Chama-se
GITA e segue o seu dono para todo o lado, tipo cãozinho
obediente, mas sem que tenhamos que nos preocupar com o ladrar, pulgas ou mesmo
os cocós e afins! Melhor ainda,
ajuda-nos no nosso quotidiano, libertando-nos de todo o peso das mochilas (da
escola ou do trabalho), sacos de compras, ou outros itens, desde que contidos
em determinadas dimensões e peso.
Trata-se
de um projecto da PFF -Piaggio Fast Forward,
divisão de mobilidade & tecnologia do Grupo Piaggio e segue a máxima de “autonomia para os humanos”, apostando-se
na prestação de serviços ao Homem, dando-lhe maior liberdade, satisfação e
eficiência de movimentos, através da criação de soluções inteligentes de
transporte de bens, a uma escala que consideram ser a ideal para os objectivos
definidos.
Primeiro
produto da PFF, este pequeno veículo de carga foi desenhado e desenvolvido segundo
os propósitos de segurança, travagem equilíbrio, dinâmica e performance inerentes
a uma moto ou automóvel, os mesmos princípios da popular Vespa da Piaggio, verdadeiro
ícone das duas rodas que deu toda uma nova mobilidade de circulação nas cidades.
A GITA foi, por isso, criada para ir ao encontro das necessidades de mobilidade
do presente, acompanhando o seu dono,
esteja este numa pacata sessão de compras, transportando para o carro ou para
casa alguns dos desvarios da carteira
(capacidade até aos 18 kg), ou num passo mais rápido de jogging ou running (pode
rolar até aos 35 km/h), levando-lhe aquelas coisas – toalha, garrafa de água,
carteira, etc – que, de outro modo, ou tinham de ser deixadas dentro do carro
ou levadas às costas numa mochila.
Aliás,
as suas aplicações são diversas, das actividades de lazer a modelo de
complemento profissional, para intervenções mais imediatas, como se pode ver no
vídeo abaixo.
Decerto
também viu o KILO, uma segunda proposta
da PFF com dimensões e capacidades acrescidas, podendo transportar até 100 kg no
seu compartimento de 120 litros, movendo-se sobre 3 rodas.
Se
quiser mais detalhes clique no link
da PFF (acima), ou siga a página de Facebook. Poderá também ver aquiimagens da sua
apresentação ao mundo, no início do ano!
Imagens: Piaggio Fast Forward
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
E
eis que se volta a ser criança! É assim, de repente e sem avisar, regressando
aos tempos em que estamos rodeados de rocas, mordedores de borracha e peluches,
carrinhos de fricção, garagens e coisas com peças que nos proíbem de por na
boca. Agora só dispensamos as fraldas, pois nunca se chega a tanto, o biberon e
a chucha, que só atrapalham! Ah sim, e também a árvore de Natal, pois não cabe.
Nem uma bonsai quanto mais!!!
Hoje
o meu brinquedo é o Mazda MX-5, algo
que devia ser obrigatório para qualquer criança, logo que se nasce. Sim,
primeiro do tipo peluche, depois nos livrinhos de pintar, a lápis, caneta de
feltro ou aguarelas, seguindo-se os coleccionáveis às várias escalas, pósteres
nas paredes – quais ídolos da musica, qual quê! – e, uma vez tirada a carta, um
verdadeiro!
E
se um é bom, aqui é caso para dizer que dois é fantástico! Isto porque o roadster mais vendido do mundo – há pouco
mais de um ano ultrapassou o patamar de 1 milhão de unidades vendidas em todo o
planeta, nas suas quatro gerações (“NA”, “NB”, “NC” e esta “ND”) – tem desde o ano
passado dois derivativos complementares. Chamei, por isso, o meu alter-ego para fazer comigo este confronto
entre o Mazda MX-5 soft-top, com uma
capota manual em lona que se abre/dobra facilmente, e outro Mazda MX-5 RF, dotado de um tejadilho
rígido e eléctrico, que a marca chamou de Retractable
Fastback. Ufff… e que teste este, pois apesar de muito semelhantes em
conteúdos, estes irmãos de sangue eram também algo diferentes, nomeadamente em
termos mecânicos.
3… 2… 1… Liguem-se
os motores!
Mais
comedido, segundo o meu habitual low
profile, escolhi o MX-5 de capota de lona, brinquedo com que me identifico muito mais: motor mais pequenino (um
1.500 de 130 cv) e uma caixa manual de 6 velocidades, de engrenagens rápidas e
muito curtinhas, mais parecendo um kart
de estrada. Delicioso, tal como o som quando se arranca, engrenando a 1ª e depois a 2ª e depois...! Querooooooooooooooooooooooooooo maaaaaaaaaaaaaaais!!!!!
Quanto
ao meu eu fanfarrão, preferiu a
variante mais recente do tipo fast &
smooth para que, preguiçoso como é, lhe bastasse um botão na consola para
ficar com a careca ao sol, assistindo comodamente ao arrumar da capota atrás
dos bancos – em apenas 12 segundos – dando origem a um roadster do tipo targa
(há quem faça a ponte com o famoso formato
dos Porsche 911, num elogio significativo). Como se tal não bastasse, também a
caixa de velocidades era de 6 relações mas aqui automática, podendo até pô-la
em modo sequencial e, com isso, brincar
com as patilhas no volante, associada a um motor de 2.0 litros, de maior
potência (160 cv) e até um modo Sport que o torna um pouco mais spicy. Hummmm… hot!!!
Por falar em quente, falemos da cor, um referencial tom Soul
Red que, em conjunto com as linhas de design KODO fazia virar várias
cabeças, muitas mesmo, de dois MX-5 que eram, também, quase idênticos no equipamento, assentando
no nível Excellence, o maior e mais recheado da gama, associado ao pack Navi (navegação).
De
resto, lá dentro, naqueles exíguos cockpits e uma vez fechadas as capotas, os
AC automáticos faziam as vezes do fresquinho ou do quentinho, ao mesmo tempo
que tirávamos todo o partido do avançado sistema áudio da BOSE que os equipava,
comodamente sentados nos bancos em pele (mais confortáveis no MX-5 RF) que
integravam altifalantes nos encostos de cabeça, complementando a restante
distribuição do som. O resto era minimalista, já que qualquer coisa que se
levasse para o interior teria obrigatoriamente de ser guardado lá atrás, nas
pequenas bagageiras. Não há espaços para guardar/prender nada, apenas uma
pequenina consola debaixo do AC, para encaixar o telemóvel e a carteira, e um
porta-luvas (com chave) entre os bancos, no painel traseiro. Papeis soltos nem
pensar, pois o mais certo era voarem, tão depressa quanto subiam os níveis de
adrenalina quando nos sentamos ao volante e pressionamos o botão de start!
Afinal,
desde quando são precisas mordomias num kart? Aqui no Mazda MX-5 o conceito aproxima-se muito do rough & tough, se bem que nestes dois casos com algum conforto associado.
Conduzi-los
é toda uma sensação levada aos extremos do prazer, de múltiplos prazeres, pois
os excelentes chassis e mecânicas Mazda SKYACTIV associadas isso lhes garantem.
Em absoluto! Ouvir ambos os motores, sentir as rotações a subir e a descer à
medida que se engrenam as velocidades, nomeadamente na curtinha caixa manual –
já disse o quão deliciosa ela é no 1.5 – pelo que explorá-la na versão 2.0 deve
ser bem mais agradável do que nesta versão automática que o meu outro eu conduziu. Não que ele se tenha queixado, nomeadamente
quando o punha no tal modo Sport e brincava com as patilhas no volante na vertente sequencial, aproveitando o extra de binário. Pois… são
gostos e esses não se discutem, nomeadamente com o gajo que, invariavelmente, vemos no espelho a cada manhã.
Já
no custo associado à plena exploração das capacidades destes dois brinquedos
para gente crescida, mas que os mais novos também querem ter – a minha
descendência que o diga!!! – há que contar com algumas idas extra à bomba. Se
se andar com eles ao colo, algo que
não é, decididamente, a sua essência, até se conseguem fazer médias simpáticas,
agora, se o pé teimar em andar a explorar o pedal do acelerador, pois, o cartão
do combustível vai ter algum uso extra, nomeadamente na variante mais potente
com caixa automática. O puro prazer é só na condução e nas viagens de cabelos
ao vento, ou carecas no nosso caso! Milagres fazem-se mas não é nesta secção.
Do "NA" ao "ND": um
salto geracional
Estes
Mazda MX-5 da 4ª geração (chamam-lhes “ND”)
são uma clara e natural evolução face ao original conceito “NA” de 1989. Tanto que têm conquistado os mais diversos galardões
internacionais, nomeadamente o de “Carro
do Ano Mundial” e “Design do Ano
Mundial”, ambos em 2016, o conceituado “Red
Dot Award – Best of the Best” em 2015 e 2017, atribuído aos conceitos que
mais se diferenciam dos produtos seus equivalentes nas diferentes indústrias e
actividades, entre dezenas de outros prémios nacionais e internacionais.
Soluções
transversais a todos os actuais modelos da marca japonesa, também estes MX-5 contam
com ajudas à condução, inerentes ao salto tecnológico que se tem operado no
sector e dentro da própria Mazda: abrem-se com um toque nos puxadores das
portas e fecham-se sozinhos, quando nos afastamos e sem que tenhamos de procurar
as chaves, põe-se a trabalhar com o botão de start & stop (este servia para quando os tínhamos de deixar descansar – eles e nós – por algum tempo…),
tinham direcção assistida, controlo de tracção, aviso/ajuda à manutenção na
faixa, aviso de ângulo morto, mais os controlos de estabilidade, sensores de
estacionamento atrás, de pressão de pneus, da chuva e da luz (com faróis
automáticos), juntando-se na variante mais potente os sistemas i-stop (no pára/arranca e nos semáforos)
e i-ELOOP (regeneração da energia da
travagem), bem como o diferencial auto-blocante e uma suspensão mais sporty! Ok… estes até os dou de barato, mas
em (quase) tudo o resto o meu popó era
igualzinho ao do meu rival!
Visualmente
– sim, já o disse, mas não me canso – ambos eram autênticos ímanes de olhares,
na estrada ou a quem se lhes apresentava sempre que parávamos num semáforo ou estacionamento. O inigualável vermelho pigmentado com milhares de
flocos brilhantes ajuda, claro, mas a exploração do design KODO nestes Mazda MX-5
é algo do outro mundo. Seja com as capotas postas ou bem arrumadas lá atrás, as frentes mergulhantes de olhos rasgados e as deliciosas traseiras com farolins redondos
integrados cativavam familiares e desconhecidos, dando origem a uma sucessão de
perguntas & respostas.
Dois deliciosos
brinquedos por…
“E andam?”, “E a
travar?”, “E as capotas?”, “E isto?”, “E aquilo?”, “E…?” com as consequentes
respostas seguidas de rasgados elogios e algo semelhante a umindisfarçável “Niceeeeeeeeeeee!!!!”, para logo depois virem os inevitáveis “E quanto custam?”.
Dadas
as suas naturais limitações, inerentes ao conceito roadster de 2 lugares, estes MX-5 não são carros para o dia-a-dia,
até muito mais do que não serem para todas as carteiras. Os preços de entrada
na gama até são relativamente acessíveis (€ 25.100 para o soft-top e € 29.850 no caso do RF), mas as duas variantes aqui em
análise, bem mais recheadas, surgem com valores um nadinha superiores: € 31.600
para o meuMazda MX-5 (soft-top) 1.5 SKYACTIV-G (131 cv) MT Excellence Navi e € 44.425 para o Mazda MX-5 RF 2.0 SKYACTIV-G (160 cv) AT Excellence Navi do meu
outro eu.
Pois…
mesmo a este nível a exclusividade paga-se, pelo que se quiser analisar outras possibilidades
clique nos respectivos configuradores, aqui e aqui.
Quanto
a nós, de repente vimo-nos num berreiro
a plenos pulmões, pois acabou-se a brincadeira, chegando a hora de arrumar os popós, da obrigatória muda
da fralda (afinal…), para depois se comer a papinha toda e vir o inevitável xi-xi/cama. Mesmo contrariado, continuo
na minha: MX-5 é sempre com caixa manual… não quero cá saber de automáticos, de
autónomos ou de algo que me retire o verdadeiro prazer de condução. Algo que os
japoneses na Mazda chamam de Jinba Ittai…
recorda-se?.
Termino com um agradecimento muito especial ao Luis Azevedo daLAZEVEDOPHOTO,cujo profissionalismo permitiu eternizar em imagens este autêntico sonho em duplicado!
Imagens: LAZEVEDOPHOTO.COM
Vou
agora dormir um soninho bom, sonhando com esse dia em que, já mais crescido,
possa ter um Mazda MX-5, quem sabe da geração “NE” ou “NF”, todinho para mim! É
que o meu outro eu já me leva uns minutos de avanço e eu tenho de o apanhar…
Vrummmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Portugal
é, de acordo com a Federação Portuguesa de AutoCaravanismo (FPA), um mercado cada
vez mais atractivo para os amantes europeus deste tipo de deslocações, beneficiando,
neste momento, da instabilidade que tem ocorrido noutros mercados mais tradicionais.
Constituindo uma enorme campanha turística, não tem encargos para o erário
público, fruto das fotografias e relatos dos viajantes, junto dos seus
familiares e amigos, nomeadamente publicados nas redes sociais.
O
nosso país oferece o sol e as paisagens, bem como Parques de Campismo de
variado número de estrelas e condições, havendo outros que param em qualquer
cantinho que lhes agrade, viajantes sobre rodas que, no seu conjunto, contribuem
para a nossa economia. Alimentam o comércio local, enchem as despensas das suas
autocaravanas ou comem nos tascos e restaurantes da zona, fazendo-se
transportar em veículos cujas características espelham, com maior ou menor realismo,
o que habitualmente há nas suas casas.
Há
os que seguem a máxima de “um amor e uma
cabana”, fazendo-se acompanhar do mínimo dos mínimos para desfrutar de umas
férias em plena comunhão com a natureza, e depois há os outros a quem o
conceito casa nunca sai, efectivamente, das suas cabeças.
Foi,
decerto, para estes últimos que a Volkswagen
concebeu a California XXL, estudo
recentemente desvendado no Salão de Caravanismo de Dusseldorf, modelo que, como
o próprio nome indica, é uma versão mais crescida e recheada face às propostas
do seu normal catálogo, como mais pequena California com tejadilho em fole. Agora
apresenta-se o conceito de uma autêntica casa modular para 4 utilizadores que, de
acordo com as necessidades, disponibiliza uma sala de estar ou de jantar, uma casa
de banho extensível com duche retráctil, uma cozinha por módulos móveis,
incluindo um lavatório, um fogão tipo puzzle
e um frigorifico, mais as camas divididas por dois pisos, com a particularidade
da superior permitir usufruir do sol ou adormecer sob as estrelas. Estes e
outros mimos podem ser vistos neste vídeo.
Confesso que nunca fui adepto do caravanismo tradicional, de tenda no chão e filas para o banho. Quanto muito
prefiro as comodidades dos bungalows.
Mas se, porventura, me proporcionassem uns diazinhos pelas belas estradas e
paisagens do nosso país, muito naturalmente que não me importava de viajar com estas casas da VW,
até mesmo a que tem como base a eterna Pão de Forma.
Imagens: Volkswagen Veículos Comerciais
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
No
sector da mobilidade, o Trendy Wheels
tem-lhe mostrado, em diferentes edições, vários exemplos de que neste domínio o
futuro é eléctrico, mas hoje vamos passar um dia ao campo, demonstrando que
também na agricultura se preparam novidades. A diferença está no patamar da
evolução, aqui recorrendo-se a resíduos oriundos da natureza para a produção de
um combustível específico, o metano resultante de produtos biológicos, com uma
aplicação muito particular, no tractor New
Holland Methane Powered Concept.
Acabado de ser tornada público, este estudo chega-nos da área de negócio New Holland
Agriculture, parte integrante do portento grupo italiano CNH Industrial, que sublinha
ser a tendência a seguir nas próximas décadas neste domínio, deixando-se para
trás vários séculos em que combustíveis fósseis, como o carvão ou o petróleo, foram
reis e senhores do mundo, nomeadamente desde a Revolução Industrial. Iniciada
em Inglaterra no Século XVIII e rapidamente alastrada a todo o mundo, levou a enormes
transformações económico-sociais e, naturalmente, a toda uma nova realidade ao
nível industrial, transversal à grande maioria das actividades.
Este
novo conceito de tractor funciona a biometano, gás de produção local, obtido a
partir de resíduos de produtos naturais, de alimentos e plantas, aos próprios
dejectos dos animais. Equipado com soluções tecnologicamente avançadas, podendo-se
até emparelhar com um smartphone, ou operá-lo
através de instruções vocais, obtendo-se dele uma produtividade de excelência.
Mundialmente
reconhecidos pelos seus avanços tecnológicos, os tractores da New Holland traduzem-se,
na sua grande maioria, por soluções muito à frente da indústria de maquinaria e
ferramentas para o sector agrícola, mas nunca antes um passo tão gigantesco havia
sido dado. Uma vez tornado realidade, tornar-se-á parte integrante – e importante
– da Quinta Energeticamente Independente,
uma quinta auto-suficiente que se insere no gigantesco e avançado complexo
agrícola de La Bellota, nos arredores de Turim
(Itália).
Ou
seja, num futuro não muito longínquo, os produtos naturais que tiver à sua mesa
podem resultar de um processo em que o metano biológico se substituiu ao
petróleo, combustível a cada dia vez menos usado na agricultura.
Imagens: New Holland Agriculture
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
“Eu tenho dois
amores, quem em muito são iguais; Mas tenho plena certeza, de qual eu gosto
mais…”
Fazendo uns pequenos ajustes e o tema do ultra-popular cantor nacional
Marco Paulo até se adequaria aos meus convidados de hoje, dois falsos gémeos Mazda CX-3, pequeninos SUV japoneses
que têm dado água pela barba a muitos dos seus adversários, no segmento e no meio
do trânsito.
Sim, o modelo surge aqui em dose dupla, propostas que se à partida parecem iguais, vendo bem
a coisa não o são! A começar pela cor aplicada na carroçaria de design KODO (“O que é?” - ver mais à frente), um com o
cativante tom Vermelho Soul e o outro
com um não menos bonito Azul Crystal.
Palete à parte,olhemos para a
diferença exterior seguinte: o logótipo na traseira! Ah, ok, o vermelho é um simples CX-3 e o azul um CX-3 AWD,
significando duas ou quatro rodas a puxar, cabendo ao cliente escolher para
onde o quer levar nas escapadinhas ou que trajectos faz no quotidiano.
Saltemos
agora lá para dentro e eis os estofos, ambos em pele. Só que um tem-nos em tons
de preto/bordeaux, numa sóbria
conjugação com tecido, e o outro num bonito branco & preto (mais os pormenores
em bordeaux), com zonas em tecido suede. Outra: a caixa de (6) velocidades,
sendo uma manual (MT) e a outra automática (AT), solução que alguns consideram
ser “para preguiçosos”. Talvez, mas
no trânsito citadino até dá um jeitaço!
(Quase)
tudo o resto é igual, do motor turbodiesel 1.5 SKYACTIV, mecânica com muitas
soluções tecnológicas de última geração que, no caso do mais pesado AWD AT, o
leva a ser um bocadinho mais gastador quando se puxam pelos bem alimentados 105
cavalos, até às bonitas jantes de 18 polegadas, que lhes dão um estilo muito próprio!
Também idênticos são os sistemas de ajuda à condução, alertando-nos para tudo: a
velocidade a que vamos, a faixa de que nos desviamos, a distância ao carro da
frente, a comutação de luzes à noite, ou até o tempo que já estamos ao volante,
etc etc etc, mais o sistema de info-entretenimento MZD Connect que agrupa o áudio,
a navegação e o emparelhamento com o telemóvel, permitindo-os, ainda, definir o
que queremos saber quando ao volante.
Muito
práticos, confortáveis e espaçosos, o único senão
assenta na bagageira, em que até cabe muita coisa desde que as ditas peças não sejam
muito grandes. Há abaixo uma secção para esconder objectos da vista de quem não
interessa e, na sub-cave, novo espaço
extra, mais se tiver roda suplente ou bastante menos se o áudio for o
fantástico sistema Bose, a que me referi recentemente em peça dedicada (ver “SuaEminência, D. Karaoke”) equipamento de ambas as unidades
que conduzi.
Aulinha de japonês:
Jinba Ittai & KODO
Povo
tão cioso da sua milenar história, os japoneses expressam, como ninguém, o que
lhes vai na alma, recorrendo a caracteres, simbologia e/ou terminologia
própria, processo que há muito se estende ao conceito automóvel.
Comecemos
pelo termo “Jinba Ittai”, que decorre de um ancestral ritual denominado Yabusame, no qual um arqueiro, montado a cavalo, dispara, ao longo de um percurso
com três alvos em madeira, outras tantas setas, controlando o animal com os
joelhos, comunicando com ele através dos sentidos. A Mazda simboliza esse mesmo “cavalo e cavaleiro como um todo”,
fazendo a ponte entre o automóvel e o condutor – no caso presente entre mim e
os CX-3 – alcançando-se um sentimento de união que torna a condução bem mais
divertida. É isso que se sente ao volante de qualquer dos novos modelos da marca japonesa, bem como
de todas as quatro gerações do roadster
MX-5, sendo, aliás, estes últimos os verdadeiros guardiães desta valiosa herança, que fez com
que a Mazda passasse de uma marca de imagem residual para uma das mais
dinâmicas do mercado.
Agora
vamos ao conceito “KODO- A Alma do Movimento”, filosofia de
design que representa a dinâmica beleza da vida, dando essência e coração a uma
matéria inerte como é um automóvel. Reflecte na viatura, interior e exterior, a
tal experiência Jinba Ittai, criando
uma simbiose entre condutor e o modelo da energia do movimento gerada,
apanhando todos os que admiram os novos modelos Mazda, criando uma irresistível
vontade de os conduzir.
O preço, a
derradeira diferença
Clara
que faltava o “E, então, quanto é que
isto tudo custa?”, pelo que vamos à última diferença entre estas duas
montadas. De acordo com o configurador da marca, o mais em conta
Mazda CX-3 1.5 SKYACTIV-D (105 cv) MT 2WD
Excellence com os packs HT, Leather e Navi, mais a tal pintura Vermelho Soul, ficará em cerca de € 28.000,
não contando com eventuais assessórios que o cliente poderá também querer
montar; já o equivalente AWD AT, na cor Azul Crystal e com
o mesmo nível de equipamento, aqueles mesmos packs, acrescendo os estofos do Pack
Leather White,surge com um PVP de
€ 34.150. Note-se que há a acrescer a ambos valores as despesas de legalização, transporte e preparação.
Imagens: Trendy Wheels/JP e Mazda
Qual
é o meu preferido? Apesar das poucas diferentes, opto pelo mais simples Mazda CX-3
2WD, já que permite fazer praticamente tudo o que o outro faz, por menos
€ 6.000, mas muito em especial pela particularidade da sua caixa manual, curta
e que enche a mão, fazer-me sentir na pele o tal Jinba Ittai. Não acredita? Então experimente este e, se quiser ter aquela sensação, logo a seguir um Mazda
MX-5. Depois conte-me como foi. Ufff… até arrepia!
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
Já
o referi aqui por diversas vezes o quão impressionante é o salto tecnológico registado
na última década, nomeadamente no domínio automóvel. Já quase que não conheço o
meu carro, ele que, há uns anitos não muito longínquos, me levava de cá para lá
e de volta a casa, bastando para tal colocar alguma gota e pagar as contas inerentes à sua utilização. Os mais recentes
fazem agora chamadas, dão a sua localização aos serviços de assistência e/ou emergência
e até tiram fotografias, permitindo, de imediato, a sua partilha com amigos e
conhecidos nas diversas redes sociais.
Mas
e que tal fazer um trabalho fotográfico com a câmara de um automóvel, demonstrando,
em simultâneo, a azáfama de uma grande cidade europeia e alertando para a
temática da segurança nas estradas? Foi isso que pensou a multi-premiada fotojornalista
Barbara Davidson, neste caso aproveitando
a câmara do sistema City Safety,
equipamento de série do novo Volvo XC60.
Chama-se “Moments XC60: The World’s First
Photo Exhibition Shot With a Car” e é um tributo a todos aqueles que o
sistema pretende proteger:
“Ao explorar a
funcionalidade e o propósito da câmara, de proteger as pessoas no meio do
tráfego e em seu redor, conta-se também a história de uma jovem e do seu
primeiro dia numa nova cidade, seguindo-a à distância durante todo um dia”, refere esta tripla
galardoada com um Prémio Pulizter e vencedora de um Emmy. “O ‘Moments’ não é apenas uma nova abordagem fotográfica e de narração
de histórias. É a primeira exposição de fotografia do mundo feita com um carro”.
São
30 as imagens escolhidas para esta mostra, recolhidas ao longo de vários dias em
Copenhaga (Dinamarca), e entretanto exposta no Canvas Studios, em Londres
(Inglaterra), prevendo-se a sua exibição noutras cidades do planeta.
Imagens: Volvo / Forsman & Bodenfors
Casa comigo e
tens uma prenda
O
boom deste processo tornou-se maior desde
que a Citroën lançou o seu novo C3
com câmara incorporada, equipamento denominado Citroën ConnectedCAM e
que, como qualquer máquina fotográfica e/ou smartphone,
permite tirar uns instantâneos a algumas curiosidades enquanto estamos ao
volante. Até assume papel de testemunha
em acidentes, ajudando a identificar os culpados
e a agilizar os processos nas seguradoras. Dá mesmo um jeitaço!
Imagem: Citroën
Decerto
já os viu na TV, mas o pequeno citadino da marca francesa foi alvo de dois deliciosos anúncios
complementares, o bem conhecido “Marry Me?”, em que o rapaz pede
a amada em casamento, e o mais recente “Parabéns Papá”, em que aquela lhe apresenta a conta!
Posto
isto, resta deixar no ar a questão que, há uns anos era comum ouvir-se num conhecido
programa de televisão de um humorista brasileiro, de seu nome Jo Soares: “Que mais me irá acontecer?!”
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.
“Sucinto” não é,
definitivamente, um adjectivo que se aplique a este vosso escriba do Trendy Wheels. É algo que me tem sido
dito por diversas vezes, em termos profissionais e mesmo pessoais, pois tenho
sempre a sensação que não digo tudo, havendo sempre mais um detalhe para contar!
Assim sendo, como é que vou escrever “sucintamente”
sobre um automóvel – no caso uma Volvo
V90 D4 190 cv Geartronic 8 Vel. FWD R-Design – que tem tanto só na
denominação como no cômputo das suas avantajadas medidas? Pois… vou tentar, mas
aviso já que não vai ser nada fácil!
Comecemos
por apresentar este produto sueco que se concentra nuns meros 5 metros de
comprimento, por 2 de largura e 1,5 de altura! Pequenina não? Pois… olhando
para ela definitivamente que não, mas depois no trânsito até fluiu por locais
aparentemente apertados, seja porque alguns dos seus companheiros da estrada se
encolhiam ao ver esta flecha num delicioso tom branco pérola – o nome oficial desta
cor é “Branco Cristal Inscription”, um
extra pela módica quantia de € 1.673 –
ou então porque os passeios e os prédios se encolhiam à sua passagem, quase parecendo
que lhe prestavam uma mais que devida vassalagem!
Se
tal não bastasse, esta majestade sueca ostentava ainda uns pozinhos adicionais, decorrentes das vestes associadas à assinatura R-Design
da Volvo, traduzindo-se a pequenas alterações exteriores – spoiler dianteiro com faróis de nevoeiro integrados na carroçaria,
grelha específica e frisos em preto na frente e atrás, mais as jantes de liga
leve de 18 polegadas e 5 raios – associadas a uma afinação mais desportiva do chassis,
garante de uma condução ainda mais energética. Ou seja, não é uma assinatura
desportiva como a “Polestar” – espero, um dia, conseguir explicar-vos o que é –
mas para lá carrinha, perdão, caminha, num visual mais low profile… ou não!
Sem
entrar em grandes pormenores de potências, velocidades e afins – é só tudo “muito” – deixando isso para as
publicações especializadas, energia era o que não faltava a esta bichana XXL, que no alto dos seus pneuzorros montados nas jantes de design
desportivo, depressa assumia velocidades semelhantes… às de uma bala. Quase que
o (semi)desprevenido condutor nem dava pela repentina escalada do ponteiro do
velocímetro, ao mesmo tempo que esperava que o número crescente de radares das
nossas estradas ou não dessem por ela ou, se dessem, que lhe também a tal vénia,
esquecendo a multinha associada.
Confesso que não andei muito depressa, só mesmo depressinha, mas sem nunca atingir a anunciada velocidade máxima de
225 km/h que a marca apregoa. Pois, até gostava mas nem lá perto!
Aliás,
foi quando circulava a velocidade reduzida, na 2ª Circular (Lisboa), que
apanhei o susto maior deste contacto, quando a parafernália de sistemas de
anti-colisão e respectivos radares começaram na palheta, trocando uma série de dados entre si. De repente, lá acharam
que eu ia acabar na traseira do vizinho da frente: uma redução automática e
controlada da velocidade, um sonoro blip
e a surpresa dos cintos a retesarem sob o meu externo e no do meu companheiro
de viagem, como que me dizendo: “Ó
verdinho!!! Toma lá atenção que eu posso fazer muito mas não posso fazer
tudo!!!” É certo que estava a passar Alvalade, mas não era preciso tanto!
Numa palavra? "Segurança"
Bom…
pelo menos este subtítulo é pequeno. “Segurança”
é, de facto, sinónimo de qualquer Volvo, como atestam os inúmeros dispositivos
que a marca tem lançado ao longo da sua história de 90 anos, com a
particularidade de até ceder patentes para que outras marcas possam, também
elas, contribuir para a construção de automóveis mais seguros, rumo a um mundo
melhor, menos acidentado e com menos danos pessoais.
“A nossa visão:
Conseguir, até 2020, que ninguém seja gravemente ferido ou perca a vida num
novo Volvo. É desta forma séria que abordamos a segurança.” Quase que parece um
argumento de um filme fofinho ou uma
utopia, mas. É um facto real que quer as avaliações feitas internamente, quer as
das mais competentes autoridades da matéria – a Euro NCAP deste lado do
Atlântico e a NHTSA no outro – resultam sempre em notas elevadas para os
modelos Volvo.
Naturalmente
que também esta minha menina contava
com um vasto conjunto de sistemas integrados nesse pacote denominado IntelliSafe,
entre outras soluções de apoio ao condutor e à condução, protegendo quem nele
viaja e os demais utilizadores da envolvente, aqui ajudados pelo conjunto Sensus,
filosofia por detrás de todas as tecnologias que ligam o condutor ao seu
automóvel e ao mundo à sua volta, onde “cada
funcionalidade é cuidadosamente concebida, permitindo-lhe controlar e
personalizar todos os aspetos da condução, porque queremos que adore o interior
do seu automóvel tanto quanto adora o exterior”.
Se
quiser ver como esta Volvo V90, bem como o equivalente sedan S90, se
comportaram nos tais testes de colisão, garantindo as tão apreciadas “5
estrelas” e muito elevadas notas na protecção de ocupantes (adultos e
crianças), de peões e a integração das mais recentes tecnologias, clique aqui.
Um sistema de som upa upa!
No
amplo interior desta V90 especial há um conjunto de detalhes diferenciadores face
à gama normal, a começar pelo próprio logo “R
Design” aposto na base do volante único, nas guarnições, pedais e tapetes e
nos avançados bancos em pele e tecido de contorno desportivo, tendo o do
passageiro um minimalista detalhe: a bandeira sueca cosida, num indisfarçável
orgulho sueco. Tudo isto embrulhado num pacote de iluminação que realça todo o
conjunto, ajudado pelo tejadilho totalmente vidrado, de abertura eléctrica e com
um ocultador que, quando o sol bate mais forte lá dentro, ajuda a manter mais
fresco o interior, e também pelo avançado sistema de ar condicionado. E muito,
ou não de tratasse de uma das carrinhas com maior área interior do mercado,
para os seus passageiros, mais o espaço da gigantesca bagageira.
Mas
o que me conquistou mesmo foi o ecrã tipo tablet
ao centro do painel de instrumentos, que permitia estar a par de tudo, junto
com a informação dada pelo painel digital colocado à minha frente, a que se
somavam as informações que eram projectadas no pára-brisas. Ou seja, se o
condutor não souber tudo o que esta sua Volvo faz e o que lhe permite fazer é simplesmente
porque não quer!
Conectividade
com o telemóvel, navegação, as mais diversas configurações, do estacionamento à
velocidade e aos 3 modos de condução, etc, etc, etc. Pena que não tive tempo de
o explorar na totalidade. Apreciei de sobremaneira o enorme potencial do
sistema de som premium com assinatura
Bowers & Wilkins,
a que já me havia referido no final de Maio, no texto “Sua Eminência, D. Karaoke”, o
qual – e curiosamente – foi o que levou os responsáveis da área da Comunicação
da Volvo a convidar-me a experimentar esta viatura! Um enorme obrigado.
Se
na altura em que falei do tema fiquei conquistado – e até não me considero
versado na temática áudio – agora quero mesmo um! Um sistema destes e, se
possível, comum Volvo a reboque.
Independentemente de onde se está sentado, este “Premium Sound by Bowers & Wilkins” deixa o condutor e/ou
passageiros apreciar uma sonoridade de topo, associada ao artista ou género musical
que se ouve, adaptando-se a direcção do som à medida do número de passageiros,
numa potente Sound Experience. Afinal
São nada menos do que 19 os altifalantes e demais subwoofers, tweeters e tecnologia associada, que criam ambientes
diferenciados, cristalinos, direccionados e potentes, presente a bordo de
muitos dos actuais modelos Volvo.
“Carrinha do Ano 2017” em Portugal,
claro!
Assente
numa herança de 64 anos desde o lançamento em 1953 da Volvo Duett – a sua primeira
carrinha – a nova V90 é o mais recente exemplar dessa longa árvore genealógica,
cuja filharada se eleva a bem mais de
6 milhões de unidades vendidas desde então.
A
sublinhar a realeza do feito, destacam-se, também os inúmeros galardões entretanto
conquistados, desde o seu lançamento há pouco menos de 1 ano, incluindo o
título de “Carrinha do Ano 2017” no nosso país.
Uns quantos autocolantes et voilá!
Voltando
à questão das autoridades de trânsito, mas agora sobre às igualmente célebres
viaturas com a inscrição “POLIS” nas portas, quase que se podia transformar
esta V90 R Design branca numa das suas carrinhas. Afinal, nesta só me faltavam mesmo
os autocolantes e a coisa passava despercebida! Será?
É
uma tradição antiga, pois foi em 1929 que a polícia sueca tomou posse das
primeiras unidades da marca nacional para o combate do crime naquele pacato
território nórdico. Eis-nos agora chegados a 2017 e a Volvo dá a saber que a
nova V90 – a tal, para a qual que me faltavam os célebres autocolantes azuis e
amarelos, mais os pirilampos – foi escolhida como viatura oficial para a força “POLIS”, após passar com elevada distinção nos seus testes (travagem,
obstáculos, evasão activa e condução de emergência a alta velocidade) reunindo a
melhor avaliação final de sempre, com uns expressivos 9,2 pontos em 10
possíveis!
Pessoal:
se forem passear para a Suécia não abusem! Mesmo que tenham uma V90 ou
equivalente, o mais certo é serem catados por estas viaturas hiper-vitaminadas, cujo
processo de transformação está a cargo do departamento “Volvo Car Special Products”.
E, para finalizar, o BI completo
Como
o texto já vai longo q.b. – não digam que eu não avisei mas, também, não havia
volta a dar – resta-me deixar-vos os últimos atributos desta carrinha V90 cheia
de speed, fruto da assinatura R-Design.
De
base esta Volvo V90 R Design, com o mesmo motor 2,0 litros diesel D4 de 190 cv e caixa
automática Geartronic de 8 velocidades, custa € 58.177 segundo a marca e
contando já com um extenso equipamento de série, mas esta unidade que conduzi estava
tão recheada de extras, entre Packs e opcionais isolados (consulte o detalhe na
imagem), que o seu preço ultrapassa… os € 72.000.
Imagens: Trendy Wheels/JP e Volvo
Ou
seja, decididamente não é um automóvel para tod@s, mas tod@s deviam poder
conduzir, um dia nas suas vidas, uma carrinha assim!
Cumprimentos
distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas,
decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades
respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.