Andar
de BTT pelos mais diferentes cenários é uma actividade lúdica, na qual podemos,
por momentos, alhearmo-nos do mundo em redor e desfrutar da envolvente. Numa próxima edição irei falar-lhe do cicloturismo e do muito que há para explorar em Portugal, havendo apenas
um pequenino senão relativo ao que, nessas actividades lúdicas, podemos levar connosco, fazendo-o maioritariamente
às costas nessas deambulações. Ou seja, por exemplo, se a determinada altura chegarmos
perto de um lago e quisermos aproveitar as águas só se formos dar um mergulho
ou umas braçadas.
Errado!
Há no mercado uma solução que, com umas quantas adaptações entretanto
adiantadas em casa, permitem fazer com que a sua bicicleta se transforme quase
de imediato num veículo anfíbio. Originário de Itália, o Shuttle-Bike Kit compõe-se de um conjunto de peças e pequenos insufláveis que permitem, sem
grande esforço, transformar a sua tradicional BTT numa water-bike. Transportando-se às costas numa mochila, uma vez chegados
ao destino é só montar o conjunto sem que precise de tirar as rodas do quadro!
Veja como fazê-lo aqui:
Há
ainda outras water-bikes no mercado, mas
são mais parecidas com bicicletas estáticas, semelhantes às dos ginásios ou às que
compramos lá para casa e que só nos primeiros dias parecem um fantástico investimento!
Contribuindo, igualmente, para a definição de gémeos & glúteos enquanto se
pedala nos lagos ou pela costa, são mais volumosas do que o SBK, pois contam
com estruturas específicas e obrigam ao seu transporte em veículos. Ou seja, andar
de bicicleta na água sim, mas não directamente de casa para a montanha/lago e
vice-versa.
Clicando
nos links, conheças as propostas da brasileira Chiliboatse das norte-americanas itBikes e Schiller.
Dado que não têm rodas, deixo-as só como sugestão – quem sabe, se para as próximas
férias – e fico-me por aqui.
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Actividade
usualmente feita a dois, num elã mais romântico, ou em família ou grupo de
amigos, num encontro de pura diversão, um piquenique é um escape ideal para
limpar os efeitos, por vezes nefastos, de uma semana de trabalho. Hoje o Trendy
Wheels apresenta-lhe uma proposta de três rodas, diferente de tudo o que já viu,
ideal para essa escapadinha gastronómica.
Este
exemplar da italiana Agnelli Milano Bici, produtora de veículos eléctricos de 2
e 3 rodas, é ideal para o efeito, se bem que apenas permita um utilizador, obrigando
a que @(s) acompanhante(s) se tenham de deslocar noutros meios de transporte
para o local desse encontro.
Sim,
concordo que parece um tanto ou quanto estranho olhar para esta espécie de
Citroën 2CV a quem cortaram uma parte, somando-se-lhe uma também
semi-estrutura de bicicleta, assumindo-se como um curioso triciclo com um compartimento ideal para a indispensável toalha de piqueniques, mais o cesto recheado com os acepipes que conquistam qualquer formiga. Não há, assim, como negar que ele se adequa na perfeição para
esta actividade gastronómica ao ar livre, na frescura de uma mata ou floresta,
à beira mar ou num qualquer recanto mais natural deste nosso planeta.
Nasceu
em 2015 esta marca que conta no seu catálogo com um conjunto de produtos de mobilidade
eléctrica, alternativas mais elegantes às bicicletas tradicionais. A
variada gama idealizada por Luca Agnelli inclui bicicletas, tandems e side-cars com um cunho marcadamente ambiental, entre propostas já em comercialização e
outras ainda em estudo, como este 2CV Paris.
Imagens: Agnello Milano Bici
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Está
na altura de começar a pensar em planear as próximas férias com a pequenada, ou
mesmo o seu próprio momento de lazer, deitando para trás das costas as cada vez
mais exigentes rotinas diárias. A proposta de hoje do Trendy Wheels é irrecusável, uma autêntica bomba de adrenalina,
levando-o até à Ferrari Land.
Numa
altura em que os parques temáticos continuam a ser uma boa opção, fruto das
crescentes actividades que neles se praticam, está já a um passo – faltam pouco
menos de dois meses – a abertura deste novo espaço, e até nem precisa de ir
muito longe, pois é mesmo aqui ao lado,
em Espanha. É em Salou, uma cerca de uma hora de Barcelona, integrando-se no
perímetro do PortAventuraWorld.
O
novo espaço com a assinatura da marca italiana de carros de luxo e uma das
principais equipas do mundo da Fórmula 1, promete levar a um novo nível as
vivências de um parque temático, naturalmente com uma forte componente de rodas,
motores e tudo o mais que envolve o mundo automóvel. São 70.000 m2 de
adrenalina e diversão, onde se pode conhecer a história da icónica Ferrari, parque repleto de tecnologia e
inovação, permitindo criar-se divertimentos com conteúdos inéditos:
experiências virtuais, com modelos de produção corrente ou de corrida,
simuladores, torres de queda livre (a partir dos 55 metros de altura, ou seja,
o equivalente a cerca de 18 andares), experiências no interior de um motor,
onde se sobe e desce em conjunto com os pistons, etc. num mundo onde edifícios
históricos são retratados lado a lado com outros de elevado conteúdo
tecnológico, alguns deles palcos de variados espectáculos.
Mas
a marca de assinatura desta espaço onde se respira
motores será aquele que passará a ser o maior e mais rápido acelerador vertical
do mundo, local onde se podem viver muitas
das sensações que os pilotos de F1 experimentam em corridas. Nele atingir-se-á
uma altura de 112 metros e uma velocidade de 180 km/h, nuns meros 5 segundos!!!
Depois… depois disso cai-se a pique a 90 graus, completando-se um percurso
total de 880 metros. Veja aqui o vídeo com os mais recentes testes:
Ui!!!
Estará decerto garantido aquele friozinhona barriga, mesmo para os mais
destemidos aventureiros de montanhas russas e afins! Mas há mais, muito mais,
num vasto conjunto de actividades que podem ser pré-visionadas nesta maqueta, antes
da grande abertura agendada para o próximo dia 7 de Abril:
Posto
isto, vá pensando em fazer contas, tendo já em mente que a brincadeira não sairá barata, mesmo sem contar com a viagem e
estadia. O preçáriovaria em número de dias e de parques a visitar, sendo que o PortAventura Park faz sempre parte do
pacote.
Entretanto
acompanhe aqui o evoluir desta
estrutura que decerto de fará as delícias de muita criançada, mas também e
principalmente de muita gente crescida que ali tem a oportunidade de esquecer por
uns dias as suas rotinas e voltar a ser criança! Quem é que não gosta disto?
Imagens: Ferrari Land
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Surf, a arte de
deslizar sobre as ondas é disputada entre vários povos de
inúmeras ilhas do Oceano Pacífico, que em temos remotos – há quem fale em
milhares de anos – começaram por ir de uma até outra, amiúde em pé, em canoas
ou tábuas, por vezes com recurso a longos remos (a origem do sucesso que é o actuial
paddle???). Do Perú à Polinésia, de
Samoa, às Filipinas e Indonésia, os historiadores não se conseguem decidir da sua
verdadeira origem e há quanto tempo. Os relatos mais fiáveis surgem a partir da
altura em que os europeus, na sua conquista dos quatro cantos do mundo, se
atravessaram com estranhos locais que surgiam em pé em cima de longas tábuas de
madeira.
Diz-se que foi um monarca polinésio – de seu nome
Tahito - quem, algures no Século XVI, primeiro impulsionou esta arte de dominar o corpo em cima de uma
prancha, mas seria depois com o havaiano
Duke Paoa Kahanamoku, no início do Século XX, que a modalidade cresceria e se consolidava, evoluindo não só nas manobras possíveis em cima das ondas, como no interior de tubos de dimensões variáveis, dos pontos mais flat para os iniciados, até às grandes waves mundiais, de que a Praia do Norte (na Nazaré) se tornou famosa.
Por falar em Portugal, por cá as dúvidas também existem,
assumindo-se que foi em Carcavelos que, em meados dos anos 40, se terão dado os primeiros passos, consolidando-se no final dos anos 60 com Pedro Lima, considerado como o Pai do surf
português.
Agora visto como paraíso do surf, dados os
crescentes spots nacionais – Espinho,
Figueira da Foz, Nazaré, Peniche, Ericeira, Carcavelos, Arrifana, Amado, Sagres
e Paúl do Mar (Madeira) são alguns exemplos - praticantes amadores e profissionais de todo o mundo visitam-nos
cada vez mais, para a arte do “he'enalu”,
expressão que em Havaiano Antigo significa a passagem de estado sólido para um
líquido (“he'e”), associado ao
movimento de uma onda (“nalu”).
Então e como ir até um desses spots de sonho? Por vezes há tanto para
transportar e o boguinhas lá de casa
não chega, mais a mais porque o ideal, porque o tempo assim o convida, seria
dormir-se ao relento, estendendo-se essa comunhão com a natureza! A proposta de hoje do Trendy Wheels passa por ir com as VW “Pão
de Forma”– recuperadas e
adaptadas – que a SurfinPortugal, uma startup
criada no final de 2012, e que as aluga a partir de 75 euros por dia.
São elas - têm todas nome de mulher - a Stacey, de cor vermelha e
a mais antiga (é de 1960), a cor-de-rosa Megan, a laranja Dorothy,
a azulinha Eleanor ou a verde clara Veronica, para além da amarela Madeline.
As suas histórias estão documentadas no site da empresa, havendo origens
tão diversificadas como a Alemanha, a Irlanda, os EUA ou o Canadá, tendo no seu
vasto passado lidado com actividades tão diversas como o transporte de
passageiros, de leite e de uma família hippie,
sendo uma banca de jornais e de bebidas na praia, uma ajudante de agricultura, uma
foodtruck ou no transporte de ovelhas. Agora todas têm comum o surf!
Imagens: SurfinPortugal (oficiais)
Joel Almeida e Silva, Sócio da SurfinPortugal, refere que “a SurfinPortugal vai mais além do mero aluguer das carrinhas, pretendendo oferecer uma experiência única e diferenciadora a cada cliente, que entre outras coisas terá à sua disponibilidade a figura do ‘Surf Guide’, que o aconselhará sobre o melhor local para surfar, na aquisição de equipamento, poderá acompanhá-lo dentro de água, entre outras coisas. Para além disso, cada ‘Pão de Forma’ tem uma cor e um nome próprio e a ideia é precisamente esta, a de personalizar ao máximo aquilo que estamos a oferecer”.
Nada do essencial falta a bordo para uns dias/noites descontraídos, desde uma geleira, ao lava-loiça e fogão, integrados numa cozinha, um kit WC com chuveiro de campismo. Tem cama para 2 e uma tenda extensível, um rádio retro (mas com entradas USB e AUX), um iPhone com internet e uma app específica “Spot Guide & Surf”, não faltando espaços de arrumação, 2 mantas, 1 mesa de piquenique e 2 cadeiras, para além de uma tomada de 220v e uma lanterna. Há ainda hipótese de alugar itens adicionais como fatos e pranchas de surf (se não tiver, se se esquecer ou não puder levar os seus), toalhas de praia, corta-vento, pára-sol, cadeiras de bebé, roupa de cama, e até um kit de snorkeling, no caso de pretender explorar o fundo do mar, aconselhando-se aqui zonas menos agrestes!
Vá... do que é que está à espera??? Pegue na prancha, uns calções e chinelos, junte um grupo fixe de amigos e toca a explorar a costa portuguesa. Quem sabe não encontra a onda da sua vida!
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José
Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.