atracções turísticas do país. Dados os rigores meteorológicos locais não é totalmente circulável no Inverno, tendo os locais de se socorrer de troços alternativos para atingir os destinos.

Imagem: TomTom


O grupo local Sigur Rós aproveitou o recente Solestício de Verão para percorrer toda a sua extensão, fazendo-o em live stream ao longo de mais de 24 horas e, naturalmente, sempre de dia, algo perfeitamente comum por aquelas paragens. Aproveitou, depois, essas imagens para gravar o vídeo do seu tema Óveður, que pode ser visto aqui em modo timelapse:


Claro que este artigo se poderia estender ainda mais por outras estradas de sonho (ou mesmo de pesadelo) do planeta, desde a Great Ocean Road (Austrália) à Ruta 40 (Argentina), passando pela Karakoram Highway (China/Paquistão) ou pelo Khardung Pass (Índia). Na Europa teríamos o Nurburgring Nordschleife (Alemanha), a Trollstigen (Noruega), o Stelvio Pass (Itália) ou o Col du Turini (Mónaco), entre muitos outros traçados mais ou menos pitorescos. Mas estes ficam para uma próxima…

Imagens: Google Maps, Wikipedia
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.