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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

O mundo secreto dos shoppings

Não é que a mim me tire o sono, pois tenho uma relação bastante complicada com os shoppings, mas já alguma vez pensou no que é que acontece dentro dessas grandes superfícies comerciais quando fecham as suas portas ao público no final do dia? Claro que há sempre quem lá fique a trabalhar, como os Seguranças ou os que têm de tratar dos stocks e das reposições de materiais das lojas, para que tudo esteja a postos no dia seguinte, aquando de nova abertura de portas. Mas... e mais?
Sim, esse mundo que os portugueses tanto gostam de encher, chova ou faça sol, tem, por vezes e em alguns locais, diversas actividades nocturnas mais - digamos - alternativas, já quando os comuns mortais estão prestes a cair nas suas caminhas. Não chega a tanto como no filme “À Noite no Museu”, mas quase…!
Um dos exemplos mais recentes aconteceu em Inglaterra, no Westfield London, espaço comercial de luxo em Sheperd’s Bush, pelas mãos da DS Automobiles, marca francesa que ali colocou um dos seus automóveis a acelerar pelos corredores, repletos de lojas e outlets. Mas não foi um modelo qualquer pois uma das condições que os responsáveis do shopping colocaram foi de que, de modo nenhum o certificado ambiente do dito se poderia ver poluído com gases ou cheiro a combustíveis fósseis (factores exclusivos do seu parque de estacionamento).


Dando uma outra dimensão ao conceito de compras noturnas, a marca ali fez acelerar um DS E-TENSE, um estudo 100% elétrico desenvolvido com vista a um futuro e tecnologicamente avançado/recheado automóvel da categoria GT. Conduzido por Sam Bird, piloto da DS Virgin Racing no Mundial de Fórmula E (tema a que me referi há dias), o silencioso e 100% limpo de emissões poluentes E-TENSE passou rentinho a algumas das montras do piso térreo, entre as quais as da DS Urban Store, loja de excelência da marca francesa. Mas fê-lo tão depressa que nem deu, sequer, para olhar e ver as eventuais promoções!

Esta acção realizou-se no âmbito da realização de um filme promocional da marca, a que se juntou outro dos seus outros futuros activos, o SUV de luxo DS 7 CROSSBACK que chegará em breve ao mercado. Quanto ao vistoso E-TENSE, este - ainda - estudo de linhas fluídas e um estilo único junta a tecnologia de ponta ao design avant-garde com que a DS quer vingar no mundo automóvel. Expressão máxima do savoir-faire francês, recorre, entre outros, a revestimentos interiores de qualidade superior, a uma carroçaria num tom metalizado Verde Ametrine exclusivo e ópticas dianteiras LED VISION, que trabalham como se estivéssemos de lupa em riste a apreciar uma jóia ou pedra preciosa. São 4,72 metros de comprimento que desenvolvem 402 cv de potência mas que, fruto da motorização 100% eléctrica e, por isso limpa, é um modelo limpinho, com emissões zero.

Toda uma nova dimensão da excelência do luxo
Se por cá os shoppings se compõem, na sua grande maioria, de lojas com conteúdos e preços mais ou menos acessíveis ao comum cidadão – a excepção poderá ser, talvez, o Amoreiras Shopping Center, que se coloca num patamar acima da média deste tipo de comércio – já em Inglaterra, o Westfield London é visto como o portento de excelência neste domínio.
Imagem: Westfield London

A diferenciação é tal que conta com uma Luxury Village, área composta por 35 lojas high-end das mais reputadas marcas de diferentes indústrias, do calçado à moda, da tecnologia a itens mais práticos. É ali que os visitantes podem encontrar aquela que é a primeira DS Urban Store, o novo conceito de boutique da DS e que opera em ambiente digital.
Acrescente-se que o Westfield London é parte de uma rede com sede em Sidney (Austrália) e apenas 6 infraestruturas em todo o mundo, sendo as restantes as americanas de Los Angeles, San Francisco e Nova Iorque, mais uma italiana, em Milão. Sobre esta acção em particular, Paul Buttigieg, Director de Operações do espaço britânico, declarou: “Gostamos sempre de ir pouco mais longe quando é preciso ajudar os nossos parceiros a criar conteúdos inovadores, capazes de chamar a atenção e fomentar as vendas. Dar luz verde a um dos melhores pilotos do mundo para dar uma volta no interior de um dos nossos centros foi realmente uma estreia, mas o facto de termos criado uma relação tão positiva com a DS Automobiles nos últimos anos fez com que fosse possível ajudá-los a conceber um momento de grande destaque e projeção, de forma a assinalar a estreia do DS E-TENSE no Reino Unido.” Veja aqui o behind the scenes.
Imagens: DS Automobiles

Por cá, ainda longe desse aparato mas num crescendo qualidade e renovação, vemos os nossos espaços comerciais invadidos por um público igualmente diferenciado, todos os dias e como se não houvesse amanhã – e preparem-se que o Natal já não está longe!!! – registando-se os habituais atropelos, mesmo que o tempo, muitas vezes, até convide a outro tipo de escapadinhas. Mas não, giro giro é irmos todos para o shopping, de preferência muitos ao mesmo tempo, ali pela hora de almoço! Pois… tirando o pós-jantar – a única altura em que não me sinto em ambiente claustrofóbico – não contem muito comigo.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
PS: Ainda me hão-de explicar como é que muitos parques de estacionamento conseguem estar tão cheios nas ditas horas laborais! 
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Electricidade III: Silêncio! A corrida verde vai começar...

Corridas de automóveis eléctricos, uma realidade que, não há muitos anos, só se presenciava nas pistas de Scalextric que a rapaziada montava na sala, nos carros telecomandados, nos jogos das múltiplas plataformas ou em filmes de cunho mais futurista. Só que, fruto da real evolução do conceito, a coisa foi ganhando, gradual e silenciosamente, bastante velocidade, com base no investimento dos construtores que apostam nas tais soluções eléctricas e/ou híbridas, tema a que me referi na passada edição do Trendy Wheels.
Imagem: Fórmula E

O conceito que temos hoje como mais tradicional das corridas, assente nos tradicionais cheiros dos diferentes combustíveis nas boxes dos circuitos, bem como os sonoros roncos dos motores, irá, assim dar lugar a soluções mais amigas do ambiente e a suaves silvos dos blocos de baterias de emissões zero, tudo porque a electricidade já se propaga – com bastante substância e tecnologia associada, diga-se! – ao desporto motorizado internacional, mexendo no há muito instituído. 
Em tempos vista como inatingível, quais deuses do Olimpo ou pináculo da tecnologia automóvela todo-poderosa Fórmula 1 tem-se visto, ao longo dos últimos três anos, seriamente ameaçada pela chegada – e gradual sucesso e visibilidade – do Campeonato FIA de Fórmula E que até faz disputar os seus ePrix - acrónimo para "electric Grand Prix" - bem no centro das grandes cidades. Algumas até já foram palcos de Grandes Prémios de F1 e aonde esta desejaria regressar, objectivo hoje de impossível concretização por razões ambientais, de poluição atmosférica e sonora, apenas se mantendo no activo o GP do Mónaco, desenhado nas ruas e avenidas da icónica capital deste Principado, por uma simples razão: dólares!
Com essa leva de pessoas aos ePrix desenhados nos centros das urbes do planeta - infelizmente ainda nenhuma delas por cá - tem sido gradual e sustentado o sucesso da Fórmula E, até porque também não se obriga os espectadores a deslocações até pistas mais fora de mão. Tanto que são cada vez mais as marcas presentes na série, abandonando anos de presença na F1 e noutras modalidades. Uma delas é a distinta Jaguar, marca de luxo de origem britânica que para esta nova temporada de 2017/18 fez um reforço significativo de investimento na série, onde participa com o seu próprio monolugar, mas este ano estreando o i-Pace eTROPHY, um novo troféu monomarca 100% eléctrico, com base no seu modelo i-Pace, como programa de apoio aos diferentes ePrix.
Imagens: Jaguar

Fórmula E, Temporada 4
Pergunta para queijinho: quem irá bater o, até agora, invencível Renault e.dams Formula E Team? É esta uma das questões à entrada da nova temporada da Fórmula E, pois foi esta associação francesa que conquistou os troféus de equipas das três anteriores edições, somando-se outro de pilotos em 2015/16, um domínio assinalável nesta nova realidade das corridas de monolugares... eléctricos!
Imagem: Renault

Campeonato que, ao contrário dos demais, se inicia num ano para terminar no seguinte, esta edição 2017/18 até já arrancou, pelo menos nos bastidores, com as habituais novidades em termos de movimentações de pilotos e de equipas. Teremos 20 carros em pista, dois por cada uma das 10 formações que partem ao assalto dos dois novos títulos (Pilotos e Equipas). Estes monolugares são 100% eléctricos e de chassis e pneus idênticos, sendo dois por piloto e por corrida, pois se na F1 as corridas envolvem trocas de pneus, na Fórmula E troca-se... de carro! A operação é feita sensivelmente a meio das corridas, altura em que as baterias terão esgotado a quase totalidade da sua carga útil, uma particularidade em que se está a trabalhar para que, a curto/médio prazo, deixe de acontecer, face à maior autonomia das futuras baterias, passando a permitir cumprir-se a totalidade de um ePrix. Uma coisa é certa: manter-se-á sempre como pedra-chave desta competição a correcta gestão da energia por cada piloto, de modo a não se ficar sem combustível... perdão, sem electricidade!
Vendo a Fórmula E como o veículo por excelência para promover as suas gamas eléctricas, híbridas e plug-in, regista-se, como adiantei acima, um crescente envolvimento directo das marcas automóveis, sendo que na temporada que está prestes a iniciar-se são 4 os construtores oficialmente inscritos – Audi, DS, Jaguar e Renault – mais a BMW a fazer uma época de transição como parceira da equipa norte-americana Andretti, para assumir em pleno as rédeas do projecto em 2018/19.
Somem-se as (ainda) quase desconhecidas marcas chinesas Faraday, NIO e Techeetah, a monegasca Venturi e a indiana Mahindra e teremos 20 monolugares verdes a rechear as grelhas de partida e a dar espectáculo em pista. Não acredita? Então veja o vídeo no final deste texto). 
Imagens: Fórmula E
Imagens: BMW, Mercedes-Benz




A febre do ambiente
A demonstrar que esta febre ambiental está a alastrar e a mostrar-se cada vez mais importante para as contas do sector automóvel, confirmou-se, entretanto, a chegada dentro de duas épocas (em 2019/20) das eternas rivais alemãs Mercedes-Benz Porschedesertando de outros campeonatos baseados em combustíveis fósseis, onde estiveram por largos anos e onde acumularam, em conjunto, centenas de troféus e títulos. Na anterior (2018/19) entrará em cena Nissan, tomando o lugar da meia-irmã Renault (que passará a dedicar-se em exclusivo à F1), algo visto como natural, dado o posicionamento diferenciado de ambas e também porque pelo facto de pertencerem ao mesmo grupo industrial, seria inviável e indesejável o seu confronto directo. Ou seja, a presente época apresenta-se como a hipótese de ouro para que os franceses alcancem um poker de títulos!
Outra sensação desta 4ª época da Fórmula E, que está prestes a iniciar-se, é o anunciado regresso da Suíça ao desporto automóvel internacional, país que há mais de 60 anos baniu as grandes competições dentro das suas fronteiras, curiosamente devido ao muito trágico acidente ocorrido na vizinha França, nas 24 Horas de Le Mans de 1955. Findo esse luto motorizado e fruto do conteúdo verde desta competição 100% eléctrica, será Zurique a cidade que irá ter ePrix no centro da cidade, a realizar a 10 de Junho próximo.
Mas os suíços não serão os únicos a testemunhar a modalidade pela primeira vez no seu país, pois também chilenos, brasileiros e italianos terão os seus primeiros ePrix verdes de sempre, respectivamente nas cidades de Santiago do Chile, S. Paulo e Roma. Arrancando a 2 de Dezembro em Hong Kong (China), logo com uma jornada dupla, nesta temporada de 2017/18 repetem-se, ainda, os circuitos citadinos de Marraquexe, Cidade do México, Paris, Berlim e Nova Iorque (duas corridas), num ciclo de 14 ePrix que terminará em Montreal, em Julho, igualmente num fim-de-semana com dois eventos.
Imagens: Fórmula E


Saiba tudo aqui sobre uma modalidade com que até pode interagir directamente, oferecendo bónus de energia ao(s) seu(s) piloto(s) favorito(s), processo feito através de uma plataforma própria, recorrendo ao hashtag #fanboost. Alerto que até há um português - António Félix da Costa (imagem acima) - neste campeonato, como piloto oficial da BMW, pelo que toca a puxar pelas cores lusas!
Entretanto, se quiser um cheirinho do que sucedeu nos primeiros 3 anos de vida deste Campeonato de Fórmula E, basta apreciar o seguinte conjunto de imagens:

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Adrenalina no Grande Ecrã

Hoje vamos ao cinema, ou melhor dizendo, o Trendy Wheels traz-lhe 5 sugestões sobre rodas para ver no Grande Ecrã. São propostas para diferentes gostos, de desenhos animados a ficção mais ou menos científica, mas com muita acção, muitos cavalos e velocidades estonteantes à mistura, num pacote de distracção para diferentes idades.


Baby Driver - Alta Velocidade
Comecemos por Baby, um jovem com fantásticos dotes para a condução e inseparável da batida da sua música no seu peculiar emprego: condutor de serviço em fugas de assaltos. Uma história que envolve – claro – uma paixão por uma miúda, a qual leva o personagem interpretado por Ansel Elgort a equacionar o seu futuro, mesmo que os chefes da coisa não queiram prescindir deste precioso aliado. 

Se o Subaru Impreza WRX e outras máquinas lhe alimentam a adrenalina ao longo do filme, é a personagem interpretada por Lily James quem lhe faz acelerar o coração, mesmo contra a vontade o Chefão (Kevin Spacey), num filme em que também entram Jamie Foxx e John Hamm. Estreou ontem, dia 3 de Agosto.

Valerian e a Cidade dos 1000 Planetas
Passando-se num futuro algo distante – lá para o Século XXVIII – o conceito automóvel com rodas que conhecemos é coisa esquecida, mas pelo facto de a Lexus patrocinar este título, contribuindo com a nave SKYJET SJ 1800 (ver mais pormenores em “Um veículo para o ano2740”) pode incluir-se nestas sugestões.
Imagem: Lexus 

Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne) são o casalinho maravilha, agentes que viajam até Alpha, metrópole de múltiplas espécies que em tempos orbitou a Terra mas que, dado o seu crescendo, teve de ser largada a vaguear pelo espaço. Há algo de anormal por lá e eles têm de descobrir o quê e resolver a coisa, num mundo virtual/real em que até Rihanna – no papel da sensualíssima Bubble - tem (mais) uma fantástica performance.

Já o vi em 2D, a 27 Julho (dia da estreia e a convite da marca - obrigado Lexus)  mas dado o grafismo visualmente espectacular desta proposta de Luc Besson, baseada na banda desenhada com o mesmo nome, aconselho que se assista nas variantes 3D ou mesmo na mais recente tecnologia 4DX, decerto merecendo os euros extra que nos cobram.

Carros 3
Foi já há 11 anos – impressionante!!! – que se viu, pela primeira vez, este pequeno no Grande Ecrã. Herói dos peculiares habitantes com rodas de Radiator Springs e multi-campeão da Taça Pistão, Faísca McQueen vê-se neste terceiro filme da saga surpreendido por uma nova geração de adversários, extremamente rápidos, espelhados no arrogante Jackson Storm. 

Um grave acidente e a consequente depressão quase o afastam das pistas, mas inspirado pelo fabuloso Hudson Hornet e com o treino da sensual Cruz Ramirez, o Nº 95 mostra que não está acabado, testando a sua coragem na maior corrida da Taça Pistão. Estreou a 20 de Julho na versão original, com Owen Wilson a dar voz ao protagonista, ou na dobrada, com Pedro Granger, Ana Catarina Afonso e José Raposo à cabeça de um elenco que conta com outras vozes de conceituados pilotos nacionais, como Joana Lemos, Tiago Monteiro e Elisabete Jacinto. Pode também vê-lo em 3D.

Overdrive – Os Profissionais
É deveras educacional esta edição Trendy Wheels, hoje só com boas ideias de potenciais profissões neste Portugal à beira-mar plantado. Se o Baby ensina como fugir de assaltos, na vertente de roubo de carros de colecção são Andrew e Garrett os heróis a seguir! Dois irmãos, com uma inteligência e destreza fora do comum, contribuem para uma maior rotação de automóveis de sonho, limpando os seus anteriores donos de tão pesado fardo, ganhando uns cobres pelo caminho.

Filme ideal para petrolheads e amantes de superdesportivos, pois de um Bugatti de 1937 a um Ferrari 250 GTO de 1962 há um pouco de tudo. Scott Eastwood, que até é filho do monstro do cinema Clint Eastwood, e Freddie Thorp são os manos, Gaia Weiss e Ana de Armas as miúdas de serviço, e Simon Abkarian e Clemens Schick os mauzões da fita. Estreou no final de Junho, pelo que despache-se a ir buscar pipocas e demais coisas que fazem bué barulho quando estamos no escurinho no cinema. Com tanta aceleração dificilmente se ouve o crunch crunch constante.

Transformers – O Último Cavaleiro
Se o filme acima já é antigo qb, este tem uma semana extra, pelo que despache-se! É o 5º episódio da saga de acção e efeitos especiais Transformers – viaturas mais ou menos reais com avançados dotes de máquinas bélicas, que tão depressa estão no grupo dos bons como no dos maus - colocando os humanos quase subjugados pelas máquinasOptimus Prime é o líder dos pacíficos Autobots, que até são nossos amigos, tendo neste filme duas missões: saber de onde vem e, uma vez envenenado pela sua criadora, decidido a acabar com a Terra, aqui com a ajuda dos Decepticons

Anthony Hopkins e Mark Wahlberg são dois nomes fortes no elenco humano, enquanto as máquinas, alguns deles do gigante industrial norte-americano General Motors, contam com as vozes de Peter Cullen (Optimus Prime), Frank Welker (Megatron) e Erik Aadahl (Bumblebee), entre muitos outros. Aliás, máquinas de sonho é algo que (também) não falta neste Episódio V. Senão vejamos: Aston Martin DB11, Chevrolet Camaro e Corvette, Ford Mustang, Lamborghini Centenario LP770-4, Lexus RX 450h, McLaren 570S, Mercedes-AMG GT-R, etc, etc etc e até um pacato Citroën DS 21 de 1963 que depois... 

Pronto! Penso que seja suficiente para os gastos dos próximos dias, entre uma ida à praia, um piquenique ou uma visita a qualquer uma das maravilhas – naturais ou históricas – de que o nosso Portugal é tão rico. Bons filmes!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
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terça-feira, 13 de junho de 2017

Presidenciais I: Macron vs Rebelo de Sousa

As cerimónias de tomada de posse de monarcas, presidentes, ditadores e outros governantes são sempre eventos repletos de pompa e circunstância, adequados ao estatuto d@ recém-eleit@, trazendo, na maioria dos casos, rodas associadas. Há automóveis emblemáticos, limousines fortemente armadas, faustosos coches clássicos e outros bem mais modernos.
Imagens: Museu dos Transportes e Comunicações e Presidência da República
Defendendo uma imagem mais nacionalista, é comum a escolha, por parte das Casas Reais ou Presidenciais, de modelos de produção caseira. É de França o mais recente exemplo da célebre frase publicitária “o que é Nacional é bom”, poucas semanas após o alívio (para a maioria) ou o desaire (para muitos outros), decorrente da eleição de Emmanuel Macron como o seu novo Presidente da República. À semelhança de muitas outras ocasiões, as escolhas do recém-eleito no domínio das rodas com que vão prestar juramento, recaem em marcas com o selo “Fabriqué en France”, nomeadamente a Citroën, Peugeot e Renault, grupo a que se juntou, num passado mais recente, a DS Automobiles, actual símbolo do requinte e savoir-faire gaulês.

Os mais conhecedores da temática decerto reconheceram o DS 7 Crossback, carro com que o novo inquilino do Palácio do Eliseu surgiu, no passado dia 14 de Maio, a acenar aos seus eleitores, modelo que ainda nem chegou ao mercado! É o mais recente e luxuoso SUV da marca francesa, aqui adaptado a preceito e dotado de elementos identificadores deste seu estatuto presidencial, à semelhança de outro – um DS 5 Hybrid, igualmente novidade à data – que, na investidura anterior de 2012, levou o então recém-eleito François Hollande até ao palco de todas as promessas.

É um historial que, em França, remonta a meados do Século XX, se bem que então a DS fosse um modelo do catálogo da Citroën, muito antes da recente autonomia da marca, abandonando o double chevron. Após René Coty (1954-59) e o seu Citroën 15/6 “Traction”, iniciou-se uma década de amor do General De Gaulle (1959-69) ao Citroën DS 19 de então, para depois o seu sucessor George Pompidou (1969-74) escolher um Citroën SM, carro que haveria também de transportar Jacques Chirac (1995-2007), se bem que este viesse a usar um CX e um C6 como “Veículos de Estado”.
Imagens: DS Automobiles


Pelo meio, Valéry Giscard d’Estaing (1974-81) dividiu-se entre um Peugeot 604 – outro carro do mesmo grupo industrial – e um Citroën DS 21. Já a Renault saltou duas vezes para a ribalta presidencial, primeiro com François Mitterrand (1981-95) e o modelo Safrane, e depois, no período 2007-12 com Nicolas Sarkozy e o peculiar Vel Satis, embora a sua investidura se tenha feito num… Peugeot 607 Paladine.
Já cá pelo nosso burgo...
Pois, foi também publicamente comentado, após a sua tomada de posse, que Marcelo Rebelo de Sousa abdicou do Mercedes-Benz SL500 Longo que Cavaco Silva lhe oferecera, tradição em que o Presidente cessante compra um novo carro ao seu sucessor, normalmente ficando com o seu. O nosso “Presidente dos Afectos” usa, desde então, outro modelo da mesma marca, mas de uma gama mais baixa.
Imagens: Museu dos Transportes e Comunicações (1 e 2), Museu da Presidência (3, 4 e 5)


Este ainda não é um dos exemplares de toda uma história que se conta no Museu da Alfândega, no Porto, na exposição O Motor da República – Os Carros dos Presidentes, espaço que reúne uma das mais importantes colecções de viaturas do país. São diversos os modelos que ostentam a esfera armilar lusa, da carruagem herdada da extinta Casa Real, a modelos mais recentes, passando pelos hipomóveis do início da nossa centenária República, pelos Mercedes-Benz 770 W07 blindados do Estado Novo, período de que se conservam ainda os Rolls-Royce Phantom III e V, Mercedes 600 Pullman e Vanden Plas Princess. Visite, ainda o arquivo do Museu da Presidência sobre este mesmo tema, entidade que, de vez em quando, autoriza a saída das viaturas para exposições temporárias pelo país.
É todo um outro modo de aprender a História de Portugal, numa vertente sobre rodas!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Sua Eminência, D. Karaoke

Há muito que o pessoal canta em todo o lado, mesmo que não o admita: em casa, no duche e, especialmente, no carro, nos trajectos diários, sintonizando as estações preferidas – cada vez mais encharcadas de repetitiva publicidade – ou ouvindo os hits preferidos, a partir dos mais diversos dispositivos.
Imagem: Ford

A plenos pulmões, demonstrando os dotes vocais, ou apenas trauteando as ditas, em especial se não nasceu para a coisa, não há quem não o faça, em especial a partir da altura em que o norte-americano James Corden popularizou o “Carpool Karaoke” no seu programa de TV, berrando a plenos pulmões na companhia dos seus ilustres convidados. Por cá é claro que se copiou o conceito, nos mais estapafúrdios programas de TV, em que se tenta ser engraçado mas caindo-se, várias vezes, em desgraça, e até ao nível individual, com muitos a partilharem, com indisfarçável orgulho, os seus dotes vocais nas redes sociais.
De acordo com os especialistas – ele há gente iluminada em todo o lado – as improvisadas sessões de karaoke ao volante encerram “uma série de benefícios para a saúde, sendo que a maioria se sente especialmente à vontade quando não há ninguém à volta, ao mesmo tempo que contam com o sistema de som do carro que fornece o necessário apoio”. Nada mais verdadeiro, por isso ‘bora aproveitar o que os novos modelos trazem consigo.
Se no tempo dos afonsinhos os nossos carros começaram por trazer um simples rádio, que dividia o som AM com a imensa estática – foi Paul Galvin quem, em 1930, colocou o primeiro rádio, um Motorola 5T71, num automóvel – depois surgiram os primeiros auto-rádios, como o Blaupunkt Autosuper, já em sistema FM e menos interferências. Aqueles evoluíram em conjunto com os extras, quando Earl "Madman" Muntz introduziu nos seus carros os cartuchos de fita (1962), volumosos antecessores das mais pequenas cassetes da Phillips (1963), empresa que lançaria depois (1982), a meias com a Sony, os primeiros CD, se bem que a coisa só se vulgarizasse e melhorasse em termos de qualidade na década de 90.
Dali até ao presente foi um fósforo, fruto do enorme salto tecnológico das últimas décadas, com a introdução de sistemas de áudio gradualmente mais sofisticados, hoje em dia associados ao chamado infotainment, envolvendo os sistemas de navegação e de informação hoje comuns a muitos modelos. Adicionalmente, levam-se para o carro as próprias preferências musicais nas mais diversas plataformas – pens, smartphones e iphones, ligados ou não via Bluetooth – ou a partir de plataformas como o Spotify, ou mesmo através da cada vez mais inevitável cloud, onde muitos escarrapacham ao mundo toda a sua vida! Recordo aquela máxima de que “o que vai para a net, nunca mais desaparece da net”.
“Cantando em voz alta e sem quaisquer inibições, significa que a libertação mental será maior à medida que colocamos mais energia”, disse o professor Stephen Clift, uma autoridade de referência sobre os benefícios do canto para a saúde, da Universidade Canterbury Christ Church, no Reino Unido. “Quando cantamos em voz alta, especialmente canções que conhecemos bem, sentimos um ‘factor de bem-estar’ decorrente da respiração mais profunda, mais lenta, e aumento da actividade muscular. Sentimo-nos menos stressados e mais relaxados.”
Imagens: Focal e Bose



Sala de espectáculos privada
Outro salto significativo é a chegada dos mais conceituados produtores de sistemas de áudio ao sector automóvel, alguns deles dos sistemas que, até há bem pouco tempo, só se viam dentro de casa ou em concertos.
Imagens: Bang & Olufson, Volvo, Aston Martin

Só para dar alguns exemplos, a Bose equipa grande parte da gama de modelos Mazda, como o roadster MX-5, aqui com a particularidade de os altifalantes estarem integrados nos encostos de cabeça dos bancos. Tem ainda acordos com outros construtores como a Fiat, a Nissan ou a Porsche. Líder francês em acústica profissional e hi-fi, a Focal é presença assídua a bordo dos mais recentes Peugeot, com destaque para os novos SUV 3008 e 5008, e na maioria da gama da também gaulesa Renault, no novo DS 7 Crossback e na edição especial ‘Black Edition’ do Nissan Juke.
O gigante do som Harman fechou recentemente um acordo mundial com a Ford, equipando muitos dos seus novos modelos com o evoluído B&O PLAY Sound System, enquanto as mais requintadas propostas da sua marca Bang & Olufson equipam modelos da Audi, Aston Martin, BMW e da AMG, a divisão de performance da Mercedes-Benz. Esta também usa sistemas Harman/Kardon, tal como modelos da BMW, Kia, Mini e Volvo, com os suecos a colocarem, como pedra de toque, os sistemas Bowers & Wilkins a bordo dos novos XC90 e S90.

Comuns a todos os sistemas acima, bem como muitos outros - Fender, Dynaudio e Meridian, só para dar mais (alguns) exemplos - são os altifalantes, em número variável, cuidadosamente posicionados no habitáculo, garantindo a todos os passageiros um envolvimento total com o ambiente sonoro, parte de uma tecnologia premium bem mais abrangente, com amplificadores de muitos watts, mais tweeters, woofers e subwoofers, que hoje nos permitem desfrutar, na perfeição da mais simplista balada a uma voz, ou o mais elaborado e completo concerto de música clássica, independentemente do volume de som escolhido, quase como se se estivéssemos num auditório ou sala de espectáculos.
Imagem: Trendy Wheels/SP


Por isso, se tem um carro novo aproveite tudo o que ele tem para lhe proporcionar e cante. Quem sabe se não tem dentro de si uma estrela potencial! 
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Uma sex-symbol em Paris

Pois… até pode parecer um título de uma revista cor-de-rosa, das que andam a toda a hora atrás das pessoas, mesmo dos que já não estão entre nós, mas não é nada disso. É só um alerta, caso seja amante de arte e nomeadamente da fotografia, que, a partir do próximo dia 8 de Junho, Marilyn Monroe irá estar em Paris.

É ela a estrela maior de uma exposição denominada “La Dernière Séance”, numa mostra de 59 imagens deste ícone americano, na intimidade da sua última sessão de fotos, realizada apenas um mês antes da sua morte, captadas pelas lentes do célebre fotógrafo Bert Stern para a revista Vogue. A exposição terá lugar nas instalações do DS WORLD PARIS, bem no centro de Paris, edifício propriedade da marca francesa DS Automobiles e que é habitualmente residência dos mais variados eventos, marcadamente de cariz cultural, mergulhando o visitante num universo de glamour, da natureza e da emoção.
Marca automóvel francesa conhecida pelo requinte e pela essência dos seus produtos, a DS associa-se a esta mostra “Marilyn, La Dernière Séance”, que ilustra a relação particular que a actriz teve, desde sempre, com a fotografia e os fotógrafos e que, de certo modo, contribuiu para definir o mito que muitos conhecemos, um ícone cultural e sex-symbol por excelência, mulher muito à frente do seu tempo, tendo feito evoluir significativamente a imagem feminina.
Captadas há 55 anos, em 1962, o seu conjunto é o resultado de um convite de Bert Stern a que, contra todas as expectativas, Marilyn Monroe disse “sim”. Ao longo de dois dias e uma noite, a actriz rendeu-se, pela última vez, às objetivas de um fotógrafo, notável sessão fotográfica hoje conhecida como “La Dernière Séance”.
Imagens: DS Automobiles/©The Bert Stern Trust, Courtesy Staley-Wise Gallery New York

Acrescente-se que aquele espaço já foi palco das mais variadas actividades nomeadamente fotográficas, como as exposição “Les Parisiennes en DS» do artista Baudouin, ou “Yves Saint Laurent, dans l’intimité du créateur”, de Pierre e Alexandra Boulat,
Caso planeie uma ida à capital francesa e este tema possa fazer parte do seu roteiro, deixo algumas informações adicionais. A morada do DS WORLD PARIS, no nº 33 da rue François 1er, Paris 8e; o período da mostra, que vai de 8 de Junho a 6 de Janeiro; os horários, das 10h00 às 19h30 de 2ª a Sábado; e o modo mais fácil para lá chegar, via Métro, saindo nas estações Franklin Roosevelt (linhas 1 e 9), Alma Marceau (9) ou George V (1). Ah, sim, a entrada é livre. Boa viagem!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;

2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Maquilhagem sobre rodas

Na compra de um automóvel, tudo hoje parece possível! Se há uns anos – não muito longínquos – a preocupação da maioria dos portugueses eram as jantes de liga leve, o auto-rádio com leitor de CD e os vidros eléctricos, entretanto a coisa evoluiu e agora não se dispensam os sensores de estacionamento, os sistemas de infotainment que permitam replicar nos ecrãs de toque os cada vez mais avançados telemóveis, e as ajudas ao estacionamento e os automatismos aos mais diversos níveis.

Mas há mais! Fruto da diversificação da clientela automóvel, cada vez mais exigente e com gostos e necessidades específicas, já há carros que trazem de série algo como… batons, rimel, blush e vernis!
Nem mais! Se for a um stand da DS Automobiles e ficar encantada com o DS 3, pode encomendar um nesta Edição Eespecial Givenchy Le MakeUp, a marca destes equipamentos de série. Muitos elementos do sexo feminino irão, decerto, apreciar, nomeadamente quando estiverem no trânsito matinal e não houve tempo em casa para dar os retoques finais, pois ou dormiram para além da conta ou então porque tiveram em mãos despachar a filharada para a escola, mais os pequenos-almoços, levar a roupa da máquina para o estendal e demais afazeres domésticos… ou então muito simplesmente porque é muito mais fixe estar a fazer caretas para o espelho do carro, tentando, no meio do pára/arranca e dos solavancos, não borrar a pintura.

Imagens: DS Automobiles


Seja como for, o DS 3 Givenchy Le MakeUp existe mesmo e custa por cá entre 23.485 e 26.435 euros, dependendo do motor escolhido (gasolina ou diesel). Simplesmente exclusivo, esta proposta apresenta-se apenas e só numa única cor bi-tom Branco Opalin, mate texturada, com tejadilho púrpura Whisper, contando com jantes de liga leve de 17 polegadas, diamantadas pretas, com a referência Aphrodite… só podia!
No interior, para além dos mimos acima, é profusamente em pele, com estofos em cabedal perfurado preto Basalte, tal como o punho da alavanca da caixa de velocidades. Os bancos dianteiros são aquecidos e, como se vê nas imagens, é um tom rosa oxidado que sublinha todo o painel de bordo, enquanto ao nível do chão estão os tapetes com assinatura GIVENCHY Le MakeUp.
Lá fora, para além das linhas inconfundíveis do DS 3, destacam-se as luzes em LED do Pack DS LED Vision, com faróis em Xenon com LED, indicadores de mudança de direcção progressivos e os faróis de nevoeiro, também de LED. O pára-choques traseiro tem sensores de estacionamento e os vidros traseiros são escurecidos. Naturalmente que o logótipo GIVENCHY Le MakeUp assina o exterior, surgindo nos pilares intermédios, na moldura das portas.
Se estiver interessada num destes (quase) exclusivos exemplares corra para um Concessionário DS! Isto porque só há 1.400 unidades… para todo o mundo!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.