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segunda-feira, 3 de julho de 2017

“Passarola” de regresso aos céus

A TAP Portugal continua num registo assumidamente retro, voltando a recuar no tempo várias décadas, tantas quantas até aos anos em que se viam no ar aeronaves como o Lockheed Super Constellation de 1955, ou o mais recente Boeing 727-200, do final dos anos 70 do século passado. Ambos tinham a assinatura “Transportes Aéreos Portugueses” ao longo da fuselagem, tendo sido a primeiro e a última das aeronaves da nossa transportadora aérea a exibir essa emblemática identidade corporativa. Ou pelo menos até hoje, voltando a surgir nos ares internacionais.

Numa altura em que a companhia dá largas aos seus festejos de 72 anos de vida, é agora um novo Airbus A330-300 que ostenta aquelas cores originais, numa homenagem a Portugal e aos Portugueses, promovendo o nosso país dentro e fora das nossas fronteiras. O voo de baptismo deste pássaro metálico que orgulhosamente ostenta o escudo nacional, logo abaixo da palavra “Portugal”, teve lugar na manhã do passado dia 26 de Junho, numa ligação especial que se fez entre os Aeroportos Francisco Sá Carneiro (Porto) e Humberto Delgado (Lisboa), com passagem a relativamente baixa altitude em locais emblemáticos, como a Foz e Cascais, entre outros.

Esta pintura retro faz parte de um conjunto de acções programadas pela TAP para celebrar essa ligação histórica e indissociável com o nosso país, nestas incluindo-se o Vídeo de Segurança, filme entretanto já premiado internacionalmente a que o Trendy Wheels fez referência em anteriores edições. Agora foi recriada, de forma fiel, a tal tipografia “Transportes Aéreos Portugueses” e o logótipo inicial da companhia, popularmente conhecido como “Passarola”



De matrícula “CS-TOV”, o novo “Portugal” – o primeiro a ostentar tal designação foi um Boeing 747-200, de 1972 – inicia agora os voos comerciais de longo curso, nomeadamente nas novas rotas para as Américas, do norte e do sul, e continente africano, podendo levar consigo 285 passageiros associados à imagem corporativa da TAP utilizada entre os anos 50 e 70. Veja aqui, em timelapse, como foi o processo de (re)criação deste ícone:

Caso vá prós lados dos nossos aeroportos e antes de embarcar no seu voo dê uma olhadela à volta. Pode ser que o veja ao vivo. Ou então que até lhe saia na rifa, caso o seu destino seja tê-lo no seu caminho.




Imagens: TAP Portugal



Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Grattis pa födelsedagen Jakob

85 anos medeiam entre as duas imagens de abertura deste texto Trendy Wheels, tantos quantos separam a saída da fábrica de Lundby, em Gotemburgo (Suécia), do primeiro automóvel Volvo de sempre, o ÖV4, surgindo em ambas a mesmíssima unidade.

Este descapotável de carroçaria azul escura com guarda-lamas pretos – era, em 1927, a única combinação de cores disponível – assentava sobre um quadro de madeira de faia e freixo, coberta por folha metálica, e contava com um motor de 4 cilindros com uns estonteantes... 28 cavalos! Hoje, dia em que se comemoram os 90 anos dessa primeira saída para a estrada de sempre de um automóvel da marca sueca, esta unidade é parte do seu espólio, vivendo maior parte do tempo num museu, mas estando ainda aí para as curvas e rectas também, nomeadamente em dias de festa. 



Hoje é, por isso, um desses dias, recordando-se neste país escandinavo um feito que mudou a história do automóvel. Foi pelas 10 horas da manhã do dia 14 de Abril de 1927 que Hilmer Johansson, então responsável de vendas da empresa, conduziu para a rua o novo ÖV4 (acrónimo em sueco para “Öppen Vagn 4 cylindrar”), viatura que também ficaria conhecida como “Jakob”.
É caso para dizer “Grattis till din Volvo ÖV4!”



O arquétipo da segurança
“Os automóveis são conduzidos por pessoas. Por isso, tudo o que fizermos na Volvo deve contribuir, antes de mais, para a sua segurança.” Foi com esta frase que Assar Gabrielsson e Gustav Larson, fundadores da Volvo, deram o mote para a criação de um conceito único na indústria.


Segurança e inovação. Tradicionalmente associada à conjugação destes dois conceitos, a marca veio preencher um vazio de mercado, então propondo um automóvel suficientemente robusto e preparado para o clima inóspito e para os rigorosos Invernos escandinavos, ao mesmo tempo que o assumia como sinónimo de alegria, progresso e liberdade, pondo de lado o sofrimento e morte associados à elevada sinistralidade registada nas estradas suecas nos anos 20 do último século.
O foco nas pessoas, na segurança, na vida e no respeito são valores indissociáveis da Volvo, a ela devendo-se muitas das tecnologias hoje adoptadas pela generalidade da indústria, do cinto de três pontos, à terceira luz de travagem, passando pelos airbags, sistema de detecção de peões, automóveis, ciclistas ou animais com travagem automática, e dezenas de outros gadgets de segurança. A demonstrar a sua alma altruísta, a marca sueca abdicou de registar a patente de todos eles, “porque para a Volvo a segurança e a vida não têm preço e o objetivo é que todos possam beneficiar, independentemente da marca que conduzam”, sublinham os seus responsáveis. Por isso se diz que “há um pouco da Volvo em cada automóvel”.


Mas os desejos vão mais além e em 2020 pretende-se atingir o pináculo do sonho dos seus fundadores, assegurando que a partir desse ano “ninguém perderá a vida ou ficará gravemente ferido a bordo de um novo Volvo” numa das mais ousadas e nobres promessas da indústria automóvel.
Cheers Volvo! Um brinde a esse desejo neste dia de festa & Parabéns!
Imagens: Volvo

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 15 de março de 2017

500 + 60 = Parabéns!

Com cerca de 4.275.000 exemplares produzidos entre 1957 e 1975, o Fiat 500 original foi um dos automóveis mais expressivos do mercado da altura, transformando-se num ícone na indústria automóvel. Hoje a sua nova geração, versão 2007 adaptada aos tempos modernos, mantém intacta a sua costela conquistadora, sendo já mais de 2.000.000 as unidades vendidas da Nuova Cinquecento.

O modelo completa este ano o seu 60º aniversário – e também o 10º dessa nova geração – pelo que para festejar a data a Fiat lançou uma versão especial, denominada 500 Sessantesimo (“60º” em italiano), mostrando-a pela primeira vez ao público no recente Salão Automóvel de Genebr. Para este seu lançamento especial produziu um spot psicadélico animado, que retrata a evolução do modelo original através dessas seis décadas até ao presente. Veja-o aqui.

Pretendendo sublinhar a assinatura “Forever Young” deste modelo intemporal, o spot é da autoria de Cryriak, um surreal e irreverente animador britânico de créditos reconhecidos no mundo da publicidade, com o contributo da agência krow communications.

O Fiat 500 Sessantesimo em detalhe
Apostando em 3 motores, dois a gasolina (de 0,9 litros de 68 cv e um 1.8 de 84 cv) e 1 diesel (1.3 de 95 cv), esta proposta de colecção apresentou-se ao mundo no Salão de Genebra numa versão única de duas cores – denominada “Dolce Vita”  – assumindo um tom branco na parte inferior da carroçaria e um cinza pastel na superior (mais a capota de lona cinzenta), divididos por um duplo friso cinza/bordeaux. Exteriormente estas unidades, exclusivamente descapotáveis, também contam com retrovisores exteriores cromados, badges nos pilares (surgindo a referência 60 integrada no logo 500 original), vidros traseiros escurecidos e jantes de 16 polegadas de design específico, entre outros pormenores.
Imagens: Fiat

Já o interior em branco/preto/bordeaux conta com estofos e painel em pele, com pespontos em destaque, o hoje indispensável ecrã de infotainment operado por toque, sistema Bluetooth, navegação por satélite, ar condicionado automático, cruise control e muitas outras tecnologias impensáveis em 1957, como as ligações para os então também inexistentes smartphones (Apple CarPlay e Android Auto e como extra) e um sistema de som da Beats. Sendo de colecção, não pode faltar a placa numerada.
Ainda não há preço anunciado para Portugal mas dado o relativamente pequeno número de unidades disponíveis é melhor contactar a Fiat Portugal e reservar o seu! Ah, sim, as entregas começam a 4 de Julho… o mesmo dia em que em 1957 foi mostrado o 500 original.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.