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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Só para coleccionadores

Fui, em tempos, um fervoroso adepto de corridas de automóveis, não perdendo pitada do que se fazia pelo nosso país ou pelo mundo, em especial sobre Ralis e Fórmula 1. Dadas as tecnologias da altura, muito longe da profusão de acessos que a Internet hoje nos dá, os meus companheiros nessa aventura eram a televisão e o rádio – que loucura, não é? – mais os jornais e revistas, nacionais e estrangeiras, sobre o tema, que avidamente comprava e absorvia.

Hoje apenas guardo alguns anuários de referência ou outros livros que, de algum modo, ainda me despertem um certo click quando os desfolho, com um grau de loucura substancialmente mais reduzido e com as prateleiras lá de casa com menos pó & ácaros dos livros, fruto dos exemplares dessas diversas publicações de que, entretanto, me desfiz. Não quer isto dizer que não continue atento à realidade, não só pelas minhas funções profissionais, como pelos conteúdos de interesse que tento trazer ao blog Trendy Wheels.
Assim sendo, nesta edição irei falar de selos de correio e de um livro em particular, conjuntos obrigatórios para qualquer fã de ralis que se preze, ambos relacionados com o Rali de Portugal, a nossa maior prova de estrada e que teve a sua 51ª edição em Maio último.

Ao coração dos filatelistas…
Comecemos, então, pela área da filatelia, sendo que neste domínio saliento a colecção de selos produzida pelos CTT, ilustrada com 5 emblemáticos carros vencedores dessa prova portuguesa do Campeonato do Mundo de Ralis:
Imagens: CTT/Correios

- Renault 8 Gordini da dupla lusa Carpinteiro Albino/Silva Pereira, feito alcançado na 1ª edição, de 1967,
- Fiat 131 Abarth dos finlandeses Markku Alen/Ilkka Kivimaki, da edição nº 15 (1981), 
- Audi Quattro S1 da dupla feminina franco-italiana Michèle Mouton/Fabrizia Pons no ano seguinte,
- Lancia Delta Integrale dos também finlandeses Juha Kankkunen/Juha Piironen da edição nº 26 (1992)
- e, a fechar, o Volkswagen Polo R WRC de Jari-Matti Latvala/Mikka Anttilla, também eles oriundos do país dos 1000 Lagos, e que subiram ao lugar mais alto do pódio na 49ª edição (2015) deste evento.        
Esta Série Rally de Portugal - 50 Anos” está à venda nos balcões dos CTT ou na loja online, por € 3,48 para o conjunto dos 5 selos, por € 5,13 para a Pagela e por € 4,85 para o Sobrescrito 1ª Dia, incluindo ambas os 5 selos.

… e um livro indispensável
Se acha que aqueles 5 são manifestamente poucos para ilustrar um evento que teve este ano a sua 51ª edição, então complete-a com a aquisição do livro “50 Anos Rally de Portugal” que o ACP – Automóvel Club de Portugal entretanto publicou, ilustrando meio século daquele que, durante muitos anos, ostentou o selo de “O Melhor Rali do Mundo”
Imagens: ACP 

Com o contributo de muitas figuras ligadas ao automobilismo e aos ralis em particular, contam-se nas suas mais de 600 páginas – em português e em inglês – histórias mais e menos conhecidas, ilustradas com esquemas, gráficos, estatísticas e curiosidades do muito com que o Rali de Portugal tem enriquecido ao longo de 5 décadas. Resumem-se todas as edições, carros, protagonistas e emoções vividas a norte, ao centro e ao sul de Portugal Continental, por estradas e terras já atravessadas.
No domínio da imagem, a grande maioria das fotografias têm a assinatura do profissional Paulo Maria, fotógrafo responsável pela agência Interslide, pessoa que, curiosamente e em tempos, me colocou pela primeira vez uma máquina fotográfica profissional nas mãos. Foi noutro rali – o Vinho Madeira de 1995 – deixando-me então recolher algumas imagens que haveriam de ser capa e parte dos conteúdos do artigo que então fiz para uma revista da especialidade, dizendo-me para ficar com os créditos das mesmas. Poucos são os que o fazem, mas o Paulo não é igual a ninguém, é só igual a ele próprio!

Se bem que seja um tanto ou quanto pesadão para ler nas férias, na praia ou no campo – ainda são alguns bons quilinhos – poderá sempre adquirir (mais) um – está à venda por € 1 por ano da prova, ou seja € 49,90 e pode ser adquirido na loja online – para oferecer nos anos ou no Natal, àquela pessoa de quem sabe os olhos irão brilhar. Se, por ventura, for eu essa pessoa, esteja à vontade!
Imagens: Interslide/Paulo Maria

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

“Renaissance”

“A empresa Vaillant é desmantelada por Slate, que substituiu a herança da marca Vaillante pelas suas próprias criações. A Vaillante não existe mais. Jean-Pierre Vaillant atirou-se de um precipício, lutando entre vida e morte no centro cirúrgico de Les Invalides. Devastado, Michel Vaillant foi incapaz de salvar o seu irmão, abandonou tudo e conduz camiões nos trilhos de Kivu, onde enfrenta vários perigos para salvar um outro camionista ferido, um desafio lamentável para um piloto que foi incapaz de salvar o seu irmão...

Mas em La Jonquière luta-se contra o destino, com Françoise Latour a decidir que a Vaillante deve recomeçar do zero. Com a ajuda do Tio Benjamin, ela compra dois monolugares eléctricos e é numa simples garagem local que Patrick e a sua banda ‘Now Future’ preparam os dois Fórmula E para o primeiro ePrix de Paris.

Aceitará Michel regressar ao volante? A corrida disputa-se em redor dos Invalides, em volta de Jean-Pierre, ele também em luta... Estará Michel à altura deste desafio simbólico? Depois de um álbum que o deixou no limite, esta nova aventura do lendário piloto trá-lo de volta às grelhas de partida. Afinal, o ADN dos Vaillant não é ele, a família e as corridas?”

É este o argumento de “Renaissance”, o 5º e mais recente álbum de quadradinhos da “Nova Temporada” da saga Michel Vaillant, um dos maiores heróis de sempre da temática, em papel, das corridas de automóveis, publicações que se juntam aos 70 livros da “Primeira Série”, editada entre 1959 e 2011. Quem é que em pequeno, gostando de carros e de corridas, não conhece o mítico piloto francês que conduz as mais diversas montadas concebidas pela família Vaillant?

Carros, motos, barcos, camiões… a marca Vaillante (é mesmo assim, com um "e" adicional ao nome da família) é indissociável de tudo o que é desporto motorizado! Nos ralis o herói francês participou em muitos, como os míticos Monte Carlo e Safari, mas também pelo nosso, retratados nos álbuns “Rali em Portugal” (o 19º da 1ª série, publicado em 1971) e em “O Homem de Lisboa” (45º livro, de 1984), enquanto nas pistas de Fórmula 1 conduziu no Mónaco, Indianápolis (EUA), Zandvoort (Holanda), Monte Fuji (Japão), nos mais míticos dos circuitos mundiais como Le Mans (França), Spa (Bélgica), Nurburgring (Alemanha) e Macau (à altura ainda sob cores lusas), ou ainda em provas de resistência como o destrutivo Paris/Dakar, num álbum com o mesmo nome.

Coube ao belga Jean Graton criar o então jovem Michel Vaillant, primeiro em tiras de quadradinhos das revistas “Tintin” de 1957, para dois anos depois lhe dedicar um primeiro álbum, sob o título de “O Grande Desafio”. Dando um cunho verdadeiramente realista às suas histórias, aliando as corridas aos laços familiares, às intrigas, ao suspense e à inveja, presentes em toda a série de agora 80 álbuns. Neles vivem personagens principais, entre os elementos da família Vaillant, amigos e pilotos, aos muitos adversários, entre eles os perigosos elementos do Team Leader. Integrou-os em histórias fictícias, mas com fortes ligações ao mundo em que vivemos, nomeadamente ao nível do desporto automóvel, desenvolvendo-as em cenários e factos reais, nelas misturando nomes sonantes do mundo automóvel, numa mais que justa homenagem.

Pois é, tal como acontece com os heróis dos quadradinhos, da TV e do cinema, apesar dos anos passarem – completam-se este ano 59 sobre a estreia de Michel Vaillant nas tais tiras francesas – o prodígio do volante não os sente na pele, pelo menos na totalidade, se bem que agora destroçado com o iminente fim da Vaillante, a marca da família e do seu coração, mas principalmente com o delicado processo de saúde que atravessa ao irmão Jean-Pierre.

Imagens: Michel Vaillant e LeYa (oficiais)
Este recente regresso da saga Michel Vaillant está a cargo de um póquer composto por Phillipe Graton (filho do autor original) como argumentista, a meias com Denis Lapiére, enquanto os desenhos – que se mantêm o mais fieis possível com o traço original – estão a cargo de Benjamin Benéteau (personagens) e Marc Bourgne (decoração das viaturas). São deles os álbuns desta nova geração, sob os títulos de “Em Nome do Filho”, “Voltagem”, “Ligação Perigosa” (todos lançados por cá em 2014) e “O Colapso” (em 2015). Segue-se agora o título “Renaissance” que as Edições ASA - via a sua subsidiária LeYa - se preparam para lançar no nosso país. Será em Setembro e o preço de capa deverá rondar os 15,50 euros.

Lançamento mundial de “Renaissance” foi a 17 de Junho
“Então e se eu quiser já um exemplar?” – pode perguntar-se! Bom, se assim for, pode encomendá-lo pela net ou então dar um saltinho até França, ao DS World Paris, no nº 33 da rue François 1er, em pleno coração do denominado Triângulo de Ouro parisiense! É ali que está patente a exposição inédita sob o título de DS & Vaillante, Duas Marcas Francesas, onde se revelam os laços que unem estas duas marcas há cerca de 60 anos. Pode ali adquirir a versão em francês do livro.

Imagens: DS / DS World Paris (oficiais)
Uma visita que poderá fazer até ao dia 3 de Setembro próximo, a um espaço único que dar-lhe-á uma ideia sobre a rica história deste personagem e dos seus pais, bem como sobre a criação deste novo 75º álbum de aventuras, das Éditions Dupuis. Entre muitos elementos ali expostos, da vida e obra de pai e filho Graton e de Michel Vaillant, poderá também ver um DS histórico, modelo que faz eco da estreia do piloto francês em competição, e o DSV-01, o monolugar 100% eléctrico que a equipa DS Virgin Racing inscreve no Campeonato FIA de Fórmula E. Trata-se de uma série de corridas reservada, em exclusivo, a modelos – parecem monolugares de Fórmula 1 futuristas, equipados com motores eléctricos – uma viatura com que o nosso herói dos quadradinhos estará em competição durante o ePrix de Paris de 2016, evento relatado neste novo livro.


Para Philippe Graton, herdeiro e actual ilustrador da saga, “esta exposição entre a marca real e a marca fictícia é inédita, tendo laços impressionantes. A DS e a Vaillante são contemporâneas, partilham a audácia e a elegância do design, inovações tecnológicas e ‘savoir-faire’ francês.

Acrescente-se que Michel Vaillant também passou para a TV, numa série francesa de 13 episódios denominada “Aventures de Michel Vaillant”, na cadeia de televisão ORTF, chegando depois, em 2003, ao cinema, numa adaptação cinematográfica de Luc Besson. Veja aqui o trailer de “Michel Vaillant”:


Para além dos portais acima, poderá consultar mais informações no Facebook de Michel Vaillant, ou no Facebook do DS World Paris.

Posto isto, sugiro que vá de férias ou fim-de-semana até à capital francesa. Agora que acabou a loucura do Euro 2016 será, decerto, um passeio muito mais calmo e agradável! Boa viagem se for o caso e boas férias para quem já as estiver a gozar!

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.


sexta-feira, 4 de março de 2016

O Poder da Escrita e da Ilustração

Cada um é para o que nasce, segundo o dito popular, e enquanto uns são ases no desporto, outros singram no canto ou na representação, em actividades de lazer ou ensino, entre um sem número de outros domínios. Quando se conjugam duas ou mais capacidades, surge um renovado potencial. O Trendy Wheels apresenta-lhe os novos escribas e ilustradores, nascidos da iniciativa “Jovens Autores de Histórias Ilustradas”.


O conceito é da Nissan Portugal e pretende sensibilizar os jovens para a importância do seu papel na construção de um futuro sustentável, identificando-se, em simultâneo, novos autores de contos e ilustrações. Nesta que foi a 3ª edição, criaram-se 10 novas histórias, da autoria de 19 jovens, entre escribas e ilustradores, entretanto agrupadas num único livro.

Destaca-se o título “Sempre a Mesma Coisa”, com escrita e ilustrações de Jasmim Cotrim e Inês Baptista (ES Cacilhas-Tejo), que conquistou o júri e acumulou os dois prémios principais desta edição 2014/15, para a “Melhor História” e para a “Melhor Ilustração”. Atribuiu-se, ainda, um terceiro galardão a “Cega a Tua Vida, Antes que Ela te Cegue a Ti”, da autoria de Miguel Marques e Sofia Rosário (EBS S. Martinho do Porto), numa eleição do público no Facebook da marca japonesa.


“Quando um novo livro chega às livrarias conclui-se a jornada criativa dos seus autores e inicia-se a descoberta dos leitores. Mas quando esse livro reúne e conta as histórias de uma nova geração de autores, é com redobrado entusiasmo que o descobrimos,” refere António Pereira Joaquim, Director de Comunicação e Relações Públicas da Nissan Portugal. Surge, assim, “um único livro que reúne traços, cores, palavras, frases, ideias e sonhos de 17 alunos do Ensino Secundário, obras de um conjunto de novos talentos da escrita e da ilustração nacional”.

Ao longo de vários meses, muitos os alunos e professores do Ensino Secundário trabalharam nas ideias, redacções e ilustrações de dezenas de trabalhos sobre “Condução Autónoma”, o tema forte desta edição, tecnologia de futuro em que a marca japonesa é pioneira. Projectos que foram, depois, enviados para a Nissan, obrigando a uma difícil selecção final pelo júri, este ano composto pela jornalista Bárbara Wong, a escritora Ana Maria Magalhães, o ilustrador Paulo Galindro, o escritor António Torrado (Sociedade Portuguesa de Autores), o pintor Eurico Gonçalves (Sociedade Nacional de Belas Artes), Fernando Pinto do Amaral (Plano Nacional de Leitura), Vitor Silva Mota (Editora Leya) e Guillaume Masurel (Nissan Portugal).

“Desafiando adolescentes de todo o país a libertarem-se de preconceitos e darem asas ao seu talento, construindo novas histórias, criando personagens com vidas e rumos diferentes, mas sempre com um objetivo em comum: a concepção de um novo futuro, com menos emissões e menos fatalidades em acidentes, numa contribuição efectiva para uma sociedade mais sustentável,” justificou aquele responsável.

Conheça aqui o making of desta 3ª edição que, entre outras acções, levou os finalistas até Barcelona, numa viagem inesquecível e repleta de boa disposição:


Uma edição também em braille
Em complemento ao livro em formato tradicional, destaque-se a produção de uma edição em braille, com o apoio da "Área de Leitura para Deficientes Visuais" da Biblioteca Nacional de Portugal, para um público-alvo com deficiências visuais que poderá, de acordo com Censos 2011 do INE, atingir 160.000 pessoas.


Pretendeu-se “tornar o concurso mais inclusivo, procurando consciencializar alunos invisuais ou com deficiências visuais, mas aptos para a escrita e para a ilustração, inseridos em escolas regulares, para a participação no JAHI. Simultaneamente damos o nosso contributo para o prazer dos livros e da literatura a crianças, adolescentes e adultos com deficiência visual. Através da leitura promovemos a cidadania, proporcionando um olhar crítico que possibilita formar cidadãos conscientes e contributivos para um futuro mais sustentável”, sublinha Guillaume Masurel, Director-Geral da Nissan Portugal.

De um “Sonho Lúcido” a uma realidade física
Foi também publicado do livro “Sonho Lúcido”, da autoria de Mariana Fonseca e Ana Sofia Matos, as vencedoras dos prémios “Melhor História” e “Melhor Ilustração” na anterior edição, título que fez parte do livro conjunto do “JAHI 2013-2014”, em que o tema era “Um Futuro de Zero Emissões”. Nele conta-se uma história vivida entre duas metrópoles – uma real Barcelona e uma fantástica Novaselik – em que a realidade e o imaginário se misturam numa narrativa livre.


É com grande apreço que vimos o nosso primeiro livro ser publicado. É o culminar de uma longa etapa que representa uma oportunidade que dificilmente surgiria tão cedo noutro contexto. Será, com certeza, um momento que ficará na nossa memória”, referem as autoras, à altura alunas da Escola da Maia, mas agora ambas estudantes da Universidade do Porto.

Viagem ao passado na “Revolução Futurista”
Um ano antes, no culminar da primeira edição dos JAHI, então sob o tema da “Mobilidade Sustentável”, os vencedores foram Maria João Amaral (texto) e Fábio Araújo (ilustrações), com a sua "Revolução Futurista”. Conta-se a história da Maria, de seis anos, e do seu amigo Jerónimo, passada em Londres, de onde partem para uma viagem ao passado, até ao início da Revolução Industrial, na procura de um recurso energético que permitisse a preservação do ambiente.

Fotos: Nissan/CL Sta. Maria de Lamas (à esq, em baixo)


Na altura, a autora da história, entretanto também passada a livro, referiu ter sido “uma sensação completamente diferente, muito recompensadora. Uma grande alegria, mas também uma grande responsabilidade, pois sabia que esperavam o máximo de mim. Não imaginava que com esta idade iria fazer algo com tanto impacto”. Já para o ilustrador tratou-se de “uma oportunidade extraordinária que a Nissan me proporcionou, quero seguir ilustração e este livro é uma porta que se abre. É uma sensação fantástica ver o nosso trabalho publicado pela primeira vez

A iniciativa em resumo
O projecto “Jovens Autores de Histórias Ilustradas” insere-se na política de Cidadania Azul” da Nissan,  um compromisso para com a sustentabilidade e a mobilidade, investindo nas comunidades em que se insere. Iniciativa única na Europa, inspira-se no “Children’s Storybook” e “Picture Book” que a Nissan Motor organiza há mais de três décadas no Japão. Em Portugal tem como entidades parceiras o Plano Nacional de Leitura e a Editora Leya.


Para concluir, refiro que o programa vai agora entrar em pausa para reformulação, preparando-se “um regresso ainda mais inovador e entusiasmante para alunos, professores e escolas”, promete a marca. Será um ano de intenso trabalho, pelo que fica um “até já” para uma potencial edição 2016-2017.
 
Fotos: Nissan (oficiais)

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
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