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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

WWCOTY: A visão feminina das necessidades

“Se não os podes integrar, junta-te a elas!” ou “Aqui homem não entra!”. Poderia ser um dos dois lemas do painel de juradas do Women’sWorld Car of the Year 2017, iniciativa que nos últimos anos se tem demarcado do sexo oposto, num sector ainda vincadamente masculino, passando a avaliar, por si próprias e com outra visão das necessidades, as melhores propostas do mercado. Afinal, também se diz que “a última palavra na escolha de um automóvel novo é das mulheres”!

Basta atentar nas listas de jurados dos principais galardões internacionais do sector auto e verificar-se que os eles ultrapassam, em muito, as elas: são apenas 4 as representantes femininas nos “World Car Awards”, num painel que compreende nada menos do que 82 jurados, são também 4 as juradas do “Car of the Year” europeu, onde votam 60 especialistas, e apenas 1 no “International Van of the Year”, num painel de 24 jurados. Em semelhante iniciativa na América do Norte são 57 os jurados, dos quais apenas 7 são senhoras. Elucidativo!
Em face desta indesmentível realidade, são elas quem fecha o ano com a atribuição do derradeiro grande galardão automóvel de 2017, àqueles que consideraram como sendo os melhores da actualidade. Uma particularidade nesta 8ª edição é o facto de haver, pela primeira vez na história da iniciativa, uma jurada lusa entre as 25 votantes, que representam 20 países dos quatro cantos do planeta. Chama-se Carla Ribeiro e, por cá, espelha as suas opiniões em publicações diversas, do jornal diário ‘Público’ às revistas especializadas Carros & Motores’ e Todo Terreno’, para além de conteúdos para o portal de cotação automóvel ‘Kelly Blue Book’. Também integra o júri do “Carro do Ano” nacional, processo de avaliações em que está, neste momento, envolvida. Ah sim, é a única representante feminina no dito!

“Um prémio para os melhores automóveis escolhidos exclusivamente por e para mulheres pode, à primeira vista, parecer estranho ou até mesmo sexista. Mas, note-se que vivemos num mundo em que ainda é vedado a alguém o direito de conduzir por simplesmente ser mulher. E quando se começa a pensar nisso, percebemos a utilidade de um galardão deste género”, começa por dizer ao Trendy Wheels.
Apaixonada por automóveis e tudo o que os envolve desde que se recorda, Carla Ribeiro reforça que, “para além do mais, os estudos mostram, claramente, que homens e mulheres têm uma diferente visão do automóvel, quer enquanto objecto utilitário, quer de prazer. A partir daí e tendo em conta a baixa representatividade feminina nos prémios do sector a nível global, assim como o facto de a venda de 3 em cada 4 automóveis ser feita ou por uma mulher ou a partir da decisão desta – dou como exemplo os carros de família – a criação de um prémio destes fazer faz ainda mais sentido. E, se em determinados países a presença de mulheres no jornalismo automóvel é o mais banal possível, noutros permanece uma área tabu, uma espécie de ‘Clube do Bolinha’ em que menina não entra.”

Profissional que não só avalia as novidades de produto que são lançadas no nosso país (e não só), como também cobre diferentes eventos motorizados, Carla Ribeiro considera o facto de fazer parte desta iniciativa “enriquecedor a nível pessoal mas, também, em termos profissionais pois traz consigo um acréscimo de responsabilidade no sentido de manter o espírito crítico pautado pelo rigor. Isto para além dos conhecimentos que integrar um painel do género nos traz — algumas de nós fomos em Junho a Inglaterra, para entregar o prémio de 2016 à Jaguar, sendo um privilégio poder ter contacto com os quatro cantos do mundo e perceber realidades tão distintas quanto as da Índia ou da África do Sul — pelo que a inclusão de Portugal nesta avaliação mundial não deixa de ser representativa do potencial do nosso pequeno mercado”.

... e elas preferem o Hyundai IONIQ
Bom… e, assim sendo, eis que são anunciados os últimos vencedores do presente ano, neste processo dos destaques entre os melhores, em que o Hyundai IONIQ surge à cabeça desta apreciação feminina, nomeado como o “Vencedor Supremo” - uma denominação um quanto ou tanto peculiar - nesta contagem: “Seguro, confiável, amigo do ambiente e extremamente feminino. Foi, este ano, um claro vencedor, considerando-se todas as suas três variantes – EV, Hybrid e PHEV Plug-in Hybrid – como um único modelo em termos de votações”, refere a organização, pela voz da neozelandesa Sandy Myhre, Presidente do Júri e, também ela jurada, enaltecendo-se o facto de, adicionalmente, ter ganho a categoria de “Green Car“.

Os vencedores dos restantes grupos deste “WWCOTY 2017” foram o Mazda CX-5 nos “Familiares”, modelo que foi ainda vice à geral e também no cada vez mais popular segmento dos “SUV/Crossovers”, categoria aqui ganha pelo Peugeot 3008, ele que é o actual detentor dos ceptros de “Carro do Ano 2017” nacional e europeu, em termos absolutos. Adicionalmente, se o Ford Fiesta conquistou o troféu “Budget Car”, reservado aos modelos mais acessíveis à bolsa, em contraponto, o BMW Série 5 venceu o segmento “Luxo”. Entre os “Desportivos” destacou-se o Honda Civic Type R.
Adicionalmente é pedido às juradas que atribuam um prémio ao seu “Dream Car”, galardão que se destina ao modelo que gostariam de ter parado à porta de casa. A escolha recaiu, este ano, no McLaren 720S, um ano depois de terem eleito o… McLaren 570S. É caso para dizer que não são nada pobrezinhas nas escolhas!


Imagens: Women's World Car of the Year

Acrescente-se que esta avaliação interplanetária contemplou uma lista inicial de nada menos do que 420 viaturas, umas abrangentes da maioria os mercados, outras específicas de regiões mais restritas. O grupo foi, depois, alvo de uma triagem, vendo-se reduzido a 60 modelos, 10 por cada uma das 6 categorias a concurso, para após esta avaliação final, auditada por uma empresa independente, se gerarem os resultados acima.

Portugal em crescendo nos galardões internacionais
Fechada que está a contagem de 2017, não há tempo para descanso, pois para a semana serão dados a conhecer os nomes dos primeiros vencedores com o selo “2018”.

A abrir a sequência teremos, já na próxima 4ªF (dia 22 de Novembro) em Lyon, o anúncio do futuro detentor do ceptro de “International Van of the Year” (IVOTY), aqui contando-se com a votação nacional de Fausto Monteiro Grilo, responsável pelo portal ‘Comunicauto’. No mesmo dia e evento serão, também, conhecidos os nomes do “International Truck of the Year” (ITOY) e do “International Pick-up Award 2018” (IPUA), aqui sem qualquer contribuição lusa.
A 15 de Dezembro saber-se-á que modelos vencem os galardões europeus “AutoBest”, quer o prémio maior, quer os das diferentes categorias, numa iniciativa cujo painel integra José Caetano, director da revista ‘AutoFoco’.

2018 inicia-se sem qualquer influência portuguesa, com o anúncio dos vencedores dos “North American Car & Truck/Utility of the Year Awards”, tendo depois de se esperar pelo dia 5 de Março para se conhecer o “Car of the Year” (COTY) europeu, resultado do processo de votação que decorre neste momento. Quer para a definição da shortlist, grupo de 7 finalistas que será conhecida já na próxima 2ª Feira (dia 20), como para a escolha do candidato eleito, há que contar com as pontuações de Francisco Mota, jornalista que até há bem pouco tempo representou a entretanto extinta revista ‘AutoHoje’, e de Joaquim Oliveira, como correspondente, freelancer que, entre outras, colabora com a revista ‘AutoFoco’, e outras publicações internacionais. Acrescente-se que este último também é jurado dos galardões “Engine of the Year”, anunciados há uma semana e que premiaram os melhores motores do mercado.
Fruto de uma diferente calendarização, haverá depois um interregno até Junho, altura em que se atribui outro dos grandes troféus internacionais, também aqui com um jurado nacional: Guilherme Costa, um dos co-responsáveis pelo portal ‘Razão Automóvel’, dá a sua opinião nos “World Car Awards” (WCA), avaliação intercontinental que tem, assim e também, um cunho lusitano. Na mesma altura serão anunciados os “Bus & Coach of the Year”, estes dois sem nenhum nome português no painel.

Esta sequência anual irá, depois, fechar-se, uma vez mais, com o “Women’s World Car of the Year 2018”, naturalmente a realizar dentro de 12 meses, integrando renovada avaliação da Carla Ribeiro aos modelos que irão ser lançados ao longo do próximo ano.
Por cá serão, entretanto, também conhecidos o vencedor do “Essilor Carro do Ano Trofeu Volante de Cristal 2018” e os das categorias de suporte, algures entre Fevereiro e Março próximos, para além de se anunciarem os conquistadores dos múltiplos troféus atribuídos pelas diferentes editoras e revistas da especialidade, nacionais e internacionais, ou pelos próprios mercados individualmente. Ou seja, troféus não irão faltar para rechear as vitrinas das marcas!
Logótipos: Oficiais
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Electricidade II: O acordar da ‘Bela Adormecida’

Como referi na última edição, só no final do século passado e depois de um demasiado prolongado sono induzido, derivado dos interesses e desenvolvimentos entretanto instalados noutros domínios, as viaturas alimentadas a baterias eléctricas voltaram a mostrar-se. As preocupações ambientais tornaram-se parte das agendas de um planeta cada vez mais adoentado, a braços com os efeitos dos gases com efeito de estufa, oriundos não só dos veículos alimentados a combustíveis fósseis, como das próprias fábricas que os produziam, entre outras origens.
Imagem: smart

Em modo puro, híbrido ou plug-in, aqui associados a um motor a gasolina (na maioria dos casos) ou diesel mas com tecnologias mais avançadas no domínio da redução do CO2, óxidos de azoto e outros elementos poluentes, presentemente quase não há marca que não tenha - ou preveja ter - um modelo com algum conceito eléctrico associado na sua gama. Algumas há que querem migrar por completo para essa realidade, assim se definam as linhas mestras do mercado automóvel do futuro, enquanto outras ainda dizem que “nim”, injectando com maior ou menor velocidade opções eléctricas nas suas ofertas e outras (ainda) não vêem, ou não querem ver, essa inevitabilidade transposta para a sua imagem de marca.
Bastante avançadas no processo estão as japonesas Nissan e Toyota, tendo, respectivamente, no Leaf e no Prius verdadeiros best-sellers: o primeiro é o eléctrico mais vendido do mundo; o segundo tem o mesmo estatuto entre os híbridos. Isto numa altura em que surgem outras que já nasceram ligadas à corrente, caso da Tesla, gigante norte-americano que, aparentemente surgido do nada, abanou, qual terramoto de elevada escala, o mundo automóvel para esta inevitável realidade, obrigando a concorrência a mexer-se para não se perderem no comboio do desenvolvimento eléctrico. Um trio que reforça significativamente, a cada dia e de acordo com os planos traçados, a sua aposta eléctrica.
Imagens: Nissan, Toyota

Imagens: BMW, Renault, Opel, Tesla

Aquando desse acordar, também a Chevrolet apostava num modelo, o Volt, para a sua aventura eléctrica, gémeo do europeu Ampera da Opel, enquanto a BMW lançava com enorme sucesso o citadino i3 e o desportivo i8, altura em que a Renault se concentrava nos citadinos Zoe, Twizy e no comercial Kangoo. Um trio que ganhou estatuto de case studies neste cometimento para com a tal descoberta de Thales de Mileto, de há mais de 2.500 anos! 
E não se duvide em absoluto que já se esteve muito mais longe andarmos todos de eléctrico no curto/médio prazo pois, de repente, escancararam a porta (quase) todos os restantes protagonistas do mercado, como o demonstram os novos projectos desvendados nos Salões de Frankfurt (em Setembro) e Tóquio (decorre neste momento). 
Honda é quem parece ter, de repente, encontrado todos os interruptores da casa, electrificando ambas as suas gamas: nas 2 rodas tem a fantástica moto Riding Assist-e e as scooters PCX Electric e Hybrid; nas os brilhantes concepts Urban EV e Sports EV, expostos ao lado do não menos estonteante NeuV, veículo que dizem dotado de Inteligência Artificial, este mostrado ao mundo no início do presente ano. Outro exemplar eléctrico que deixou de boca aberta o mundo das 2 rodas foi a Yamaha Motoroid, um autêntico peso-leve da categoria, com pouco mais de 310 kg!
Imagem: Honda 

Imagens: Honda e Yamaha

Mas há muitos outros a querer reforçar esse feudo eléctrico, casos da smart com o Vison EQ Concept, da Suzuki e o seu e-Survivor e da Mitsubishi com o avançado e-Evolution, para além da família ID da Volkswagen ou do Concept EQa da Mercedes-Benz. Já a Volvo, entretanto, também desvendou a sua estratégia eléctrica, anunciando que a partir de 2019, todos os modelos da sua gama irão contar com um motor eléctrico a bordo, acabando com o reinado dos blocos puramente a gasolina ou gasóleo. 
Imagens: smart, Suzuki, Mitsubishi

Imagens: Volvo, Mercedes-Benz, Volkswagen

Entretanto, ao mercado está já a chegar a tripla Hyundai IONIQ, berlina que se apresenta já com as versões electric (100%) e hybrid (2 motores complementares, um eléctrico e outro a gasolina), ficando para mais tarde a variante plug-in, num outro patamar da electricidade aliada a um ainda mais avançado motor tradicional. Mais detalhes aqui.
Imagem: Hyundai 
Até entre os produtores de superdesportivos não há como fugir ao tema, como o espelham o Project One, da divisão de competição AMG, feito em resposta ao Concept Study Mission E da Porsche, demonstrando que a coisa não é só fazível nos modelos do dia-a-dia! Tanto que a electricidade propaga-se já, com bastante substância, ao próprio desporto automóvel, mexendo no há muito instituído como inatacável!
Imagens: AMG-Mercedes, Porsche


Planeta Terra… até quando?
O mundo – ou pelo menos já parte significativa dele – hoje fala, final e abertamente, de energias alternativas, nomeadamente de electricidade e combustíveis biológicos, como reais substitutos dos combustíveis fósseis derivados do carvão ou do petróleo, tendo sido dados enormes passos na sua aplicação aos mais diversos níveis e sectores, nomeadamente nos veículos em que circulamos no nosso quotidiano ou que operam nas diferentes indústrias.
Imagem: all free download



Pelo acima exposto, são inúmeras as soluções de variável componente eléctrica e/ou híbrida nos automóveis, motos e bicicletas do nosso quotidiano, tendência que também se alastra aos veículos pesados e maquinaria das diferentes indústrias, aqui se apostando no bioetanol e/ou no gás natural, palco onde também a electricidade ganha adeptos, como o Trendy Wheels já teve oportunidade de abordar em anteriores edições.
É este conceito de pegada verde que encima muitas das discussões do presente, alertando-se que não é só no produto final que ela tem que se mostrar, devendo manifestar-se também na totalidade dos processos de produção, de manutenção e de reciclagem dos cada vez mais sofisticados materiais e das hoje avançadíssimas baterias, mas ainda com bastante impacto no ambiente. Apesar dos avanços ainda estamos longe da solução definitiva que deixe o planeta Terra de sorriso no rosto, principalmente pelas decisões dos poderes instituídos e governações, sector onde os lobbies têm demasiado peso, fazendo-as andar ao sabor dos ventos... não necessariamente dos bons!
Imagem: Tesla

Tornam-se, por isso, por demais importantes iniciativas como o Greenfest, as acções da EcoKart, ou o "Salão do Automóvel Híbrido e Eléctrico e da Mobilidade Sustentável", cuja primeira edição decorreu em Outubro na Alfândega do Porto, bem como todas as demais em que, de algum modo, se tente estancar esta autêntica ferida aberta que está a sugar a vida neste nosso planeta. Todas pretendem desmistificar o conceito e utilização de veículos eléctricos e híbridos, ou outras soluções de serviços de cariz mais ambiental, semeando-se a mudança de atitudes através da partilha e da cidadania activa que promovam uma economia mais verde.
Veremos o que o futuro nos reserva entre os ainda muitos factores que o podem condicionar. Um deles começa por si, pois as suas acções, por mais pequenas que sejam, também contam, para que possamos partilhar um mundo melhor com as gerações que estamos a preparar, incutindo-lhes uma maior consciencialização
Imagem: Greenfest 2017

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Entre limpezas & jardinagem

Tornaram-se muito comuns os mini-aspiradores autónomos que apanham, com um mínimo de intervenção humana, pelo menos as migalhas, as quedas capilares e as poeiras e areias que as nossas casas teimam em acumular. Programado o dito robô e vamos à nossa vida, deixando-o a rolar sozinho, alimentando-se dos pequenos lixos ao longo das suas trajectórias rectilíneas, com avanços e recuos fruto dos encontrões com as nossas mobílias & afins. Só não se dá bem com tapetes e cenas com franjas, peças de decoração com que se embrulha, nem com animais domésticos, que detestam ver os seus domínios invadidos por esse avanço tecnológico do mundo das limpezas.

Okok… mas então e lá fora? No caso de ter uma casa com jardim relvado, como fazer com a dita, pois nem sempre apetece andar com o corta-relva para trás e para a frente? Resposta: compre um Honda! Não, não se admire… trata-se de um produto da área Power Equipment da mesma marca que faz os modelos japoneses (motos e automóveis) mas numa nova variante, o Miimo. Este mini-corta-relva autónomo pode ser programado pelo smartphone, através de uma app dedicada, trabalha em zonas inclinadas ou até mesmo à chuva.

Em Portugal estão disponíveis duas das três variantes do dito, com outras tantas capacidades e autonomias, dependendo da área de relva a cobrir. Saiba mais aqui.
Imagens: Honda Power Equipment

Versões especiais de corrida
Curiosamente, para os puristas da coisa – leia-se os que gostam de ter dentro de suas casas o que também têm parado à porta – alguém pensou em versões, digamos, mais vitaminadas do dito. Para esses surgiram os protótipos Miimo Fireblade e Miimo Type R, que espelham, respectivamente, a moto Honda CBR 1000RR Fireblade e o desportivo Honda Civic Type R, ambos à venda nos stands da marca.
Imagens: Honda UK

Entre outras acções, o Civic é promovido no Campeonato do Mundo de Carros de Turismo (WTCC) pelo piloto português Tiago Monteiro, o actual comandante do dito, quando faltam apenas 4 provas para o fim da temporada. Já a duas rodas inspira a variante com que a marca disputa o Campeonato do Mundo de MotoGP, com os pilotos espanhóis Marc Marquez e Dani Pedrosa.
Imagens: Paulo Maria/Interslide

Imagens: Honda Racing Corporation

Voltando ao mundo dos corta-relvas, há 3 anos Monteiro chegou a experimentar na pista belga de SPA-Francorchamps o Mean Mower, uma espécie de versão de corridas de um exemplar grande da marca. Equipado com um motorzinho de 1.000 centímetros cúbicos, com 109 cv de potência, pesando apenas 140 kg, esse bicho mau alcançara, meses antes, a certificação oficial de “O mais rápido corta-relva do mundo”, atingindo cerca de 187 km/h (o número oficial é de 116,57 milhas por hora) de velocidade máxima! Veja aqui a experiência do piloto luso e aqui a atribuição dessa valência pela organização Guinness World Records, na sequência de uma avaliação realizada numa pista de testes em Espanha.
Acrescente-se que do tal catálogo Power Equipment da Honda, representado no nosso país pela Grow, fazem parte não só o Miimo acima – o normal, não os vitaminados – como também diversos outros cortadores de relva, mecânicos ou manuais, e as mais diversas ferramentas para o tratamento de zonas ajardinadas. Se tiver um relvado espreite a oferta! Infelizmente não pode é contar com o rapidíssimo Mean Mower…
Imagem: Honda UK

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Exteriorizar desejos

O dia 1 de Abril é sempre uma fonte de inspiração para as mais diversas criações, umas mais felizes e elaboradas, outras que… enfim, mais valia estarem quietos. Certo é que versam os mais diversos temas, sendo que as rodas também dão pano para mangas.

Se há exemplares que roçam o absurdo, outros expressam mesmo os desejos mais recônditos de alguns designers, se bem que depois se vejam obrigados a ficar-se apenas pelos seus desenhos ou vídeos. A seguir, sem grandes considerandos, desfilam algumas das criações deste “Dia das Mentiras 2017”. Divirta-se!
BMW: Qual é o cão que não gosta de ir passear de carro com o seu dono, com a cabeça fora da janela? Conheça o dDrive, uma cama caseira que proporciona essa sensação de frescura.

Dacia: Não tem tempo para ir à praia? Ou mora numa zona de pouco sol, mas gostava na mesma de ter um bronzeado à maneira? O novo Sundero tem um equipamento à sua medida, com uns pozinhos extra e tudo!
Imagens: Dacia UK

Emirates: O APR001 é um avião de três andares com todas as mordomias de um verdadeiro paquete. Piscina, salão de jogos e de lazer, etc, etc, etc...
Imagens: Emirates

Honda: Para que os condutores possam expressar as suas emoções ao volante, a marca japonesa pensou em integrar os populares emojis no volante, associados a diferentes sons da buzina Honda Horn Emojis.
Hyundai: Já não precisa de ir buscar o seu carro novo ao stand. A entrega é feita em casa por via aérea através do serviço Clickto Fly.
Lexus: Farto dos empatas que teimam em se manter na faixa do meio ou da esquerda nas auto-estradas e vias rápidas? A resposta está na ponta dos seus dedos, através do sistema Lane Valet.

Mini: E que tal um food truck com base no descapotável da marca? Os eventos de street food nunca mais iam ser os mesmos com este pack John Cooker Works.
Opel: A cor é um factor de crescente importância aquando da compra de um carro, mas se associada a ela – no caso o tom Berry Red – vier também a essência, melhor ainda!
Imagem: Opel/Vauxhall UK 

Polícia de Segurança Pública: Muito inspirada nas redes sociais, esta força policial fez saber ser a primeira na Europa a possuir um Aeromobile.
 
Imagem: Polícia de Segurança Pública
smart: À semelhança do tema da passada 2ª Feira, dos veículos com rodas que também se aventuram no mar, a marca pensou em transformar o seu popular fortwo num pequeno anfíbio denominado... forsea.
Imagem: smart 

Virgin Atlantic
: Voar nunca mais vai ser o mesmo na companhia de Sir Richard Branson, com a graciosidade dos pássaros transposta para os seus aviões. Conheça o Dreambird 1417.
Virgin Australia: Será a primeira companhia aérea a contar com uma Tripulação Canina, para apoio aos mais diversos clientes.

Virgin Trains: Comprar um passe de comboio e apresentá-lo nas portas de acesso às plataformas vai fazer-se através de um novo processo, denominado o Tick-Ink. Se gostar de tatuagens então é mesmo a sua cara!
Imagens: BMWBlog

E pronto... este ano foi assim. Veremos o que nos irá reservar o 1º de Abril de 2018.

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Carnaval nas consolas

Donkey Kong, Pacman, Sonic, SuperMario, Tomb Raider… Decerto reconhece estes nomes seja porque, em tempos foi ou ainda é fã de jogos nas mais diversas plataformas que os apresentavam a duas dimensões, ou porque aí por casa ou na família há descendência que não tira os olhos dos muitos ecrãs onde hoje se podem jogar, muitos deles agora em 3D.

Recentemente a britânica CarWow decidiu apresentar versões alternativas destes e de outros históricos heróis das consolas em versões de quatro rodas. O Sonic (acima) foi imaginado na carroçaria de um Honda Civic, enquanto a tripla temática abaixo – SuperMario, Wipe-Out e The Legend of Zelda – aparece, respectivamente, nos corpos de um BAC Mono, de um Nissan Delta Wing e de um Mini.

E quem é que nunca jogou “Tetris”, o jogo dos blocos rotativos coloridos? Aqui o Volvo 240 é o modelo que, pelas suas linhas assumidamente rectas, mais se lhe adequa, enquanto o Audi Q2 é o carro ideal para o jogo de ficção científica “Half-Life” e o Toyota Land Cruiser para a pele do gorila Donkey Kong.

Para terminar esta temática, não podia faltar o jogo “Space Invaders”, do longínquo ano de 1978, que então cativava as novas gerações nas salas tipo arcade, caindo aqui o pequeno Smart que nem mosca no mel. Tal como acontece com o VW Beetle como o modelo ideal para o híper-comilão Pacman, enquanto se falarmos de aventura pura e dura vem-nos de imediato à memória o jogo “Tomb Raider”, sendo que uma das marcas mais associada a essa vertente é o Range Rover, pelo que aqui a escolha cai no seu actual best-seller, o Evoque.
Imagens: CarWow

E se os heróis fossem… Pokémons?
Actual sucesso entre os utilizadores de smartphones, tablets e afins – se bem que a loucura já não tenha a dimensão de há um ano a esta parte – o jogo “Pokémon GO” também mereceu a atenção da CarWow. Desenhos animados japoneses de sucesso do final dos anos ’90, num conceito também originário de um jogo – o termo “Pokémon” é uma abreviatura de “Pocket Monsters” – os seus populares protagonistas também desataram a acelerar nesta espécie de corso carnavalesco. Veja como:

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.