Composto
por algumas boas centenas de peças e um considerável número de horas para
as montar, como se de um puzzle 3D em tamanho real se tratasse, o automóvel
encerra todo um mundo de deslumbre para os fãs da temática, nomeadamente os petrolheads
que acompanham a imparável evolução mecânica.
Imagem: How a Car Works
Claro
que sendo o Trendy Wheels um blog de conteúdos light, não me vou alargar no tema, convidando-@ apenas a ver esta
animação que retrata a azáfama numa oficina em que, numa determinada noite,
peças e ferramentas ganharam vida própria:
Filmado
em stop motion, conjugando um
total de 2.500 fotografias, este vídeo do portal How a Car Works explica,
em detalhe, de que se compõe um motor, o conjunto de peças que forma o coração do automóvel. Sendo depois integrado no chassis, somam-se-lhe os
restantes conjuntos – suspensões, chassis, interiores, carroçaria, etc – formando o tal veículo que permite levá-l@ de um ponto a outro nos seus diferentes trajectos diários, seja para o
trabalho, à praia, de férias, ao cinema, às compras ou a qualquer outro destino
em que se sente ao volante.
Caso
tenha, efectivamente, curiosidade por esta vertente, analise aqui a oferta deste
portal no domínio da formação. Quem sabe se não há uma potencial alma mecânica
dentro de si!
Mecânico virtual
No mundo dos jogos electrónicos, na vertente VR (ou Realidade Virtual) há já
muita coisa no mercado, mas de acordo com as mais recentes notícias prepara-se
algo que, dizem os entendidos, será uma (nova) pedrada no charco. Chama-se Wrench e
será um jogo de reparação e modificação de automóveis de competição.
O
título desta, para já, proposta de VR game
que está ainda em processo de desenvolvimento foi anunciado publicamente há 15
dias, estando também na calha, segundo palavras do seu responsável – o norte-americano
Alec Moody – a criação de uma versão jogável em ecrãs tradicionais. Veja aqui um primeiro vídeo daquele que se poderá tornar um dos
jogos mais emblemáticos neste domínio.
Caso
queira acompanhar o seu desenvolvimento e vir, eventualmente, a ser um dos
primeiros a jogá-lo clique no link
acima. Há ainda que se esperar cerca de 1 ano, mais eventuais atrasos, até que fique disponível no mercado. Mas nunca se sabe se o responsável do mesmo vai precisar de uma ajuda externa para avaliação de eventuais bugs & afins!
Imagens: Wrench/Digital Mistake Games
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
O
Verão está a derreter a passos largos, significando que a temática do inevitável
“Regresso à s Aulas” se vai tornando assunto do quotidiano, por mais que a
pequenada o queira evitar. Aliás, as grandes superfícies e demais operadores já
começam a fazer as suas campanhas, com ofertas, descontos e afins em livros e
materiais. Já o mesmo parece não acontecer ao nível das propostas de transporte
escolar, mantendo-se a habitual disponibilidade sem novidades de maior.
Uma
hipótese de novidade nacional até poderia ser a solução aplicada na cidade francesa de Louviers, onde
a criançada de algumas escolas primárias vai para a dita e regressa a casa a pedalar.
O que há de novo? O facto de não o fazerem em bicicletas tradicionais mas sobre
um conceito chamado S’Cool Bus, criação de três jovens empreendedores
locais, veículos a pedais com assistência eléctrica. Têm 4 velocidades e uma
marcha-atrás, podem circular até aos 15 km/h e têm uma autonomia de cerca de 30
km, mais que suficiente para os trajectos diários, mesmo dentro de cidades de
maior dimensão. Dotados de tejadilho amovível, luzes, piscas e retrovisores, naturalmente
circulam, sempre que possível, em ciclovias e/ou algumas zonas pedestres, fugindo
do trânsito automóvel.
Ecológico
e estimulador da prática desportiva e do convívio entre a pequenada, o projecto
seduz, também, pais e educadores. “Os
S’Cool Bus são pequenos veículos com pedais independentes para cada criança e
adaptados ao seu tamanho, permitindo o seu transporte para as escolas enquanto praticam
uma divertida actividade”, referem os responsáveis pelo conceito. “Seguros e confortáveis, os S’Cool Bus também
sensibilizam e educam os jovens a participar activamente no desenvolvimento
sustentável. Deslocam-se respeitando o ambiente, divertem-se e, ao mesmo tempo
garante-se-lhes uma actividade física diária mínima, com implicações na própria
aprendizagem escolar.”
Para
quando importar o conceito para o nosso Portugal? Afinal, estamos em época de
Eleições Autárquicas e esta até poderia ser uma interessante ideia para
determinadas regiões... ou mesmo para todas! Quem se atreve?
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Conduzir…
Quem é que em pequeno nunca pediu ao pai ou à mãe para se sentar ao colo e dar
umas voltinhas pelo bairro, fazendo a inveja a alguns amigos? Num tempo em que
as tecnologias ainda não nos dominavam era também comum ver-se montado nas costas do
banco do passageiro algo semelhante a uma coluna de direcção, com volante, hastes
de pistas e luzes e até uma foleirota
buzina, com a qual, sentados no banco de trás, imitávamos as acções dos nossos papás ao volante, muitos sonhando
em depressa crescer para ter 18 anos e poder tirar a carta!
Agora
que as tecnologias são uma realidade indesmentível, a Toyota lançou algo - para já só disponível no Japão - que
irá permitir às mais jovens gerações conduzir viaturas motorizadas. Integrado
num projecto mais abrangente denominado “Camatte”, a nova Escola
Camatte foi apresentada no início do mês no "Salão de Brinquedos de Tóquio",
que esteve patente nas instalações do Tokyo Big Sight. Através dela os jovens podem viver o processo de obtenção de uma carta de condução, primeiro aprendendo a
controlar o volante, acelerador e travões, assim como a conduzir a viatura
num percurso dentro de um espaço dedicado ao efeito, para no final até fazerem o
necessário exame.
Imagens: Toyota
Camatte Petta é o nome da
viatura aqui usada, podendo esta ser decorada com vários ímanes, de formas e
cores diferentes, permitindo-se uma relativa personalização, de acordo com as preferências
dos utilizadores. É a mais recente adição ao um projecto mais abrangente, a que
a marca japonesa tem estado associada desde 2012, através do qual - numa cultura familiar assumidamente nipónica - se incentivam pais e crianças
a familiarizar-se e a ganhar alguma prática com viaturas motorizadas. Para as
crianças mais novas mantém-se um outro programa – o “Camatte 57s” – que recorre a um simulador de condução.
No
final da simulação e depois da avaliação final pelo promotor do espaço às suas
capacidades, as crianças que passarem esse exame podem receber uma carta de condução
provisória, emitida pela própria Toyota, com toda a informação e fotografia. Conheça aqui o projecto com mais detalhe.
Como se aprende em
Portugal
Por
cá, enquanto a tecnologia e os investimentos das entidades potencialmente interessadas
não nos permitirem vôos maiores, mantemo-nos fiéis aos tradicionais – mas ainda
muito válidos – percursos de condução para crianças, como o da “Caravana de Educação Rodoviária”, da
Fundacion Mapfre, que regulamente percorre o nosso país com a sua estrutura
dedicada.
Promovendo
o conhecimento e o respeito pela sinalização, nela se fomentam a educação e civismo
entre os nossos jovens dos 9 aos 12 anos, sendo a teoria dada num camião que
funciona como sala de aula, exibindo-se depois os dotes práticos num circuito com
insufláveis, rotundas, sinalização vertical e horizontal. Actuando como condutores
ou peões, o processo é sempre acompanhado por monitores especializados.
Imagens: Fundación Mapfre
Siga
o Facebook da Fundación Mapfreem Portugal e saiba quando é que esta importante ferramenta poderá estar na sua terra.
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Quantas
vezes não ouviu já as expressões “vou só
ali já venho” ou “é só um minutinho”?
Estas ou outras quaisquer, quando, por alguma razão, tentou sair de um
estacionamento, aceder à sua garagem ou estacionar num local que até lhe está
reservado, mas onde está lá um qualquer estorva
que, para facilitar a própria vida, decidiu complicar a dos restantes mortais?
Tal torna-se ainda mais preocupante com os abusos que influem directamente com
pessoas, condutores ou peões, que por qualquer vicissitude da vida têm o seu modo
de vida e de deslocação condicionado.
São
inúmeros os exemplos nas nossas cidades, desde veículos parados ou estacionados
em cima de passadeiras e passeios, em acessos de garagem e até em locais
reservados a pessoas com algum grau de deficiência, por vezes perto de escolas
e de centros de saúde e hospitais. Não é o banga-banga,
mas estamos lá quase, tal o número de exemplos que todos os dias nos deparamos
nas nossas deslocações!
Há
dias tropecei num artigo - que tem mesmo de ler - de uma Mãe, de seu nome Ana Rebelo,
que inconformada com uma situação recente que viveu com a sua filha Maria, dá uma autêntica chapada de luva
branca a uma indivídua que em pleno Século XXI ainda acha que o mundo é só dela! Leia esta peça, sob o título “Estimada mãe que nos maltratou esta manhã, por estacionarmos no lugar para deficientes”.
Elucidativo
não é? O estado a que chegámos, de total desrespeito pelo próximo, ao ponto de apenas
olharmos para o nosso umbigo, achando-o mais importante do que o do vizinho,
levando as nossas vidas normais sem olhar para o lado e vermos que há muito
mais para além desse nosso ego! São inúmeros os exemplos de mobilidade
condicionada por quem já originalmente a tem no seu dia-a-dia, tendo que lidar
com um sem número de obstáculos que lhes barram ou limitam o caminho.
Recordo a campanha “Bati no seu carro” que há
cerca de um ano a Associação Salvador levou a cabo em Lisboa, através da qual se pretendeu sensibilizar a população
para a questão do estacionamento abusivo.
O sucesso desta espécie de apanhados foi imenso, o filme tornou-se viral com milhares de
partilhas nas mais diversas plataformas e redes sociais, até merecendo
cobertura na Comunicação Social, mesmo fora de Portugal, para além de lhes
valerem reconhecimentos vários, nomeadamente com um Grand Prix dos “Prémios
Lusos”, galardões em que se distingue a criatividade lusófona.
Aliás, já em 2013 esta mesma associação levara
a cabo outra acção cívica de protesto – sob o título de “Ocupe o seu lugar” –
realizada a meias com o Grupo Lisboa (In)acessível.
Ocuparam todos os lugares de estacionamento que então existiam na Praça do
Duque de Saldanha (Lisboa) com 50 cadeiras de rodas, tendo estas os mais
variados dizeres, do estafado “volto já”,
aos “só vou ali buscar uma coisa” ou “vou só beber um café rápido”, afinal as
habituais justificações de quem, sem qualquer tipo de limitação física, complica
a vida das pessoas com deficiência, estacionando o seu veículo em lugares que
não lhes pertencem!
Imagens: Associação Salvador e Grupo Lisboa (In)acessível
Impressionante, de facto, este constante alerta às
populações, mas o que mudou efectivamente na consciência das pessoas? Pelo
exemplo dado pela mãe da Maria parece que infelizmente pouco, muito pouco...
É…
o texto de hoje é algo pesado pelo que para descontrair um bocadinho convido-@ a ver uma
situação levada ao exagero, num conjunto de apanhados do programa de TV “Just For Laughs Gags”, que retrata um
grupo de seniores a atravessar uma passadeira, provocando o caos no trânsito,
levando muitos condutores ao desespero.
Difícil,
não é? Ver a nossa pacata vida condicionada por terceiros é obra! Agora imagine
uma troca de papéis, vivendo-se, por momentos, a vida de alguém que tem uma
deficiência motora, de alguém com um crescendo da degradação das suas capacidades
e da qualidade de vida, etc! Ah pois é bebé!
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Apesar
do paralelismo que se possa fazer e por mais fã que seja das obras de suspense
da britânica Agatha Christie, este não seria em absoluto um título que viesse a
entrar numa lista das suas potenciais obras. Isto porque os argumentos escolhidos por uma das mais brilhantes autoras de romances policiais (entre outras obras) eram bem mais elaborados do que a simples pesquisa por parte dos míticos
personagens que criou – destacando-se a simpática Miss Marple ou o peculiar Monsieur
Hercule Poirot – sobre a razão desta realidade das nossas auto-estradas. Decerto
que nas suas deslocações em vias rápidas já se deparou com a (quase)
insuportável situação do pára-arranca, em que as filas parecem andar bem num
momento para, de repente e sem razão aparente, o obrigar a travar. Logo a
seguir começa-se a andar outra vez até que, por vezes, quase voltamos a estar em
cima do veículo da frente, obrigando a novo recurso do pedal do travão, operações consecutivas que, de acordo com a atenção de cada um, podem resultar em situações mais catastróficas.
De quem é a culpa? A resposta é: sua, exclusivamente sua! Quem
o afirma é a Auckland Transport, autora do vídeo SpreadTheJam, em que se explica, por A
+ B, as razões dessa situação de mola
e o que os condutores devem fazer para minimizar o seu impacto. Trata-se de uma
questão de simples consciencialização, ou de educação rodoviária, em que todos
poderemos sair a ganhar!
Pense
um pouco nisto e faça boas viagens!
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Cada um é para o
que nasce, segundo o dito popular, e enquanto uns são ases no desporto, outros
singram no canto ou na representação, em actividades de lazer ou ensino, entre um
sem número de outros domínios. Quando se conjugam duas ou mais capacidades, surge
um renovado potencial. O Trendy Wheels apresenta-lhe os novos escribas e
ilustradores, nascidos da iniciativa “Jovens Autores de Histórias Ilustradas”.
O conceito é da Nissan Portugal e pretende
sensibilizar os jovens para a importância do seu papel na construção de um
futuro sustentável, identificando-se, em simultâneo, novos autores de contos e
ilustrações. Nesta que foi a 3ª edição, criaram-se 10 novas histórias, da
autoria de 19 jovens, entre escribas e ilustradores, entretanto agrupadas num
único livro.
Destaca-se o título
“Sempre a Mesma Coisa”, com escrita e
ilustrações de Jasmim Cotrim e Inês Baptista (ES Cacilhas-Tejo), que conquistou
o júri e acumulou os dois prémios principais desta edição 2014/15, para a “Melhor História” e para a “Melhor Ilustração”. Atribuiu-se, ainda,
um terceiro galardão a “Cega a Tua Vida,
Antes que Ela te Cegue a Ti”, da autoria de Miguel Marques e Sofia Rosário
(EBS S. Martinho do Porto), numa eleição do público no Facebookda marca
japonesa.
“Quando um novo livro chega às livrarias conclui-se a
jornada criativa dos seus autores e inicia-se a descoberta dos leitores. Mas
quando esse livro reúne e conta as histórias de uma nova geração de autores, é
com redobrado entusiasmo que o descobrimos,” refere António Pereira Joaquim,
Director de Comunicação e Relações Públicas da Nissan Portugal. Surge, assim, “um único livro que reúne traços, cores,
palavras, frases, ideias e sonhos de 17 alunos do Ensino Secundário, obras de
um conjunto de novos talentos da escrita e da ilustração nacional”.
Ao
longo de vários meses, muitos os alunos e professores do Ensino Secundário
trabalharam nas ideias, redacções e ilustrações de dezenas de trabalhos sobre “Condução Autónoma”, o tema forte desta edição,
tecnologia de futuro em que a marca japonesa é pioneira. Projectos que foram, depois,
enviados para a Nissan, obrigando a uma difícil selecção final pelo júri, este
ano composto pela jornalista Bárbara Wong, a escritora Ana Maria Magalhães, o
ilustrador Paulo Galindro, o escritor António Torrado (Sociedade Portuguesa de Autores), o pintor Eurico Gonçalves (Sociedade Nacional de Belas Artes),
Fernando Pinto do Amaral (Plano Nacional de Leitura), Vitor Silva Mota (Editora Leya) e Guillaume Masurel (Nissan Portugal).
“Desafiando
adolescentes de todo o país a libertarem-se de preconceitos e darem asas ao seu
talento, construindo novas histórias, criando personagens com vidas e rumos
diferentes, mas sempre com um objetivo em comum: a concepção de um novo futuro,
com menos emissões e menos fatalidades em acidentes, numa contribuição efectiva
para uma sociedade mais sustentável,” justificou aquele responsável.
Conheça aqui o making of desta 3ª edição que, entre outras acções, levou os finalistas
até Barcelona, numa viagem inesquecível e repleta de boa disposição:
Uma edição também em braille
Em complemento ao livro em formato tradicional,
destaque-se a produção de uma edição em braille,
com o apoio da "Área de Leitura para Deficientes Visuais" da Biblioteca Nacional de Portugal, para um público-alvo com deficiências visuais que poderá, de
acordo com Censos 2011 do INE, atingir 160.000 pessoas.
Pretendeu-se “tornar o concurso mais inclusivo, procurando consciencializar alunos
invisuais ou com deficiências visuais, mas aptos para a escrita e para a
ilustração, inseridos em escolas regulares, para a participação no JAHI.
Simultaneamente damos o nosso contributo para o prazer dos livros e da
literatura a crianças, adolescentes e adultos com deficiência visual. Através
da leitura promovemos a cidadania, proporcionando um olhar crítico que
possibilita formar cidadãos conscientes e contributivos para um futuro mais
sustentável”, sublinha Guillaume Masurel, Director-Geral da Nissan
Portugal.
De um “Sonho Lúcido” a
uma realidade física
Foi também publicado do
livro “Sonho Lúcido”,
da autoria de Mariana Fonseca e Ana Sofia Matos, as vencedoras dos prémios “Melhor História” e “Melhor Ilustração” na anterior edição, título que fez parte do
livro conjunto do “JAHI 2013-2014”,
em que o tema era “Um Futuro de Zero
Emissões”. Nele conta-se uma história vivida entre duas metrópoles – uma
real Barcelona e uma fantástica Novaselik – em que a realidade e o imaginário se
misturam numa narrativa livre.
“É com grande apreço que vimos o nosso primeiro livro
ser publicado. É o culminar de uma longa etapa que representa uma oportunidade
que dificilmente surgiria tão cedo noutro contexto. Será, com certeza, um
momento que ficará na nossa memória”,referem as autoras,
à altura alunas da Escola da Maia, mas agora ambas estudantes da Universidade
do Porto.
Viagem ao passado na “Revolução
Futurista”
Um
ano antes, no culminar da primeira edição dos JAHI, então sob o tema da “Mobilidade Sustentável”, os vencedores
foram Maria João Amaral (texto) e Fábio Araújo (ilustrações), com a sua "Revolução Futurista”. Conta-se a
história da Maria, de seis anos, e do seu amigo Jerónimo, passada em Londres, de
onde partem para uma viagem ao passado, até ao início da Revolução Industrial, na
procura de um recurso energético que permitisse a preservação do ambiente.
Fotos: Nissan/CL Sta. Maria de Lamas (à esq, em baixo)
Na altura, a autora da história, entretanto também passada a livro, referiu
ter sido “uma sensação completamente
diferente, muito recompensadora. Uma grande alegria, mas também uma grande
responsabilidade, pois sabia que esperavam o máximo de mim. Não imaginava que
com esta idade iria fazer algo com tanto impacto”. Já para o
ilustrador tratou-se de “uma oportunidade
extraordinária que a Nissan me proporcionou, quero seguir ilustração e este
livro é uma porta que se abre. É uma sensação fantástica ver o nosso trabalho
publicado pela primeira vez
A iniciativa em resumo
O
projecto “Jovens Autores de Histórias
Ilustradas” insere-se na política de“Cidadania Azul”da Nissan, um compromisso para com a
sustentabilidade e a mobilidade, investindo nas comunidades em que se insere. Iniciativa
única na Europa, inspira-se no “Children’s
Storybook” e “Picture Book” que a
Nissan Motor organiza há mais de três décadas no Japão. Em Portugal tem como
entidades parceiras o Plano Nacional de Leitura e a Editora Leya.
Para concluir, refiro que
o programa vai agora entrar em pausa para reformulação, preparando-se “um regresso ainda mais inovador e
entusiasmante para alunos, professores e escolas”, promete a marca. Será um
ano de intenso trabalho, pelo que fica um “até já” para uma potencial edição
2016-2017.
Fotos: Nissan (oficiais)
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José
Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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