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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Suzuki Ignis: Pequena grande surpresa

Orgulhosamente só, num sector automóvel onde as alianças se fazem e desfazem mais depressa do que seria de esperar, a já centenária japonesa Suzuki Motor Corporation tem sabido ultrapassar as vicissitudes de ter que fazer quase tudo em casa. Claro que também já esteve ligada a dois gigantes da indústria – os grupos General Motors e Volkswagen – que participavam no seu capital, mas hoje prefere apostar em pontuais acordos tecnológicos, como o importante que fechou, no início do ano, com outro portento mundial, a vizinha nipónica Toyota.

Apesar de contar com modelos de maiores dimensões, é por demais reconhecida a sua aposta nos pequenos citadinos e nos micro-carros, numa fama que é exponencial no seu país natal, assente no rácio qualidade vs preço acessível. Um dos exemplos é o Suzuki Ignis 1.2 GLX SHVS 2WD, o convidado desta edição Trendy Wheels, SUV que se insere nesse lote de sucesso local e internacional, sendo um daqueles automóveis que, uma vez chegado ao pé dele, dá vontade de apreciar e explorar. É a chamada grande surpresa num formato pequeno.
É, de facto pequenino embora alto por fora, este crossover citadino de forte personalidade, mas enorme por dentro, para além de que, mesmo em termos tecnológicos, não fica a dever muito a outros pares semelhantes contra quem concorre no mercado, alguns propostos a preços bem superiores.

A começar pelos inovadores sistemas de conectividade e soluções de segurança activa, passando pelo moderno motor Dualjet de 1,2 litros, que tem associado um sistema híbrido caseiro – o SHVS (Smart Hybrid Vehicle by Suzuki) – dispositivo eléctrico que dá um kick extra ao motor a gasolina na aceleração e desaceleração, com uma muito positiva influência nos baixos consumos. Espevitadinho com os seus 90 CV, mais um shot de 4 CV extra gerados pelo SHVS, e também por ser um peso pluma de uns meros 810 quilinhos, dá-se um toque de acelerador e aí vai ele!

Irreverente ou sóbrio? Sem dúvida, o primeiro!
Assumindo um design completamente novo face aos seus antecessores com o mesmo nome, o Ignis destina-se a dois tipos de clientela: jovens encartados, com um toque de irreverência, ou people de mente mais aberta, tem as propostas em deliciosas carroçaria a três cores, com esta versão que me foi dada a testar em dois tons metalizados, em Branco Pérola a contrastar com o Preto do tejadilho, mais os detalhes em Azul Neon; já para os mais conservadores há opções mais sóbrias, até em cor única.

Foi o irreverente que me saiu na rifa que, aliás, tem bem mais a ver comigo, uma proposta que, uma vez aberta a porta, acede-se a um habitáculo surpreendentemente espaçoso, a partir do qual se vê (quase) tudo lá para fora. Até a bagageira é grandinha q.b., que nos seus 260 a 514 litros (aqui com os bancos rebatidos) permite arrumar a mais diversa tralha do nosso dia-a-dia ou viagens, como nas fotos. A flexibilidade a bordo é tal que facilmente queremos por este SUV a trabalhar e explorar a cidade ou a sua envolvente.
Pequenino como é, o Ignis cabe em todo o lado, até com a ajuda de uma câmara de visão traseira para as manobras de marcha-atrás (só não tem os pi-pis de distância, pois não há sensores), enquanto outra câmara ou, melhor dizendo, radar, identifica as marcações no piso e a distância para com o carro da frente, alertando-nos com um algo estridente “piiiiiiiiiiiiiiiii” e, também, no painel, a amarelo e vermelho, em cada um dos casos. No pára-arranca tem o opcional sistema de start/stop, tão silencioso que nem se dá por ele, e se tiver um furo ou um pneu, por qualquer outra razão, perder pressão, o sistema alerta-nos para esse facto. Por falar nisso, aqueles estão montados em jantes de 16 polegadas, estas com uma inserção “Ignis” no tal Azul Neon.

… e mais isto e mais aquilo…
Claro que esses detalhes celestes do exterior encontram eco lá dentro, da consola central, à base da caixa de 5 velocidades, saídas da ventilação e puxadores das portas, num espaço, já o disse, abundante e com toques de tecnologia, do semi-moderno painel de instrumentos, onde uma simplista animação indica para onde está a ir a energia exigida ao motor, ao sistema de conectividade inerente ao ecrã táctil de 7 polegadas para as funções de áudio, navegação, ligação ao telemóvel (Android Auto, CarPlay e Mirror Link) e outras de configuração deste pequeno grande Ignis.
Depois, este nível de equipamento GLX desta unidade integra ainda computador de bordo, bancos dianteiros aquecidos e faróis de LED, que se iluminam quando desbloqueia o carro à distância, mostrando ao seu dono um ar sorridente do tipo “sim, estou aqui à tua espera!”! Há ainda o controlo de velocidade com limitador, ar condicionado automático e até arranque sem chave, associado à abertura de portas que se pode fazer nos puxadores, só precisando de ter a dita consigo senão, nada feito!
E quanto custa isto tudo? Tendo em conta as actuais campanhas em vigor para a gama Ignis – a Suzuki oferece um desconto directo de € 1.575 e outra de financiamento de € 1.000 – o PVP deste convidado do Trendy Wheels (ainda sem as despesas administrativas, taxas e pintura metalizada) é de € 14.734.
Não deixa de ser um valor simpático para um mini-SUV, face a outras propostas à venda, mas com este recheio todo é caso para dizer que, quem o comprar vai muito bem servido. Para mais informações sobre este SUV citadino, também disponível com tracção às 4 rodas e caixa automática, aceda à página da Suzuki Auto.

Quanto a mim, claro que já tive de o devolver ao dono, mas ficou a promessa de que dentro em breve irei trazer um outro elemento da família. Qual? Há esperar para ver… perdão... ler!
Imagens: Trendy Wheels/JP e Suzuki 

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Electricidade II: O acordar da ‘Bela Adormecida’

Como referi na última edição, só no final do século passado e depois de um demasiado prolongado sono induzido, derivado dos interesses e desenvolvimentos entretanto instalados noutros domínios, as viaturas alimentadas a baterias eléctricas voltaram a mostrar-se. As preocupações ambientais tornaram-se parte das agendas de um planeta cada vez mais adoentado, a braços com os efeitos dos gases com efeito de estufa, oriundos não só dos veículos alimentados a combustíveis fósseis, como das próprias fábricas que os produziam, entre outras origens.
Imagem: smart

Em modo puro, híbrido ou plug-in, aqui associados a um motor a gasolina (na maioria dos casos) ou diesel mas com tecnologias mais avançadas no domínio da redução do CO2, óxidos de azoto e outros elementos poluentes, presentemente quase não há marca que não tenha - ou preveja ter - um modelo com algum conceito eléctrico associado na sua gama. Algumas há que querem migrar por completo para essa realidade, assim se definam as linhas mestras do mercado automóvel do futuro, enquanto outras ainda dizem que “nim”, injectando com maior ou menor velocidade opções eléctricas nas suas ofertas e outras (ainda) não vêem, ou não querem ver, essa inevitabilidade transposta para a sua imagem de marca.
Bastante avançadas no processo estão as japonesas Nissan e Toyota, tendo, respectivamente, no Leaf e no Prius verdadeiros best-sellers: o primeiro é o eléctrico mais vendido do mundo; o segundo tem o mesmo estatuto entre os híbridos. Isto numa altura em que surgem outras que já nasceram ligadas à corrente, caso da Tesla, gigante norte-americano que, aparentemente surgido do nada, abanou, qual terramoto de elevada escala, o mundo automóvel para esta inevitável realidade, obrigando a concorrência a mexer-se para não se perderem no comboio do desenvolvimento eléctrico. Um trio que reforça significativamente, a cada dia e de acordo com os planos traçados, a sua aposta eléctrica.
Imagens: Nissan, Toyota

Imagens: BMW, Renault, Opel, Tesla

Aquando desse acordar, também a Chevrolet apostava num modelo, o Volt, para a sua aventura eléctrica, gémeo do europeu Ampera da Opel, enquanto a BMW lançava com enorme sucesso o citadino i3 e o desportivo i8, altura em que a Renault se concentrava nos citadinos Zoe, Twizy e no comercial Kangoo. Um trio que ganhou estatuto de case studies neste cometimento para com a tal descoberta de Thales de Mileto, de há mais de 2.500 anos! 
E não se duvide em absoluto que já se esteve muito mais longe andarmos todos de eléctrico no curto/médio prazo pois, de repente, escancararam a porta (quase) todos os restantes protagonistas do mercado, como o demonstram os novos projectos desvendados nos Salões de Frankfurt (em Setembro) e Tóquio (decorre neste momento). 
Honda é quem parece ter, de repente, encontrado todos os interruptores da casa, electrificando ambas as suas gamas: nas 2 rodas tem a fantástica moto Riding Assist-e e as scooters PCX Electric e Hybrid; nas os brilhantes concepts Urban EV e Sports EV, expostos ao lado do não menos estonteante NeuV, veículo que dizem dotado de Inteligência Artificial, este mostrado ao mundo no início do presente ano. Outro exemplar eléctrico que deixou de boca aberta o mundo das 2 rodas foi a Yamaha Motoroid, um autêntico peso-leve da categoria, com pouco mais de 310 kg!
Imagem: Honda 

Imagens: Honda e Yamaha

Mas há muitos outros a querer reforçar esse feudo eléctrico, casos da smart com o Vison EQ Concept, da Suzuki e o seu e-Survivor e da Mitsubishi com o avançado e-Evolution, para além da família ID da Volkswagen ou do Concept EQa da Mercedes-Benz. Já a Volvo, entretanto, também desvendou a sua estratégia eléctrica, anunciando que a partir de 2019, todos os modelos da sua gama irão contar com um motor eléctrico a bordo, acabando com o reinado dos blocos puramente a gasolina ou gasóleo. 
Imagens: smart, Suzuki, Mitsubishi

Imagens: Volvo, Mercedes-Benz, Volkswagen

Entretanto, ao mercado está já a chegar a tripla Hyundai IONIQ, berlina que se apresenta já com as versões electric (100%) e hybrid (2 motores complementares, um eléctrico e outro a gasolina), ficando para mais tarde a variante plug-in, num outro patamar da electricidade aliada a um ainda mais avançado motor tradicional. Mais detalhes aqui.
Imagem: Hyundai 
Até entre os produtores de superdesportivos não há como fugir ao tema, como o espelham o Project One, da divisão de competição AMG, feito em resposta ao Concept Study Mission E da Porsche, demonstrando que a coisa não é só fazível nos modelos do dia-a-dia! Tanto que a electricidade propaga-se já, com bastante substância, ao próprio desporto automóvel, mexendo no há muito instituído como inatacável!
Imagens: AMG-Mercedes, Porsche


Planeta Terra… até quando?
O mundo – ou pelo menos já parte significativa dele – hoje fala, final e abertamente, de energias alternativas, nomeadamente de electricidade e combustíveis biológicos, como reais substitutos dos combustíveis fósseis derivados do carvão ou do petróleo, tendo sido dados enormes passos na sua aplicação aos mais diversos níveis e sectores, nomeadamente nos veículos em que circulamos no nosso quotidiano ou que operam nas diferentes indústrias.
Imagem: all free download



Pelo acima exposto, são inúmeras as soluções de variável componente eléctrica e/ou híbrida nos automóveis, motos e bicicletas do nosso quotidiano, tendência que também se alastra aos veículos pesados e maquinaria das diferentes indústrias, aqui se apostando no bioetanol e/ou no gás natural, palco onde também a electricidade ganha adeptos, como o Trendy Wheels já teve oportunidade de abordar em anteriores edições.
É este conceito de pegada verde que encima muitas das discussões do presente, alertando-se que não é só no produto final que ela tem que se mostrar, devendo manifestar-se também na totalidade dos processos de produção, de manutenção e de reciclagem dos cada vez mais sofisticados materiais e das hoje avançadíssimas baterias, mas ainda com bastante impacto no ambiente. Apesar dos avanços ainda estamos longe da solução definitiva que deixe o planeta Terra de sorriso no rosto, principalmente pelas decisões dos poderes instituídos e governações, sector onde os lobbies têm demasiado peso, fazendo-as andar ao sabor dos ventos... não necessariamente dos bons!
Imagem: Tesla

Tornam-se, por isso, por demais importantes iniciativas como o Greenfest, as acções da EcoKart, ou o "Salão do Automóvel Híbrido e Eléctrico e da Mobilidade Sustentável", cuja primeira edição decorreu em Outubro na Alfândega do Porto, bem como todas as demais em que, de algum modo, se tente estancar esta autêntica ferida aberta que está a sugar a vida neste nosso planeta. Todas pretendem desmistificar o conceito e utilização de veículos eléctricos e híbridos, ou outras soluções de serviços de cariz mais ambiental, semeando-se a mudança de atitudes através da partilha e da cidadania activa que promovam uma economia mais verde.
Veremos o que o futuro nos reserva entre os ainda muitos factores que o podem condicionar. Um deles começa por si, pois as suas acções, por mais pequenas que sejam, também contam, para que possamos partilhar um mundo melhor com as gerações que estamos a preparar, incutindo-lhes uma maior consciencialização
Imagem: Greenfest 2017

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Um usado muito especial

Ao longo das nossas vidas temos sempre qualquer coisa que queremos vender, de mobília a aparelhos eléctricos e electrónicos, livros, brinquedos e até roupa que já não serve ou passou de moda. Ah sim… e carros ou motos também, pois é sabido que nos stands estes são, na maioria das vezes, subvalorizados e saímos sempre de lá com a sensação de que nos enfiaram o barrete!

Nos dias que correm, normal é usar as redes sociais ou colocar as ditas peças numa plataforma de venda de veículos usados, na maioria das vezes acabando no OLX e Custo Justo, ou em plataformas dedicadas como o Stand Virtual ou Auto Sapo. Há ainda que haver inspiração para se criar aquele texto que faça com que quem está do outro lado fique encantado com a sua proposta. Se há quem faça a coisa a eito, limitando-se a uma pequena descrição, até aos que acrescentam aquela máxima já careca de gasta de que “teve apenas 1 dono, que até era uma velhinha que só o tirava da garagem aos Domingos”, outros até conseguem demonstrar tudo o que a viatura (não) faz e até onde (não) esteve!
Como o dono deste Suzuki Vitara de 1996 (um carro com 20 anos, portanto) que, só pelo vídeo de promoção para a sua venda, deveria receber vários Óscares da Academia, da realização ao argumento, até mesmo, claro está, aos efeitos especiais!

Viu um pequenino pormenor? Em pouco mais de mês e meio tem cerca de 5,4 milhões de visualizações! Isso mesmo, entre os potenciais interessados e os muitos curiosos, este vídeo de Eugene Romanovsky tornou-se num dos virais mais populares de sempre neste domínio! Até mesmo alguns importadores oficiais da marca japonesa, como a Suzuki Austrália ou a Suzuki Rússia, o têm aplaudido e partilhado nas suas redes sociais, numa ajudinha sempre importante!
Assim sendo, se estiver eventualmente a considerar que a sua relação com as suas rodas actuais está a chegar ao fim, inspire-se no exemplo acima e, quem sabe, não fechará um óptimo negócio!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.


quarta-feira, 23 de março de 2016

A Rolar do Minho Ao Algarve

Maravilha das tecnologias, felizmente que há esta coisa chamada Internet, junto com uns quantos contactos com as pessoas certas no meio da imprensa automóvel – um enorme obrigado a quem de direito – que permitiu a pesquisa de vários outros exemplos de ilustres visitantes, mais as suas máquinas sobre rodas, que se viram conquistados pela essência da alma lusitana! Aqui estão eles, agora por ordem cronológica (inversa):
 
Fotos: Opel e Mercedes (oficiais)
A mais recente marca a eleger Portugal como base para uma apresentação internacional – a sua 12ª por cá nos últimos 20 anos – foi a Opel, marca que conquistou para o seu novo Astra os títulos de “Carro do Ano 2016”, na Europa e também entre nós. No momento em que me lê, há jornalistas nacionais e internacionais a conduzir a nova carrinha Astra Sports Tourer, numa operação que decorre na região do Douro, tendo como base o Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

Também por terras lusas anda a Mercedes-Benz, esta tendo trazido os seus convidados para conduzirem a 10ª geração do Classe E pelas avenidas de Lisboa. Uma apresentação que também se estende ao Estoril e à região de Setúbal, prolongando-se por três semanas do mês de Março, envolvendo mais de 500 jornalistas, provenientes de 53 países.
 
Fotos: Lexus, Infiniti e McLaren (oficiais)
Em Novembro foi a distinta Lexus quem esteve na capital com o novo RX 450h, um SUV da moda com uma mecânica híbrida eléctrica/Gasolina, um mês depois da Infiniti, sua concorrente directa, ter mostrado o Q30, escolhendo como base o Hotel Palácio do Governador, em Belém.

Quase desconhecida do comum dos mortais, as propostas da exclusivíssima McLaren são, também, apenas acessíveis aos que tenham contas com mais zeros à direita. Como para o fascinante McLaren P1, este mostrado mais a sul, numa muy exclusiva operação no Autódromo Internacional do Algarve, modelo de que apenas se produziram 375 exemplares, entretanto já todos vendidos. Isto apesar do seu preço de… 1 milhão de euros… antes de impostos!
 
Fotos: BMW, Audi e Honda (oficiais)
Quanto ao Verão passado, mostrou-se uma estação bem quente, de norte a sul do país. Senão vejamos: a BMW esteve por cá em Agosto, para mostrar com o novo Série 7, dividindo-se pelo Porto, região do Douro e Cascais; em Julho foi a Audi quem aqueceu o Algarve, com os novos superdesportivos R8 V10 e R8 V10 Plus a rolarem no circuito nos arredores de Portimão; a Honda andou com o novo HR-V entre a Serra da Arrábida e o Guincho, mais ou menos na mesma altura em que, ali por perto, no Estoril, a Daimler AG promovia uma formação comercial que envolveu 12.000 pessoas e 200 viaturas.
 
Fotos: Mercedes e BMW (oficiais)
Em Abril a Mercedes-Benz mostrava o peculiar Classe V Marco Polo, uma proposta adequada para as férias que se aproximavam, num palco também ele ideal: a península de Tróia, em Setúbal. Um mês antes decorria a primeira das duas visitas da BMW, com os novos Série 1 e Série 6 a rolarem entre Lisboa, a Arrábida e a nova centralidade turística denominada de Arco do Tejo.
 
Fotos: Suzuki, Jaguar e AMG Mercedes (oficiais)

Fevereiro de 2015 teve dose dupla, com a Mercedes-Benz baseada no circuito nos arredores de Portimão, onde apresentou os novos e distintos AMG C 63 e 450 4MATIC AMG, enquanto a mais sóbria Suzuki escolhia a zona costeira entre Lisboa e Cascais para desvendar o seu novo Vitara. Isto um mês depois de a Jaguar ter revelado à imprensa especializada a dinâmica da berlina XE e do F-Type, usando o Autódromo do Estoril, intervalado com um saltinho à costa alentejana.

A vertente de duas rodas no AIA
No domínio das motos, também há algo a contar, sendo que a Ducati esteve, em Janeiro, no Autódromo Internacional do Algarve para a apresentar a sua nova 1299 Panigale, seguindo-se-lhe, já em Outubro, a Kawasaki com idêntica deslocação até àquele circuito desenhado nos arredores de Portimão, para apresentar a nova Ninja ZX-10R à imprensa nacional e internacional.
 
Fotos: Ducati e Kawasaki (oficiais)
Como se vê, 2015 e os já os primeiros meses deste ano foram bem recheados de eventos em solo luso, algo que poderá ter continuidade este ano, dados os zunzuns que já por aí constam. Afinal, não é mais do que uma tendência que se tem reforçado nos últimos anos, tema a que me referi num outro texto, publicado na anterior página de rodas do blog TrendyMind. Se o quiser recordar clique aqui.

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.