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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Do sonho à realidade

Gosta de brincar com LEGO? É quase impossível não gostar das peças multicores da multinacional dinamarquesa mais conhecida do planeta. Então e como anda a sua veia criativa? Decerto que já alterou umas quantas estruturas originais, dando vida às suas próprias criações. Assim sendo, que tal fazer algo verdadeiramente novo e candidatar-se a que isso possa fazer parte de um futuro catálogo da marca?


É isto que se permite no portal LEGO Ideas, num processo que se divide em 4 passos: partilha da ideia, garantir apoios (10.000 no mínimo), avaliação pelos designers e pessoal do marketing da marca e, uma vez garantido o OK, a sua passagem à produção, dando ao seu autor a possibilidade de se babar de satisfação, ao ver a sua obra à venda nas lojas da especialidade e demais superfícies!
Foi essa marca dos 10.000 que Kevin Szeto, um engenheiro aeroespacial canadiano que, nas horas vagas, se dedica a outras criações, já conseguiu alcançar com o projecto “Vintage Tram 189”. Inspirado por uma viagem ao nosso país em 2015 e conquistado pelos eléctricos de Lisboa e Porto, criou o Eléctrico 22 (Carmo-Batalha), projecto agora em avaliação. Com 26,5 cm de comprimento esta recriação do eléctrico da STCP, incluindo as figuras de suporte, totaliza 664 peças.
“Entre as várias coisas fixes que encontrei quer em Lisboa, quer no Porto, destaco os eléctricos históricos. Quando regressei dediquei-me a aprender mais sobre a sua história,” refere Szeto no descritivo do seu projecto, acrescentando que “este modelo é a minha tentativa de replicar o eléctrico histórico do Porto, ao mesmo tempo que presto homenagem às cidades de todo o mundo que fizeram esforços na preservação desta história viva dos transportes em carris”.


A sua paixão pela temática é agora tal que, entretanto, desenvolveu dois outros conceitos – um eléctrico de Istambul (Turquia) e outro de S. Francisco (EUA) - que se encontram na fase de conquista de adeptos. Conheça-os aqui, entre outras criações mais ou menos imaginativas.

Outras recriações de eléctricos há no portal, como os dois exemplares de Miguel Rodrigues, do Porto, que procura alcançar os tais 10.000 votos. Se no caso do “Century Tram 189” essa votação já terminou, para o “Century Tram 373” ainda há cerca de três meses pela frente, pelo que se o quiser ajudar a ir mais longe neste sonho registe-se no portal e vote aqui.
Imagens: LEGO Ideas


LEGO com assinatura lusa
De créditos firmados no meio - decerto já ouviu falar dele, quanto mais não seja porque o rapaz andou a exibir os seus dotes vocais em alguns concursos de talentos, nacionais e internacionais - é o designer português, de seu nome Marcos Bessa, ele que, trabalhando na sede da empresa na Dinamarca, conta já com umas quantas importantes criações nos catálogos da LEGO.
Imagens: LEGO

Exemplos não faltam, como a Casa dos Simpsons ou o Castelo da Disney, passando pela Fábrica do Pai Natal, o Ghostbuster Ecto-1 ou a Aldeia Ewok da saga “Star Wars”, entre mutos outros sets, nomeadamente de super-heróis. O seu mais recentemente êxito é o Navio Fantasma ‘Silent Mary’ do filme “Os Piratas das Caraíbas”. Conheça-o abaixo, explicado na primeira pessoa.

Quem sabe se, depois disto tudo, o Trendy Wheels não @ inspira a tornar-se n@ próxim@ designer LEGO. É tudo uma questão de empenho, associado a alguma dose de sorte.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Em Prol do Planeta

É indesmentível que a electricidade está a ganhar gradualmente pontos aos combustíveis fósseis, nomeadamente ao gasóleo e gasolina que colocamos nos nossos automóveis. Também o é real, por razões e interesses vários, que as coisas estão a demorar mais tempo a chegar ao comum utilizador – nomeadamente em termos de preços – do que o necessário para a evolução tecnológica, essa sim, galopante, mas – haja esperança – já estivemos bem mais longe!

Com os olhos neste futuro mais ou menos próximo estão, entre outros, as marcas de automóveis, estabelecendo parcerias com especialistas na matéria nos mais diversos domínios. Através do seu departamento Peugeot Design Lab, a marca francesa desenvolveu, com a DRIVECO um projecto para uma estação de serviço, exclusivamente para abastecimentos de electricidade.

Combinando ecologia e tecnologia, tem uma base em madeira, integrando 88 painéis foto-voltaicos, que garantem sombra enquanto os veículos estão à carga, mais um conjunto de baterias de iões de lítio, que geram e guardam energia solar. O primeiro espaço foi inaugurado em Bastia, na ilha francesa da Córsega, estando já em execução um segundo em Ajaccio. Ambos têm capacidade para carregar até 7 veículos – carros, scooters ou bicicletas eléctricas – em simultâneo, funcionando 24 horas por dia, 7 dias por semana. Conheça o novo DRIVECO Parasol neste primeiro Vídeo Trendy Wheels da Semana:

  
Cá pelo burgo luso não se prevê tão significativo avanço a curto prazo, isto apesar do aumento de 43% nas vendas de veículos 100% eléctricos no nosso país, face aos mesmos seis meses de 2015. Somando-se estes números oficiais aos modelos de outros construtores que são importados directamente de diversos países, conclui-se que há mais particulares a ter às suas portas veículos que se carregam pela tomada. 

Se quem tem garagem vê a coisa simplificada, quem o tem de deixar na rua socorre-se dos (ainda poucos) pontos de carregamento que possam existir perto de casa mas – e principalmente – tem que contar com um pouco de mais respeito por parte dos utilizadores de carros normais, para que estes não lhes ocupem indevidamente esses espaços. Mas, infelizmente, ainda há tanta falta de educação/civismo…

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

“Vamos Apanhá-los Todos!”

Decerto que conhece a expressão que dá titulo a este texto, pois ultimamente não se fala de outra coisa e não, não tem nada a ver com corrupção, se bem que se aplicasse na perfeição a uns quantos! É o lema dos treinadores de Pokémon, popular franchise do entretenimento infantil do final dos anos '90, surgindo como uma série de desenhos animados, tema que transitou para uns quantos jogos de diferentes consolas (com especial destaque para a GameBoy). A série estreou por cá em 1999 e lembro-me bem dela, seguindo-a por vicissitudes da descendência, com cromos e cadernetas, tazos e bonequinhos, estampas e posteres, (quase) tudo andando lá por casa de rebolão, em lutas titânicas entre as várias espécies e evoluções, com as suas habilidades, pontos fortes e fracos à mistura. Ah sim, isto tudo e mais as famosas bolas brancas e vermelhas, necessárias para apanhar tão deliciosos – às vezes assustadores – bichinhos transmutados!

Imagem: GVB/Headmade
Eis que, passados 18 anos a coisa evoluiu – e de que maneira – e o eléctrico e amarelinho Pikachu & seus amigos partiram à conquista de crianças e principalmente adultos, crescidos (???) que agora mais parecem ter acordado a costela infantil, saindo para todo o lado com este brinquedo novo. O Pokémon Go!, novo jogo electrónico free-to-play, de realidade aumentada para telemóveis, leva-os a diferentes estágios de autêntica loucura, no papel de Ash e Misty, correndo para todo o lado atrás daquele especimen raro que, por cá, lhes permite completar a colecção europeia! Isto porque os bichos aparecem nos locais mais improváveis e porque há uns quantos exclusivos de uns pontos do planeta que não há noutros continentes! Se a coisa evoluir dos actuais cerca de 140 para os mais de 700 outros exemplares (sim, leu bem… são 721 neste momento), das diferentes gerações e que constam da Pokédex, a coisa promete durar mais uns tempinhos!

Imagens: Pokémon/Nintendo
Bem mais relaxante/menos viciante é outro jogo que lhe apresento hoje, claro que envolvendo rodas. Chama-se #GVBeestje e também aqui há que “apanhá-los a todos”, através de um lagarto que se alimenta de seres humanos! "Pronto... pior a emenda que o soneto!" - poder-se-á pensar! Nada disso, este é um processo bem soft, já que o bichinho tem o seu quê de simpático e os humanos nem notam que foram engolidos! O único senão é que só pode jogado nos trams (transportes públicos eléctricos) de Amesterdão, ou pelo menos enquanto não se lembrarem de importar a moda para outras cidades. Conheça-o aqui:


Trata-se de uma iniciativa do operador de transportes públicos daquela cidade holandesa, num processo desenvolvido por Daniel Disselkoen, da Headmade. Com ele pretende-se entreter as pessoas nas suas deslocações urbanas, fazendo-as largar os telemóveis a que andam agarradas maior parte das suas vidas. Para o efeito, instalaram-se estas pequenas criaturas em todos os trams da cidade. Há apenas que tapar um olho e tentar comer o maior número de transeuntes entre cada paragem! Muito cool, não é?

Já sabe, se viajar para Amesterdão, salte para um tram e vá apanhá-los todos! Afinal, os humanos são aos milhares, de diferentes tamanhos e raças, pelo que o crocodilo terá um menu bastante variado! Boas viagens e boas férias, consoante os casos!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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sexta-feira, 8 de abril de 2016

O “Azulinho de Lisboa”

O “Amarelinho de Lisboa” que se ponha a pau pois não tarda nada começará a ter concorrência de um certo “Azulinho” que quer acabar com a sua centenária hegemonia eléctrica na capital portuguesa. A coisa só não é assim tão linear porque os famosos eléctricos da Carris, de estrutura maioritariamente amarela (apesar da publicidade que os embrulha), ainda conseguem transportar bastante mais passageiros do que a nova proposta, também de corrente eléctrica, da Renault!


Chama-se Renault ZOE e quer, ainda assim, deixar bem vincado o seu propósito, tendo assumido ao longo de 3 dias – o último é hoje (6ª Feira) – o papel de um dos meios de transporte ex-líbris da capital, circulando num percurso desenhado entre o Príncipe Real e a Estrela, onde há muito se deixaram de ver eléctricos a passar. A bordo segue um guarda-freio que o conduz no traçado que passa pelo Miradouro de São Pedro de Alcântara descendo a Rua da Misericórdia rumo ao Chiado. Aí chegado toma a direita no Largo de Camões, descendo a Calçada do Combro até S. Bento, para depois subir a Calçada da Estrela, dando-se por finda a viagem frente à Basílica do mesmo nome.


Trata-se de uma viagem num eléctrico diferente em parte da Baixa de Lisboa que ficará, decerto, na memória de todos os que já tiveram - ou ainda vão ter - a oportunidade de a fazer a bordo deste novo “Azulinho de Lisboa”. É uma das mais interessantes rotas turísticas da cidade e nem obriga à compra de bilhete! Sim, é de borla, pois até se dispensou o pica e tudo! 

Apenas tem que se deslocar até ao Largo do Príncipe Real onde, até às 18h00 de hoje, está montada a Paragem Principal desta acção, replicada em vários pontos de passagem intermédios, sendo inspiradas nas dos icónicos eléctricos que, desde 1901, servem a capital.



“Com esta iniciativa, a Renault Portugal pretende, não apenas proporcionar a experiência da mobilidade zero emissões, mas, sobretudo, sensibilizar a população para o contributo que os automóveis elétricos têm na melhoria da qualidade de vida das cidades,” refere o Gabinete de Comunicação da marca francesa.

O Renault ZOE em resumo
100% eléctrico e, por isso, com zero emissões poluentes, o Renault ZOE pode percorrer 240 quilómetros com uma única carga, tendo esta um custo energético na ordem dos 1,2 euros por cada 100 quilómetros. A parte técnica engloba um motor de 65 Kw (88 cv), com 220 Nm de força, que o acelera dos 0 aos 50 km/h em... 4 segundos! Apesar de ser uma das mais pequeninas propostas do mercado, tem uma habitabilidade semelhante à de um maior Clio, oferecendo um habitáculo espaçoso e confortável, nele se destacam os equipamentos tecnológicos que caracterizam os actuais modelos da marca francesa.

Disponível em três níveis de equipamento – Life, Zen e Intens – o ZOE está isento do famigerado ISV, sendo proposto a preços a partir dos 21.650 euros, montante a que se deverá somar uma renda mensal de aluguer das baterias, definida em função da quilometragem ou da duração do contrato. Esse valor inicia-se nos 79 euros por mês para 12.500 km e 36 meses de contrato, havendo diferentes opções em função das necessidades de cada um. Caso tenha ficado interessado, simule-as aqui.

O quê? Ainda está aí a ler-me? Despache-se!!! Arranje uns minutinhos no seu dia e aproveite a viagem. Tem é só até ao final da tarde para apanhar este novo “Azulinho de Lisboa”!


 
Fotos: Renault/New Agency (Oficiais)

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

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quarta-feira, 16 de março de 2016

Igualzinho Ao Do Meu Papá!

Não é rara a criança que gosta de imitar os pais nos pequenos nadas - roupa, preferências musicais, algumas atitudes - inerentes à educação que lhe é dada. Entre outras, esta última já tem umas pinceladas em tons de "verde”, nomeadamente em termos de mobilidade, dado o crescente número de aderentes aos automóveis eléctricos.

Uma das marcas mais activas na implementação dessa mobilidade eléctrica é a Tesla, embora tenha uma gama de modelos que, infelizmente, não é acessível a todas as carteiras. Tem-nos, também, em diferentes tamanhos, a razão do título deste Vídeo Trendy Wheels da Semana:


Mas… e preços? Pois… o grande Tesla Model S “do papá” custa, por cá, entre os 65.000 e os 98.000 euros, dependendo das especificações, mais as despesas de legalização no nosso país, numa proposta eléctrica que passou a ter agora umas bem mais diminutas benesses do Estado, fruto da cada vez mais depauperada “Fiscalidade Verde”, que o presente orçamento do dito delapidou substancialmente.

Já a versão “mini” para o/a filhote/a poderá custar… apenas 500 dólares (preço para os EUA). Acrescem uns pozinhos se quiser personalizar a matrícula, ou adquirir uns extras (baterias melhores, cobertura em pano, etc). 

Clique no link da Radio Flyer para saber mais ou, quem sabe, encomendar um para que o seu petiz possa dizer, com um indisfarçável orgulho: “Eu também tenho um Tesla, igualzinho ao do meu papá!”

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

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