Mostrar mensagens com a etiqueta Renault. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Renault. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Rosemary Smith: A nova sensação da Fórmula 1

É irlandesa, tem uns invejáveis 79 anos e está aí para as curvas… e para as rectas também! Foi, em tempos, piloto de ralis no seu país, derrotando muito homem quando se tratava de acelerar pelas estradas que compunham as diferentes provas. Arrumadas que estão as luvas e o capacete, numa altura da sua vida que as prioridades são outras, nunca deixou de sonhar com as corridas e com a possibilidade de conduzir… um Fórmula 1!

Acreditando sempre que os (bons) sonhos são para se tornarem realidade, Rosemary Smith viu satisfeita essa sua pretensão, tendo-lhe sido proporcionado um teste com um monolugar da Renault, a sua marca do coração, logótipo francês que completa este ano o seu 40º aniversário de envolvimento na modalidade.


No alto da sua experiência de vida e do bichinho da competição que sempre lhe correu no sangue, esta jovem abraçou o teste como o faz em tudo na sua vida, entrando de corpo e alma no exigente circuito francês de Paul Ricard, para um conjunto de voltas memorável. Conduzindo magistralmente o Fórmula 1 da Renault, aumentou o ritmo e a confiança a cada volta, deixando de boca aberta os responsáveis da marca, naquela que considerou ser “uma das melhores experiências da minha vida” e “uma sensação incrível”, mesmo não negando estar “nervosa ou mesmo aterrada” quando entrou para o apertado habitáculo de uma máquina de competição que escondia, debaixo do seu pé direito, nada menos do que 800 cavalos de potência!

Fórmula 1: Mulher (quase) não entra!
Enquanto em outros desportos os sexos equivalem-se em número de praticantes, já representantes femininas na Fórmula 1 são coisa muitíssimo rara, contando-se pelos dedos de uma mão as que atingiram aquele que é tido como o patamar por excelência do automobilismo, um Campeonato do Mundo que tem 67 anos!
Imagens: The Telegraph/Rex Features (esq.) e Tatiana Calderón (dta.)

A aristocrata italiana Maria Teresa de Filippis foi a primeira senhora em pista nesta divisão, correndo 5 dos Grandes Prémios dos longínquos anos de 1958 e 1959, havendo depois por esperar mais 15 temporadas para que a sua compatriota Lella Lombardi fizesse a sua estreia, em 1974. Fez 17 aparições em três anos e até conquistou meio ponto com um 6º lugar num caótico GP de Espanha de 1975, em Montjuïc, marcado por diversas controvérsias de segurança e a morte de alguns espectadores.
Seguiu-se a britânica Divina Galica, que esteve em apenas 3 grelhas de partida dos GP de 1976 e 1978, seguida pela sul-africana Desiré Wilson, que em 1980 fez um único GP. Seria outra italiana de seu nome Giovanna Amati, a fechar a contagem em 1992, com 3 aparições.
À excepção de outras mulheres que estiveram envolvidas em testes de Fórmula 1, da aparição de Susie Wolff numa das sessões de treinos do GP de Inglaterra de 2014 ou da recente contratação da promissora colombiana Tatiana Calderón para piloto de testes da Sauber F1 Team, não mais se havia visto uma mulher aos comandos de um carro desses… Até agora, com Rosemay Smith a tornar-se, aos 79 anos, na mulher mais rápida do planeta e na pessoa mais idosa do mundo a conduzir um Formula 1.
No final, com um indisfarçável orgulho pela oportunidade que lhe foi dada pela Renault Sport Formula 1 Team, comentou: “Posso sentar-me apenas num carro e não fazer nada, mas quando estou com um volante nas mãos, posso ir até ao infinito”!
Imagens: Renault (todas as restantes)

Alguns sonhos são, de facto, algo de muito alcançável! E idade??? O que é isso quando o espírito nunca envelhece?
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Os santos também morrem...

Nada tendo de religioso, esta edição versa outro tipo de santos, no caso o único – leia-se “verdadeiro” – santo da televisão. Chamava-se Simon Templar e era a personagem principal da série de espionagem “O Santo” que foi exibida de 1962 a 1969. Foi Roger Moore quem deu vida a este herói que roubava aos bandidos para ficar com grande parte dos despojos, actor que também encarnaria por 7 vezes outro ícone do cinema, o igualmente espião James Bond. Pode-se, assim, dizer que o santo original morreu, tal como parte se desvaneceu parte da genética 007.
Imagens: IMDB, ITV

Se a série britânica terminou no final dos anos 60 do século passado, o nome deste galã do grande ecrã irá perdurar pelos tempos, pois por mais recriações, sequelas e transposições para o pequeno e grande ecrãs que se façam, ninguém nunca lhe chegará aos calcanhares.
Para além da altivez tipicamente britânica que transpirava da sua interpretação nos 118 episódios da série, divididos por 6 temporadas, houve um automóvel que se lhe ficou associado, o Volvo P1800, seu companheiro de inúmeras aventuras. Conheça-o aqui:

A título de curiosidade, este coupé de matrícula “ST 1” esteve desaparecido durante mais de duas décadas depois da sua última utilização na série, tendo sido encontrado numa quinta de North Wales em 1991, pintado de vermelho e muito danificado. Recuperado a 100% por Kevin Price, fã da marca sueca, ressurgiu aos olhos do público em 2013, numa exposição britânica de veículos clássicos. Hoje estará na posse de um americano, de seu nome Bill Krzastek, que até já o levou ao famoso programa de TV Jay Leno’s Garage.

Os outros companheiros de Moore
Naturalmente que muitos outros carros passaram pelas mãos de Roger Moore ao longo da sua filmografia, nomeadamente as rodas integradas nos filmes da saga James Bond, alguns deles icónicas e/ou exóticas, criações do personagem Q, responsável pela divisão de gadgets dos Serviços Secretos Britânicos.


Imagens: James Bond/007
Os exemplos vão do Lotus Esprit que Moore mergulha nas águas da Sardenha no filme “007 Agente Irresistível” (em 1977), ao ultra-resistente Citroën 2CV amarelo de “007 Missão Ultra Secreta” (1981), até a um improvável Renault 11 que se parte ao meio numa louca perseguição pela cidade de Paris, em “007 Alvo em Movimento” (1985), entre outras viaturas utilizadas nos filmes em que participou.
Alguns constam desta curiosa sequência que resume as viaturas que Moore & companhia, na pele do cobiçado agente secreto, têm conduzido ao longo da saga.

Quanto a Sir Roger Moore - foi-lhe dado o grau de Cavaleiro do Reino em 2003 e nos últimos anos defendia, como Embaixador Honorário, os objectivos da UNICEF - fica para a história a sua recheada filmografia, parte de uma vida mais abrangente que será, decerto, retratada no cinema num dos próximos anos. Vejamos se lhe farão a devida justiça!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Presidenciais I: Macron vs Rebelo de Sousa

As cerimónias de tomada de posse de monarcas, presidentes, ditadores e outros governantes são sempre eventos repletos de pompa e circunstância, adequados ao estatuto d@ recém-eleit@, trazendo, na maioria dos casos, rodas associadas. Há automóveis emblemáticos, limousines fortemente armadas, faustosos coches clássicos e outros bem mais modernos.
Imagens: Museu dos Transportes e Comunicações e Presidência da República
Defendendo uma imagem mais nacionalista, é comum a escolha, por parte das Casas Reais ou Presidenciais, de modelos de produção caseira. É de França o mais recente exemplo da célebre frase publicitária “o que é Nacional é bom”, poucas semanas após o alívio (para a maioria) ou o desaire (para muitos outros), decorrente da eleição de Emmanuel Macron como o seu novo Presidente da República. À semelhança de muitas outras ocasiões, as escolhas do recém-eleito no domínio das rodas com que vão prestar juramento, recaem em marcas com o selo “Fabriqué en France”, nomeadamente a Citroën, Peugeot e Renault, grupo a que se juntou, num passado mais recente, a DS Automobiles, actual símbolo do requinte e savoir-faire gaulês.

Os mais conhecedores da temática decerto reconheceram o DS 7 Crossback, carro com que o novo inquilino do Palácio do Eliseu surgiu, no passado dia 14 de Maio, a acenar aos seus eleitores, modelo que ainda nem chegou ao mercado! É o mais recente e luxuoso SUV da marca francesa, aqui adaptado a preceito e dotado de elementos identificadores deste seu estatuto presidencial, à semelhança de outro – um DS 5 Hybrid, igualmente novidade à data – que, na investidura anterior de 2012, levou o então recém-eleito François Hollande até ao palco de todas as promessas.

É um historial que, em França, remonta a meados do Século XX, se bem que então a DS fosse um modelo do catálogo da Citroën, muito antes da recente autonomia da marca, abandonando o double chevron. Após René Coty (1954-59) e o seu Citroën 15/6 “Traction”, iniciou-se uma década de amor do General De Gaulle (1959-69) ao Citroën DS 19 de então, para depois o seu sucessor George Pompidou (1969-74) escolher um Citroën SM, carro que haveria também de transportar Jacques Chirac (1995-2007), se bem que este viesse a usar um CX e um C6 como “Veículos de Estado”.
Imagens: DS Automobiles


Pelo meio, Valéry Giscard d’Estaing (1974-81) dividiu-se entre um Peugeot 604 – outro carro do mesmo grupo industrial – e um Citroën DS 21. Já a Renault saltou duas vezes para a ribalta presidencial, primeiro com François Mitterrand (1981-95) e o modelo Safrane, e depois, no período 2007-12 com Nicolas Sarkozy e o peculiar Vel Satis, embora a sua investidura se tenha feito num… Peugeot 607 Paladine.
Já cá pelo nosso burgo...
Pois, foi também publicamente comentado, após a sua tomada de posse, que Marcelo Rebelo de Sousa abdicou do Mercedes-Benz SL500 Longo que Cavaco Silva lhe oferecera, tradição em que o Presidente cessante compra um novo carro ao seu sucessor, normalmente ficando com o seu. O nosso “Presidente dos Afectos” usa, desde então, outro modelo da mesma marca, mas de uma gama mais baixa.
Imagens: Museu dos Transportes e Comunicações (1 e 2), Museu da Presidência (3, 4 e 5)


Este ainda não é um dos exemplares de toda uma história que se conta no Museu da Alfândega, no Porto, na exposição O Motor da República – Os Carros dos Presidentes, espaço que reúne uma das mais importantes colecções de viaturas do país. São diversos os modelos que ostentam a esfera armilar lusa, da carruagem herdada da extinta Casa Real, a modelos mais recentes, passando pelos hipomóveis do início da nossa centenária República, pelos Mercedes-Benz 770 W07 blindados do Estado Novo, período de que se conservam ainda os Rolls-Royce Phantom III e V, Mercedes 600 Pullman e Vanden Plas Princess. Visite, ainda o arquivo do Museu da Presidência sobre este mesmo tema, entidade que, de vez em quando, autoriza a saída das viaturas para exposições temporárias pelo país.
É todo um outro modo de aprender a História de Portugal, numa vertente sobre rodas!
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Diz-me o que conduzes…

… dir-te-ei como te chamas! Há casos em que esta espécie de adaptação às rodas de um conhecido dizer popular – “diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és” – resulta na perfeita associação de um automóvel ao seu condutor. Mas este mundo das quatro rodas é muito mais abrangente, pois se há carros que se podem chamar Tiago ou Fabia, também os há com nomes de ventos, animais, seres mitológicos e outras inspirações que não lembram ao diabo!

É verdade! Há nomes de modelos automóveis que, por vezes, até podem bater certo com os dos seus donos. Exemplos não faltam, pois haverá, decerto, por terras de Itália várias Giulias ou Giuliettas a conduzir dois modelos que a Alfa Romeo baptizou exactamente com esses mesmos nomes, ou os decerto 
mais raros – a não ser que a carteira seja suficientemente recheada – Enzos e Dinos a tirar partidos das potencialidades dos seus respectivos Ferrari. Já não será tão verdade conseguir encontrar um Tiago na Índia ao volante de um Tata… Tiago. Era mais ideal por cá, mas o modelo e a própria marca indiana ainda não se comercializam em terras lusas. Já agora e caso não saiba, o Tiago surgiu como Zica na mesmíssima altura que se espalhou pelo planeta a epidemia dos mosquitos Zika, levando a marca a pensar numa alternativa.

Em terras gaulesas poderá haver quem ainda se chame Dauphine e tenha um destes históricos da Renault – um original de 1956 – à porta da sua casa, ou – muito mais provável  há por aí diversas Zoe, nome dado ao eléctrico sensação desta marca francesa. Uma tónica mais feminina que se prolonga à Fabia, Octavia e Felicia (modelos da Skoda), Sílvia (Nissan), Siena (Toyota) e Liana (Suzuki), ou a uma Elise que, gostando de acelerar, pode ser orgulhosa proprietária de um modelo da inglesa Lotus. Já nos rapazes, um britânico Logan pode conduzir este modelo da romena Dacia mas haverá, decerto, muitos mais Coopers a tirar partido das versões de cunho desportivo John Cooper Works do popular Mini.


Ventos, animais, deuses…
Uma nota adicional para dizer que se há marcas que preferem criações alfabéticas, numéricas ou alfanuméricas, associando as mais diversas realidades, ilustrando a cilindrada dos motores, o segmento em que o modelo se insere, ou invenções da lavra da própria marca, entre diversas soluções mais ou menos imaginativas, outras apostam em conteúdos mais alternativos, tais como:

Cidades – A espanhola SEAT percorre quase todo o seu território, do Alhambra ao Cordoba, passando por Ibiza, Malaga, Marbella, Toledo, etc, mas há outros exemplos oriundos dos EUA, como os Chevrolet Bel Air e Malibu, cidades que também inspiraram os Hyundai Santa Fe e Tucson, enquanto a italiana Ferrari dedicou o 360 Modena à sua terra natal. Já o Lotus Evora, que até parece ter inspiração no nosso Alentejo, resulta da conjugação dos termos “Evolution”, “Vogue” e “Aura”, dando continuidade a uma tradição recente de que todos os modelos da marca começam pela letra E;  
Divindades e/ou musas – VW Phaethon e Eos (ambos da mitologia grega, sendo que o primeiro era filho de Hélio e da ninfa Climene e o segundo uma deusa do crepúsculo); Renault Clio (uma das 9 musas filhas de Zeus), Nissan Titan (referência ao conjunto dos velhos); Vulcan (um deus do fogo) e Valkyrie (deusa da mitologia nórdica) são referências da Aston Martin. Já a japonesa Mazda foi buscar inspiração a um deus zoroastra (religião fundada na antiga Pérsia) para a sua denominação, embora também se considere válido que derive do apelido do seu fundador, Jujiro Matsuda.
Nomes de animais e/ou raças – aqui destaca-se a aposta da italiana Lamborghini nas raças de touros, do histórico e icónico Miura aos mais recentes Gallardo, Diablo, Murciélago, Reventón e Huracán. Por cá vende(ra)m-se mais Citroën 2CV  o célebre 2 Chevaux (cavalos)  Fiat Panda (uma espécie de urso), Ford Maverick (gado bravo) e Puma (felino) e o icónico Ford Mustang (raça de cavalos selvagens), muitos VW Beetle (vulgo Carocha) e alguns VW Fox (raposa) e Lupo (lobo), havendo também Porsche Spider (aranha) ou Dodge Viper (víbora), acrescendo aqui a própria marca britânica Jaguar, que tem este felino como símbolo. A Hyundai teve um Tiburon que por cá se chamou Coupé;

Ventos – é caso para dizer que para a VW vale quase tudo como inspiração para os nomes dos seus carros, tendo neste domínio um simples Vento e um Scirocco (um vento mediterrânico oriundo do Norte de África. Já a Maserati apostou no Bora (do Mar Adriático) e no Ghibli (do deserto do Sahara), a Ford no Zephir (vento do oeste da mitologia grega) e a menos conhecida – mas muito cara – Pagani apostou no Zonda (um vento argentino).

… heranças familiares e outras inspirações
Para completar o processo, embora muito fique, decerto, por escrever, os nomes de marcas automóveis são resultado de:
Nomes dos seus fundadores: Bentley (Walter Owen), Chevrolet (Louis), Chrysler (Walter P.), Citroën (André-Gustave), Ferrari (Enzo), Ford (Henry), Honda (Soichiro), Lamborghini (Ferruccio), Maserati (Alfieri), Peugeot (Armand), Porsche (Ferdinand), Renault (Louis), Rolls-Royce (Charles Stewart e Frederick Henry) Toyota (Sakishi, aqui com um ligeiro twist ao apelido Toyoda);
Acrónimos: aqui temos a BMW (Bayerische Motoren Werke), a FIAT (Fabbrica Italiana Automobili Torino), a SAAB (Svenska Aeroplan aktiebolaget) e SEAT (Sociedad Española de Automóviles de Turismo), a que se juntam a Alfa Romeo, resultado da conjugação do acrónimo Anonima Lombarda Fabbrica Automobili com o apelido de Nicola Romeo, quando este comprou a ALFA;
Traduções: A partir do coreano, Daewoo provém de “grande casa” ou “grande universo”, enquanto Hyundai tem uma conotação de “era moderna”; Nissan resulta da expressão Nippon Sangyo, ou “Industrias Japonesas”; Audi é a latinização do alemão “Horch” alusivo ao sentido da audição, uma língua clássica que os fundadores da sueca Volvo também preferiram, a partir do infinitivo do verbo “Volvere”, abdicando da eventual mais fácil utilização de termos nórdicos.
Outras conjugações: Volkswagen é a expressão para “Carro do Povo”; Subaru assume uma interpretação da constelação Pleiades, ou as Sete Irmãs; a britânica Aston Martin juntou parte da terra onde nasceu – Aston Clinton – ao apelido de Lionel Martin, o seu fundador; e a americana Cadillac nasceu pelas mãos do explorador francês do Século XVIII, Antoine Laumet de La Mothe, sieur de Cadillac, uma localidade… francesa!
Imagens: Tata (1), Alfa Romeo (2 e 3), Mini (4), Lotus (5 e 6), Lamborghini (7, 8 e 9), Logos (10)

Muito haveria ainda a dizer, pois há outras nomenclaturas que se mostraram - digamos - muito menos felizes em alguns mercados, mas como a prosa já vai longa tal ficará para uma próxima oportunidade.
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Running, esse fenómeno!

“O que têm em comum as quatro rodas de um automóvel e as duas pernas de um ser humano? Ambas são muito mais do que um meio de locomoção, retratando um fenómeno de paixão, liberdade, diversão, dedicação e esforço!” É assim que a Renault descreve o seu mais recente projecto ligado a uma das modalidades de desporto amador mais em voga, o running (vulgo corrida).

Correr! Poucos são os que não o fazem hoje em dia e nem me refiro ao quotidiano para se apanhar um qualquer transporte, ou o de cá pra lá das compras, da famelga ou da lida da casa. Não, é o da corrida mesmo, actividade que muitos fazem ainda o sol mal acaba de nascer ou, então, como detox de final de jornada de trabalho, à beira mar ou em qualquer zona mais ou menos verde. 
Pessoalmente, não é coisa com que me identifique, pois não há modo de conseguir conjugar a passada com a respiração, mas contam-se pelos dedos de várias mãos @s amig@s e conhecid@s que o fazem regularmente, a solo ou nas cada vez mais concorridas e mediatizadas maratonas (mini, meias ou integrais), contribuindo para o exponencial crescimento dessa actividade física preferida por muitos dos que dispensam o confinamento dos ginásios e treinam ao ar livre.
Em face desse fenómeno surgiu o Renault Run Club, comunidade – já com mais de 500 atletas – que corre sob o lema “Passion never stops” da marca francesa, podendo participar em treinos de preparação dedicados, com suporte técnico e motivacional, e em eventos organizados pelo Maratona Clube de Portugal, naturalmente que envergando as cores e os dorsais da marca.
Acrescente-se que este clube tem Francis Obikwelu como padrinho, multi-medalhado campeão que é uma referência de popularidade no mundo do atletismo. Assim sendo, se correr faz parte da sua vida, informe-se na página de Facebook do Renault Run Club e junte-se ao grupo.
Imagens: Renault

Imagem: Maratona Clube de Portugal


Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!
José Pinheiro
Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Ícones em 3D da Invicta

É originária do Suricata Design Studio, empresa situada na Baixa do Porto, a sugestão de hoje de Prenda de Natal Trendy Wheels. Ao contrário do que o título poderá sugerir, não lhe falo de peças representativas de monumentos da Invicta, mas antes uma criativa colecção de automóveis clássicos, desenvolvida numa vertente lúdica, funcional e também de decoração. Chama-se “3D Classic Collection” e compõe-se de seis exemplares numerados que ficam definitivamente bem em qualquer estante de coleccionador ou amante do mundo automóvel.


Estas interpretações discretas e minimalistas, em formato puzzle, sublinham as linhas originais de vários monstros das quatro rodas, como o VW ‘Carocha’, o 1º modelo da série, a que se seguiram o Citroën 2CV, o Mini, o Renault 4L, o Fiat 500 e ainda a VW ‘Pão de Forma’. Podem ser adquiridas online, na página da marca lusa, e em algumas lojas físicas da Invicta, mas também em Aveiro, Funchal, Lisboa e Sintra, por um valor de 27 euros a unidade (não inclui despesas de envio).


O Suricata Design Studio é uma empresa nacional que tem crescido e evoluído ao longo dos tempos, apostando nas áreas de Design de Produto, Design Gráfico, Tecnologias de Informação e Comunicação e também no Packaging. Ao longo dos tempos adquiriu a necessária maturidade e experiência profissional para um envolvimento directo em projectos de variável envergadura, de âmbito nacional e internacional. O crescimento é, por isso, saudável e contínuo!


A título de curiosidade, a marca lusa desenvolve pontualmente trabalhos únicos, alguns em parceria com outras entidades como este Citroën 2CV Fourgonette feito a meias com a agência Busilis da Comunicação. Está numerado com a intermédia referência Model Nr. 2.1e, sendo uma Edição Especial, não consta do catálogo da marca, mas é possível encomendá-lo. Se quiser saber aceda ao Facebook e demonstre o seu interesse pelo respectivo chat ou então preencha o formulário de contacto.
 
Imagens: Suricata Design Studio
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

O Mundo Fantástico da Electricidade

Decorreu no passado fim-de-semana a 5ª edição do Lumina - Festival de Luz que, sob o tema “Mundos Fantásticos da Luz”, viu associada num dos projectos apresentados uma das suas formas – a electricidade – a um automóvel, naturalmente eléctrico.

Colocado junto à entrada da Cidadela da Vila de Cascais e acompanhado de uma banda sonora a condizer, um Renault Zoe ganhava luz, cor e movimento ao longo das quatro noites do evento. Se sob o sol surgia totalmente branco, a partir das 20h00 o pequeno Zoe conquistava quem por ele passava, fruto de uma nova realização da OCUBO, referência nacional e internacional nas áreas de vídeo mapping e projecções interactivas, com projectos realizados um pouco por todo o mundo.


Imagens: TW/Frederico Pinheiro, TW/José Pinheiro e Câmara Municipal de Cascais
Foi-lhe dado o título de “Video Mapping sobre Automóvel”, espelhando-se uma animação de luz e cor na superfície deste pequeno citadino eléctrico, levando os maravilhados espectadores numa viagem exploratória do mundo fantástico da electricidade, sem ruídos nem emissões poluentes, relembrando a presente evolução tecnológica, revolucionária e ambiental que vivemos e que a marca francesa dinamiza.

Partilho agora um vídeo que me foi cedido pela minha amiga Sandra Martins, a quem agradeço a autorização para utilização no Trendy Wheels:


Em resumo, esta foi uma das 5 promos de cariz comercial/social que se associaram aos 22 projectos, de 40 artistas nacionais e internacionais, que se estenderam ao longo de um percurso de fascinantes atmosferas mágicas, prolongando-se da Estação de Comboios até à Baía de Cascais, daqui até à Cidadela, embrenhando-se depois pelo Jardim Marechal Carmona, para depois atravessar algumas das estreitas ruas da zona antiga desta outrora vila de pescadores. 

Caso não tenha tido oportunidade de observar esta experiência sensorial estonteante, integrada numa vivência cultural inovadora, clique aqui para a conhecer mais em pormenor e desfrute da viagem.

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Sem Partir A Loiça Toda

Imagine o que é entrar numa loja de cristais com uma criança a modos que um bocadinho irrequieta e começar a vê-la a correr de um lado para o outro, primeiro escondendo-se atrás de um vaso de uma colecção carérrima - uma peça com múltiplos zeros na etiqueta - para logo depois fazer uma tangente a uma torre de flutes de champanhe, acabando por, finalmente, se estatelar e… Okok… é desesperante, eu sei!


Agora faça um exercício semelhante mas consigo. Imagine que está ao volante de um automóvel novinho em folha, com quase 5 metros de comprimento, 2 de largura e 1,5 de altura, conduzindo-o no interior de um grande armazém mal iluminado, num percurso delimitado por… 156 copos de Martini, 12 jarras de cristal e 20 candelabros de cristal que balançam do tecto!!! Impossível não partir a loiça toda? Nada disso, como o comprovam os 3 condutores que pensavam que iam para um test-drive normal e afinal… É o Vídeo Trendy Wheels da Semana, dedicado ao novo Renault Talisman:



A mais recente proposta da marca francesa do losango acaba de chegar ao mercado nacional e vem equipada, entre outras, com duas particularidades que se testemunham no vídeo: as quatro rodas direcionais, virando as traseiras bastante menos do que as da frente (sim, primeiro estranha-se, depois entranha-se) e o sistema 4CONTROL, que permite o seu controlo absoluto.

Se quiser saber mais, nomeadamente de outra novidade – a tecnologia MULTI-SENSE – clique no link acima. Posso adiantar-lhe que a gama nacional contempla três motores diesel, com potências até aos 160 cv, mais um a gasolina de 200 cv, dividindo-se entre berlina (a partir dos 32.000 euros) e carrinha (a partir dos 33.800 euros). Ah sim, sobre esta última, a marca publicita-a com um taxativo provavelmente a melhor carrinha da história da Renault”! Mal seria se assim não fosse…

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Surf Sobre Rodas

Está aí o sol, as idas à praia, os mergulhos no mar, as brincadeiras nas ondas e – para muitos – as condições ideais para a prática do surf, em spots como o Espinho, Cabedelo, Guincho, Carcavelos e a indispensável Praia do Norte, na Nazaré. Algo que muitos portugueses anseiam mas com que a francesa da Renault não pôde esperar, preferindo ir para terras australianas, para as ondas de Sidney.

Em jeito de complemento à sua preparação física, ali pôs os seus dois pilotos de Fórmula 1 – Jolyon Palmer and Kevin Magnussen – a iniciarem-se na prática da modalidade, o que não teria nada de especial se os mesmos não o fizessem… ao volante do seu carro de competição! Como??? Veja mais este Vídeo Trendy Wheels da Semana:


A acção, que contou com uma ajudinha do especialista Ellie-Jean Coffey, destinou-se à promoção da equipa e das suas novas cores para o Campeonato do Mundo de Fórmula 1, que entretanto já decorre. Veja aqui o Behind The Scenes.

Imagens: Renault
Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

O “Azulinho de Lisboa”

O “Amarelinho de Lisboa” que se ponha a pau pois não tarda nada começará a ter concorrência de um certo “Azulinho” que quer acabar com a sua centenária hegemonia eléctrica na capital portuguesa. A coisa só não é assim tão linear porque os famosos eléctricos da Carris, de estrutura maioritariamente amarela (apesar da publicidade que os embrulha), ainda conseguem transportar bastante mais passageiros do que a nova proposta, também de corrente eléctrica, da Renault!


Chama-se Renault ZOE e quer, ainda assim, deixar bem vincado o seu propósito, tendo assumido ao longo de 3 dias – o último é hoje (6ª Feira) – o papel de um dos meios de transporte ex-líbris da capital, circulando num percurso desenhado entre o Príncipe Real e a Estrela, onde há muito se deixaram de ver eléctricos a passar. A bordo segue um guarda-freio que o conduz no traçado que passa pelo Miradouro de São Pedro de Alcântara descendo a Rua da Misericórdia rumo ao Chiado. Aí chegado toma a direita no Largo de Camões, descendo a Calçada do Combro até S. Bento, para depois subir a Calçada da Estrela, dando-se por finda a viagem frente à Basílica do mesmo nome.


Trata-se de uma viagem num eléctrico diferente em parte da Baixa de Lisboa que ficará, decerto, na memória de todos os que já tiveram - ou ainda vão ter - a oportunidade de a fazer a bordo deste novo “Azulinho de Lisboa”. É uma das mais interessantes rotas turísticas da cidade e nem obriga à compra de bilhete! Sim, é de borla, pois até se dispensou o pica e tudo! 

Apenas tem que se deslocar até ao Largo do Príncipe Real onde, até às 18h00 de hoje, está montada a Paragem Principal desta acção, replicada em vários pontos de passagem intermédios, sendo inspiradas nas dos icónicos eléctricos que, desde 1901, servem a capital.



“Com esta iniciativa, a Renault Portugal pretende, não apenas proporcionar a experiência da mobilidade zero emissões, mas, sobretudo, sensibilizar a população para o contributo que os automóveis elétricos têm na melhoria da qualidade de vida das cidades,” refere o Gabinete de Comunicação da marca francesa.

O Renault ZOE em resumo
100% eléctrico e, por isso, com zero emissões poluentes, o Renault ZOE pode percorrer 240 quilómetros com uma única carga, tendo esta um custo energético na ordem dos 1,2 euros por cada 100 quilómetros. A parte técnica engloba um motor de 65 Kw (88 cv), com 220 Nm de força, que o acelera dos 0 aos 50 km/h em... 4 segundos! Apesar de ser uma das mais pequeninas propostas do mercado, tem uma habitabilidade semelhante à de um maior Clio, oferecendo um habitáculo espaçoso e confortável, nele se destacam os equipamentos tecnológicos que caracterizam os actuais modelos da marca francesa.

Disponível em três níveis de equipamento – Life, Zen e Intens – o ZOE está isento do famigerado ISV, sendo proposto a preços a partir dos 21.650 euros, montante a que se deverá somar uma renda mensal de aluguer das baterias, definida em função da quilometragem ou da duração do contrato. Esse valor inicia-se nos 79 euros por mês para 12.500 km e 36 meses de contrato, havendo diferentes opções em função das necessidades de cada um. Caso tenha ficado interessado, simule-as aqui.

O quê? Ainda está aí a ler-me? Despache-se!!! Arranje uns minutinhos no seu dia e aproveite a viagem. Tem é só até ao final da tarde para apanhar este novo “Azulinho de Lisboa”!


 
Fotos: Renault/New Agency (Oficiais)

Cumprimentos distribuídos irmãmente e até breve!

José Pinheiro

Notas:
1) As opiniões acima expressas são minhas, decorrentes da experiência no sector e de pesquisa de várias fontes;
2) Direitos reservados das entidades respectivas aos ‘links’ e/ou imagens utilizados neste texto, conforme expresso.