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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Natal 2017: E ainda…

Chama-se Super Ultimate Garage e é a maior estrutura da Hot Wheels de sempre, fruto do seu cerca de 1 metro de altura, por 1,20 de largura e mais 60 de profundidade! Tem uma capacidade para um máximo de 140 carros em simultâneo e permite brincadeiras sem fim, fruto da sua configuração, seja pelos segredos que encerra.

Destaque-se o elevador que transporta 23 carros em simultâneo, mas tenha em conta que pelo caminho há um gorila – do tipo King Kong – que os ameaça, levando a que alguns não cheguem ao topo. Na zona oposta fazem-se corridas a dois, numa outra espiral onde só um deles se pode sagrar vencedor, eliminando o outro com um perfeito KO! Isso e muito mais nesta pequena cidade onde se respira a essência das corridas, num set que inclui um avião e 4 miniaturas, pelo que as restantes têm que ser adquiridas em separado, tal como as 4 pilhas que raramente vêm incluídas nestes conjuntos.
Agora o senão: note apenas que por mais que a tenha procurado na página nacional da Mattel – representante oficial desta marca no nosso país – este gigantesco set não parece estar disponível no nosso país, pelo que, caso tenha interesse no mesmo terá de o adquirir directamente na origem (EUA), aí custando cerca de 170 dólares. A alternativa são as plataformas de compras online, como a da Amazon, onde o conjunto custa € 164,99, estando neste momento com um desconto de € 35.

Naturalmente quem, nesta altura do campeonato, o tempo já aperta para que possa receber esta garagem para por no sapatinho na noite do próximo Domingo, pelo que a alternativa mais imediata serão as outras propostas – mais baratas, menos volumosas e complicadas – desta mesma marca, ainda disponíveis nas grandes superfícies comerciais, nomeadamente nas dedicadas ao brinquedo. É só procurar e colocar sorrisos nos petizes.

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Emojis: Amigos & inimigos

Emojis! Quem nunca ouviu falar destes pequenos seres virtuais que passaram a ser a nossa maneira algo preguiçosa – e, por vezes, até perigosa – de dizer “gosto de ti”, “fixe!”, “estou triste”, “na praia”, etc etc etc? Retratando, com cliques únicos, as mais diversas expressões faciais, estados de espírito, objectos do quotidiano, comida & bebida, locais, condições atmosféricas, pessoas e/ou animais, entre muitos outros contextos, a loucura é tal que – tcharaaaaaaaaaaaaaaaaam!!!! – o bichinho já tem direito a estatuto de “Dia Mundial” e tudo!
Imagem: Apple

A sério!!! Celebrou-se na passada 2ª Feira, em (quase) todo o planeta, o dia dedicado ao emoji, uma criação japonesa – ahhhhhhhhhhhhhhhhhh… que surpresa!!!! – do início dos anos ’90, que se propaga a passos de gigante pelo planeta, via apps para telemóveis ou pelas redes sociais e outras plataformas. Não surpreende, pois, que muitas marcas aproveitem a deixa para conquistar mais uns quantos fãs da temática. Vejamos dois exemplos, naturalmente sobre rodas!

Hot Wheels: Descubra os 7 emojis
Apresento-lhe o “Emoji Car” da Hot Wheels! Se é colecionador de miniaturas, então não pode perder esta peça de colecção da conceituada marca norte-americana, que está à venda em 2017.
Criada há um ano por Kevin Cao, designer de produto da marca, este pequeno carrinho é muito mais do que aparenta, pois não é apenas uma carinha laroca. É que para além das duas caras – sorridente e triste – que a roldana amarela permite desvendar, há outros símbolos escondidos ao longo desta pequenina estrutura. Descubra onde estão neste vídeo:

Ford: Emojis ao volante
Uma abordagem diferente teve a Ford, aproveitando o “Dia do Emoji” para lançar mais um alerta sobre os perigos da condução e do uso do telemóvel ao volante, neste caso em particular com o envio de mensagens e dos ditos ideogramas, algo tão do agrado das camadas mais jovens!
Segundo a marca, há um percurso que nenhum emoji deveria fazer, aquele que começa num telemóvel de um condutor quando este está ao volante. Um inquérito realizado há um ano concluiu que 22% dos jovens europeus enviam emojis enquanto conduzem, distracção que contribui para a estatística de condutores dos 18 e os 24 anos representarem 15% de todos os acidentes rodoviários fatais na Europa, isto apesar de serem apenas 8% da população com carta de condução. Elucidativo!


“Emoji: O Filme”: A 10 de Agosto nos cinemas
Estreia já no próximo mês “Emoji: O Filme”, uma das mais recentes produções da Sony Pictures para o cinema, nele contando-se a história de um emoji multi-expressional chamado “Gene” que inicia uma jornada para se tornar mais normal. A acção passa-se dentro dos nossos telemóveis, numa cidade chamada “Textopolis”.
Se a versão original desta comédia de animação conta com TJ Miller no papel de “Gene” e James Corden como “Hi-5”, a que se juntam as vozes de Anna Faris, Christina Aguilera, Patrick Stewart, Sofia Vergara ou Steven Wright, entre outros, por cá e segundo informações recentes, aqueles papéis estão a cargo da dupla Vasco Palmeirim/César Mourão. Das restantes vozes da nossa praça para estes pequeninos personagens virtuais ainda não há grandes referências – devem estar a guardar-se para as ante-estreias – pelo que desafio-@ a identificar o elenco nacional através do trailer oficial:

Bons filmes & bons passeios, de preferência sem emojis ao volante!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A metáfora da personificação

Figura de estilo que consiste em atribuir qualidades, comportamentos, atitudes e impulsos humanos a coisas ou seres inanimados e a animais irracionais, a personificação (também dita como prosopopeia) está a ser levada quase ao limite pela Hot Wheels, marca sobejamente conhecida pelos seus carrinhos e pistas às mais diversas escalas. Mas aqui há um pequeno twist, pois se esses brinquedos ganham vida, tal deve-se à loucura dos humanos, de carne e osso, que com eles fazem as mais loucas acrobacias, com miniaturas... em tamanho XL.

Chama-se “Team Hot Wheels - The World’s Best Driver” a série que já tem umas quantas temporadas e que coloca um conjunto de destemidos e habilidosos condutores ao volante dos tais brinquedos da marca norte-americana, naturalmente que feitos à escala real, em pistas que também mimam quase na perfeição aquelas que montamos no chão das nossas casas! Lutando pelo ceptro de melhor do planeta, estes loucos do volante – entre profissionais do volante, duplos de cinema e outros humanos a quem, decerto, se fundiram uns quantos neurónios – são convidados a realizar as mais loucas acrobacias, divididos por quatro equipas, na defesa das respectivas cores (Amarelo, Azul, Verde e Vermelho).

O vídeo acima é demonstrador de apenas algumas das acrobacias dessa temporada em particular, mas caso queira pode ver a série completa aqui.
Mas algumas das avarias imaginadas pelos responsáveis do conceito foram ainda mais além e, de tão loucas e destemidas que são, merecem figurar num top 5 que até arrepia!

Acrescento que a acrobacia nº 1 deste vídeo – um duplo looping igual ao do brinquedo Hot Wheels Double Dare Snarel – mereceu mesmo honras de integrar o Guinness World Records. Com 18,2 metros de altura, a estrutura permitiu que dois profissionais – o piloto Tanner Foust e o duplo Greg Tracy – completassem uma volta completa, em simultâneo e sem rede de sustentação, num claro desafio, à força da gravidade! Também fazemos o mesmo com os carrinhos com que brincamos lá em casa… e às vezes corre mal!
Imagens: Hot Wheels

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Fantasmas Do Meu Tempo

Era eu ainda adolescente – estávamos em 1984 – quando o mundo se viu conquistado por um grupo de professores universitários/cientistas que se dedicava a estudar e caçar manifestações sobrenaturais. Socorrendo-se de uma série de apetrechos de caça, armazenamento ou destruição, consoante o grau de ameaça que aqueles representavam, os Ghostbusters da altura eram os actores Bill Murray, Dan Aykroyd, Harold Ramis e Ernie Udson, andando por Nova Iorque em busca de ameaças viscosas e semi-invisíveis. Envolvia, no processo, uma tal de Sigourney Weaver, actriz que 5 anos antes tinha viajado pelo espaço sideral com umas dores de cabeça – perdão… de barriga – derivadas de uns certos Aliens com ar de mauzões. Curiosamente, 5 anos depois, morreu de amores por uns bem mais terrenos Gorilas. Paixões…!!!

Bom... era esse o único elemento feminino do grupo, ou pelo menos, o de maior relevância da história de então, a qual teria uma sequela em 1989, mas sem o fulgor da primeira. 

Eis-nos agora chegados a 2016 – e eu com mais uns quantos aninhos em cima... – testemunhando uma nova fornada de caçadores de seres do além que, afinal, são-no no feminino. Isto porque o elenco principal do Ghostbusters 2016 é composto por 4 elas - Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate MacKinnon e Leslie Jones - e mais uns quantos ajudantes de campo, sendo o elemento masculino mais em foco o actor Chris Hemsworth, surgindo ainda na trama uns bem mais velhinhos actores do filme original, no mesmo papel de há… 32 anos. Pois… o tempo não passa, voa!

Para além da tal parafernália de gadgets para apanhar os ditos fantasmas, nesta versão do filme entretanto estreado por cá, há outro elemento em comum (ou semi): o Ecto-1 (ou Ectomobile), uma incomum viatura que, estou certo, as autoridades nacionais dificilmente deixariam andar por aí à solta. Tal como o elenco evoluiu no tempo, também esta carrinha é diferente da do filme de 1984 (cada vez que vejo a data assusto-me… com o tempo, não com os fantasmas). Se na altura era uma Cadillac Miller-Meteor de 1959, adaptada a partir do que terá sido uma ambulância, agora é outra carrinha desta mesma marca norte-americana, uma Fleetwood Station Wagon de 1982, numa transformação que agora se opera a partir de uma… carrinha funerária! De linhas mais quadradas e bem menos clássicas é substanciamente mais desinspirada em termos visuais, mas tem capacidades acrescidas, ou não tivessem as tecnologias para apanhar estas manifestações também evoluído no tempo… brrrrr!!!

E porque Ecto-1? Porque era o diminutivo da expressão “Ectoplasma”, aquilo que os argumentistas assumiram como sendo a essência – ou o sangue (se é que tal é possível) – dos fantasmas e demais criaturas assustadoras. Para além das enormes luzes e cilindros, da esganiçada sirene e demais tralha montada no tejadilho da dita, destaca-se o delicioso fantasminha colocado ao centro do capot!

Imagens: Ghostbusters, Lego e Hot Wheels (oficiais) 
Caso tenha alma coleccionadora, existem muitas versões do Ecto-1 original – à escala, claro – sendo que sugiro as propostas da Lego e da Hot Wheels. São bastante detalhados, pouco ou nada falhando face ao modelo do primeiro filme. Desta nova saga ainda não tropecei em nada, mas é uma questão de tempo, ou não estivessem as máquinas do marketing & merchandising a entrar em acção.

Resta-me lembrar o hiperconhecido tema do filme, então interpretado por Ray Parker Jr., com o eterno lema “Who you gonna call? GHOSTBUSTERS!!!!!”. Recorde-o neste videoclip, algo a que no meu tempo chamamos um “teledisco”… pois!!!)


Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.