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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

“CoinciDANCE”: Do Youtube para o automóvel

“CoinciDANCE” é o título de um vídeo viral da autoria do duo Handsome Dancer, carregado há cerca de dois anos no Youtube, com uma peculiar coreografia associada a batida que, quer queira, quer não, ficará no ouvido e na retina, tendo, segundo parece, o objectivo último de acabar com a violência no planeta...
Imagem: Skoda Taiwan
Se até consideraria ser esta a imagem ideal para a promoção do bem ou serviço da sua empresa esqueça esse trato de originalidade porque já houve quem se lhe adiantasse. A responsável por essa estreia é a representante da Skoda Taiwan que, não se fazendo de rogada, associou-se a James Manzello e Matt Pavich, dupla de actores/comediantes norte-americanos autores do dito, para publicitar os modelos Made in Czech Republic naquele território.

Se (ainda) está incrédulo pense melhor e dê o benefício da dúvida a este improvável anúncio publicitário. Afinal, quando surgiu “Gangnam Style”, do igualmente ímpar sul-coreano Psy, este também foi criticado por muitos, para logo a seguir se tornar num sucesso planetário, num vídeo que já foi o mais visto de sempre no Youtube, somando hoje mais de 3.000 milhões de visualizações, isto sem contar com as múltiplas vendas que o levaram ao topo dos principais tops internacionais e a um conjunto de galardões de ouro e platina.
Em alternativa e porque estamos em modo mudança de ano, valendo (quase) tudo, ainda vai a tempo de treinar a coreografia e, quem sabe, tornar-se no Rei ou Rainha da sua festa de final de ano! A coreografia original está aqui.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e Boas Festas!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Natal 2017: E ainda…

Chama-se Super Ultimate Garage e é a maior estrutura da Hot Wheels de sempre, fruto do seu cerca de 1 metro de altura, por 1,20 de largura e mais 60 de profundidade! Tem uma capacidade para um máximo de 140 carros em simultâneo e permite brincadeiras sem fim, fruto da sua configuração, seja pelos segredos que encerra.

Destaque-se o elevador que transporta 23 carros em simultâneo, mas tenha em conta que pelo caminho há um gorila – do tipo King Kong – que os ameaça, levando a que alguns não cheguem ao topo. Na zona oposta fazem-se corridas a dois, numa outra espiral onde só um deles se pode sagrar vencedor, eliminando o outro com um perfeito KO! Isso e muito mais nesta pequena cidade onde se respira a essência das corridas, num set que inclui um avião e 4 miniaturas, pelo que as restantes têm que ser adquiridas em separado, tal como as 4 pilhas que raramente vêm incluídas nestes conjuntos.
Agora o senão: note apenas que por mais que a tenha procurado na página nacional da Mattel – representante oficial desta marca no nosso país – este gigantesco set não parece estar disponível no nosso país, pelo que, caso tenha interesse no mesmo terá de o adquirir directamente na origem (EUA), aí custando cerca de 170 dólares. A alternativa são as plataformas de compras online, como a da Amazon, onde o conjunto custa € 164,99, estando neste momento com um desconto de € 35.

Naturalmente quem, nesta altura do campeonato, o tempo já aperta para que possa receber esta garagem para por no sapatinho na noite do próximo Domingo, pelo que a alternativa mais imediata serão as outras propostas – mais baratas, menos volumosas e complicadas – desta mesma marca, ainda disponíveis nas grandes superfícies comerciais, nomeadamente nas dedicadas ao brinquedo. É só procurar e colocar sorrisos nos petizes.

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Natal 2017: Um mundo em paralelo

São cada vez mais as marcas de automóveis associadas a fabricantes de bicicletas, lançando para o mercado modelos de duas rodas com os símbolos normalmente vistos em propostas com quatro. Na maioria dos casos são meras colaborações, pois não podendo/querendo produzir esses conceitos de duas rodas em instalações próprias, deixam esse trabalho a cargo dos especialistas, esperando, com isso, tirar partido dessa associação, não só em imagem como principalmente em vendas.
Não é segredo - pode apenas não ser do conhecimento comum- que este mundo das bicicletas começou a ser desbravado por alguns construtores que hoje apenas conhecemos como de automóveis, destacando-se, por essa altura, dois nomes, que começaram a fazer bicicletas muito antes de se lançarem no negócio das quatro rodas: a Peugeot, pioneira do conceito em 1882, projecto que tem sabido manter até aos dias de hoje, através da sua divisão Cycles Peugeot, e a Opel, que arrancou para esta aventura das duas rodas em 1886, mas deixando cair o negócio em 1940.
Feito o introito, avancemos para as propostas de Prendas de Natal do Trendy Wheels, com umas versões mais acessíveis ao comum dos mortais e outras que… nem assim tanto!

Nem só de automóveis vive a Peugeot
Collection, Legend, Allure, RS e Peugeot Pro, mais as recentes propostas de mobilidade urbana – a trotinete e-Kick e a e-Bike eF01, dois exemplares eléctricos que vos mostrei em Maio (relembrar aqui) – são as actuais referências de um extenso catálogo da Cycles Peugeot, conjunto que em nada envergonha a oferta da marca de Sochaux no sector automóvel.
Imagens: Cycles Peugeot

O leque de preços é, por isso, muito abrangente, contemplando bicicletas convencionais de estrada e/ou de montanha para crianças (dos € 109 aos € 259) ou homem e senhora (de € 299 a € 2899). Já os valores para as bicicletas com assistência eléctrica iniciam-se nos € 599, prolongando-se até aos mais ou menos alcançáveis € 4.599. Todos os exemplares podem ser vistos aqui.

Da besta a outras bastante menos
Segue-se uma novidade recente, a ROTWILD R.S2 Limited-Edition “Beast of the Green Hell”, bicicleta de competição inspirada no Mercedes-AMG GT R e concebida para as comemorações do aniversário da AMG Mercedes-Benz.

Imagens: AMG Mercedes-Benz/ROTWILD
Para a comprar há que dispender um valor muito específico: € 7.109! O não arredondamento é propositado, pois pretendeu-se reflectir os 7 minutos e 10,9 segundos que este superdesportivo precisou para completar os 22,8 km do lendário circuito alemão de Nürburgring-Nordschleife, pista também conhecida como “Green Hell”, fazendo-o a uma velocidade média de 190,48 km/h. Ah sim, é uma edição limitada a 50 exemplares, pelo que despache-se se a sua carteira o puder contemplar! Informações e encomendas aqui.
Dos vizinhos da BMW há propostas para todas as idades, da BMW Kid’s Bike a partir dos € 275 à colecção “Cruise”, que começa nos € 450 da variante BMW Junior Bike aos € 1.200 da BMW M Cruise Bike, à imagem da variante “M”, de cunho mais desportivo, numa ponte feita aos automóveis mais vitaminados da marca alemã. Mais informações aqui.
Imagens: BMW

Imagens: Porsche

Igualmente alemã é a Porsche, que tem 3 exemplares no seu catálogo mais recente, podendo ser encomendados a partir do portal espanhol, pois o importador nacional não os contempla. A mais simples Porsche Bike custa € 2.695, a intermédia Porsche Bike RX quase o dobro (€ 4.982) e a de topo Porsche Bike RS uns bem mais impressionantes € 6.609, fruto dos materiais, como o quadro em carbono, o selector de 22 velocidades e os detalhes em Laranja Lava, o tom do superdesportivo 911 GT3 RS, modelo que por cá custa uns não menos assustadores € 205.024. Mais detalhes aqui.

Italianas estratosféricas
Em Itália uma das mais recentes referências é a Bianchi SF01 for Scuderia Ferrari, nascida da colaboração entre a especialista Bianchi e a Ferrari, via a sua área de competição. Tem quadro em carbono, a exclusiva tecnologia Countervail Vibration Cancelling, que elimina cerca de 80% das irregularidades do piso, selim Ferrari, carretos Campagnolo, jantes Fulcrum e pneus específicos Pirelli PZero Velo!
Imagens: Bianchi/Ferrari

Uma vez chegada ao mercado – diz-se que a preços na ordem dos € 15.000 – estará disponível em duas variantes: Super Record EPS 11V, no vermelho Rosso Corse com detalhes em preto, e Dura Ace 11 SP, na cor Nero Setoso, aqui com uma inversão de cores. Na calha está também uma variante para triatlo – a Triathlon Concept – até agora apenas mostrada numa estrutura em acrílico. Mais detalhes aqui.
Já a PG Bugatti Bike surge, como o nome indica, da junção de esforços da também italiana Bugatti com os especialistas alemães da PG, contando ainda com um forte contributo da Merelli. Claro que carbono (95%) e tecnologia são parte do léxico desta peso-pluma de apenas 5 quilinhos, que reclama para si o título de “a mais leve bicicleta citadina do mundo”. 
Serão fabricadas apenas 667 unidades e quem tiver um Bugatti Chiron – menino que custa cerca de 2,6 milhões de euros (parece que há um na garagem do Cristiano Ronaldo…) – pode personalizá-la à imagem do seu bólide. Mais informações aqui mas não há preço público.

Imagens: Bugatti/PG

Um bocadinho de história 
Foi em meados do Século XIX que se começaram a ver nas ruas, a par com carruagens ainda puxadas por cavalos, bicicletas no formato que hoje conhecemos – quadro com duas rodas de idêntico diâmetro, pedais e corrente – tornando-se na tecnologia de ponta de muitas deslocações. Para além de permitir cobrir distâncias antes só feitas a cavalo, era um veículo de fácil manutenção, pois não era necessário alimentá-lo. Bastava algum óleo na corrente, algum cuidado com as restantes partes mecânicas e quadro, ar nas rodas et voilá!
Imagens: Peugeot

Pioneira nessa aventura, a Cycles Peugeot iniciou uma história de já mais de 135 anos, presentemente acompanhada pela parceira Cycleurope, a quem a marca francesa cedeu os direitos de produção, mantendo a aposta na inovação e na imagem.
Desde que criou o negócio das duas rodas, em 1882, Jean Pequignot Peugeot nunca viu o seu sonho e depois projecto interrompido, isto apesar da chegada do automóvel, à passagem de duas Guerras Mundiais e da quebra de interesse no conceito vivido na década de 50 do século passado. Até soma sucessos nas grandes provas internacionais, incluindo 10 vitórias no seu amado “Tour de France” – a primeira em 1905 e a 10ª em 1977 – um recorde que ainda hoje perdura!

Então… e a Opel? Bem, parece que a aposta de terminar com o negócio das duas rodas se traduziu num autêntico tiro nos pés, após um período em que a marca alemã até detinha o estatuto de maior fabricante de bicicletas do mundo, contando ainda com um invejável curriculum nas grandes provas de ciclismo internacional! Porquê? A explicar numa próxima edição.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Natal 2017: Do comando para o volante

Fruto do crescimento exponencial dos múltiplos jogos para as diferentes plataformas em que se consegue, com um realismo cada vez mais impressionante, estar ao volante dos mais diferentes automóveis e motos, nas mais diversas realidades – cidades, pistas, rampas e circuitos – parecendo mesmo que estamos ao volante de exemplares verdadeiros, há sempre aquele desejo secreto do tipo “ahhhhhh… quem me dera ter um destes!!!” Pois apresse-se e fale com o Pai Natal pois a Nissan tem uma proposta a fazer-lhe, decorrente de uma iniciativa conjunta que tem vindo a realizar com a PlayStation!

Chama-se “Torneio Nissan Juke GT Sport PlayStation” e está a decorrer desde 12 de Novembro, sendo uma competição online aberta a pilotos virtuais de Portugal e Espanha. Competem entre si pela vitória neste evento na plataforma da marca mas também por um muito apetecível prémio adicional para o vencedor absoluto: um Juke em Edição Especial “Gran Turismo™ Sport”.
À fase online que decorreu no portal oficial da Liga PlayStation seguiu-se outra presencial no stand da marca no “Lisboa Games Week”, evento dedicado aos jogos e tecnologias que decorreu na FIL em meados de Novembro. Seguiram-se várias eliminatórias ao vivo nos Concessionários da Nissan de Lisboa, Madrid e Barcelona, onde se apuraram aqueles que, já neste final de semana (de 15 a 17 de Dezembro), vão disputar em Madrid a Grande Final, durante a “Gamergy”.

“Okok… mas eu também quero um para este Natal!!!” Não desespere! É só ler o que vem a seguir e arranjar algum espaço adicional junto à sua árvore ou, eventualmente, transferir a dita para a garagem, jardim ou enfeitar uma na rua onde mora, caso não possa ter essas mordomias.

Uma Edição Especial com um extra inédito
É muito comum que as “Edições Especiais” de um automóvel terem um conjunto de elementos específicos que os destacam face às versões mais normais, digamos. Associados a eventos em que uma ou mais marcas estão directamente envolvidas ou então como patrocinadoras, aqueles exemplares – invariavelmente limitados em número de unidades – também surgem com cores, jantes e interiores diferenciados, sublinhados com logótipos dedicados, permitindo a quem os compre ter um automóvel (quase) único.


É o caso deste novo Nissan Juke GT Sport PlayStation, à venda nos Concessionários da marca japonesa, sendo apenas 500 os exemplares disponíveis, nos dois mercados, devidamente certificados através de uma placa numerada. 
Combinando a imagem irreverente deste crossover com o espírito desportivo da saga Gran Turismo™ daquela plataforma, pode ser encomendado numa de três cores – Ink Blue, Pearl White e Magnetic Red – e conta com o motor 1.2 DIG-T de 115 cv, aumentando-se o habitual nível de equipamento N-Connecta com os elementos de personalização exterior pretos, incluindo aas jantes de liga leve de 18 polegadas, em conjunto com detalhes interiores exclusivos GT Sport Playstation (tapetes, porta-chaves, protecção de embaladeira, etc), mais o badge exclusivo “GT Sport”.


O que já não é muito hábito é o extra adicional que esta unidade traz consigo: uma consola PlayStation 4 e o jogo Gran Turismo Sport! É isso mesmo: depois de o conduzir na consola lá de casa, decerto que apetecerá sair para a rua e aplicar os conhecimentos entretanto adquiridos, se bem que haja sempre que ter em conta o cumprimento do Código da Estrada, pois, infelizmente, por mais que a Realidade Virtual nos esteja a conquistar, a Realidade da Vida é (ainda) muito diferente da vivida nesse espaço de abstracção.
Uma nota final para dizer que este Nissan Juke GT Sport PlayStation está disponível nos Concessionários Nissan com PVP recomendado de € 18.100, valor que, segundo a marca, inclui a campanha em vigor e o custo da pintura metalizada. E que para Portugal só há 100, ou havia, inicialmente…
Imagens: Nissan e PlayStation

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

O mundo secreto dos shoppings

Não é que a mim me tire o sono, pois tenho uma relação bastante complicada com os shoppings, mas já alguma vez pensou no que é que acontece dentro dessas grandes superfícies comerciais quando fecham as suas portas ao público no final do dia? Claro que há sempre quem lá fique a trabalhar, como os Seguranças ou os que têm de tratar dos stocks e das reposições de materiais das lojas, para que tudo esteja a postos no dia seguinte, aquando de nova abertura de portas. Mas... e mais?
Sim, esse mundo que os portugueses tanto gostam de encher, chova ou faça sol, tem, por vezes e em alguns locais, diversas actividades nocturnas mais - digamos - alternativas, já quando os comuns mortais estão prestes a cair nas suas caminhas. Não chega a tanto como no filme “À Noite no Museu”, mas quase…!
Um dos exemplos mais recentes aconteceu em Inglaterra, no Westfield London, espaço comercial de luxo em Sheperd’s Bush, pelas mãos da DS Automobiles, marca francesa que ali colocou um dos seus automóveis a acelerar pelos corredores, repletos de lojas e outlets. Mas não foi um modelo qualquer pois uma das condições que os responsáveis do shopping colocaram foi de que, de modo nenhum o certificado ambiente do dito se poderia ver poluído com gases ou cheiro a combustíveis fósseis (factores exclusivos do seu parque de estacionamento).


Dando uma outra dimensão ao conceito de compras noturnas, a marca ali fez acelerar um DS E-TENSE, um estudo 100% elétrico desenvolvido com vista a um futuro e tecnologicamente avançado/recheado automóvel da categoria GT. Conduzido por Sam Bird, piloto da DS Virgin Racing no Mundial de Fórmula E (tema a que me referi há dias), o silencioso e 100% limpo de emissões poluentes E-TENSE passou rentinho a algumas das montras do piso térreo, entre as quais as da DS Urban Store, loja de excelência da marca francesa. Mas fê-lo tão depressa que nem deu, sequer, para olhar e ver as eventuais promoções!

Esta acção realizou-se no âmbito da realização de um filme promocional da marca, a que se juntou outro dos seus outros futuros activos, o SUV de luxo DS 7 CROSSBACK que chegará em breve ao mercado. Quanto ao vistoso E-TENSE, este - ainda - estudo de linhas fluídas e um estilo único junta a tecnologia de ponta ao design avant-garde com que a DS quer vingar no mundo automóvel. Expressão máxima do savoir-faire francês, recorre, entre outros, a revestimentos interiores de qualidade superior, a uma carroçaria num tom metalizado Verde Ametrine exclusivo e ópticas dianteiras LED VISION, que trabalham como se estivéssemos de lupa em riste a apreciar uma jóia ou pedra preciosa. São 4,72 metros de comprimento que desenvolvem 402 cv de potência mas que, fruto da motorização 100% eléctrica e, por isso limpa, é um modelo limpinho, com emissões zero.

Toda uma nova dimensão da excelência do luxo
Se por cá os shoppings se compõem, na sua grande maioria, de lojas com conteúdos e preços mais ou menos acessíveis ao comum cidadão – a excepção poderá ser, talvez, o Amoreiras Shopping Center, que se coloca num patamar acima da média deste tipo de comércio – já em Inglaterra, o Westfield London é visto como o portento de excelência neste domínio.
Imagem: Westfield London

A diferenciação é tal que conta com uma Luxury Village, área composta por 35 lojas high-end das mais reputadas marcas de diferentes indústrias, do calçado à moda, da tecnologia a itens mais práticos. É ali que os visitantes podem encontrar aquela que é a primeira DS Urban Store, o novo conceito de boutique da DS e que opera em ambiente digital.
Acrescente-se que o Westfield London é parte de uma rede com sede em Sidney (Austrália) e apenas 6 infraestruturas em todo o mundo, sendo as restantes as americanas de Los Angeles, San Francisco e Nova Iorque, mais uma italiana, em Milão. Sobre esta acção em particular, Paul Buttigieg, Director de Operações do espaço britânico, declarou: “Gostamos sempre de ir pouco mais longe quando é preciso ajudar os nossos parceiros a criar conteúdos inovadores, capazes de chamar a atenção e fomentar as vendas. Dar luz verde a um dos melhores pilotos do mundo para dar uma volta no interior de um dos nossos centros foi realmente uma estreia, mas o facto de termos criado uma relação tão positiva com a DS Automobiles nos últimos anos fez com que fosse possível ajudá-los a conceber um momento de grande destaque e projeção, de forma a assinalar a estreia do DS E-TENSE no Reino Unido.” Veja aqui o behind the scenes.
Imagens: DS Automobiles

Por cá, ainda longe desse aparato mas num crescendo qualidade e renovação, vemos os nossos espaços comerciais invadidos por um público igualmente diferenciado, todos os dias e como se não houvesse amanhã – e preparem-se que o Natal já não está longe!!! – registando-se os habituais atropelos, mesmo que o tempo, muitas vezes, até convide a outro tipo de escapadinhas. Mas não, giro giro é irmos todos para o shopping, de preferência muitos ao mesmo tempo, ali pela hora de almoço! Pois… tirando o pós-jantar – a única altura em que não me sinto em ambiente claustrofóbico – não contem muito comigo.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
PS: Ainda me hão-de explicar como é que muitos parques de estacionamento conseguem estar tão cheios nas ditas horas laborais! 
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

WWCOTY: A visão feminina das necessidades

“Se não os podes integrar, junta-te a elas!” ou “Aqui homem não entra!”. Poderia ser um dos dois lemas do painel de juradas do Women’sWorld Car of the Year 2017, iniciativa que nos últimos anos se tem demarcado do sexo oposto, num sector ainda vincadamente masculino, passando a avaliar, por si próprias e com outra visão das necessidades, as melhores propostas do mercado. Afinal, também se diz que “a última palavra na escolha de um automóvel novo é das mulheres”!

Basta atentar nas listas de jurados dos principais galardões internacionais do sector auto e verificar-se que os eles ultrapassam, em muito, as elas: são apenas 4 as representantes femininas nos “World Car Awards”, num painel que compreende nada menos do que 82 jurados, são também 4 as juradas do “Car of the Year” europeu, onde votam 60 especialistas, e apenas 1 no “International Van of the Year”, num painel de 24 jurados. Em semelhante iniciativa na América do Norte são 57 os jurados, dos quais apenas 7 são senhoras. Elucidativo!
Em face desta indesmentível realidade, são elas quem fecha o ano com a atribuição do derradeiro grande galardão automóvel de 2017, àqueles que consideraram como sendo os melhores da actualidade. Uma particularidade nesta 8ª edição é o facto de haver, pela primeira vez na história da iniciativa, uma jurada lusa entre as 25 votantes, que representam 20 países dos quatro cantos do planeta. Chama-se Carla Ribeiro e, por cá, espelha as suas opiniões em publicações diversas, do jornal diário ‘Público’ às revistas especializadas Carros & Motores’ e Todo Terreno’, para além de conteúdos para o portal de cotação automóvel ‘Kelly Blue Book’. Também integra o júri do “Carro do Ano” nacional, processo de avaliações em que está, neste momento, envolvida. Ah sim, é a única representante feminina no dito!

“Um prémio para os melhores automóveis escolhidos exclusivamente por e para mulheres pode, à primeira vista, parecer estranho ou até mesmo sexista. Mas, note-se que vivemos num mundo em que ainda é vedado a alguém o direito de conduzir por simplesmente ser mulher. E quando se começa a pensar nisso, percebemos a utilidade de um galardão deste género”, começa por dizer ao Trendy Wheels.
Apaixonada por automóveis e tudo o que os envolve desde que se recorda, Carla Ribeiro reforça que, “para além do mais, os estudos mostram, claramente, que homens e mulheres têm uma diferente visão do automóvel, quer enquanto objecto utilitário, quer de prazer. A partir daí e tendo em conta a baixa representatividade feminina nos prémios do sector a nível global, assim como o facto de a venda de 3 em cada 4 automóveis ser feita ou por uma mulher ou a partir da decisão desta – dou como exemplo os carros de família – a criação de um prémio destes fazer faz ainda mais sentido. E, se em determinados países a presença de mulheres no jornalismo automóvel é o mais banal possível, noutros permanece uma área tabu, uma espécie de ‘Clube do Bolinha’ em que menina não entra.”

Profissional que não só avalia as novidades de produto que são lançadas no nosso país (e não só), como também cobre diferentes eventos motorizados, Carla Ribeiro considera o facto de fazer parte desta iniciativa “enriquecedor a nível pessoal mas, também, em termos profissionais pois traz consigo um acréscimo de responsabilidade no sentido de manter o espírito crítico pautado pelo rigor. Isto para além dos conhecimentos que integrar um painel do género nos traz — algumas de nós fomos em Junho a Inglaterra, para entregar o prémio de 2016 à Jaguar, sendo um privilégio poder ter contacto com os quatro cantos do mundo e perceber realidades tão distintas quanto as da Índia ou da África do Sul — pelo que a inclusão de Portugal nesta avaliação mundial não deixa de ser representativa do potencial do nosso pequeno mercado”.

... e elas preferem o Hyundai IONIQ
Bom… e, assim sendo, eis que são anunciados os últimos vencedores do presente ano, neste processo dos destaques entre os melhores, em que o Hyundai IONIQ surge à cabeça desta apreciação feminina, nomeado como o “Vencedor Supremo” - uma denominação um quanto ou tanto peculiar - nesta contagem: “Seguro, confiável, amigo do ambiente e extremamente feminino. Foi, este ano, um claro vencedor, considerando-se todas as suas três variantes – EV, Hybrid e PHEV Plug-in Hybrid – como um único modelo em termos de votações”, refere a organização, pela voz da neozelandesa Sandy Myhre, Presidente do Júri e, também ela jurada, enaltecendo-se o facto de, adicionalmente, ter ganho a categoria de “Green Car“.

Os vencedores dos restantes grupos deste “WWCOTY 2017” foram o Mazda CX-5 nos “Familiares”, modelo que foi ainda vice à geral e também no cada vez mais popular segmento dos “SUV/Crossovers”, categoria aqui ganha pelo Peugeot 3008, ele que é o actual detentor dos ceptros de “Carro do Ano 2017” nacional e europeu, em termos absolutos. Adicionalmente, se o Ford Fiesta conquistou o troféu “Budget Car”, reservado aos modelos mais acessíveis à bolsa, em contraponto, o BMW Série 5 venceu o segmento “Luxo”. Entre os “Desportivos” destacou-se o Honda Civic Type R.
Adicionalmente é pedido às juradas que atribuam um prémio ao seu “Dream Car”, galardão que se destina ao modelo que gostariam de ter parado à porta de casa. A escolha recaiu, este ano, no McLaren 720S, um ano depois de terem eleito o… McLaren 570S. É caso para dizer que não são nada pobrezinhas nas escolhas!


Imagens: Women's World Car of the Year

Acrescente-se que esta avaliação interplanetária contemplou uma lista inicial de nada menos do que 420 viaturas, umas abrangentes da maioria os mercados, outras específicas de regiões mais restritas. O grupo foi, depois, alvo de uma triagem, vendo-se reduzido a 60 modelos, 10 por cada uma das 6 categorias a concurso, para após esta avaliação final, auditada por uma empresa independente, se gerarem os resultados acima.

Portugal em crescendo nos galardões internacionais
Fechada que está a contagem de 2017, não há tempo para descanso, pois para a semana serão dados a conhecer os nomes dos primeiros vencedores com o selo “2018”.

A abrir a sequência teremos, já na próxima 4ªF (dia 22 de Novembro) em Lyon, o anúncio do futuro detentor do ceptro de “International Van of the Year” (IVOTY), aqui contando-se com a votação nacional de Fausto Monteiro Grilo, responsável pelo portal ‘Comunicauto’. No mesmo dia e evento serão, também, conhecidos os nomes do “International Truck of the Year” (ITOY) e do “International Pick-up Award 2018” (IPUA), aqui sem qualquer contribuição lusa.
A 15 de Dezembro saber-se-á que modelos vencem os galardões europeus “AutoBest”, quer o prémio maior, quer os das diferentes categorias, numa iniciativa cujo painel integra José Caetano, director da revista ‘AutoFoco’.

2018 inicia-se sem qualquer influência portuguesa, com o anúncio dos vencedores dos “North American Car & Truck/Utility of the Year Awards”, tendo depois de se esperar pelo dia 5 de Março para se conhecer o “Car of the Year” (COTY) europeu, resultado do processo de votação que decorre neste momento. Quer para a definição da shortlist, grupo de 7 finalistas que será conhecida já na próxima 2ª Feira (dia 20), como para a escolha do candidato eleito, há que contar com as pontuações de Francisco Mota, jornalista que até há bem pouco tempo representou a entretanto extinta revista ‘AutoHoje’, e de Joaquim Oliveira, como correspondente, freelancer que, entre outras, colabora com a revista ‘AutoFoco’, e outras publicações internacionais. Acrescente-se que este último também é jurado dos galardões “Engine of the Year”, anunciados há uma semana e que premiaram os melhores motores do mercado.
Fruto de uma diferente calendarização, haverá depois um interregno até Junho, altura em que se atribui outro dos grandes troféus internacionais, também aqui com um jurado nacional: Guilherme Costa, um dos co-responsáveis pelo portal ‘Razão Automóvel’, dá a sua opinião nos “World Car Awards” (WCA), avaliação intercontinental que tem, assim e também, um cunho lusitano. Na mesma altura serão anunciados os “Bus & Coach of the Year”, estes dois sem nenhum nome português no painel.

Esta sequência anual irá, depois, fechar-se, uma vez mais, com o “Women’s World Car of the Year 2018”, naturalmente a realizar dentro de 12 meses, integrando renovada avaliação da Carla Ribeiro aos modelos que irão ser lançados ao longo do próximo ano.
Por cá serão, entretanto, também conhecidos o vencedor do “Essilor Carro do Ano Trofeu Volante de Cristal 2018” e os das categorias de suporte, algures entre Fevereiro e Março próximos, para além de se anunciarem os conquistadores dos múltiplos troféus atribuídos pelas diferentes editoras e revistas da especialidade, nacionais e internacionais, ou pelos próprios mercados individualmente. Ou seja, troféus não irão faltar para rechear as vitrinas das marcas!
Logótipos: Oficiais
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Suzuki Ignis: Pequena grande surpresa

Orgulhosamente só, num sector automóvel onde as alianças se fazem e desfazem mais depressa do que seria de esperar, a já centenária japonesa Suzuki Motor Corporation tem sabido ultrapassar as vicissitudes de ter que fazer quase tudo em casa. Claro que também já esteve ligada a dois gigantes da indústria – os grupos General Motors e Volkswagen – que participavam no seu capital, mas hoje prefere apostar em pontuais acordos tecnológicos, como o importante que fechou, no início do ano, com outro portento mundial, a vizinha nipónica Toyota.

Apesar de contar com modelos de maiores dimensões, é por demais reconhecida a sua aposta nos pequenos citadinos e nos micro-carros, numa fama que é exponencial no seu país natal, assente no rácio qualidade vs preço acessível. Um dos exemplos é o Suzuki Ignis 1.2 GLX SHVS 2WD, o convidado desta edição Trendy Wheels, SUV que se insere nesse lote de sucesso local e internacional, sendo um daqueles automóveis que, uma vez chegado ao pé dele, dá vontade de apreciar e explorar. É a chamada grande surpresa num formato pequeno.
É, de facto pequenino embora alto por fora, este crossover citadino de forte personalidade, mas enorme por dentro, para além de que, mesmo em termos tecnológicos, não fica a dever muito a outros pares semelhantes contra quem concorre no mercado, alguns propostos a preços bem superiores.

A começar pelos inovadores sistemas de conectividade e soluções de segurança activa, passando pelo moderno motor Dualjet de 1,2 litros, que tem associado um sistema híbrido caseiro – o SHVS (Smart Hybrid Vehicle by Suzuki) – dispositivo eléctrico que dá um kick extra ao motor a gasolina na aceleração e desaceleração, com uma muito positiva influência nos baixos consumos. Espevitadinho com os seus 90 CV, mais um shot de 4 CV extra gerados pelo SHVS, e também por ser um peso pluma de uns meros 810 quilinhos, dá-se um toque de acelerador e aí vai ele!

Irreverente ou sóbrio? Sem dúvida, o primeiro!
Assumindo um design completamente novo face aos seus antecessores com o mesmo nome, o Ignis destina-se a dois tipos de clientela: jovens encartados, com um toque de irreverência, ou people de mente mais aberta, tem as propostas em deliciosas carroçaria a três cores, com esta versão que me foi dada a testar em dois tons metalizados, em Branco Pérola a contrastar com o Preto do tejadilho, mais os detalhes em Azul Neon; já para os mais conservadores há opções mais sóbrias, até em cor única.

Foi o irreverente que me saiu na rifa que, aliás, tem bem mais a ver comigo, uma proposta que, uma vez aberta a porta, acede-se a um habitáculo surpreendentemente espaçoso, a partir do qual se vê (quase) tudo lá para fora. Até a bagageira é grandinha q.b., que nos seus 260 a 514 litros (aqui com os bancos rebatidos) permite arrumar a mais diversa tralha do nosso dia-a-dia ou viagens, como nas fotos. A flexibilidade a bordo é tal que facilmente queremos por este SUV a trabalhar e explorar a cidade ou a sua envolvente.
Pequenino como é, o Ignis cabe em todo o lado, até com a ajuda de uma câmara de visão traseira para as manobras de marcha-atrás (só não tem os pi-pis de distância, pois não há sensores), enquanto outra câmara ou, melhor dizendo, radar, identifica as marcações no piso e a distância para com o carro da frente, alertando-nos com um algo estridente “piiiiiiiiiiiiiiiii” e, também, no painel, a amarelo e vermelho, em cada um dos casos. No pára-arranca tem o opcional sistema de start/stop, tão silencioso que nem se dá por ele, e se tiver um furo ou um pneu, por qualquer outra razão, perder pressão, o sistema alerta-nos para esse facto. Por falar nisso, aqueles estão montados em jantes de 16 polegadas, estas com uma inserção “Ignis” no tal Azul Neon.

… e mais isto e mais aquilo…
Claro que esses detalhes celestes do exterior encontram eco lá dentro, da consola central, à base da caixa de 5 velocidades, saídas da ventilação e puxadores das portas, num espaço, já o disse, abundante e com toques de tecnologia, do semi-moderno painel de instrumentos, onde uma simplista animação indica para onde está a ir a energia exigida ao motor, ao sistema de conectividade inerente ao ecrã táctil de 7 polegadas para as funções de áudio, navegação, ligação ao telemóvel (Android Auto, CarPlay e Mirror Link) e outras de configuração deste pequeno grande Ignis.
Depois, este nível de equipamento GLX desta unidade integra ainda computador de bordo, bancos dianteiros aquecidos e faróis de LED, que se iluminam quando desbloqueia o carro à distância, mostrando ao seu dono um ar sorridente do tipo “sim, estou aqui à tua espera!”! Há ainda o controlo de velocidade com limitador, ar condicionado automático e até arranque sem chave, associado à abertura de portas que se pode fazer nos puxadores, só precisando de ter a dita consigo senão, nada feito!
E quanto custa isto tudo? Tendo em conta as actuais campanhas em vigor para a gama Ignis – a Suzuki oferece um desconto directo de € 1.575 e outra de financiamento de € 1.000 – o PVP deste convidado do Trendy Wheels (ainda sem as despesas administrativas, taxas e pintura metalizada) é de € 14.734.
Não deixa de ser um valor simpático para um mini-SUV, face a outras propostas à venda, mas com este recheio todo é caso para dizer que, quem o comprar vai muito bem servido. Para mais informações sobre este SUV citadino, também disponível com tracção às 4 rodas e caixa automática, aceda à página da Suzuki Auto.

Quanto a mim, claro que já tive de o devolver ao dono, mas ficou a promessa de que dentro em breve irei trazer um outro elemento da família. Qual? Há esperar para ver… perdão... ler!
Imagens: Trendy Wheels/JP e Suzuki 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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