Chama-se
GITA e segue o seu dono para todo o lado, tipo cãozinho
obediente, mas sem que tenhamos que nos preocupar com o ladrar, pulgas ou mesmo
os cocós e afins! Melhor ainda,
ajuda-nos no nosso quotidiano, libertando-nos de todo o peso das mochilas (da
escola ou do trabalho), sacos de compras, ou outros itens, desde que contidos
em determinadas dimensões e peso.
Trata-se
de um projecto da PFF -Piaggio Fast Forward,
divisão de mobilidade & tecnologia do Grupo Piaggio e segue a máxima de “autonomia para os humanos”, apostando-se
na prestação de serviços ao Homem, dando-lhe maior liberdade, satisfação e
eficiência de movimentos, através da criação de soluções inteligentes de
transporte de bens, a uma escala que consideram ser a ideal para os objectivos
definidos.
Primeiro
produto da PFF, este pequeno veículo de carga foi desenhado e desenvolvido segundo
os propósitos de segurança, travagem equilíbrio, dinâmica e performance inerentes
a uma moto ou automóvel, os mesmos princípios da popular Vespa da Piaggio, verdadeiro
ícone das duas rodas que deu toda uma nova mobilidade de circulação nas cidades.
A GITA foi, por isso, criada para ir ao encontro das necessidades de mobilidade
do presente, acompanhando o seu dono,
esteja este numa pacata sessão de compras, transportando para o carro ou para
casa alguns dos desvarios da carteira
(capacidade até aos 18 kg), ou num passo mais rápido de jogging ou running (pode
rolar até aos 35 km/h), levando-lhe aquelas coisas – toalha, garrafa de água,
carteira, etc – que, de outro modo, ou tinham de ser deixadas dentro do carro
ou levadas às costas numa mochila.
Aliás,
as suas aplicações são diversas, das actividades de lazer a modelo de
complemento profissional, para intervenções mais imediatas, como se pode ver no
vídeo abaixo.
Decerto
também viu o KILO, uma segunda proposta
da PFF com dimensões e capacidades acrescidas, podendo transportar até 100 kg no
seu compartimento de 120 litros, movendo-se sobre 3 rodas.
Se
quiser mais detalhes clique no link
da PFF (acima), ou siga a página de Facebook. Poderá também ver aquiimagens da sua
apresentação ao mundo, no início do ano!
Imagens: Piaggio Fast Forward
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Aqui
não há pressas, nem velocidades, não há o stress
das grandes cidades ou sequer as horas a que se chega a determinado sítio. Não,
nada disso! Aqui o tempo e tudo o mais se passa devagar, muito devagar, primeiro
porque é uma viagem feita em Tuk Tuks – semelhantes aos dos enxames que invadiram as nossas urbes – depois
porque se desenrolou num dos países mais pobres de África, a Etiópia.
Ao
longo do sul daquele país circularam 3 Tuk Tuk, conduzidos alternadamente por
11 viajantes que, ao longo de 18 dias, percorreram mais de 2.500 km, tornando-se
nos primeiros a alcançar o Rio Omo em 3 rodas. Trata-se da acção “Ethiopia
on Tuk Tuk“ que se integra numa outra de maior abrangência, denominada
de “World in Slow Motion” (ou “O Mundo em Câmara Lenta”), da
responsabilidade da agência de comunicação italiana Studio Taurinorum.
“É algo quenos permite ter tempo para observar,
participar no que estávamos a documentar, divertirmo-nos imenso, tentando não
nos perdermos no meio de nenhures, descobrindo os grupos étnicos do vale de
Omo, promovendo a segurança rodoviária e visitando projectos de caridade ao
longo do caminho” refere fonte oficial da agência.
Como
se nota, é o absoluto oposto do nosso quotidiano, em que nem temos tempo de
olhar para o lado, ou então andamos mergulhados nos smartphones e tablets, num
documentário que se baseou na espontaneidade e autenticidade dos participantes,
todos com um papel na produção, dizendo o que pensavam, contando as suas
experiências, sem quaisquer regras, num argumento construído passo a passo pelos
viajantes ao longo do trajecto.
Peculiares travessias
Ludovico
de Maistre, Paolo Rignon e Carlo Alberto Biscaretti são a alma do Taurinorum Team, grupo criado em 2009, quando decidiram fazer uma viagem pela África Ocidental ao volante de um velhinho - e aparentemente frágil - Fiat Panda 4x4 Sisley de
1987. Ao longo de 40 dias andaram pelos desertos, florestas e montanhas do Senegal,
Mali, Burkina Faso, Benin, Nigéria e Camarões, numa aventura que está resumida neste vídeo.
Seguiram-se
dois anos de busca de apoios para novas travessias, como a que em 2011 os levou aos Andes
do Equador e Perù, festejando o centenário da descoberta de Machu Picchu. Dividiram, então, uma Ape Piaggio, tal como no ano seguinte, quando replicaram a aventura por terras do México, Guatemala e Belize. No final destas viagens ofereceram os veículos a
organizações sem fins lucrativos locais (a CISV na Guatemala e a OTONGA no Equador). Saiba mais aqui.
Em
2013 regressaram a África associando-se à IVECO no âmbito da acção “Daily4Africa”, um roadshow de dois anos que cobriu mais de 25.000 km, atravessando 14
países, ao mesmo tempo que promoviam a campanha “Action for Road Safety” da FIA (Federação Internacional do
Automóvel,) de segurança rodoviária. Veja aqui.
Seguiu-se,
em 2015 a organização da primeira viagem do programa “O Mundo em Câmara Lenta”, com a viagem pela Etiópia a bordo dos três Ape Piaggio. Informações adicionais sobre esta aventura aquie sobre o projecto no Facebook.
Em alternativa pesquise pelos tags #ETHIOPIABYTUKTUK
e #THEWORLDINSLOWMOTION.
Imagens: Taurinorum Team
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Pois é! A boa da Vespajá faz 70
anos e apesar da avançada idade, está aí para as curvas, como, aliás, esteve ao
longo de toda a sua vida. “Sucesso”, “ícone”, “lenda”, “best-seller”, etc são
algumas das palavras que melhor descrevem este ícone que, muito naturalmente,
também se tornou estrela de cinema.
O nome desta scooter, sem igual no mercado, terá
surgido quando Enrico Piaggio, empresário
italiano que iniciou o seu processo de desenvolvimento, viu o
protótipo, exclamando: “Sembra una vespa!” ("Parece uma vespa!"). De
facto, o formato da carroçaria e o barulho do motor eram – e ainda são no
presente – muito semelhantes a esse insecto, pelo que ficou ali decidido de
imediato o nome definitivo.
O modelo original surgiria na Primavera de 1946, sendo
que até ao presente são mais de 18 os milhões de Vespas a fazer zum zum em todo o mundo, pelo que cada
patamar temporal que atinge é motivo de comemoração. Como agora nos seus bem
vividos 70 anos, em que a marca italiana lança uma gama especial – as Vespa Settantesimo – numa luxuosa
edição que enaltece as ímpares e inimitáveis características desta duas rodas: a jovem e dinâmica Primavera, a potente e poderosa GTS e a simplista PX.
“Uma personalização que celebra a história do veículo que foi muito mais
além da sua função de mobilidade ágil e divertida e que se tornou num ícone
intemporal”, refere Sara Chen,
Gerente da C. Machado Lda, importador nacional do Grupo Piaggio.“Mais do que uma simples scooter,
hoje a Vespa é o mais aclamado e desejado veículo de duas rodas em todo o mundo,
unindo jovens de distantes
e diferentes culturas numa única paixão. Interagindo em ambientes sociais
totalmente diferentes a marca gera fenómenos culturais específicos e torna-se
protagonista na moda, na música e junto dos jovens”.
É, de facto um nome que se ultrapassa a si mesmo,
pois mesmo que a ideia seja outra, mesmo conversas de propostas da
concorrência, a referência é sempre essa: Vespa! Nesta edição comemorativa,
devidamente assinada com o logotipo Vespa Settantesimo, as três versões assumem
cores exclusivas – Azzurro 70 e Grigio 70 – destacando-se todo o charme do design
da marca, realçando o melhor da evolução estilística da marca ao longo destes
70 anos. Luxuosa é, também, a personalização, no banco num elegante
castanho-escuro, que faz a ponte com a elegante mala colocada no clássico
bagageiro traseiro cromado, igualmente referencial no património da marca, em contraste
com as tubagens bege e com o acabamento dark
nas rodas.
Imagens: Piaggio/Vespa (oficiais)
Em comercialização no nosso país desde Maio último,
a Vespa PX Settantesimo é proposta por 4.455 ou 4.700 euros, consoante o motor,
de 125cc ou 150cc. A versão comemorativa da Primavera custa 5.050 euros (só com
125 cc) e a potente GTS ascende aos 5.990 euros com o motor mais pequenino de
125cc ou 6.700 com o de 300cc.
De ícone da estrada a sex symbol
do grande ecrã
Quatro anos depois de surgir no mercado, a Vespa
chegou ao cinema. “Domenica d’agosto”
foi a comédia italiana onde fez a sua estreia, então contracenando com Marcello
Mastroianni, mas foi com a película “Roman
Holiday” de 1953, em que Audrey Hepburn e Gregory Peck atravessam a cidade
de Roma na sua Vespa 125, que se deu o boom
cinematográfico.
Imagens: Piaggio/Vespa, Depeche Mode (oficiais) e "La Vespa e il cinema"
Centenas de actores e actrizes, nas mais diversas categorias
de filmes, seguiram-se-lhes no inconfundível banco da scooter italiana. Entre outros, destacam-se os
títulos “American Graffiti” (1973), “Quadrophenia” (1979), “The Talented Mr. Ripley” (1999), “Absolute Beginners” (1986), e até nos “102 Dálmatas” (2000) ou no blockbuster“Transformers” (2007). Em “Alfie”
(2004) Jude Law percorre as ruas de Manhattan numa Vespa azul e branca, sendo
imitado no ano seguinte por Nicole Kidman, protagonista de “A Interprete” (2005), em Nova Iorque, numa Vespa amarela. Há ainda um filme húngaro de 2010 de seu nome “Vespa”,
em que um jovem cigano de 12 anos, de uma zona pobre e rural da Hungria, ganha
num jogo de cartas, uma barra de chocolate premiada com uma… Vespa!
Também nas séries a presença da scooter é uma constante, como em “Dear Diary” (1993), passando o protagonista o episódio inteiro de “In Vespa” no banco da sua 150 Sprint.
Na música, “Behind The Wheel” dos
Depeche Mode, um dos temas referenciais da banda, faz uma exposição quase de
fio a pavio da moto italiana!
Consulte mais
informações históricas sobre este ícone das duas rodas aqui. Se for viajar para Itália, ali para os lados de Pizza (a tal da torre
inclinada), dê um saltinho a Pontedera e visite o Museo Piaggio. Caso tenha – ou pretenda ter – uma Vespa, pode sempre juntar-se ao Vespa Clube Portugal e
participar nas suas acções e concentrações. A agenda é bastante completa!
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José
Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.