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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Luis Costa: Objectivo Tóquio 2020

O novo ano está aí à porta, significado isso que faltarão 32 meses para que Luis Costa esteja de armas e bagagens por terras do Japão, para aí disputar os Jogos Paralímpicos “Tóquio 2020”. Até parece ainda muito mas, mesmo a esta distância temporal, o atleta paralímpico de raízes alentejanas está já em preparativos para esse objectivo, dividindo o seu tempo entre as mais diversas acções, tentando captar as atenções para uma modalidade ainda demasiado esquecida ou mesmo desconsiderada por quem teria o dever de a divulgar e promover.

Dando algum eco extra ao paraciclismo, o Trendy Wheels tem-no acompanhado nessa sua ambiciosa mas não impossível jornada, rumo à conquista de uma medalha – e a ser que seja a de ouro – já nos próximos Jogos Paralímpicos de Verão, a decorrer de 25 de Agosto a 6 de Setembro de 2020 no Japão. Com uma agenda repleta, este alentejano natural de Castro Verde divide-se “entre treinos dedicados, entrevistas de promoção da modalidade ou acções junto dos meus apoiantes”, ao mesmo tempo que defende “a igualdade entre todos os atletas olímpicos, com ou sem qualquer grau de deficiência, algo que, infelizmente e mesmo ao nível das autoridades governamentais, se ficou pelas palmadinhas nas costas e promessas feitas em 2016, aquando do nosso regresso dos Jogos do Rio”.
Tudo é conjugado num espaço temporal que estica ao limite do (quase) impossível, entre a vida pessoal e profissional, mantendo-se perfeitamente integrado numa exigente força de intervenção, como inspector da PJ, mesmo com a sua limitação física. Obtidos à força de uma enorme vontade de chegar mais longe, “esse conjunto de resultados e medalhas internacionais, obtidas desde que em 2013 me estreei na modalidade, são dedicados à minha família, em especial à minha companheira Inês e aos meus filhos”, juntando um agradecimento especial “ao Selecionador Nacional José Marques e ao Professor Gabriel Mendes, que gastam neurónios, perdem tempo, acreditam e fazem-me acreditar nas minhas capacidades e que conseguiram transformar um atleta desconhecido num dos melhores do mundo da sua classe!”

Noutro patamar destaca “as centenas de pessoas e empresas que me ajudaram a pagar a handbike de topo que tenho actualmente e às entidades que me têm apoiado, caso do Sporting Clube de Portugal, da Federação Portuguesa de Ciclismo e do Comité Paralímpico de Portugal, grupo que me tem permitido continuar a ter condições para me dedicar a este desporto.”

“Quero representar Portugal no Japão”
Se 2017 foi um ano repleto de sucessos pessoais e desportivos, com o ponto alto na medalha de bronze conquistada nos Mundiais da África do Sul – referi-o na série de textos que aqui se publicaram em Outubro – os anos de 2018 e 2019 antevêem doses adicionais de trabalho com vista essa renovada visita ao circuito paralímpico, quatro anos depois da sua promissora estreia no Brasil.

“Foi, de facto, um ano em cheio e seguem-se outros de muito mais trabalho. Encontro-me integrado no ‘Programa de Preparação Paralímpica Tóquio 2020’, pelo que tenho que arregaçar as mangas para contribuir que Portugal garanta, novamente, vagas para os próximos Jogos e eu seja um dos escolhidos para o representar”, refere Luis Costa com um indisfarçável orgulho. “Dependendo da altura do ano, por norma começo a treinar pelas 08h30, variando a duração entre uma hora e meia e quatro horas. A seguir vou trabalhar até às 19h00 e em certos dias, depois dessa hora, ainda faço mais um treino de ginásio e só depois vou para casa. Com sorte pelas 22h00 poderei descansar”.
Uma realidade que difere da que tem a maioria dos seus adversários internacionais, agora que “o Costa” – como é conhecido entre os seus pares – está de pleno direito no grupo dos candidatos às medalhas. “Sim, nesse particular sou um pouco prejudicado em comparação com a maioria, adversários se dedicam em exclusivo a este desporto. Eu tenho que adequar a minha vida profissional com a vertente desportiva, com a vantagem de aqui contar com uma chefia bastante compreensiva, facilitando-me determinadas situações.”
Não obstante essas diferenças, o atleta que elegeu Portimão como base de trabalho tem sabido tirar todo o partido da sua preparação e da sua handbike, alcançando os lugares de topo da Categoria H5 em que se insere, estando invariavelmente no grupo dos candidatos ao pódio nas competições internacionais em que participa. “Em eventos desse nível aprende-se sobretudo a lidar com a pressão criada pelas expectativas dos resultados. Sabemos que os portugueses, mesmo que não liguem ao que fazemos no resto do ano, nesse dia querem ver a bandeira nacional no mastro mais alto. Actualmente, não tenho problemas ao enfrentar os ditos ‘gigantes’ nas grandes competições, como o italiano Alex Zanardi, o holandês Tim de Vries ou o norte-americano Alfredo de los Santos, entre muitos outros excelentes nomes do paraciclismo, pois afinal já atingi esse patamar, tornando-me num deles, não é verdade? Existe sim um grande respeito pelo valor de todos, mais pelo que fazem em competição e não por terem melhores apoios - que os têm de facto - ou mesmo pelo melhor material, sendo que aqui estou no mesmo nível, graças à ajuda das centenas de pessoas e de algumas empresas que investiram em mim e na minha handbike, a quem não me canso de agradecer”.
O objectivo passa, assim por subir mais um patamar e de candidato às medalhas internacionais Costa quer passar a ser candidato às vitórias. “É um facto que estou no paraciclismo há menos tempo do que alguns dos meus adversários directos, mas se já demonstrei que consigo andar ao mesmo nível, porque não pensar mais alto e nas vitórias, batendo-os de um modo mais regular?” Será o somatório desses resultados que irão permitir que Luis Costa atinja os mínimos de qualificação paralímpica que o levarão até Tóquio.

Não surpreende que Luis Costa vá, assim, ter uma temporada de 2018 das mais exigentes de sempre, dividindo-se entre as taças e campeonatos internacionais da UCI que lhe garantem as tais pontuações que precisa para se qualificar para os Jogos Paralímpicos de Tóquio, juntando-lhe as participações nos eventos nacionais, onde “ao mesmo tempo que testo em ambiente competitivo, promovo a modalidade, nomeadamente junto dos mais novos e entre aqueles que têm limitações físicas de variada ordem”.
“Com um início de ano em que se equacionam duas outras potenciais provas em terras lusas, em Março, tudo irá começar em Espanha já em Janeiro, no ‘Motorland Invernal, evento realizado no circuito de F1 de Aragón. Depois, de Abril a Junho, o meu calendário de competições irá contemplar mais 8 eventos, quatro deles fora de Portugal”, refere, acrescentando que de Julho a Setembro “tenho 8 outras provas, com destaque para o Campeonato do Mundo de Paraciclismo, em Itália (Agosto), seguida de uma deslocação ao Canadá, fora três outros eventos internacionais!”

É, por isso, tempo de começar a fazer as malas e levar a sua “menina” aos cantos do mundo, parte dos temas desta longa entrevista com Luis Costa em que se abordaram outros temas quentes e também algumas saudáveis recordações. Novos conteúdos que terão de ficar para uma próxima edição, a publicar já nesta 6a Feira. 
Imagens: Luis Costa - Paraciclista

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

BTT: Para além dos limites geográficos

Andar de BTT pelos mais diferentes cenários é uma actividade lúdica, na qual podemos, por momentos, alhearmo-nos do mundo em redor e desfrutar da envolvente. Numa próxima edição irei falar-lhe do cicloturismo e do muito que há para explorar em Portugal, havendo apenas um pequenino senão relativo ao que, nessas actividades lúdicas, podemos levar connosco, fazendo-o maioritariamente às costas nessas deambulações. Ou seja, por exemplo, se a determinada altura chegarmos perto de um lago e quisermos aproveitar as águas só se formos dar um mergulho ou umas braçadas.
Errado! Há no mercado uma solução que, com umas quantas adaptações entretanto adiantadas em casa, permitem fazer com que a sua bicicleta se transforme quase de imediato num veículo anfíbio. Originário de Itália, o Shuttle-Bike Kit compõe-se de um conjunto de peças e pequenos insufláveis que permitem, sem grande esforço, transformar a sua tradicional BTT numa water-bike. Transportando-se às costas numa mochila, uma vez chegados ao destino é só montar o conjunto sem que precise de tirar as rodas do quadro! Veja como fazê-lo aqui:

Há ainda outras water-bikes no mercado, mas são mais parecidas com bicicletas estáticas, semelhantes às dos ginásios ou às que compramos lá para casa e que só nos primeiros dias parecem um fantástico investimento! Contribuindo, igualmente, para a definição de gémeos & glúteos enquanto se pedala nos lagos ou pela costa, são mais volumosas do que o SBK, pois contam com estruturas específicas e obrigam ao seu transporte em veículos. Ou seja, andar de bicicleta na água sim, mas não directamente de casa para a montanha/lago e vice-versa.
Clicando nos links, conheças as propostas da brasileira Chiliboats e das norte-americanas itBikes e Schiller. Dado que não têm rodas, deixo-as só como sugestão – quem sabe, se para as próximas férias – e fico-me por aqui.



Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Entre limpezas & jardinagem

Tornaram-se muito comuns os mini-aspiradores autónomos que apanham, com um mínimo de intervenção humana, pelo menos as migalhas, as quedas capilares e as poeiras e areias que as nossas casas teimam em acumular. Programado o dito robô e vamos à nossa vida, deixando-o a rolar sozinho, alimentando-se dos pequenos lixos ao longo das suas trajectórias rectilíneas, com avanços e recuos fruto dos encontrões com as nossas mobílias & afins. Só não se dá bem com tapetes e cenas com franjas, peças de decoração com que se embrulha, nem com animais domésticos, que detestam ver os seus domínios invadidos por esse avanço tecnológico do mundo das limpezas.

Okok… mas então e lá fora? No caso de ter uma casa com jardim relvado, como fazer com a dita, pois nem sempre apetece andar com o corta-relva para trás e para a frente? Resposta: compre um Honda! Não, não se admire… trata-se de um produto da área Power Equipment da mesma marca que faz os modelos japoneses (motos e automóveis) mas numa nova variante, o Miimo. Este mini-corta-relva autónomo pode ser programado pelo smartphone, através de uma app dedicada, trabalha em zonas inclinadas ou até mesmo à chuva.

Em Portugal estão disponíveis duas das três variantes do dito, com outras tantas capacidades e autonomias, dependendo da área de relva a cobrir. Saiba mais aqui.
Imagens: Honda Power Equipment

Versões especiais de corrida
Curiosamente, para os puristas da coisa – leia-se os que gostam de ter dentro de suas casas o que também têm parado à porta – alguém pensou em versões, digamos, mais vitaminadas do dito. Para esses surgiram os protótipos Miimo Fireblade e Miimo Type R, que espelham, respectivamente, a moto Honda CBR 1000RR Fireblade e o desportivo Honda Civic Type R, ambos à venda nos stands da marca.
Imagens: Honda UK

Entre outras acções, o Civic é promovido no Campeonato do Mundo de Carros de Turismo (WTCC) pelo piloto português Tiago Monteiro, o actual comandante do dito, quando faltam apenas 4 provas para o fim da temporada. Já a duas rodas inspira a variante com que a marca disputa o Campeonato do Mundo de MotoGP, com os pilotos espanhóis Marc Marquez e Dani Pedrosa.
Imagens: Paulo Maria/Interslide

Imagens: Honda Racing Corporation

Voltando ao mundo dos corta-relvas, há 3 anos Monteiro chegou a experimentar na pista belga de SPA-Francorchamps o Mean Mower, uma espécie de versão de corridas de um exemplar grande da marca. Equipado com um motorzinho de 1.000 centímetros cúbicos, com 109 cv de potência, pesando apenas 140 kg, esse bicho mau alcançara, meses antes, a certificação oficial de “O mais rápido corta-relva do mundo”, atingindo cerca de 187 km/h (o número oficial é de 116,57 milhas por hora) de velocidade máxima! Veja aqui a experiência do piloto luso e aqui a atribuição dessa valência pela organização Guinness World Records, na sequência de uma avaliação realizada numa pista de testes em Espanha.
Acrescente-se que do tal catálogo Power Equipment da Honda, representado no nosso país pela Grow, fazem parte não só o Miimo acima – o normal, não os vitaminados – como também diversos outros cortadores de relva, mecânicos ou manuais, e as mais diversas ferramentas para o tratamento de zonas ajardinadas. Se tiver um relvado espreite a oferta! Infelizmente não pode é contar com o rapidíssimo Mean Mower…
Imagem: Honda UK

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

À reconquista do Cabo das Tormentas

Numa altura em que Portugal tem visto hasteada a sua bandeira nos mastros das mais diversas competições internacionais de ciclismo, perfilam-se mais dois nomes para mostrar ao mundo a verdadeira fibra lusitana, a mesma que, em tempo ídos, nos levou a conquistar meio planeta, saídos da “ocidental praia lusitana” e desbravando “mares nunca dantes navegados”, derrotando monstros lendários como Adamastor, ele que, no então Cabo das Tormentas, afundava naus na defesa dos seus domínios marítimos.
Imagem: Federação Portuguesa de Ciclismo

Hoje sem mais mares desconhecidos e com esse meio mundo perdido (quase) por completo por e para outros monstros, as conquistas são diferentes, levando-se essa alma lusa a outras paragens. Como, por exemplo, em modalidades desportivas, sendo que para estar aqui no Trendy Wheels há que ter rodas, razão da referência ao ciclismo e, nesta edição em concreto, a dois paraciclistas: Luís Costa e Telmo Pinão.
Ambos atletas da Equipa Portugal, preparam-se para defender as nossas cores no Campeonato do Mundo de Paraciclismo, que se realiza em Pietermaritzburg (África do Sul) já a partir desta 5ª Feira, (de 31 Agosto a 3 Setembro). A dupla, que já competiu nos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro (Brasil), irá participar, de novo, nas respectivas provas de Fundo e de Contra-Relógio, integrados nas suas categorias.

Tuga Power!
É este o habitual motto de Luís Costa, ele que se baterá com 9 rivais de peso na Classe H5, muitos deles seus normais opositores nas provas internacionais. O atleta algarvio irá primeiro competir no Contra-Relógio de 23,3 km na 5ªF (dia 31, partida às 12h00, hora em Portugal), para dois dias depois, às 14h00, correr os 60,7 km da Prova de Fundo.

O multipremiado paraciclista entregou-se a uma preparação intensiva, quer a nível individual, quer decorrente da sua participação nas mais diversas provas nacionais e internacionais onde este ano marcou presença. Por cá, em representação da sua equipa Sporting/Tavira-Paracycling conquistou a sua 4ª Taça de Portugal consecutiva e ambas as medalhas do Campeonato Nacional, embora, este ano não se considere que revalidou o título, já que as novas regras obrigam a mais competidores nas várias classes, algo que na sua não tem havido.
Fora de portas disputou 3 provas da Taça do Mundo de onde trouxe, entre outros resultados, 3 medalhas de bronze, conjunto que lhe garante igual posição no respectivo ranking final do ano. Foi duplo medalhado em Emmen (Holanda), na Prova de Fundo e no Contra-Relógio, sendo que nesta última quase que podia ter sido a de prata, perdida por milésimos de segundo! A terceira medalha de 2017 garantiu-a na Prova de Fundo em Ostende (Bélgica), evento onde juntou ao seu palmarés um 5º lugar no Contra-Relógio. Pouco tempo antes, em Maniago (Itália) foi 5º em ambas as vertentes. Venham agora as medalhas deste Campeonato do Mundo!
Imagens: Luís Costa - Paraciclista

Regresso à ribalta com um título
Quanto a Telmo Pinão, atleta da categoria C2, integra na África do Sul um pelotão com mais de duas dezenas de paraciclistas. O seu Contra-Relógio terá 31 km e inicia-se bem cedo, pelas 08h00 de 6ªF (dia 1), para dois dias depois, a partir das 09h30, iniciar a disputa dos longos 85 km da Prova de Fundo.
Imagens: Telmo Pinão e LA Alumínios-Metalusa-BlackJack

Mais regrado em internacionalizações – a última foi nas Paralimpíadas do Rio 2016 – o atleta de Albergaria-a-Velha aposta nos eventos nacionais para evoluir. Este ano e após uma paragem de alguns meses e de uma incursão pelo remo adaptado, representou a equipa LA Alumínios-Metalusa-BlackJack no seu regressou ao alcatrão, tendo no início de Julho, em Almeirim, garantido o título de Campeão Nacional de Paraciclismo, na variante de Contra-Relógio Individual. No dia seguinte também venceria a Prova de Fundo, mas garantindo apenas a medalha pois a falta de quórum na sua categoria impediu a atribuição do título de Campeão Nacional.
Após várias sessões de treinos, individuais e em conjunto com o seu companheiro de aventuras, para esta deslocação ao extremo sul do continente africano, ambos partiram ao início da tarde de ontem (Domingo) para Pietermaritzburg. Com objectivos diferenciados, as expectativas de ambos estão em alta, tal como transpareceu José Marques, Seleccionador Nacional de Paraciclismo: “Vamos com ambição de conseguir bons resultados. O Luís Costa aponta para o pódio, tanto no Contra-Relógio como na Prova de Fundo, embora seja uma meta mais fácil de alcançar na corrida em linha. O Telmo Pinão irá bater-se por um lugar no top 10”.
Este Mundial de Paraciclismo terá transmissão directa via Livestream, pelo que pode seguir as prestações dos nossos dois atletas como se lá estivesse. Os horários completos podem ser consultados aqui. As horas indicadas acima, neste texto, são as portuguesas (menos 1 hora do que a hora local).

Outros feitos lusos em 2017
Regressando aos resultados de atletas da Equipa Portugal nas diversas modalidades do ciclismo internacional, destacam-se, entre outros, o título de Campeão Europeu de Maratona BTT, na Classe XCM, conquistado por Tiago Ferreira, na prova que decorreu em Svit (Eslováquia, a 13 Agosto), cerca de dois meses após se ter sagrado Vice-Campeão do Mundo da categoria, em Singen (Alemanha).
Já no início de Julho fora Maria Martins quem, em Sangalhos, no Europeu de Pista (Sub-23 e Juniores), garantiu a medalha de prata na prova Júnior de Eliminação, um dia depois dos gémeos Rui Oliveira (Eliminação) e Ivo Oliveira (Perseguição Individual) terem obtido, respectivamente, uma medalha de ouro e outra de prata.
Imagens: Federação Portuguesa de Ciclismo

Estes são apenas alguns dos orgulhosos lusos que não param de tentar elevar as cores verde/rubra nos mastros espalhados pelo planeta, conquistando a admiração e o respeito do púbico, bem como dos adversários. Pode seguir as carreiras destes e de outros atletas da Equipa Portugal, bem como das restantes provas e categorias na página da Federação Portuguesa de Ciclismo.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Só para coleccionadores

Fui, em tempos, um fervoroso adepto de corridas de automóveis, não perdendo pitada do que se fazia pelo nosso país ou pelo mundo, em especial sobre Ralis e Fórmula 1. Dadas as tecnologias da altura, muito longe da profusão de acessos que a Internet hoje nos dá, os meus companheiros nessa aventura eram a televisão e o rádio – que loucura, não é? – mais os jornais e revistas, nacionais e estrangeiras, sobre o tema, que avidamente comprava e absorvia.

Hoje apenas guardo alguns anuários de referência ou outros livros que, de algum modo, ainda me despertem um certo click quando os desfolho, com um grau de loucura substancialmente mais reduzido e com as prateleiras lá de casa com menos pó & ácaros dos livros, fruto dos exemplares dessas diversas publicações de que, entretanto, me desfiz. Não quer isto dizer que não continue atento à realidade, não só pelas minhas funções profissionais, como pelos conteúdos de interesse que tento trazer ao blog Trendy Wheels.
Assim sendo, nesta edição irei falar de selos de correio e de um livro em particular, conjuntos obrigatórios para qualquer fã de ralis que se preze, ambos relacionados com o Rali de Portugal, a nossa maior prova de estrada e que teve a sua 51ª edição em Maio último.

Ao coração dos filatelistas…
Comecemos, então, pela área da filatelia, sendo que neste domínio saliento a colecção de selos produzida pelos CTT, ilustrada com 5 emblemáticos carros vencedores dessa prova portuguesa do Campeonato do Mundo de Ralis:
Imagens: CTT/Correios

- Renault 8 Gordini da dupla lusa Carpinteiro Albino/Silva Pereira, feito alcançado na 1ª edição, de 1967,
- Fiat 131 Abarth dos finlandeses Markku Alen/Ilkka Kivimaki, da edição nº 15 (1981), 
- Audi Quattro S1 da dupla feminina franco-italiana Michèle Mouton/Fabrizia Pons no ano seguinte,
- Lancia Delta Integrale dos também finlandeses Juha Kankkunen/Juha Piironen da edição nº 26 (1992)
- e, a fechar, o Volkswagen Polo R WRC de Jari-Matti Latvala/Mikka Anttilla, também eles oriundos do país dos 1000 Lagos, e que subiram ao lugar mais alto do pódio na 49ª edição (2015) deste evento.        
Esta Série Rally de Portugal - 50 Anos” está à venda nos balcões dos CTT ou na loja online, por € 3,48 para o conjunto dos 5 selos, por € 5,13 para a Pagela e por € 4,85 para o Sobrescrito 1ª Dia, incluindo ambas os 5 selos.

… e um livro indispensável
Se acha que aqueles 5 são manifestamente poucos para ilustrar um evento que teve este ano a sua 51ª edição, então complete-a com a aquisição do livro “50 Anos Rally de Portugal” que o ACP – Automóvel Club de Portugal entretanto publicou, ilustrando meio século daquele que, durante muitos anos, ostentou o selo de “O Melhor Rali do Mundo”
Imagens: ACP 

Com o contributo de muitas figuras ligadas ao automobilismo e aos ralis em particular, contam-se nas suas mais de 600 páginas – em português e em inglês – histórias mais e menos conhecidas, ilustradas com esquemas, gráficos, estatísticas e curiosidades do muito com que o Rali de Portugal tem enriquecido ao longo de 5 décadas. Resumem-se todas as edições, carros, protagonistas e emoções vividas a norte, ao centro e ao sul de Portugal Continental, por estradas e terras já atravessadas.
No domínio da imagem, a grande maioria das fotografias têm a assinatura do profissional Paulo Maria, fotógrafo responsável pela agência Interslide, pessoa que, curiosamente e em tempos, me colocou pela primeira vez uma máquina fotográfica profissional nas mãos. Foi noutro rali – o Vinho Madeira de 1995 – deixando-me então recolher algumas imagens que haveriam de ser capa e parte dos conteúdos do artigo que então fiz para uma revista da especialidade, dizendo-me para ficar com os créditos das mesmas. Poucos são os que o fazem, mas o Paulo não é igual a ninguém, é só igual a ele próprio!

Se bem que seja um tanto ou quanto pesadão para ler nas férias, na praia ou no campo – ainda são alguns bons quilinhos – poderá sempre adquirir (mais) um – está à venda por € 1 por ano da prova, ou seja € 49,90 e pode ser adquirido na loja online – para oferecer nos anos ou no Natal, àquela pessoa de quem sabe os olhos irão brilhar. Se, por ventura, for eu essa pessoa, esteja à vontade!
Imagens: Interslide/Paulo Maria

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

A essência das corridas

Desenhado no centro e imediações da cidade que lhe dá nome, o Circuito de Vila Real é uma mas das mais emblemáticas pistas de corridas de automóveis do mundo, colocando-se praticamente a par com outras como Pau (França), Guia (Macau) ou SPA-Francorchamps (Bélgica), não destoando até mesmo frente aos icónicos circuitos do Mónaco e de Le Mans. Tem um historial que remonta aos primórdios do desporto motorizado em Portugal, tendo sido palco das mais animadas competições e mesmo de decisões de títulos nacionais desde os anos 30 do Século XX, lutas que se prolongam até ao presente.

Mesmo que não seja espectador atent@ a estas questões das corridas, poderá eventualmente ter-lhe constado que Vila Real foi, no último fim-de-semana de Junho, palco de uma corrida do Campeonato do Mundo de Carros de Turismo (vulgo WTCC), categoria em que há um português a discutir o título de Campeão, Tiago Monteiro de seu nome, como piloto oficial da japonesa Honda.
Como se uma vez não chegasse para alimentar a alma dos aficionados, haverá um segundo fim-de-semana – já o próximo, dias 8 e 9 – dedicado às corridas naquele mesmo palco, se bem que esta segunda dose tenha um cunho quase exclusivamente nacional. Caso seja um deles, veja os pormenores na página oficial do Circuito Internacional de Vila Real.

Uma pista como peça decorativa
Se é efectivamente fã de corridas e não perde uma oportunidade de marcar uns quantos dias de férias para apreciar o som dos motores, o chiar dos pneus no asfalto ou mesmo os cheiros inerentes a esta realidade, então que tal ter uma réplica deste circuito em sua casa? Tal é possível graças ao engenho da Circuit of Wood, entidade que desenha e constrói os mais icónicos circuitos do planeta, não só recorrendo à madeira de faia, bem como ao carbono ou ao acrílico, aqui com e sem iluminação associada, num vasto catálogo que soma cerca de 800 peças, já que cada circuito pode ser encomendado com 3 espessuras diferentes.

Para além do perímetro detalhado da pista de Vila Real, traçado presentemente com 4,6 km de extensão (no original chegou a ter 7,2 km… e era em paralelepípedo) e onde se têm disputado diferentes corridas de velocidade (carros e motos), seja com modelos de competição mais recentes ou clássicos, para além de diversos troféus monomarca, pode também comprar o Autódromo do Estoril ou o Autódromo Internacional do Algarve.
São estes os únicos três exemplares portugueses actualmente disponíveis, mas os fãs dos vários campeonatos de duas e quatro rodas, da Fórmula 1 ao WTCC e WEC, passando pelo DTM alemão e pelas corridas norte-americanas IMSA e INDY, para além das motos - SuperBikes e MotoGP - entre muitas outras realidades, irão, decerto, encontrar grande parte dos seus circuitos de sonho na página da Circuit of Wood. Para além destes, aquela empresa concebe também de partes dos percursos das mais icónicas provas, como o Dakar, ou mesmo os proving grounds (circuitos privados onde são testados muitos protótipos e os carros do nosso quotidiano) de diferentes marcas. Quanto a preços, estes naturalmente variam de acordo com as dimensões e o material escolhido.

... e ainda faltam tantas!
Ainda assim acho este catálogo algo incompleto, pois ainda lhes faltam criar os traçados da Boavista (Porto), Vila do Conde e Vasco Sameiro (Braga), todos eles inerentes à realidade lusa. Quem sabe se não, também e um dia, poderá estar disponível o saudoso Circuito de Monsanto, outrora desenhado neste Parque Florestal, pulmão da cidade de Lisboa. Nos dois primeiros anos em que foi usado – 1954 e 1957 – tinha uma extensão de 5.633 metros, vendo-se, depois, reduzido a 5.440 metros, tendo até integrado o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 1959. Abandonado depois disso, parte dele veio a definir o Circuito de Montes Claros, pista que com os seus 2.729 metros foi palco das mais diversas provas motorizadas ao longo de uma década, no período compreendido entre 1961 e 1971. Outros tempos!
Imagens: Circuit of Wood (1, 3 e 4), Circuito Internacional de Vila Real (2) e Paulo Maria (5)

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Uma enorme alma lusitana

Assistir a um jogo entre duas equipas é algo bastante comum, nomeadamente entre os aficionados das diferentes modalidades, com várias centenas – por vezes milhares – de espectadores nas bancadas, a torcer pela equipa do seu coração. Uma verdade nos desportos ditos convencionais, pois os números de assistentes noutros encontros que envolvam atletas com algum grau de deficiência são bastante mais baixos, embora o espectáculo seja de idêntica e, por vezes, até mais envolvente dimensão.

É esta vertente desportiva que o Trendy Wheels hoje aborda, apontando ao Basquetebol em Cadeira de Rodas (BCR), modalidade onde até contamos com uma Selecção Nacional, que está neste momento a preparar-se um Campeonato Europeu. Sabia? Desse lado são, decerto, poucos os que o sabem, eventualmente tantos quantos os que souberam do renovado brilhantismo da equipa APD-Braga BCR, que em 2017 voltou a conquistar tudo o que havia para ganhar em terras lusas no domínio do BCR. Do Campeonato Nacional, com um domínio absoluto em que os seus atletas venceram todos os jogos, à Taça de Portugal e Super Taça, tudo correu de feição à formação minhota. Como se tal não chegasse, ainda conquistou o Torneio de Encerramento da temporada.
Se é amante do BCR ou simples curioso com algo que, infelizmente, merece pouca ou nenhuma cobertura por parte das nossas televisões e publicações, incluindo as de âmbito desportivo, convido-o, agora, a assistir a um confronto de titãs, jogo que opôs os agora pluri-Campeões Nacionais à formação do GDD Alcoitão, na atribuição da 24ª Taça de Portugal de Basquetebol em Cadeira de Rodas. Foi na Figueira da Foz, no passado dia 27 de Maio.


Da fisioterapia ao desporto
Actividade nascida após a 2ª Guerra Mundial, para reabilitação de deficientes motores resultantes do conflito, o Basquetebol em Cadeira de Rodas (BCR) evoluiu depois para desporto federado, granjeando tradição no movimento paralímpico, sendo ali modalidade desde os Jogos de Roma (1960). Nele aplica-se a grande maioria das regras da Federação Internacional de Basquetebol, conjugadas com as adaptações da International Wheelchair Basketball Federation.

Duas equipas de 5 jogadores defrontam-se num campo convencional, respeitando-se todas as suas marcações e medidas. O chiar das rodas das cadeiras, dotadas de adaptações específicas, substitui o dos ténis no piso de madeira, mantendo-se os robustos atletas a entregarem-se a lutas sem igual pelo melhor resultado. As pontuações são dadas de acordo com os graus de deficiência (de 1 a 4,5) por equipa, de acordo com o potencial funcional dos jogadores ao longo dos diversos aspectos do encontro.
Em Portugal, a história do BCR começa, também, nos hospitais de reabilitação, junto dos militares que sofreram lesões, nomeadamente vertebro-medulares, na Guerra Colonial. O Hospital Ortopédico de Sant´Ana (Parede) e o Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão foram as instituições pioneiras na promoção e desenvolvimento deste desporto entre nós.
Foi sob a égide da Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência que se realizou na época de 1991-92 o 1º Campeonato Nacional de BCR, seguindo-se no biénio 1992-93 a primeira Taça de Portugal e em 1993-94 a primeira Super Taça. A partir de 1996-97, a modalidade passa a ser gerida pela ANDDEMOT – Associação Nacional de Desporto para Deficientes Motores.
A formação da APD-Sintra é a mais titulada, com 11 ceptros de Campeã Nacional, 11 Taças e 14 Super Taças. Os restantes troféus dividem-se pelas formações da APD-Lisboa (4/4/4), GDD-Alcoitão (4/3/2) e APD-Leiria (3/2/1). Quanto à APD-Braga, dominadora das duas últimas épocas, a sua vitrina integra os troféus de 3 Campeonatos, 4 Taças e 2 Super Taças, entre outras medalhas e distinções.
Imagens: APD-Braga BCR

Defendendo todos esses títulos na próxima época do Nacional de BCR, irão contar com algumas novidades que estão na calha. Conheça-as aqui.

PORTUGAL!!! PORTUGAL!!! PORTUGAL!!!
Como se referiu acima, Portugal tem-se preparado para o Europeu de Basquetebol em Cadeira de Rodas - Divisão C, a disputar em Brno (República Checa) de 25 a 28 Julho próximo. Ali o conjunto luso tentará alcançar um dos dois primeiros lugares, resultado que lhes permitirá regressar ao escalão B da modalidade, perdido há um ano em Serajevo (Bósnia Herzegovina).

Orientada por Marco Galego e seus pares, a equipa lusa tem realizado vários treinos e encontros particulares para os jogos desse Europeu, entre os quais os dois de apuramento para as meias-finais, onde se irá defrontar a Bélgica (de hoje a um mês) e depois a Grécia (no dia 27 de Julho). Num campeonato em que também são candidatos a Irlanda, Hungria, Sérvia e os anfitriões da República Checa, seguem-se as meias-finais entre as equipas apuradas, a definição do 4º e 3ºs classificados e, finalmente, o jogo entre os futuros Vice-Campeão e Campeão da Europa – Divisão C.
Com 9 participações em Europeus de BCR, três dos quais organizados por cá – Tavira (1999) e Lisboa (2005 e 2015) – Portugal tem alternado entre os escalões C e B. Os nossos melhores resultados foram alcançados em 2007, em Dublin (Irlanda), com um 1º lugar na Série C que garantiu a subida, no ano seguinte, ao escalão B, e depois em 2015, a jogar em casa, com um 2º lugar final que também valeu a subida de escalão à formação lusa, lugar entretanto perdido no ano passado.
Em Brno estarão os seguintes os 12 guerreiros lusos: Pedro Gonçalves (3,5 base), do Sporting CP/APD Sintra, é o Capitão de uma Equipa que tem Filipe Carneiro (2,0 extremo), Gabriel Costa (4,0 poste), Henrique Sousa (1,0 extremo), José Miguel (3,0 extremo/poste) e Márcio Dias (4,5 poste) oriundos da APD-Braga, num grupo que se completa com Ângelo Pereira (2,5 base/extremo) da APD-Lisboa, Christophe da Silva (1,0 extremo) do CS Meaux, Hugo Maia (2,5 extremo) do GDD Alcoitão, Iderlindo Gomes (4,0 poste) da APD Leiria, Marco Gonçalves (1,5 extremo) do GDD Alcoitão e Pedro Bártolo (2,5 base) do CP Mideba. A equipa técnica é composta por Marco Galego (Selecionador Nacional), Ricardo Vieira (Selecionador Adjunto), Augusto Pinto (Team Manager) e Nuno Fonseca (Osteopata).
Imagens: Federação Portuguesa de Basquetebol
Vamos, então, juntar-nos de novo e apoiar Portugal! Siga neste link as actividades da Selecção Portuguesa de Basquetebol em Cadeira de Rodas e saiba mais detalhes deste Europeu aqui e aqui. Acompanhe os nossos Campeões, atletas que através do desporto demonstram que existe muito mais para além da deficiência física.
1...2...3! Pooooor... PORTUGAL!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.