Nada
tendo de religioso, esta edição versa outro tipo de santos, no caso o único –
leia-se “verdadeiro” – santo da
televisão. Chamava-se Simon Templar e
era a personagem principal da série de espionagem “O Santo” que foi exibida
de 1962 a 1969. Foi Roger Moore
quem deu vida a este herói que roubava aos bandidos para ficar com grande parte
dos despojos, actor que também encarnaria por 7 vezes outro ícone do cinema, o igualmente
espião James Bond. Pode-se, assim,
dizer que o santo original morreu, tal como parte se desvaneceu parte da genética
007.
Imagens: IMDB, ITV
Se
a série britânica terminou no final dos anos 60 do século passado, o nome deste
galã do grande ecrã irá
perdurar pelos tempos, pois por mais recriações, sequelas e transposições para o pequeno e grande ecrãs que se façam, ninguém nunca lhe chegará aos
calcanhares.
Para
além da altivez tipicamente britânica que transpirava da sua interpretação nos 118
episódios da série, divididos por 6 temporadas, houve um automóvel que se lhe
ficou associado, o Volvo P1800, seu
companheiro de inúmeras aventuras. Conheça-o aqui:
A
título de curiosidade, este coupé de matrícula “ST 1” esteve desaparecido durante mais de duas décadas depois da
sua última utilização na série, tendo sido encontrado numa quinta de North
Wales em 1991, pintado de vermelho e muito danificado. Recuperado a 100% por Kevin
Price, fã da marca sueca, ressurgiu aos olhos do público em 2013, numa
exposição britânica de veículos clássicos. Hoje estará na posse de um
americano, de seu nome Bill Krzastek, que até já o levou ao famoso programa de
TV “Jay Leno’s Garage”. Os outros companheiros de Moore
Naturalmente
que muitos outros carros passaram pelas mãos de Roger Moore ao longo da sua
filmografia, nomeadamente as rodas integradas nos filmes da saga James Bond, alguns
deles icónicas e/ou exóticas, criações do personagem Q, responsável pela divisão de gadgets
dos Serviços Secretos Britânicos.
Imagens: James Bond/007
Os
exemplos vão do Lotus Esprit que Moore mergulha nas águas da Sardenha no filme “007
Agente Irresistível” (em 1977), ao ultra-resistente Citroën 2CV amarelo de
“007 Missão Ultra Secreta” (1981), até
a um improvável Renault 11 que se parte ao meio numa louca perseguição pela cidade de Paris, em “007 Alvo em Movimento” (1985), entre outras viaturas utilizadas nos filmes em que participou.
Alguns
constam desta curiosa sequência que resume as viaturas que Moore & companhia, na pele do cobiçado agente secreto, têm conduzido ao longo da saga.
Quanto
a Sir Roger Moore - foi-lhe dado o grau de Cavaleiro do Reino em 2003 e nos últimos anos defendia, como Embaixador Honorário, os objectivos da UNICEF - fica para a história a sua recheada filmografia, parte de uma vida mais abrangente que será, decerto, retratada no cinema num dos próximos anos. Vejamos se lhe farão a devida justiça!
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Há
muito que o pessoal canta em todo o lado, mesmo que não o admita: em casa, no
duche e, especialmente, no carro, nos trajectos diários, sintonizando as
estações preferidas – cada vez mais encharcadas
de repetitiva publicidade – ou ouvindo os hits
preferidos, a partir dos mais diversos dispositivos.
Imagem: Ford
A
plenos pulmões, demonstrando os dotes vocais, ou apenas trauteando as ditas, em
especial se não nasceu para a coisa,
não há quem não o faça, em especial a partir da altura em que o norte-americano
James Corden popularizou o “Carpool Karaoke” no seu programa de TV,
berrando a plenos pulmões na companhia dos seus ilustres convidados. Por cá é
claro que se copiou o conceito, nos mais estapafúrdios programas de TV, em que
se tenta ser engraçado mas caindo-se, várias vezes, em desgraça, e até ao nível
individual, com muitos a partilharem, com indisfarçável orgulho, os seus dotes
vocais nas redes sociais.
De
acordo com os especialistas – ele há gente iluminada em todo o lado – as
improvisadas sessões de karaoke ao
volante encerram “uma série de
benefícios para a saúde, sendo que a maioria se sente especialmente à vontade
quando não há ninguém à volta, ao mesmo tempo que contam com o sistema de som
do carro que fornece o necessário apoio”. Nada mais verdadeiro, por isso ‘bora aproveitar o que os novos
modelos trazem consigo.
Se
no tempo dos afonsinhos os nossos carros começaram por trazer um simples rádio,
que dividia o som AM com a imensa estática – foi Paul Galvin quem, em 1930, colocou
o primeiro rádio, um Motorola5T71, num automóvel – depois surgiram os
primeiros auto-rádios, como o BlaupunktAutosuper, já em sistema FM e menos
interferências. Aqueles evoluíram em conjunto com os extras, quando Earl "Madman" Muntz introduziu nos seus carros os cartuchos de fita (1962),
volumosos antecessores das mais pequenas cassetes da Phillips (1963), empresa que lançaria depois
(1982), a meias com a Sony, os
primeiros CD, se bem que a coisa só se vulgarizasse e melhorasse em termos de
qualidade na década de 90.
Dali
até ao presente foi um fósforo, fruto do enorme salto tecnológico das últimas
décadas, com a introdução de sistemas de áudio gradualmente mais sofisticados,
hoje em dia associados ao chamado infotainment,
envolvendo os sistemas de navegação e de informação hoje comuns a muitos
modelos. Adicionalmente, levam-se para o carro as próprias preferências
musicais nas mais diversas plataformas – pens,
smartphones e iphones, ligados ou não via Bluetooth – ou a partir de plataformas
como o Spotify, ou mesmo através da cada vez mais inevitável cloud, onde muitos escarrapacham ao
mundo toda a sua vida! Recordo aquela máxima de que “o que vai para a net, nunca mais desaparece da net”.
“Cantando em voz
alta e sem quaisquer inibições, significa que a libertação mental será maior à
medida que colocamos mais energia”, disse o professor Stephen Clift, uma
autoridade de referência sobre os benefícios do canto para a saúde, da
Universidade Canterbury Christ Church, no Reino Unido. “Quando cantamos em voz alta, especialmente canções que conhecemos bem,
sentimos um ‘factor de bem-estar’ decorrente da respiração mais profunda, mais
lenta, e aumento da actividade muscular. Sentimo-nos menos stressados e mais
relaxados.”
Imagens: Focal e Bose
Sala
de espectáculos privada
Outro
salto significativo é a chegada dos mais conceituados produtores de sistemas de
áudio ao sector automóvel, alguns deles dos sistemas que, até há bem pouco
tempo, só se viam dentro de casa ou em concertos.
Imagens: Bang & Olufson, Volvo, Aston Martin
Só
para dar alguns exemplos, a Bose
equipa grande parte da gama de modelos Mazda, como o roadster MX-5, aqui com a particularidade de os altifalantes estarem integrados nos encostos de cabeça dos bancos. Tem ainda
acordos com outros construtores como a Fiat, a Nissan ou a Porsche. Líder
francês em acústica profissional e hi-fi, a Focal é presença assídua a bordo dos mais recentes Peugeot, com
destaque para os novos SUV 3008 e 5008, e na maioria da gama da também gaulesa Renault, no novo DS 7 Crossback e na edição especial ‘Black Edition’ do
Nissan Juke.
O
gigante do som Harman fechou recentemente
um acordo mundial com a Ford, equipando muitos dos seus novos modelos com o evoluído B&O PLAY Sound System, enquanto as mais requintadas propostas da
sua marca Bang & Olufson equipam
modelos da Audi, Aston Martin, BMW e da AMG, a divisão de performance da
Mercedes-Benz. Esta também usa sistemas Harman/Kardon, tal como modelos da BMW, Kia, Mini e Volvo, com os suecos a colocarem, como pedra de toque, os
sistemas Bowers & Wilkins a bordo dos novos XC90 e S90.
Comuns
a todos os sistemas acima, bem como muitos outros - Fender, Dynaudio e Meridian, só para dar mais (alguns) exemplos - são os altifalantes, em número variável, cuidadosamente posicionados no
habitáculo, garantindo a todos os passageiros um envolvimento total com o
ambiente sonoro, parte de uma tecnologia premium
bem mais abrangente, com amplificadores de muitos watts, mais tweeters, woofers e subwoofers, que hoje nos permitem desfrutar, na perfeição da mais
simplista balada a uma voz, ou o mais elaborado e completo concerto de música
clássica, independentemente do volume de som escolhido, quase como se se
estivéssemos num auditório ou sala de espectáculos.
Imagem: Trendy Wheels/SP
Por isso, se tem um carro novo aproveite tudo o que ele tem para lhe proporcionar e cante. Quem sabe se não tem dentro de si uma estrela potencial!
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
85
anos medeiam entre as duas imagens de abertura deste texto Trendy Wheels, tantos quantos separam a saída da fábrica de Lundby,
em Gotemburgo (Suécia), do primeiro automóvel Volvo de sempre, o ÖV4, surgindo em ambas a mesmíssima unidade.
Este
descapotável de carroçaria azul escura com guarda-lamas pretos – era, em 1927, a
única combinação de cores disponível – assentava sobre um quadro de madeira de
faia e freixo, coberta por folha metálica, e contava com um motor de 4 cilindros com uns estonteantes... 28 cavalos! Hoje, dia
em que se comemoram os 90 anos dessa primeira saída para a estrada de sempre de
um automóvel da marca sueca, esta unidade é parte do seu espólio, vivendo maior parte do
tempo num museu, mas estando ainda aí para as curvas e rectas também,
nomeadamente em dias de festa.
Hoje
é, por isso, um desses dias, recordando-se neste país escandinavo um feito que
mudou a história do automóvel. Foi pelas 10 horas da manhã do dia 14 de Abril
de 1927 que Hilmer Johansson, então responsável de vendas da empresa, conduziu
para a rua o novo ÖV4 (acrónimo em sueco para “Öppen Vagn 4 cylindrar”), viatura que também ficaria
conhecida como “Jakob”.
É
caso para dizer “Grattis till din Volvo ÖV4!”
O arquétipo da segurança
“Os automóveis são
conduzidos por pessoas. Por isso, tudo o que fizermos na Volvo deve contribuir,
antes de mais, para a sua segurança.” Foi com esta frase que Assar Gabrielsson e
Gustav Larson, fundadores da Volvo, deram o mote para a criação de um conceito
único na indústria.
Segurança
e inovação. Tradicionalmente associada à conjugação destes dois conceitos, a marca
veio preencher um vazio de mercado, então propondo um automóvel suficientemente
robusto e preparado para o clima inóspito e para os rigorosos Invernos escandinavos,
ao mesmo tempo que o assumia como sinónimo de alegria, progresso e liberdade, pondo
de lado o sofrimento e morte associados à elevada sinistralidade registada nas
estradas suecas nos anos 20 do último século.
O
foco nas pessoas, na segurança, na vida e no respeito são valores
indissociáveis da Volvo, a ela devendo-se muitas das tecnologias hoje adoptadas
pela generalidade da indústria, do cinto de três pontos, à terceira luz de
travagem, passando pelos airbags, sistema de detecção de peões, automóveis,
ciclistas ou animais com travagem automática, e dezenas de outros gadgets de segurança. A demonstrar a sua
alma altruísta, a marca sueca abdicou de registar a patente de todos eles, “porque para a Volvo a segurança e a vida
não têm preço e o objetivo é que todos possam beneficiar, independentemente da
marca que conduzam”, sublinham os seus responsáveis. Por isso se diz que “há um pouco da Volvo em cada automóvel”.
Mas os desejos vão mais além e em 2020 pretende-se
atingir o pináculo do sonho dos seus fundadores, assegurando que a partir desse
ano “ninguém perderá a vida ou ficará
gravemente ferido a bordo de um novo Volvo” numa das mais ousadas e nobres
promessas da indústria automóvel.
Cheers Volvo! Um brinde
a esse desejo neste dia de festa & Parabéns!
Imagens: Volvo
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Donkey
Kong, Pacman, Sonic, SuperMario, Tomb Raider… Decerto reconhece estes nomes seja porque, em
tempos foi ou ainda é fã de jogos nas mais diversas plataformas que os
apresentavam a duas dimensões, ou porque aí por casa ou na família há descendência que não tira os olhos dos muitos ecrãs onde hoje se podem jogar, muitos deles agora em 3D.
Recentemente
a britânica CarWowdecidiu
apresentar versões alternativas destes e de outros históricos heróis das
consolas em versões de quatro rodas. O Sonic (acima) foi
imaginado na carroçaria de um Honda Civic, enquanto a tripla temática abaixo – SuperMario,
Wipe-Out e The Legend of Zelda – aparece, respectivamente, nos corpos de um BAC
Mono, de um Nissan Delta Wing e de um Mini.
E quem é que nunca jogou “Tetris”, o jogo dos
blocos rotativos coloridos? Aqui o Volvo 240 é o modelo que, pelas suas linhas assumidamente rectas,
mais se lhe adequa, enquanto o Audi Q2 é o carro ideal para o jogo de ficção científica “Half-Life”
e o Toyota Land Cruiser para a pele do gorila Donkey Kong.
Para terminar esta temática, não podia faltar o
jogo “Space Invaders”, do longínquo ano de 1978, que então cativava as novas gerações
nas salas tipo arcade, caindo aqui o pequeno
Smart que nem mosca no mel. Tal como acontece com o VW Beetle como o modelo ideal
para o híper-comilão Pacman, enquanto se falarmos de aventura pura e dura vem-nos de imediato à memória o jogo “Tomb Raider”, sendo que uma
das marcas mais associada a essa vertente é o Range Rover, pelo que aqui a escolha cai no seu actual best-seller, o Evoque.
Imagens: CarWow
E se os
heróis fossem… Pokémons?
Actual
sucesso entre os utilizadores de smartphones,
tablets e afins – se bem que a loucura
já não tenha a dimensão de há um ano a esta parte – o jogo “Pokémon GO”
também mereceu a atenção da CarWow. Desenhos animados japoneses de sucesso do final dos
anos ’90, num conceito também originário de um jogo – o termo “Pokémon” é uma abreviatura
de “Pocket Monsters” – os seus populares protagonistas também desataram a
acelerar nesta espécie de corso carnavalesco. Veja como:
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Não
são os tresloucados membros de “Os
Simpsons”, nem têm qualquer costela dos desconcertantes exemplares de “A Família Adams”, não viveram a batalha
que, em tempos, os Ewing da série “Dallas”
travaram nas TVs com os Carrington da rival “Dinastia”
e até nem lhes passou pela mesa de jantar o rótulo “Vila Faia”, vinho que os bem mais portugueses Marques Vila produziam
naquela que foi a primeira telenovela portuguesa, ao mesmo tempo que estão
longe, muito longe, das duplas, triplas ou quadras da bem mais actual e
diversificada “Uma Família Muito Moderna”!
Aliás,
entre os Hain e as restantes famílias
acima há todo um mundo de diferenças! A começar pelo facto de que os suecos
são reais, de carne e osso, e os demais produtos de ficção que nos entram casa adentro sem ser para
jantar! Outra particularidade é o facto de que os Hain vão deixar de se
preocupar com a condução dos seus carros, podendo, assim, aproveitar mais o
tempo das suas vidas noutras actividades.
Composta
por 4 pessoas – o pai Alex, a mãe Paula e as duas filhas Smilla e Filippa – os Hain tornaram-se mundialmente
conhecidos como a primeira família a ser escolhida para integrar o programa “Drive Me” da igualmente sueca Volvo Cars. Um processo em que se utilizam
automóveis semelhantes aos nossos, em condições reais de trânsito, mas sem que nos
tenhamos de preocupar com a condução do carro, pois praticamente tudo é feito
de modo autónomo, uma vertente da indústria que está em plena fase de
exploração pela grande maioria dos construtores de automóveis. Conheça-os
melhor aqui:
Ao
contrário de outros projectos, a Volvo diz apostar nas pessoas – utilizadores
de veículos que, de um modo mais simplista, se pode afirmar que se conduzem
sozinhos – como o elemento fundamental desta equação, definindo a tecnologia a
utilizar em função do papel a desempenhar a bordo pelo condutor e não o
contrário.
Este
para já programa de testes baseia-se no uso de veículos equipados com a
tecnologia de condução autónoma em condições reais, visando melhorar a vida das
pessoas, nomeadamente a sua experiência de mobilidade, ao mesmo tempo que tem
um efeito positivo na sociedade, garantindo processos mais seguros, sustentáveis
e convenientes. Ao longo do presente ano deverão ser 100 os veículos deste tipo
a circular em estradas públicas de Gotemburgo, num processo que, a médio prazo,
se verá expandido para outras cidades do planeta.
Líder
na área da segurança automóvel, a Volvo acredita que esta tecnologia irá
reduzir o número de acidentes nas estradas, reduzir o tráfego e os níveis de
poluição das cidades, permitindo aos condutores utilizar de outra forma o tempo
que gastariam normalmente na condução.
Confesso
que, apesar de acreditar na validade da tecnologia e conseguir ver para além do
imediato – afinal, nos dias que correm, parece que quase nada é impossível no
mundo das rodas – para mim que gosto de conduzir, de sentir o volante,
pressionar os pedais, usar a caixa de velocidades e obrigar o carro a fazer o
que me dá na real gana, levando-me de um ponto A para outro B, esta cena da condução autónoma faz-me algumas
cócegas! A si não?
Imgens: Volvo Cars
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
‘Bora… vamos
começar! Depois de milhentos testes e tentativas, depois de corrigidos os erros
e avaliados prós e contras, depois de adaptadas legislações, é tempo de dar
início ao processo e entregar carros que
andam sozinhos a famílias reais, como a minha ou a sua. Refiro-me à cada
vez mais real condução autónoma, que,
quer os puristas da condução queiram ou não, vai tornar-se numa realidade
concreta.
O exemplo mais
recente vem da sueca Volvo Cars,
que acaba de anunciar que vai dar início ao programa Drive Me,
a mais ambiciosa e avançada experiência de condução autónoma até à data, pois até
2017 vai colocar nas mãos de uma centena de condutores de Gotemburgo outras
tantas unidades do já de si muito avançado Volvo XC90,
o seu SUV de excelência.
O primeiro XC90 destinado a um cliente real acaba de ser fabricado em Torslanda e prepara-se para, muito em breve e depois de confirmado que todas as tecnologias funcionam a 100%, sair para a rua com alguém atrás do volante, um mero mortal como eu ou @ leitor/@, mas sem que aquele tenha de lhe mexer ou fazer grande coisa. Após um período de habituação, até poderá apreciar a paisagem, falar ao telemóvel ou mesmo passar pelas brasas, já que o denominado InteliSafe AutoPilot do carro tratará de tudo, levando-o com segurança ao seu destino! Note-se que, em qualquer altura, o até então mero passageiro poderá assumir o controlo do veículo e voltar ao seu estatuto de condutor.
É… o então mundo
futurista retratado há uns aninhos em filmes e séries de ficção torna-se,
assim, realidade já hoje na capital sueca, prevendo-se o alargamento da
experiência a Londres em 2017 e, nos anos seguintes, a algumas cidades chinesas.
Quanto a nós… bem… há que esperar mais uns quantos aninhos bons, mesmo que a
marca sueca tenha anunciado pretender começar a vender veículos autónomos ao público
em 2021.
Recordo que a Volvo
faz, desde a sua fundação, cavalo de batalha no capítulo da segurança, tendo
sido ela quem, entre outras soluções, introduziu o cinto de segurança de três
pontos que hoje todos usamos. A condução autónoma é mais um desses passos de
gigante, sublinhando o desejo da marca para um futuro não muito longínquo: “Tudo o que fazemos começa nas pessoas. É por
isso que nos empenhámos para que em 2020 ninguém morresse ou se devesse magoar seriamente
num novo Volvo”, algo expresso nesteoutro vídeo.
Imagens: Volvo Cars
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José
Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Andar à procura da chave do
carro, nos bolsos ou nas malas (tão comum no segmento feminino) é algo com que
lidamos há décadas no vai-vem das nossas deslocações sobre quatro rodas, sendo
que, felizmente as coisas evoluíram o suficiente para que deixássemos de ter
necessidade de as introduzir nas ranhuras, podendo, hoje em dia (quem tenha
carros assim, bem entendido) entrar sem acesso físico à mesma, bastando a mesma
estar a uma determinada distância da porta.
São tudo processos que, a breve
trecho – pelo menos em viaturas de maior nível de equipamento e com um maior conteúdo
tecnológico – vai deixar de acontecer, permitindo-se até usar o seu phone (seja ele i ou smart) para entrar
na dita e pô-la a trabalhar. Ou até mesmo que outra pessoa possa aceder ao seu
veículo, sem que haja transferência física da chave. Aliás, a mesma até pode
ficar em casa!
Quem o afirma taxativamente é a Volvo, que
pretende tornar-se, já a partir do próximo ano, no primeiro fabricante automóvel
do planeta a oferecer carros... sem chaves! O recurso aos cada vez mais
inteligentes telemóveis e a uma app
dedicada foi a engenhosa solução encontrada para a criação desta chave
digital, com base no sistema Bluetooth. Presentemente em testes para aplicação em 2017, o processo que pode ser apreciado neste Vídeo
Trendy Wheels da Semana:
Eu, com o meu boguinhas já com 8 anos de leais
serviços, ainda estou numa fase intermédia, necessitando dela na mão para
apertar um botão. Outros há a quem já lhe basta aproximar-se da viatura, com a
chave algures no bolso/mala, para a mesma desbloquear a porta do condutor e
poder partir em viagem.
Despistado como sou, naturalmente
que não me importava nada de ter um dos novos Volvo S90 e, principalmente, a carrinha Volvo V90, com desta
tecnologia ímpar! Claro que ficava mais leve na carteira entre 37.000 e 54.000 euros
(dependendo da versão que comprasse), mas ia decididamente para a estrada num
portento tecnológico da marca sueca! Sonhar não custa… mesmo com o EuroMilhões sistematicamente
a passar ao lado!
Imagens: Volvo (oficiais)
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José
Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
… e chama-se Mazda MX-5! É ele o mais recente “Carro do Ano”, um feito alcançado com
enorme estrondo, alcançado a uma escala mundial. O icónico roadster reuniu a preferência de 72 especialistas do sector e
viu-se nomeado “World Car of the Year”,
num anúncio que teve lugar na passada 5ª Feira, no primeiro dia do “Salão
Automóvel de Nova Iorque”.
Foto: Mazda (Oficial)
É mesmo caso para
dizer que “afinal havia outro”, depois
de, recentemente, outro automóvel ter conquistado dois outros títulos
semelhantes – o nacional e o europeu - mais representativos para o cliente
português. Ficou, assim, completa a lista dos troféus automóveis internacionais
mais conceituados, atribuídos por continente ou região.
São, assim, estes os
Grandes Vencedores do ano:
Mazda MX-5– 2016 World Car of the Year, 2016
Wheels Car of the Year (Austrália)e
2015-16 Japan Car of the Year (Japão; atribuído em Dezembro de 2015);
De referir que Portugal tem dois jurados no “Carro do Ano” europeu, um da revista AutoHojee outro da também semanal AutoFoco, publicação que está também representada nos galardões “AUTOBEST”.
Estes são apenas
alguns dos muitos prémios que se atribuem todos os anos, distinguindo os
melhores entre os bons. Numa próxima edição irei trazer-lhe outros vencedores
e outras iniciativas, a escalas mais regionais e nacionais, onde o Mazda MX-5 e
o Opel Astra…
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José
Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Eis algo que ninguém quer ver e/ou sentir: um acidente e a
operacionalidade dos diferentes dispositivos de segurança e protecção dos
ocupantes, que hoje nos acompanham, mais ou menos “escondidos”, em vários
pontos dos modelos que a grande maioria conduz no seu dia-a-dia, muitas vezes
acompanhados de familiares ou amigos.
A EuroNCAP, organismo independente europeu
que avalia, testa e confirma os níveis de segurança de todos os automóveis
comercializados na Europa, acaba de publicar um vídeo onde apresenta os
modelos, dos diferentes segmentos, que maiores e melhores níveis de segurança
atingiram entre os seus pares. E os mais seguros foram:
Os modelos mais estrelados de 2015 foram (pela ordem apresentada no
vídeo): o Volvo XC90 (Grandes Offroad), Mercedes-Benz GLC (Pequenos Offroad),
Jaguar XE (Grandes Familiares), Infiniti Q30 (Pequenos Familiares), Honda Jazz
(Citadinos), Ford Galaxy (Grandes Monovolumes), VW Touran (Pequenos
Monovolumes) e Mazda MX-5 (Roadsters).
Se quiser ver mais detalhes de como cada um deles se portou nas respectivas
avaliações, ou qualquer outro carro – eventualmente até o seu – clique aqui. Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são
minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes; 2)
Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens
utilizados neste texto, conforme expresso.